Blog

  • Nova Plataforma de Cobrança terá início em julho

    A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que a Nova Plataforma de Cobrança, sistema que promoverá maior comodidade e segurança no pagamento de boletos bancários, terá início em julho deste ano. Todas as informações que, por norma do Banco Central (Circulares nºs 3.461/09, 3.598/12 e 3.656/13), devem obrigatoriamente constar do boleto – tais como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador – deverão trafegar pela Nova Plataforma.

    A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que a Nova Plataforma de Cobrança, sistema que promoverá maior comodidade e segurança no pagamento de boletos bancários, terá início em julho deste ano. Todas as informações que, por norma do Banco Central (Circulares nºs 3.461/09, 3.598/12 e 3.656/13), devem obrigatoriamente constar do boleto – tais como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador – deverão trafegar pela Nova Plataforma. Com o novo processo, os bancos passarão a controlar melhor todos os boletos que forem postados para os pagadores, melhorando a capacidade de filtrar o envio de boletos indevidos.

    De acordo com a entidade, além de o consumidor poder pagar o seu boleto vencido em qualquer banco ou correspondente não bancário, a Nova Plataforma permitirá maior transparência em todo o processo, assegurando às empresas melhor gestão dos recebimentos, uma vez que as condições da operação negociadas com os consumidores serão preservadas. O comprovante de pagamento também será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto (juros, multa, desconto, etc.) e as informações do beneficiário e do pagador.

    A mudança proporcionada pelo novo sistema ocorre quando o consumidor (pessoa física ou jurídica) fizer o pagamento, mesmo de um boleto vencido: nesse momento será feita uma consulta à Nova Plataforma para checar as informações. Se os dados do boleto que estiver sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema da Nova Plataforma, a operação é validada. Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá realizar o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias. No modelo atual, isso não ocorre porque nem todos os boletos são registrados em uma base centralizada. Por isso, os emissores dos boletos deverão registrá-los no seu banco de relacionamento, com as informações necessárias.

    A Nova Plataforma conta ainda com cruzamento de informações para evitar inconsistências de pagamento, identificação do CPF do pagador do boleto para fins de controle de lavagem de dinheiro e maior transparência na relação com o consumidor, na medida em que melhora os controles dos boletos facultativos (boletos de proposta), que são enviados sem autorização por parte do cliente. A Febraban destaca que o produto continuará contando com o código de barras com 44 posições, o que não acarretará em mudança dos leitores óticos que os emissores contam atualmente.

    Cronograma

    Dada a ampla utilização de boletos no Brasil – por ano, cerca de 3,5 bilhões de documentos emitidos –, a validação por meio da Nova Plataforma de Cobrança será realizada em etapas. Dessa forma, a partir de julho, os boletos de valor acima de R$ 50 mil passarão a ser validados pela Nova Plataforma. Ao longo dos meses seguintes, o valor dos boletos vai diminuindo até o término da implantação, cujo prazo segue inalterado: dezembro de 2017, conforme cronograma abaixo:

    Boletos acima de R$ 50.000 – 10/julho/2017;

    Boletos entre R$ 49.999,99 e 2.000,00 – 11/setembro/2017;

    Boletos entre R$ 1.999,99 e 500,00 – 09/outubro/2017;

    Boletos entre R$ 499,99 e 200,00 – 13/novembro/2017;

    Boletos abaixo de R$ 200,00 – 11/dezembro/2017.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 025/2017

    DESTAQUES:

    Governo encaminha ao Senado Federal indicação para o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista e Atacadista, de Bens e Serviços do Oeste da Bahia

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Empreendedores Individuais do Estado de São Paulo

    Arquivado e indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Meios de Hospedagem e Alimentação do Município de Juazeiro no Estado da Bahia

    DESTAQUES:

    Governo encaminha ao Senado Federal indicação para o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista e Atacadista, de Bens e Serviços do Oeste da Bahia

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Empreendedores Individuais do Estado de São Paulo

    Arquivado e indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato dos Meios de Hospedagem e Alimentação do Município de Juazeiro no Estado da Bahia

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Atacadista de Itajaí – SC

    Convocação do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 13 de fevereiro de 2017

  • CNC participa de inaugurações do Sesc e do Senac em Londrina

    A partir de hoje, dia 6 de fevereiro, a população de Londrina e região poderá visitar as duas novas unidades do Sesc e do Senac inauguradas em 3 de fevereiro, durante cerimônia que reuniu convidados, lideranças locais, estaduais e nacionais. Situadas na região mais populosa de Londrina, a Zona Norte concentra mais de 25% da população local e será atendida pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR com serviços modernos nas áreas de educação, cultura, ação social, esporte, saúde e lazer.

