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  • Boletim Informativo Diário (BID) 221/2016

    DESTAQUES:

    Republicado ato que defere o registro sindical ao Sindicato das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná

    Formalizada nomeação de representantes na Câmara de Saúde Suplementar, onde a CNC possui representante

    Convocação do Sindicato do Comércio de Teófilo Otoni para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 29 de dezembro de 2016

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro que autoriza o serviço de turismo denominado Mototáxi-Turismo

    DESTAQUES:

    Republicado ato que defere o registro sindical ao Sindicato das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná

    Formalizada nomeação de representantes na Câmara de Saúde Suplementar, onde a CNC possui representante

    Convocação do Sindicato do Comércio de Teófilo Otoni para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 29 de dezembro de 2016

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro que autoriza o serviço de turismo denominado Mototáxi-Turismo

  • Comissão discute e vota relatório sobre o novo Código Comercial

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1572/2011 e apensados) reúne-se hoje (7/12) para votar o substitutivo do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI). O projeto de lei, apresentado pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1572/2011 e apensados) reúne-se hoje (7/12) para votar o substitutivo do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI). O projeto de lei, apresentado pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

    A proposta do novo código trata, entre outros pontos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

    A comissão foi instalada em março de 2015 e tem como presidente o deputado Laércio Oliveira (SD-SE). Na legislatura passada, funcionou outra comissão especial sobre o PL 1572/11, mas o colegiado não chegou a votar a proposta. A reunião está prevista para as 14 horas, no plenário 7.

  • Empresários do setor de serviços criticam possibilidade de reforma do PIS/Cofins

    Empresários do setor de serviços criticaram nesta terça-feira (6/12) a intenção do Executivo de fazer uma reforma na cobrança do PIS/Pasep e da Cofins.A possibilidade de reforma desses tributos para simplificar a cobrança tinha sido sugerida em 2015 pelo então ministro da Fazenda Joaquim Levy, na gestão de Dilma Rousseff.

    Segundo os empresários, a Receita Federal tem retomado a discussão para enviar o texto ao Congresso. A principal mudança seria migrar os setores atualmente cobrados pelo regime cumulativo, como o de serviços, para o não cumulativo.

    Empresários do setor de serviços criticaram nesta terça-feira (6/12) a intenção do Executivo de fazer uma reforma na cobrança do PIS/Pasep e da Cofins.A possibilidade de reforma desses tributos para simplificar a cobrança tinha sido sugerida em 2015 pelo então ministro da Fazenda Joaquim Levy, na gestão de Dilma Rousseff.

    Segundo os empresários, a Receita Federal tem retomado a discussão para enviar o texto ao Congresso. A principal mudança seria migrar os setores atualmente cobrados pelo regime cumulativo, como o de serviços, para o não cumulativo.

    O vice-presidente Regional da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Rafael Sebben, afirmou que a alteração poderá gerar um desemprego de 20% na área de tecnologia da informação, que emprega hoje cerca de um milhão de pessoas. “A cadeia produtiva do setor de TI é extremamente estreita. Nosso insumo é unicamente mão de obra e ela não entra na base de cálculo como insumo dentro dessas propostas”, comentou.

    A presidente do Conselho de Ensino Superior da Federação Interestadual de Escolas (Fenep), Amábile Pacios, apontou que a reforma provocaria um aumento médio de 6,57% no valor das mensalidades escolares. “A gente já não tem gordura, só podemos repassar aumento uma vez ao ano. Vamos perder alunos. Se o governo vai arrecadar um pouco mais conosco, vão ter de gastar mais com educação pública.”

    Aumento de imposto

    O debate sobre a simplificação da cobrança do PIS/Cofins começou em 2013, informou o diretor da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) Sérgio Approbato Júnior. “Desde então, vimos que não era apenas simplificação, mas aumento de carga tributária. A alíquota vai pular de 3,65% para 9,25%, isso é 253% de elevação”, criticou. Segundo ele, o aumento é inviável para qualquer empresa do setor de serviços.

