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  • Projeto altera regra sobre pagamento de multa trabalhista

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 8053/11, do Senado, que dá ao empregador o direito de recorrer na Justiça contra decisão trabalhista sem antes ter de depositar em juízo a multa a que foi condenado. O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).


    Atualmente, para recorrer de multas trabalhistas, é preciso primeiro pagar integralmente o valor devido.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 8053/11, do Senado, que dá ao empregador o direito de recorrer na Justiça contra decisão trabalhista sem antes ter de depositar em juízo a multa a que foi condenado. O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).


    Atualmente, para recorrer de multas trabalhistas, é preciso primeiro pagar integralmente o valor devido. Segundo o autor da proposta, o ex-senador Gilberto Goellner, essa exigência fere os princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, pois torna “a decisão inicial praticamente irrecorrível”.


    O projeto ainda fixa prazo de cinco dias para o recolhimento do valor da multa após a decisão judicial.


    Tramitação

    A proposta tramitará pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; em regime de prioridade e em caráter conclusivo.

  • Ampliação da licença-maternidade é prioridade, diz deputada

    A coordenadora da bancada feminina na Câmara, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), reafirmou que as prioridades do grupo na Casa incluem a luta por mais poder político e pela redução da violência e da pobreza entre as mulheres.

    A coordenadora da bancada feminina na Câmara, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), reafirmou que as prioridades do grupo na Casa incluem a luta por mais poder político e pela redução da violência e da pobreza entre as mulheres. Entre as propostas prioritárias estão o PL 6653/09, que prevê ações para garantir a igualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho, e a PEC 30/07, que amplia de 120 para 180 dias a licença-maternidade de todas as trabalhadoras, urbanas ou rurais, que contribuam com a Previdência Social.


    Atualmente, a licença-maternidade de 180 dias vale para funcionárias de empresas que optaram pelo Programa Empresa Cidadã e para servidoras da administração pública.


    Segundo Janete Rocha Pietá, a bancada também atuará com força na reforma política. “Queremos uma lista [partidária] onde haja uma mulher e um homem. Devemos lutar para o meio a meio. Queremos que o financiamento seja público e os partidos cumpram a decisão da minirreforma que estabelece 5% do fundo partidário para a formação de novas lideranças femininas”, afirmou.


    A deputada, que participou hoje (1/3) de sessão solene do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de março), disse ainda que as mulheres brasileiras querem mais creches, mais restaurantes e lavanderias comunitárias, mais instrumentos que as liberem para o trabalho.

  • Maioria das propostas aprovadas é enviada pelo Executivo

    Pesquisa citada pelo cientista político José Álvaro Moisés no artigo “O desempenho do Congresso Nacional no presidencialismo de coalizão” mostra que, entre 1998 e 2007, das 3.854 propostas apresentadas e transformadas em lei, 3.071 (79,7%) foram de autoria do Executivo; 644 (16,7%), do Legislativo; e 139 (3,6%), do Judiciário. A conta final demonstra a prevalência da aprovação de propostas do Executivo sobre aquelas dos parlamentares.

    Pesquisa citada pelo cientista político José Álvaro Moisés no artigo “O desempenho do Congresso Nacional no presidencialismo de coalizão” mostra que, entre 1998 e 2007, das 3.854 propostas apresentadas e transformadas em lei, 3.071 (79,7%) foram de autoria do Executivo; 644 (16,7%), do Legislativo; e 139 (3,6%), do Judiciário. A conta final demonstra a prevalência da aprovação de propostas do Executivo sobre aquelas dos parlamentares. As consequências desse quadro, porém, são motivo de divergência entre especialistas e deputados.


    Para a cientista política Argelina Figueiredo, o alto percentual de propostas do Executivo aprovadas pelo Congresso não significa que os parlamentares estão alijados do processo de criação de políticas públicas. “O Legislativo é um parceiro do Executivo, já que modifica os projetos que saem do governo e, muitas vezes, influem na geração das próprias propostas do governo, antes do envio ao Legislativo”, explicou.