    A partir de hoje, dia 6 de fevereiro, a população de Londrina e região poderá visitar as duas novas unidades do Sesc e do Senac inauguradas em 3 de fevereiro, durante cerimônia que reuniu convidados, lideranças locais, estaduais e nacionais. Situadas na região mais populosa de Londrina, a Zona Norte concentra mais de 25% da população local e será atendida pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR com serviços modernos nas áreas de educação, cultura, ação social, esporte, saúde e lazer. Juntas, as duas unidades somam mais de 6.750 m2 de área construída e capacidade diária de atendimento de mais de 2.300 pessoas. 

    Representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participaram da inauguração. Durante a cerimônia, Alex Canziani, deputado federal e coordenador de Educação da Câmara Federal, fez deferência à CNC como sendo a mais organizada instituição representativa no País. “Se existe competência no território nacional com a CNC, a Fecomércio-PR também é exemplo em todo o Brasil graças ao líder empreendedor Darci Piana. Londrina e o norte do Paraná só têm a dizer a vocês muito obrigado!”, destacou. 

    O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR e vice-presidente administrativo da CNC, Darci Piana, salientou que, nos últimos anos, com as reformas nas unidades centrais do Sesc e do Senac em Londrina, o restauro da antiga Cadeia Pública e a inauguração das duas novas unidades, os investimentos na cidade passam da casa dos R$ 60 milhões. “Cada vez que fazemos investimentos como estes, aumenta a nossa responsabilidade. Não se trata apenas de obras, de concreto e de tijolos. Não são apenas o que há de melhor no mundo em termos de equipamentos de alta tecnologia, não são as tecnologias empregadas para redução dos impactos ambientais que resolverão os problemas, mas são as pessoas que aqui irão trabalhar que farão a diferença nesta região e para que esta unidade cumpra com a sua missão”, afirmou Piana. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressaltou a qualidade das estruturas do Sesc e do Senac no município de Londrina. “Temos aqui ambientes de excelente qualidade, e o trabalho que o Sistema Fecomércio faz é de fundamental importância e serve de exemplo para todos os governos de como os recursos devem ser aplicados a quem realmente precisa”, disse. 

    Da Confederação, participaram ainda o chefe da Assessoria Legislativa, Roberto Velloso, o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC e presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio de Abreu, o presidente do Conselho Fiscal do Senac Nacional, José de Souza e Silva, e o presidente da comissão de obras, Sergio Gilberto Bonocielli. Também estiveram presentes na cerimônia a desembargadora Joeci Machado Camargo; o deputado federal Nelson Padovani (PSDB-PR); o ex-prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff; o presidente da Câmara de Vereadores de Londrina, Mario Takahashi (PV); o presidente da Associação Comercial de Londrina, Claudio Tedeschi; o diretor financeiro da FAEP, João Luiz Rodrigues Biscaia; e os presidentes dos sindicatos filiados à Fecomércio-PR, Roberto Martins, Antonio Carlos Parieti, Carlos Antonio Amaral Monteiro, Jefferson Proença Testa e José Alberto Pereira. 

    Os terrenos para a construção das unidades foram doados, em 2011, pela Prefeitura de Londrina e, em contrapartida, coube ao Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR a restauração da antiga Cadeia Pública do município. Segundo o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, as unidades inauguradas atendem aos anseios dos moradores da região por mais serviços em educação, saúde, cultura e lazer. “A parceria firmada entre o município e o Sistema Fecomércio só trouxe benefícios a Londrina e região. A partir de agora, temos unidades descentralizadas, além do Sesc Cadeião Cultural, que foi remodelado e entregue à população”, destacou. Representando o governador do Paraná, Beto Richa, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) pontuou que a região escolhida para a inauguração das novas unidades é próspera e de um comércio pujante. “O Sistema Fecomércio brinda a cidade de Londrina e o norte do Paraná com este maravilhoso empreendimento, nesta próspera região que é a Zona Norte de Londrina, com um comércio com uma força extraordinária. Londrina está agradecida!”, ressalta. 