    Para o presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados, deputado Laércio Oliveira (SD-SE), a mobilização dos empresários antecipa a reação que virá caso o Executivo se proponha a enviar a proposta. “O discurso que o governo apresentou é muito interessante, de simplificação. Mas, por trás dessa retórica, há reajuste de imposto e isso a gente não pode aceitar”, declarou o parlamentar, que foi quem solicitou o debate.

    Antes do seminário, os empresários se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que afirmou ser contra o aumento tributário. “Enquanto eu estiver na presidência da Câmara, até 1º de fevereiro, esta Casa não votará nenhum aumento de imposto”, destacou.

    Cumulativo ou não

    O PIS/Pasep e a Cofins atualmente são cobrados a partir dos regimes não cumulativo (para as empresas tributadas com base no lucro real) e cumulativo (para empresas tributadas pelo lucro presumido), além da tributação específica para micro e pequenas empresas (Lei Complementar 123/06). A maioria das companhias de serviços, em que a folha de pagamento representa boa parte dos custos, paga hoje o PIS-Cofins pelo lucro presumido, com alíquota de 3,65% (0,65% de PIS e 3% de Cofins). Já as tributadas pelo lucro real pagam 9,25% (1,65% de PIS e 7,6% de Cofins) e abatem desse percentual o imposto pago por seus fornecedores.

    Assim, a não cumulatividade busca não juntar o pagamento de impostos relativos a diferentes insumos usados ao longo da cadeia produtiva de algum produto. Por exemplo, o imposto devido por um fabricante de volante de automóvel na venda de seu produto é calculado descontando-se o tributo pago sobre a espuma necessária à fabricação do mesmo volante.

  • Câmara aprova proposta de nova lei sobre migração

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira (6/12), o Projeto de Lei 2516/2015, do Senado, que cria a Lei de Migração. A matéria define os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regula a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelece normas de proteção ao brasileiro no exterior. Devido às mudanças, o texto retorna ao Senado para nova votação.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira (6/12), o Projeto de Lei 2516/2015, do Senado, que cria a Lei de Migração. A matéria define os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regula a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelece normas de proteção ao brasileiro no exterior. Devido às mudanças, o texto retorna ao Senado para nova votação.

    O texto aprovado, um substitutivo do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), fixa punição para o traficante de pessoas, ao tipificar como crime a ação de quem promove a entrada ilegal de estrangeiros em território nacional ou de brasileiro em país estrangeiro. A pena prevista é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Incorre na mesma pena quem promover a saída de estrangeiro do Brasil para ingressar ilegalmente em outra nação.

    A sanção poderá ser aumentada (de um sexto a um terço) se o crime for cometido com violência ou se a vítima for submetida a condições desumanas ou degradantes. Se virar lei, o projeto vai substituir o atual Estatuto do Estrangeiro (Lei 6.815/1980), adotado durante o regime militar (1964-1985). Também ficará revogada a Lei da Nacionalidade (818/1949).

    “A aprovação dessa lei tem um valor adicional, pois se dá em um momento de grave crise humanitária. A comissão especial fez um trabalho vasto e profundo ao longo de meses, ouvindo migrantes e entidades”, afirmou Orlando Silva. Para a presidente da comissão especial, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), a lei é de caráter humanitário, ao contrário das atuais regras, que têm um caráter “punitivo e discriminatório”. Ela lembrou que a lei tem o objetivo de “proteger as fronteiras e garante direitos e deveres aos migrantes que estão no Brasil”.

    Anistia

    O substitutivo concede uma anistia na forma de residência permanente aos imigrantes que, se ingressados no Brasil até 6 de julho de 2016, façam o pedido até um ano após o início de vigência da lei, independentemente da situação migratória anterior. Haverá isenção de taxas, mas declarações falsas poderão ensejar sua revogação posterior.

    Orlando Silva incluiu, em Plenário, mudanças para proibir a autorização de residência permanente a estrangeiro condenado criminalmente no Brasil ou no exterior por sentença transitada em julgado se o crime estiver tipificado na legislação brasileira.