    Já o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) acredita que o Executivo tem hoje prerrogativas bem maiores que as do Legislativo. O maior exemplo disso, segundo ele, é a possibilidade de edição das medidas provisórias – atos do presidente da República que têm força de lei de imediato, sem a participação do Legislativo. O Congresso tem prazo determinado para discutir e deliberar sobre esses atos mas, enquanto isso ocorre, as medidas provisórias geram efeitos como se fossem lei. “Esse instrumento é inédito na história republicana do País. Nem no governo militar o Executivo tinha um instrumento assim. As medidas provisórias interrompem o processo legislativo normal e, portanto, fragilizam a nossa democracia”, disse Andrada.


    Capilaridade do Congresso

    O deputado petista Maurício Rands (PE) também acredita que o sistema político atual provoca o que ele chama de “hipertrofia do Executivo”. Segundo Rands, a medida provisória é sim um instrumento de preponderância do governo, mas não o único. O envio de projetos de lei com prazos curtos para deliberação e prioridade nas votações também prejudica o Legislativo, de acordo com o deputado. “O governo deveria aproveitar mais as propostas feitas pelos próprios parlamentares. Isso significa respeitar nossa capacidade de interlocução”, disse.


    A prioridade dada à tramitação das propostas do governo, de acordo com Rands, pode até prejudicar as políticas públicas adotadas no País. “O Parlamento tem uma capilaridade que nem sempre o Executivo tem. O deputado, por exemplo, tem muito mais chance de conhecer a real necessidade de uma população do interior nordestino que um burocrata do governo federal”, argumentou.


    As posições de Bonifácio de Andrada e Maurício Rands confirmam o resultado de pesquisa citada por José Álvaro Moisés, realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, a pedido da revista Época, em 2009. Segundo o levantamento, dos 247 congressistas entrevistados, 81% consideram alta ou muito alta a limitação imposta pelas medidas provisórias para o pleno exercício de suas funções legislativas e 93,5% deles também classificam como alta ou muito alta a influência do Executivo no desempenho do Congresso Nacional. “O problema gira em torno da qualidade da democracia. Somente as eleições não são suficientes. Quando as instituições políticas não funcionam de forma adequada, ou seja, quando o Parlamento tem pouca autonomia e não consegue definir sua própria agenda, há uma desfunção na democracia representativa”, alertou Moisés.

  • Projeto lança programa de acessibilidade e mobilidade urbana

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 97/11, do deputado Walter Tosta (PMN-MG), que institui o Programa de Acessibilidade e Mobilidade Urbana. A proposta torna obrigatória a adoção de uma linguagem universal no transporte público rodoviário municipal, intermunicipal e interestadual, para permitir a acessibilidade de toda a população, incluindo analfabetos, pessoas com deficiência física ou visual e surdos-mudos, além de turistas estrangeiros, idosos e crianças.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 97/11, do deputado Walter Tosta (PMN-MG), que institui o Programa de Acessibilidade e Mobilidade Urbana. A proposta torna obrigatória a adoção de uma linguagem universal no transporte público rodoviário municipal, intermunicipal e interestadual, para permitir a acessibilidade de toda a população, incluindo analfabetos, pessoas com deficiência física ou visual e surdos-mudos, além de turistas estrangeiros, idosos e crianças. Essa linguagem seria baseada em números e avisos sonoros e luminosos.


    O autor informa que será necessário numerar cada ponto ou parada de veículos coletivos. “Dentro dos coletivos serão instalados dispositivos capazes de identificar cada parada por GPS e informar o número da próxima parada, em áudio, em até cinco idiomas, além de o número aparecer em vídeo instalado dentro do coletivo, em duas ou mais áreas”, explica. O projeto é inspirado num trabalho do engenheiro Sérgio Beaumord Gomes. Segundo o deputado, a sinalização poderá ser instalada também em trens, metrôs, barcas e veículos leves sobre trilhos (VLTs).


    Conforme o texto, será permitido que a prefeitura ou o governo do estado realize obras para a elevação dos pontos de embarque de passageiros e para a instalação de corrimãos, de forma a proporcionar mais segurança aos portadores de deficiências e de necessidades especiais e às pessoas com mobilidade reduzida no momento de entrada nos veículos.


    Além disso, nos pontos de embarque poderão ser instaladas placas informativas, que mostrarão a localização do veículo coletivo em tempo real. De acordo com a proposta, nessas placas poderão ser veiculadas peças publicitárias pela iniciativa privada, como forma de gerar recursos que viabilizem economicamente a implantação da sinalização.