    Instalações 

    As instalações do Sesc somam 4.119,68 m2 de área construída, planejadas de forma a contemplar todos os ramos de atuação da entidade: educação, ação social, saúde, esporte, lazer, turismo e cultura. Com capacidade para atendimento diário de 1.140 pessoas, a unidade ofertará atividades de educação infantil, lanchonete, clínica odontológica, salas de curso de informática, academia de ginástica multifuncional e ginásio de esportes. Já o Senac, com 2.630,85 m2 de construção e capacidade para atendimento diário de 1.176 alunos, ofertará cursos nas áreas de beleza, saúde, gastronomia, gestão, hospitalidade e informática. Entre os ambientes pedagógicos, destaque para os de Radiologia, Análises Clínicas e Loja. As duas unidades foram pensadas para causar o menor impacto ambiental possível. Para isso, 160 placas fotovoltaicas foram instaladas na cobertura do ginásio de esportes, que captam a radiação solar e a transformam em energia elétrica, que será consumida pelo próprio edifício. As unidades contam com sistema de reaproveitamento de água da chuva, captada na cobertura do prédio e direcionada para as cisternas, sendo utilizada para rega do jardim, lavagem das calçadas e pisos externos. Toda a iluminação dos prédios é feita com lâmpadas de LED, medida que complementa a economia de energia elétrica.

     

  • Cetur reforça apoio à dispensa de vistos para países estratégicos

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) defende a isenção de vistos para países estratégicos, conforme sinalizado pelo Ministério do Turismo. A proposta, que prevê a liberação de visto por dois anos para os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, é um importante agente de estímulo à economia, reforça a entidade.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) defende a isenção de vistos para países estratégicos, conforme sinalizado pelo Ministério do Turismo. A proposta, que prevê a liberação de visto por dois anos para os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, é um importante agente de estímulo à economia, reforça a entidade.

    Em um momento em que os Estados Unidos optam por criar barreiras para os turistas, o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio, afirma que não é hora para retaliações. “As medidas tomadas pelo governo americano não têm grande impacto para os brasileiros e não devem prejudicar as medidas capitaneadas pelo Ministério do Turismo de liberar por dois anos a concessão de visto para os quatro países em questão. O Cetur acredita que a proposta é um importante gerador de divisas para o Brasil em tempo de crise”, pontua Sampaio.

    Veja abaixo na íntegra carta aberta assinada pelas principais entidades empresariais do turismo sobre o tema:

     

    CARTA ABERTA EM DEFESA DO TURISMO

    No momento em que o Brasil amarga o mais alto índice de desemprego desde 2012 e sofre com uma das maiores crises econômicas do País, é hora de finalmente corrigir a negligência histórica com o turismo. As entidades representativas de classe têm uma série de medidas já demandadas para o governo no sentido de destravar os gargalos que há tempos impedem o desenvolvimento do setor de viagens.

    Medidas simples que dependem apenas de vontade política e têm grande impacto no setor. A mídia tem veiculado que o governo federal pretende recuar e não mais isentar o visto para turistas de países estratégicos como os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália. Trata-se de um pleito antigo do mercado que, de acordo com projeções do Ministério do Turismo, pode injetar R$ 1,4 bilhão na economia nacional.

    As entidades representativas de classe do turismo vêm, por meio desta carta aberta, defender não apenas a dispensa de visto para países estratégicos como ocorreu na Olimpíada com um impacto extremamente positivo, como também a elaboração de um pacote mais amplo que inclua de uma vez por todas o turismo na agenda estratégica e econômica do governo.