    A exceção será para os condenados por crimes de menor potencial ofensivo; para os reabilitados, em liberdade provisória ou em cumprimento de pena no Brasil; e para os migrantes que vieram fazer tratamento de saúde, aos acolhidos por razões humanitárias, ao ingressado por reunião familiar e aos beneficiados por tratado internacional em matéria de residência ou livre circulação.

    Pelo texto, a residência poderá ser negada ainda se a pessoa interessada tiver sido expulsa do Brasil anteriormente, se tiver praticado ato de terrorismo ou estiver respondendo a crime passível de extradição, entre outros pontos. A autorização de residência terá prioridade para os casos de pesquisa e ensino ou trabalho, com deliberação em prazo máximo de 60 dias, contados do pedido.

    Identificação biométrica

    De acordo com a proposta, a moradia no Brasil é autorizada para os casos previstos de visto temporário e também para o aprovado em concurso; para beneficiário de refúgio, de asilo ou de proteção ao apátrida; para quem tiver sido vítima de tráfico de pessoas, de trabalho escravo ou de violação de direito agravada por sua condição migratória; a quem já tiver possuído a nacionalidade brasileira e não desejar ou não reunir os requisitos para readquiri-la. A medida determina que todo imigrante detentor de visto temporário ou de autorização de residência seja identificado por dados biográficos e biométricos.

    Repatriação

    O único destaque votado nominalmente, do DEM, pretendia retirar dispositivo que lista exceções para os casos de repatriação, como pessoa em situação de refúgio ou apátrida e menores de 18 anos desacompanhados ou separados de suas famílias. O destaque foi rejeitado por 207 votos a 83. O partido argumentou que, da maneira como foi redigido, o texto dificultará a repatriação em diversos casos.

    O texto mantido prevê ainda que não haverá repatriação de pessoa para nação ou região que possa apresentar risco à sua vida, segurança ou integridade. Orlando Silva também fez mudanças no relatório antes da votação para contemplar emenda do PSDB a fim de restringir o pagamento de despesas, pela empresa transportadora, com estada e repatriação de pessoas vindas irregularmente ao Brasil aos casos em que houver dolo ou culpa dela.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 220/2016

    DESTAQUES:

    CNC comunica que o valor-base para cálculo da contribuição sindical, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2017, é de R$ 358,39

    Governo encaminha ao Congresso proposta de Reforma da Previdência

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de Santa Catarina

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro que impede o Governo de conceder novos incentivos fiscais

    DESTAQUES:

    CNC comunica que o valor-base para cálculo da contribuição sindical, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2017, é de R$ 358,39

    Governo encaminha ao Congresso proposta de Reforma da Previdência

    Requerido pedido de registro sindical pelo Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de Santa Catarina

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro que impede o Governo de conceder novos incentivos fiscais

  • Carta Mensal 739

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

    Para solicitar outras edições, clique aqui.

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Novo Código Comercial vai à votação

    Uma nova – e última – versão está prevista para ser votada na quarta-feira por uma comissão especial na Câmara dos Deputados. A proposta foi construída a partir de negociações com entidades empresariais que se mostravam resistentes ao texto atual.

    Uma nova – e última – versão está prevista para ser votada na quarta-feira por uma comissão especial na Câmara dos Deputados. A proposta foi construída a partir de negociações com entidades empresariais que se mostravam resistentes ao texto atual.

    Se aprovado, o projeto será encaminhado para a apreciação do Plenário da Câmara. O presidente da comissão especial, deputado Laércio Oliveira (SD-SE), que também é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acredita que a pauta seja concluída e encaminhada ao Senado ainda neste ano. “O alinhamento com o setor produtivo foi feito e o entendimento das questões mais difíceis está construído”, afirma.

    Em discussão no Congresso há cinco anos, o Projeto de Lei (PL) nº 1.572 – que cria o novo código – deveria ter sido votado pela comissão no início do semestre. Acadêmicos do meio jurídico e parte do empresariado, no entanto, pediram que a tramitação fosse suspensa. Havia divergências sobre a versão que seria apreciada pelos deputados.