    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Tabela do IR gerará próxima disputa política no Congresso

    A correção da tabela de desconto na fonte do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deve gerar a próxima grande disputa no Congresso Nacional. Aprovado o salário mínimo de R$ 545, a presidente Dilma Rousseff deve editar medida provisória (MP) com o reajuste de 4,5%, como informado aos líderes governistas em reunião da coordenação política, no Palácio do Planalto, no dia 22.


    O reajuste da tabela do IRPF integra o acordo firmado há quatro anos com as centrais sindicais, que agora anunciam intenção de questionar o percentual anunciado pelo governo.

    A correção da tabela de desconto na fonte do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deve gerar a próxima grande disputa no Congresso Nacional. Aprovado o salário mínimo de R$ 545, a presidente Dilma Rousseff deve editar medida provisória (MP) com o reajuste de 4,5%, como informado aos líderes governistas em reunião da coordenação política, no Palácio do Planalto, no dia 22.


    O reajuste da tabela do IRPF integra o acordo firmado há quatro anos com as centrais sindicais, que agora anunciam intenção de questionar o percentual anunciado pelo governo. Elas querem pelo menos 6,46%, que correspondem à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2010.


    O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), disse que na primeira batalha o governo derrotou os pobres, numa referência à aprovação do salário mínimo de R$ 545. Agora, segundo ele, a batalha é contra a classe média (os salários até 1.499,15 são hoje isentos de retenção do IRPF na fonte).


    A oposição já se articula para mudar a medida provisória. O líder do DEM, senador José Agripino (RN), disse nesta quinta-feira (24) que, se o reajuste for realizado por MP, “vamos mostrar a defasagem na correção da tabela, que não é pequena; é grande, bastante grande”.


    O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), confirmou que a presidente Dilma Rousseff editará nos próximos dias uma medida provisória com a correção de 4,5%. O percentual, conforme o senador, corresponde ao centro da meta da inflação para este ano.

  • Frente da microempresa teve adesão de 240 parlamentares

    O projeto que amplia os limites de enquadramento no Supersimples poderá ser votado ainda no primeiro semestre (PLP 591/2010). Essa é a intenção da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, relançada com a adesão de 220 deputados e 20 senadores.


    Para a microempresa, o limite de faturamento anual subiria de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, para a empresa de pequeno porte, o valor passaria dos atuais R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

    O projeto que amplia os limites de enquadramento no Supersimples poderá ser votado ainda no primeiro semestre (PLP 591/2010). Essa é a intenção da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, relançada com a adesão de 220 deputados e 20 senadores.


    Para a microempresa, o limite de faturamento anual subiria de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, para a empresa de pequeno porte, o valor passaria dos atuais R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O texto também estabelece novas regras para abertura, registro e funcionamento de empresas e cria um parcelamento especial para a dívida tributária.


    Frente Parlamentar

    É uma associação suprapartidária destinada a aprimorar a legislação referente a um tema específico. As frentes podem utilizar o espaço físico da Câmara, desde que suas atividades não interfiram no andamento dos outros trabalhos da Casa, não impliquem contratação de pessoal nem fornecimento de passagens aéreas. As frentes parlamentares estão regulamentadas pelo ato 69/05, da Mesa Diretora. Em tese, deveriam conter 1/3 dos integrantes do Legislativo, mas na prática esse piso não é exigido.

  • Sindicatos da Fecomércio MS recebem certificado de participação no SEGS

    No dia 11 de dezembro, representantes de 15 sindicatos filiados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) estiveram reunidos no Zagaia Eco-Resort, em Bonito, para o evento de encerramento do ciclo 2010 do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS), marcado pela entrega dos certificados Entidade Rumo à Excelência na Gestão Sindical emitidos pela CNC, e certificados de participação no SEGS, emitidos pela federação.

    Os certificados são uma forma de reconhecer o empenho das entidades que, desde março desse ano, estão no processo de me

    No dia 11 de dezembro, representantes de 15 sindicatos filiados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) estiveram reunidos no Zagaia Eco-Resort, em Bonito, para o evento de encerramento do ciclo 2010 do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS), marcado pela entrega dos certificados Entidade Rumo à Excelência na Gestão Sindical emitidos pela CNC, e certificados de participação no SEGS, emitidos pela federação.

