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  • Programas de fidelidade ganham cada vez mais espaço

    Em tempos de crise, a versatilidade do comércio para atrair consumidores pode fazer a diferença no faturamento mensal. Só que não basta apenas conquistar novos clientes. Fazer com que eles retornem é fundamental para a sustentabilidade dos negócios. Uma das tendências para que isso aconteça é a adesão a programas de fidelidade, recurso que concede algumas vantagens ao consumidor assíduo.

    Em tempos de crise, a versatilidade do comércio para atrair consumidores pode fazer a diferença no faturamento mensal. Só que não basta apenas conquistar novos clientes. Fazer com que eles retornem é fundamental para a sustentabilidade dos negócios. Uma das tendências para que isso aconteça é a adesão a programas de fidelidade, recurso que concede algumas vantagens ao consumidor assíduo.

    A mecânica é simples: o consumidor faz uma compra no estabelecimento e, com isso, acumula pontos que podem ser trocados mais tarde por outros produtos ou serviços. No entanto, alguns programas estão indo além e oferecendo ainda mais aos clientes.

    Crescimento além da crise

    Antes mais restrito a companhias aéreas (com acúmulo de milhagens a cada voo ou trecho percorrido), os programas de fidelidade ganharam outros ramos da economia e estão cada vez mais presentes no varejo. Só as cinco empresas filiadas à Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) – Multiplus, Smiles, Dotz, Netpoints e Grupo LTM – já somam mais de 72,9 milhões de cadastros efetuados. “Esse número, no entanto, não equivale à quantidade de pessoas, pois uma mesma pessoa pode estar cadastrada em mais de um programa”, explica o presidente da Abemf, Roberto Medeiros, que também preside a Multiplus.

    Criada como o programa de fidelidade da companhia aérea Tam (agora Latam), desde 2009 a Multiplus segue independente e é a líder desse mercado, com lucro líquido de R$ 136 milhões só no primeiro trimestre de 2016. A empresa tem mais de 400 parceiros no Brasil e cerca de 15 milhões de adeptos. “A cada trimestre, trazemos mais novidades aos nossos participantes e reforçamos a nossa posição de liderança no setor com números crescentes, mesmo diante de um cenário econômico desafiador”, afirmou Medeiros.

    Vantagens ao cliente e ao comerciante

    Os números das gigantes do segmento impressionam. A Dotz, principal programa de fidelidade do varejo atualmente, já conta com mais de 19 milhões de cadastros. E, só nos seis primeiros meses de 2016, a Multiplus registrou mais de 368 milhões de pontos resgatados. Mas o que faz o cliente se interessar tanto por esses programas? “Os consumidores acabam aderindo a preferências por determinados estabelecimentos, pois, quanto mais compras o cliente fizer naquele parceiro, mais ele será recompensado, trocando seus pontos/milhas acumulados por viagens e/ou produtos/serviços desejados”, disse o presidente da Abemf.

    Para o consumidor, é uma forma de ser percebido como um cliente especial, além das vantagens econômicas e comerciais. “O cliente pode receber uma oferta customizada ou um presente de aniversário, entre outras possibilidades. No fundo, esse cliente frequente começa a ser descoberto pelas marcas e a ser recompensado por isso também. Então, não é só a questão de juntar selos e ganhar algo em troca. Ele se sente reconhecido entre as marcas que ele frequenta”, explica o cofundador e diretor da Bonuz, Marvio Alencar.

    A Bonuz surgiu inicialmente em parceria com o Grupo Trigo (dono das marcas Spoleto e Koni), mas já se expandiu para outras empresas do ramo de food service. Atualmente, atende mais de 350 mil usuários ativos em todo o País. No caso da Bonuz, a tecnologia foi fundamental no processo, já que o programa funciona por meio de um aplicativo para smartphones que lê os cupons fiscais dos estabelecimentos e registra os pontos para os usuários.

    Para o diretor da Bonuz, as vantagens para o comerciante não se resumem apenas a uma ação de fidelização. “Sempre que o cliente registra o seu cupom fiscal para receber os pontos, ele pode avaliar a experiência que teve na loja. Então, essa é uma forma de o consumidor ter voz com a marca e também de o comerciante saber o que está sendo falado sobre a sua loja, não apenas os pontos negativos, como é comum na internet, mas também os elogios”, disse Marvio Alencar.

    “O varejista que deseja obter sucesso em suas ações de fidelidade, seja por meio de um projeto próprio ou parcerias com programas já consolidados, deve seguir o mesmo caminho, oferecendo cada vez mais tecnologia, agilidade e comodidade a seus clientes”, corrobora Roberto Medeiros, presidente da Abemf.