    O novo texto, que irá à votação na próxima quarta-feira, prevê tanto alterações na redação de artigos como a inclusão e a retirada de textos que não estavam sendo vistos com bons olhos por parte do setor empresarial. Uma das mudanças previstas é a inclusão de um artigo que possibilita a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) às relações entre micro e pequenos empresários e as empresas de porte maior. Essa era uma questão que constava no projeto original, mas acabou sendo retirada ao longo da tramitação no Congresso.

    A reinclusão desse ponto específico foi um dos pleitos da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Diretora executiva jurídica da entidade, Luciana Freire entende a aplicação do CDC como necessária porque, nesses casos, há uma parte hipossuficiente na relação. “Os contratos são geralmente impostos pelos grandes aos pequenos, sem uma justa negociação”, diz.

    Uma outra questão polêmica, que também deverá ser alterada, trata da falência transnacional. A proposta do substitutivo prevê duas mudanças. Uma delas é a supressão do texto relacionado à legitimidade ativa do Ministério Público para pedir a falência transnacional de uma companhia. A outra modifica parte da redação do artigo que trata sobre os credores estrangeiros.

    A proposta que deverá ser levada à votação prevê que estrangeiros com créditos constituídos fora do País possam concorrer junto com os credores quirografários (aqueles que não têm garantias) nos processos de falência de empresas brasileiras. Pela versão original, os estrangeiros teriam de entrar no fim da fila (depois dos quirografários).

    Segundo os legisladores, a medida seria uma segunda opção ao procedimento atual. Hoje, afirmam, estrangeiros com créditos constituídos fora do Brasil teriam de ingressar na Justiça do país de origem e, após obter a condenação da empresa, pedir ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que homologue a decisão. Só depois desse procedimento é que poderiam ter acesso aos bens da companhia no Brasil.

    Para advogados que atuam na área, no entanto, não é o que ocorre na prática. Detentores de bonds (títulos de dívida), que é um dos mais comuns nos processos de falência, não precisariam ingressar com ação fora e passar por todo o trâmite da homologação no STJ para poder cobrar a dívida no Brasil. Segundo especialistas em recuperação judicial e falências, não há hoje nenhum filtro para que esses credores participem do processo. Pela prática atual, basta que ele apresente o título, sem diferenciação de nacionalidade.

    “Eu não conheço nenhum caso, em processo concursal, que tenha havido discriminação de crédito pelo fato de o credor ser estrangeiro. Hoje, no Brasil, não se discrimina”, destaca o advogado Bruno Poppa, sócio do escritório Tepedino Migliore Berezowski Poppa Advogados. “Seria uma xenofobia jurídica. Se ele é credor de uma empresa brasileira e obtiver garantia, não poderá executá-la pelo simples fato de ser estrangeiro? Isso traz insegurança jurídica ao mercado. Os impactos econômicos são evidentes”, acrescenta.

    Há ainda um outro tema espinhoso do projeto: registro civil de pessoa jurídica. A nova versão deve estabelecer que os registros de sociedades profissionais sejam feitos em cartório. Já as demais sociedades simples e as sociedades empresárias devem ter registro em Junta Comercial. Essa questão que trata dos registros foi incluída no projeto por meio de um substitutivo e já passou por algumas mudanças.

    Hoje, pela lei vigente, todas as sociedades simples têm registro em cartório e somente as empresárias ficam nas Juntas. Quando foi incluída no projeto, a proposta previa repassar todas as sociedades – incluindo as profissionais – para as Juntas Comerciais. Depois, em um outro substitutivo, definiu que tanto as simples como as empresárias poderiam escolher em qual local fazer o registro.

    Representante da Associação dos Notários e Registradores (Anoreg), Paulo Rego entende como mais justa a versão atual do projeto. Ele diz que os cartórios têm estrutura para fazer os registros tanto de sociedade simples como empresárias e que estão preparados para concorrer de forma igual com as Juntas Comerciais.

    Já a possibilidade de uma nova versão para a matéria preocupa. Segundo Paulo Rego, poderia provocar a quebra de cartórios pelo País. Ele chama a atenção que os cartórios têm divisões de atribuição por especialidades. “Há os que são só de registro civil de pessoa jurídica. Se tirarem os serviços que os remuneram, é claro que vão fechar as portas.”