    Os certificados são uma forma de reconhecer o empenho das entidades que, desde março desse ano, estão no processo de melhoria de sua gestão, tendo participado de capacitações e realizado avaliações gerenciais que visam o aumento da representatividade e a otimização dos produtos e serviços oferecidos aos representados. Participaram os presidentes de sindicatos, o chefe da Assessoria Legislativa (Apel) da CNC, Roberto Velloso, o presidente da Fecomércio-MS, Edison Ferreira, o superintendente Reginaldo Henrique Soares e a diretora regional do SESC, Irene Buainain, além de colaboradores do Sistema.

    Rodrigo Wepster, assessor do Departamento de Planejamento da CNC (Deplan), proferiu palestra com o tema Liderar é atingir Metas e apresentou o Plano de Desenvolvimento Associativo (PDA), que é vinculado ao SEGS e tem como propósito fomentar o associativismo sindical por meio de projetos que preencham as lacunas identificadas nas avaliações e no Plano Estratégico das entidades. O assessor destacou o empenho da entidade: “A Fecomércio-MS está entre as federações mais comprometidas com o Programa no País”.

    O superintendente Reginaldo Henrique fez uma breve apresentação das ações do SEGS em 2010 e destacou que as empresas e a sociedade serão os maiores beneficiados com o programa, pois a qualidade dos produtos e serviços do setor terciário será melhor, tendo reflexo direto na competitividade, gerando mais vendas, mais empregos, maior arrecadação para o Estado e municípios. O presidente da Fecomércio-MS, Edison Ferreira de Araújo, acrescentou: “O SEGS mexeu mesmo com as entidades, principalmente com os colaboradores”.

  • Fecomércio e Sebrae garantem capacitação de empresas alagoanas

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio/AL) assinou convênio com o Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas de Alagoas (Sebrae/AL) e garantiu capacitação com foco em melhoria de gestão e empreendedorismo para 100 empresas no Estado. O projeto vai melhorar a competitividade e a qualidade das empresas associadas aos sete sindicatos representados pela Fecomércio.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio/AL) assinou convênio com o Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas de Alagoas (Sebrae/AL) e garantiu capacitação com foco em melhoria de gestão e empreendedorismo para 100 empresas no Estado. O projeto vai melhorar a competitividade e a qualidade das empresas associadas aos sete sindicatos representados pela Fecomércio. Desse total, 30 vão receber consultoria in loco.

    O convênio prevê ainda, como resultados, a ampliação em 20% no fluxo de clientes atendidos e a realização de um diagnóstico das empresas por ano, no intuito de identificar o desenvolvimento e as necessidades de melhorias e estimular, até dezembro de 2012, 30 desses empresários capacitados a participarem do Prêmio Estadual da Qualidade para as MPEs.

    Conforme informações do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio (MDIC), o setor de comércio e serviços é um dos principais setores da economia alagoana. No Brasil, os segmentos de serviços e comércio são recordistas na geração de empregos com aproximadamente 1,5 milhão de trabalhadores, faturando cerca de R$ 20 bilhões por ano.

    Já em Alagoas, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que os dois segmentos representam 55% do PIB do Estado. “É por esse motivo que observamos a necessidade de unirmos entidades como o Sebrae e a Fecomércio para contribuir com o desenvolvimento da sociedade”, afirmou o presidente da Fecomércio, Wilton Malta.

    Durante a execução do convênio, no prazo de 31 meses, serão realizados sete cursos de como implantar e aprimorar o sistema de gestão (liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimentos, pessoas, processos e resultados). “O projeto visa garantir a longevidade das empresas à competitividade e consecutivamente a melhoria dos produtos e serviços. Tendo como beneficiários os empresários e a sociedade”, explicou o vice-presidente da Fecomércio, José Gilton Pereira.

    A Fecomércio vai coordenar os trabalhos de formação, estruturação e acompanhamento dos grupos de empresários. A entidade vai elaborar, em conjunto com os empresários, o plano de ação para identificar as demandas dos referidos grupos, em conformidade com o objetivo e os resultados.