    Já está disponível uma série de estudos e documentos que apontam com clareza quais os gargalos da atividade no País. O turismo no Brasil precisa ultrapassar a marca de seis milhões de visitantes estrangeiros, enquanto mais de 1,2 bilhão de viagens são realizadas no planeta, segundo a Organização Mundial do Turismo.

     

    Sobre o Cetur

    Com mais de 60 anos de atuação, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC realiza o planejamento e oferece apoio a ações para o crescimento da atividade turística no Brasil. Atuando nacionalmente através de representantes nas Federações do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércios) nos Estados, o Cetur reúne ainda 27 entidades e associações empresariais que representam a cadeia produtiva do turismo. A atuação do Conselho inclui o fortalecimento de relações políticas e institucionais, estudos e produções técnicas, bem como a promoção e participação em eventos que evidenciam a importância do setor no desenvolvimento econômico e social do País.

     

    Assinam a CARTA ABERTA:

    ENTIDADES E ASSOCIAÇÕES NACIONAIS:

    1. CETUR – CONSELHO EMPRESARIAL DE TURISMO E HOSPITALIDADE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO (CNC)

    2. ABAV – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE VIAGEM

    3. ABEAR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS AÉREAS

    4. ABEOC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE EVENTOS

    5. ABETA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE ECOTURISMO E TURISMO DE AVENTURA

    6. ABIH NACIONAL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIA DE HOTÉIS

    7. ABLA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS LOCADORAS DE AUTOMÓVEIS

    8. ABOTTC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS OPERADORAS DE TRENS TURÍSTICOS E CULTURAIS

    9. ABR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RESORTS – RESORTS BRASIL

    10. ABRACCEF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CENTROS DE CONVENÇÕES E FEIRAS

    11. ABRASEL NACIONAL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BARES E RESTAURANTES

    12. ABRASTUR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO SOCIAL

    13. ABRATURR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO RURAL

    14. ABRACORP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE VIAGENS CORPORATIVAS

    15. CLIA /ABREMAR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRUZEIROS MARÍTIMOS

    16. ALAGEV – ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE GESTORES DE EVENTOS E VIAGENS CORPORATIVAS

    17. ANTTUR – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTADORES DE TURISMO E FRETAMENTO

    18. BITO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO RECEPTIVO INTERNACIONAL

    19. BRAZTOA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS OPERADORAS DE TURISMO

    20. CBC&VB – CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CONVENTION & VISITORS BUREAUX

    21. FBHA – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO

    22. FOHB – FÓRUM DE OPERADORES HOTELEIROS DO BRASIL

    23. SINDEPAT – SISTEMA INTEGRADO DE PARQUES TEMÁTICOS E ATRAÇÕES TURÍSTICAS DO BRASIL

    24. UBRAFE – UNIÃO BRASILEIRA DOS PROMOTORES DE FEIRAS

    25. UNEDESTINOS – UNIÃO NACIONAL DOS CONVENTION & VISITORS BUREAUX E ENTIDADE DE DESTINOS

     

    ENTIDADES REGIONAIS:

    26. ABAV SP – Associação Brasileira de Agências de Viagens de São Paulo

    27. Aviesp – Associação das Agências de Viagens Independentes do Interior do Estado de São Paulo

    28. Avirp – Associação das Agências de Viagens de Ribeirão Preto e Região

    Assina também a carta Guilherme Paulus, presidente do Conselho de Administração da CVC e conselheiro consultivo do Cetur/CNC.

  • TV CNC – Carnaval 2017 deve movimentar R$ 5,8 bilhões

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões. Porém, nem tudo é folia: a receita calculada para este ano é 5,7% menor do aquela apurada para o mesmo período de 2016. A TV CNC entrevistou o economista da Confederação Fabio Bentes e o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 024/2017

    DESTAQUES:

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato do Comércio Varejista de Formosa e Região

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Criciúma – SC

    Criado Grupo de Trabalho para aprimorar indicadores dos cursos de educação profissional e tecnológica

    DESTAQUES:

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato do Comércio Varejista de Formosa e Região

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Criciúma – SC

    Criado Grupo de Trabalho para aprimorar indicadores dos cursos de educação profissional e tecnológica

  • Cetur reforça apoio à dispensa de vistos para países estratégicos

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) defende a isenção de vistos para países estratégicos, conforme sinalizado pelo Ministério do Turismo. A proposta, que prevê a liberação de visto por dois anos para os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, é um importante agente de estímulo à economia, reforça a entidade.