    Essa nova versão, porém, foi uma das reivindicações do setor empresarial. Algumas entidades argumentaram que a competitividade entre cartórios e Juntas Comerciais – como consta no artigo 768 do projeto atual – poderia gerar uma confusão na questão dos registros.

    “Tecnicamente falando, ele [o projeto] está sendo bastante evoluído”, afirma Luciana Freire, da Fiesp. Ela diz, por outro lado, que não há ainda um posicionamento empresarial de apoio ao novo código. A reunião que tratará sobre o tema – entre a Presidência da entidade e os sindicatos – ainda será realizada. É possível que o assunto seja pautado para o último encontro do ano, marcado para o dia 15.

    Se aprovado na Câmara Federal, o projeto do novo Código Comercial ainda terá de ser analisado pelo Senado. Presidente da comissão especial na Câmara, o deputado Laércio Oliveira acredita, porém, que o trâmite na outra Casa será mais rápido. “Não será um assunto desconhecido”, diz. “O Senado já tem um estudo sobre o novo código, e o corpo de juristas que assessorou as duas Casas é muito parecido”, justifica.

  • Jornada flexível de trabalho está na pauta da Comissão de Assuntos Sociais

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) analisa, na quarta-feira (07/12), uma pauta de nove itens, a maioria – seis projetos – propõe mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre eles, está o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 218/2016, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que institui a jornada flexível de trabalho.

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) analisa, na quarta-feira (07/12), uma pauta de nove itens, a maioria – seis projetos – propõe mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre eles, está o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 218/2016, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que institui a jornada flexível de trabalho.

    A proposta, modificada por substitutivo do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), insere na CLT um novo tipo de relação trabalhista, formalizada pelo “contrato de trabalho intermitente”. Nessa modalidade, a contratação de emprego será por hora trabalhada, com jornada móvel.

    O Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 385/2016, do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), restringe a cobrança da contribuição sindical aos trabalhadores filiados a sindicato. A proposta recebeu voto favorável do relator, senador Wilder Morais (PP-GO).

    Outra modificação na CLT é proposta pelo Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 88/2013, que estabelece um novo regime de trabalho, a jornada facultativa, para os trabalhadores que cumprem jornada inferior a oito horas diárias. O projeto recebeu substitutivo do senador Otto Alencar (PSD-BA), que permite a ampliação das horas semanais trabalhadas por categorias com jornadas de cinco, seis e sete horas diárias, desde que respeitado o limite constitucional de 44 horas semanais de trabalho. Quem aderir contará com incorporação proporcional de salário, correspondente ao aumento da duração da jornada, além de um adicional de 20% sobre o valor das horas acrescidas.

    Nas áreas de saúde e previdência, há dois projetos em pauta: o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 255/2016, do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), que concede pensão especial e vitalícia a pessoas diagnosticadas com microcefalia causada pelo vírus da zica, e o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 171/2016, do senador Dário Berger (PMDB-SC), que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para obrigar maternidades de referência a instalar banco de leite humano. As propostas receberam votos favoráveis dos relatores, senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Lúcia Vânia (PSB-GO), respectivamente.

  • Turismo em Pauta 29

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.

    Fiel ao compromisso histórico de ter na defesa da atividade turística um dos pilares de sua atuação, a CNC abre um espaço de reflexão para que os maiores especialistas do setor e da área acadêmica possam tratar dos assuntos com profundidade e conhecimento.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 219/2016

    DESTAQUES:

    Embratur estabelece critérios para participação de interessados em feiras da Agenda de Promoção Comercial

    Norma define conceito de deficiência auditiva para concessão do benefício do Passe Livre

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Rio Grande do Norte para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 29 de dezembro de 2016

    DESTAQUES:

    Embratur estabelece critérios para participação de interessados em feiras da Agenda de Promoção Comercial

    Norma define conceito de deficiência auditiva para concessão do benefício do Passe Livre

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Rio Grande do Norte para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 29 de dezembro de 2016