     

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) defende a isenção de vistos para países estratégicos, conforme sinalizado pelo Ministério do Turismo. A proposta, que prevê a liberação de visto por dois anos para os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, é um importante agente de estímulo à economia, reforça a entidade.

     

    Em um momento em que os Estados Unidos optam por criar barreiras para os turistas, o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio, afirma que não é hora para retaliações. “As medidas tomadas pelo governo americano não têm grande impacto para os brasileiros e não devem prejudicar as medidas capitaneadas pelo Ministério do Turismo de liberar por dois anos a concessão de visto para os quatro países em questão. O Cetur acredita que a proposta é um importante gerador de divisas para o Brasil em tempo de crise”, pontua Sampaio.

     

    Veja abaixo a íntegra da carta:


    CARTA ABERTA EM DEFESA DO TURISMO

     

    No momento em que o Brasil amarga o mais alto índice de desemprego desde 2012 e sofre com uma das maiores crises econômicas do País, é hora de finalmente corrigir a negligência histórica com o turismo. As entidades representativas de classe têm uma série de medidas já demandadas para o governo no sentido de destravar os gargalos que há tempos impedem o desenvolvimento do setor de viagens.

     

    Medidas simples que dependem apenas de vontade política e têm grande impacto no setor. A mídia tem veiculado que o governo federal pretende recuar e não mais isentar o visto para turistas de países estratégicos como os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália. Trata-se de um pleito antigo do mercado que, de acordo com projeções do Ministério do Turismo, pode injetar R$ 1,4 bilhão na economia nacional.

     

    As entidades representativas de classe do turismo vêm, por meio desta carta aberta, defender não apenas a dispensa de visto para países estratégicos como ocorreu na Olimpíada com um impacto extremamente positivo, como também a elaboração de um pacote mais amplo que inclua de uma vez por todas o turismo na agenda estratégica e econômica do governo.

     

    Já está disponível uma série de estudos e documentos que apontam com clareza quais os gargalos da atividade no País. O turismo no Brasil precisa ultrapassar a marca de seis milhões de visitantes estrangeiros, enquanto mais de 1,2 bilhão de viagens são realizadas no planeta, segundo a Organização Mundial do Turismo.

     

    Sobre o Cetur

    Com mais de 60 anos de atuação, o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC realiza o planejamento e oferece apoio a ações para o crescimento da atividade turística no Brasil. Atuando nacionalmente através de representantes nas Federações do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércios) nos Estados, o Cetur reúne ainda 27 entidades e associações empresariais que representam a cadeia produtiva do turismo. A atuação do Conselho inclui o fortalecimento de relações políticas e institucionais, estudos e produções técnicas, bem como a promoção e participação em eventos que evidenciam a importância do setor no desenvolvimento econômico e social do País.

     

    Assinam a carta:

    Entidades e associações nacionais:

    1. CETUR – CONSELHO EMPRESARIAL DE TURISMO E HOSPITALIDADE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO (CNC)

    2. ABAV – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE VIAGEM

    3. ABEAR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS AÉREAS

    4. ABEOC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE EVENTOS

    5. ABETA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE ECOTURISMO E TURISMO DE AVENTURA

     

    6. ABIH NACIONAL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIA DE HOTÉIS

    7. ABLA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS LOCADORAS DE AUTOMÓVEIS

    8. ABOTTC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS OPERADORAS DE TRENS TURÍSTICOS E CULTURAIS

    9. ABR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RESORTS – RESORTS BRASIL

    10. ABRACCEF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CENTROS DE CONVENÇÕES E FEIRAS

    11. ABRASEL NACIONAL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BARES E RESTAURANTES

    12. ABRASTUR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO SOCIAL

    13. ABRATURR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO RURAL

    14. ABRACORP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE VIAGENS CORPORATIVAS

    15. CLIA /ABREMAR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRUZEIROS MARÍTIMOS

     

    16. ALAGEV – ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE GESTORES DE EVENTOS E VIAGENS CORPORATIVAS

     

    17. ANTTUR – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTADORES DE TURISMO E FRETAMENTO

     

    18. BITO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO RECEPTIVO INTERNACIONAL

    19. BRAZTOA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS OPERADORAS DE TURISMO

    20. CBC&VB – CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CONVENTION & VISITORS BUREAUX

    21. FBHA – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO

     

    22. FOHB – FÓRUM DE OPERADORES HOTELEIROS DO BRASIL

     

    23. SINDEPAT – SISTEMA INTEGRADO DE PARQUES TEMÁTICOS E ATRAÇÕES TURÍSTICAS DO BRASIL

    24. UBRAFE – UNIÃO BRASILEIRA DOS PROMOTORES DE FEIRAS

     

    25. UNEDESTINOS – UNIÃO NACIONAL DOS CONVENTION & VISITORS BUREAUX E ENTIDADE DE DESTINOS

     

    Entidades regionais:

     

    26. ABAV SP – Associação Brasileira de Agências de Viagens de São Paulo

    27. Aviesp – Associação das Agências de Viagens Independentes do Interior do Estado de São Paulo

    28. Avirp – Associação das Agências de Viagens de Ribeirão Preto e Região

     

    Assina também a carta Guilherme Paulus, presidente do Conselho de Administração da CVC e conselheiro consultivo do Cetur/CNC.

     

     


  • Varejo perde 108,7 mil pontos de venda em 2016

    [13/02/2017]Ainda frágil em relação à crise econômica, o número de estabelecimentos comerciais no varejo registrou fechamento líquido de 108,7 mil lojas com vínculo empregatício em todo o Brasil no ano de 2016. O número, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é o pior desde 2005, quando o levantamento foi iniciado.

    [13/02/2017]Ainda frágil em relação à crise econômica, o número de estabelecimentos comerciais no varejo registrou fechamento líquido de 108,7 mil lojas com vínculo empregatício em todo o Brasil no ano de 2016. O número, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é o pior desde 2005, quando o levantamento foi iniciado.

    A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) aponta que, entre janeiro e novembro de 2016, o volume de vendas registrou recuo de 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo relação direta com a redução no número de lojas. “A falta de dinamismo no mercado de trabalho e o crédito mais caro e restrito explicam parte significativa das perdas de vendas nos últimos anos. E o termômetro mais dramático da crise que ainda assola o setor é o número recorde de lojas que fecharam as portas ano passado”, aponta o economista da CNC Fabio Bentes.

    Apesar do grande número de lojas fechadas ao longo do ano, o setor começa a mostrar desaceleração da queda do número de estabelecimentos. De acordo com a CNC, de janeiro a junho de 2016, o varejo perdeu 67,6 mil pontos de venda, ao passo que, no segundo semestre daquele ano, o setor registrou o fechamento líquido de 41,1 mil lojas – número também inferior ao observado na segunda metade de 2015, quando a perda foi de 74,1 mil lojas. No total, o ano de 2015 perdeu 101,9 mil lojas.

    Fechamento de lojas por segmento

    Lideraram os encerramentos de lojas os ramos de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-34,8 mil lojas), lojas de vestuário, calçados e acessórios (-20,6 mil) e lojas de materiais de construção (-11,5 mil). Segundo a CNC, à exceção dos hiper e supermercados – que sofreram com a escalada dos preços no atacado no início de 2016 –, os demais segmentos analisados foram atingidos pelo encarecimento do crédito, tanto para consumidores como para a obtenção de capital de giro nos últimos anos.

    Redução de estabelecimentos por estado

    O estudo revela, ainda, que todos os estados apresentaram queda no número de lojas, fato inédito em 12 anos de pesquisa. São Paulo foi o estado mais afetado (-30,7 mil lojas), seguido por Rio de Janeiro (-11,1 mil) e Minas Gerais (-10,3 mil).

    Fechamento de lojas por porte

    As micro (-32,7 mil) e pequenas empresas (-39,6 mil) – que empregam até 9 pessoas e de 10 a 49 funcionários, respectivamente – foram as mais afetadas pelo momento econômico em 2016. No ano anterior, este segmento respondia por 98,6% dos pontos de venda do varejo nacional e empregava 76,5% da força de trabalho do setor. Lojas de médio porte, com 50 a 99 empregados, tiveram perda de 12,9 mil pontos de venda. Já os grandes varejistas, com mais de 99 funcionários, fecharam 23,5 mil lojas.

    A CNC avalia que, após dois anos de fechamento líquido de pontos de venda, em 2017, o número de lojas deverá apresentar estabilidade. “Além de o fechamento de pontos de venda vir se dando em um ritmo menos intenso desde o segundo semestre do ano passado, a tendência de queda da inflação poderá abrir espaço para a recuperação do consumo por parte das famílias, bem como para a esperada queda nas taxas de juros aos consumidores e empresários do varejo”, afirma Fabio Bentes.

    Acesse o estudo completo da Divisão Econômica da CNC.

    O economista Fabio Bentes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

     


  • Carnaval deverá movimentar R$ 5,8 bilhões no turismo brasileiro

    [06/02/2017 Muitas atividades que compõem o setor produtivo têm enfrentado dificuldades neste início de ano, mas uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões.

    [06/02/2017 Muitas atividades que compõem o setor produtivo têm enfrentado dificuldades neste início de ano, mas uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões. Os segmentos de alimentação fora do domicílio, tais como bares e restaurantes (R$ 3,31 bilhões), transporte rodoviário (R$ 977,9 milhões) e os serviços de alojamento em hotéis e pousadas (R$ 652,5 milhões), responderão por mais de 85% de toda a receita gerada com o maior feriado do calendário nacional.

    No plano regional, os Estados do Rio de Janeiro (R$ 2,4 bilhões) e de São Paulo (R$ 1,5 bilhão) deverão concentrar 68,2% da receita do setor no período. Destacam-se ainda as movimentações em Minas Gerais (R$ 332,7 milhões) e em três Estados da região Nordeste: Bahia (R$308,7 milhões), Ceará (R$140,3 milhões) e Pernambuco (R$131,4 milhões).

    Porém, nem tudo é folia: a receita calculada para este ano é 5,7% menor que aquela apurada para o mesmo período de 2016, registrando o pior desempenho das atividades turísticas para esse período em três anos. Descontada a inflação do setor, a queda real é a maior em pelo menos cinco anos (-8,6%). “Apesar da tendência recente de uma menor variação dos preços dos serviços típicos dessa época do ano, a retração real de renda tem imposto a necessidade de ajustes frequentes no orçamento das famílias através da postergação dos gastos não essenciais, tais como lazer”, explica Fabio Bentes, economista da Confederação. A queda no faturamento do turismo no carnaval de 2017 não decorre, no entanto, da aceleração dos preços típicos de bens e serviços mais demandados nessa época do ano. Nos últimos 12 meses, a variação média desses preços (+5,8%) foi a menor desde 2009 (+5,5%) e significativamente inferior à de 2016 (+13,2%).

    As atividades turísticas que vão compor o trabalho sobre o faturamento do turismo no carnaval 2017 são: Alojamento; Alimentação; Atividades Artísticas, Esportivas e de Lazer; Agências de Viagens; Transporte Rodoviário; Transporte Aéreo e Outros Transportes e Locação de Veículos.

    Acesse o estudo completo da Divisão Econômica da CNC.

    A TV CNC entrevistou o economista da Confederação Fabio Bentes e o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio. CLIQUE AQUI E CONFIRA O PROGRAMA.

     

    O economista Fabio Bentes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Carnaval 2017 deve movimentar R$ 5,8 bilhões

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões. Os segmentos de alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, transporte rodoviário e os meios de hospedagem, responderão por mais de 85% de todo o rendimento do período. Porém, nem tudo é folia: a receita calculada para este ano é 5,7% menor do aquela apurada para o mesmo período de 2016.

    Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões. Os segmentos de alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, transporte rodoviário e os meios de hospedagem, responderão por mais de 85% de todo o rendimento do período. Porém, nem tudo é folia: a receita calculada para este ano é 5,7% menor do aquela apurada para o mesmo período de 2016.