    A falta da tecnologia, no entanto, não é impedimento para colocar o recurso em prática. O bom e velho cartão de papel com carimbo ainda é o preferido das micro e pequenas empresas. “Tentamos desenvolver outras propostas, mas esse foi o modelo que mais se adaptou à nossa realidade”, afirmou Luzia Costa, fundadora da rede de estética Sóbrancelhas, em depoimento ao Valor Econômico. “Temos um cartão específico para cada unidade franqueada. Após somar cinco selos, o cliente ganha um procedimento cortesia”, completou Luzia.

    Independentemente da forma, a utilização de programas de fidelidade é uma boa ferramenta para aumentar a cartela de clientes. “Um programa desse tipo permite que os varejistas conheçam melhor os hábitos de consumo de seus clientes para que possam, por meio de um bom planejamento de marketing, apresentar ofertas direcionadas a cada consumidor, gerando também um melhor resultado de vendas”, concluiu Roberto Medeiros.

  • Síntese da Conjuntura 15/09/2016

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • CNC participa da Equipotel 2016

    O Sistema CNC-Sesc-Senac está presente na Equipotel, a maior feira da América Latina de equipamentos, produtos e serviços para meios de hospedagem e estabelecimentos de alimentação.

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC e da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, participou da abertura oficial do evento, que aconteceu nesta segunda-feira, 19 de setembro.

    O Sistema CNC-Sesc-Senac está presente na Equipotel, a maior feira da América Latina de equipamentos, produtos e serviços para meios de hospedagem e estabelecimentos de alimentação.

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC e da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, participou da abertura oficial do evento, que aconteceu nesta segunda-feira, 19 de setembro.

    Além da exposição de produtos, a Equipotel é referência também pelos seus espaços de experiência. Oportunidade de imersão para todos os níveis de profissionais, de áreas técnicas a gerenciais, possibilitando conhecimento de entidades que são referências em suas áreas de atuação. 

    A feira vai até 22 de setembro no São Paulo Expo, na capital paulista. Para visitar e conhecer as ações do Sistema CNC-Sesc-Senac, visite o estande M40. Os visitantes podem ainda adquirir títulos da Editora Senac voltados para o segmento de turismo, hotelaria e gastronomia.

    Para mais informações sobre a Equipotel, acesse www.equipotel.com.br

  • Sumário Econômico 1460

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Os nove meses de Macri no governo argentino – Após nove meses à frente do país, a maior parte dos dados são negativos. É consenso que o governo de Macri trouxe maior credibilidade para as estatísticas oficiais, produzidas pelo Indec, órgão oficial de estudos. No entanto, apesar do aumento da confiabilidade, as informações que podem ser lidas através dos dados não são nada animadoras. A inflação em julho registrou aumento de 2%. O aumento foi pontualmente menor em agosto, mas o acumulado anual já está em torno de 40%. O nível de preços só fica atrás do da Venezuela. A produção industrial está com a maior queda em 14 anos. O desemprego está acima de 9%, e a atividade registrou baixa de 4,3% em relação a junho do ano passado. A compressão na economia provocou pelo menos 200 mil demissões de trabalhadores no primeiro semestre deste ano, conforme apontado pelos sindicatos do país. Um contingente de 1,4 milhão de argentinos entrou na pobreza no primeiro trimestre de 2016, segundo um estudo da Universidade Católica Argentina. A economia está estagnada, as demissões seguem aumentando devido à pressão dos sindicatos, e os preços estão em tendência de alta. Um estudo divulgado pelo jornal argentino El País mostrou que o país é o mais caro da América Latina. Uma xícara de café custa 50 centavos de dólar em São Paulo e 40 centavos de dólar em Bogotá. O modelo se repete em preços de aluguéis e de outros itens básicos. A Argentina também tem o salário mínimo mais alto da região, porém preços e salários aumentam desenfreadamente e o primeiro está na frente.

    Título Mais branda, recessão completa um ano e meio – Investimentos registram a primeira alta após dez trimestres, mas fragilização das condições de consumo das famílias ainda inviabiliza recuperação da economia. CNC revisa de -3,5% para -3,1% expectativa para o PIB em 2016. O Produto Interno Bruto encolheu 0,6% no segundo trimestre de 2016 em relação aos três primeiros meses do ano, segundo dados divulgados hoje (31/08) pelo IBGE. Assim, a recessão econômica se prolongou pelo sexto trimestre consecutivo. Apesar da queda ligeiramente mais acentuada que a do primeiro trimestre do ano – quando a economia encolheu 0,4% –, a fase mais aguda da atual crise econômica parece, de fato, ter se dado no segundo trimestre de 2015 (-2,3%). A indústria voltou a registrar crescimento após cinco trimestres de quedas e foi o único dos grandes setores a apresentar variação positiva (+0,3%). Os serviços (-0,8%) e a agropecuária (-2,0%), responsáveis por 78% do valor adicionado, registraram perdas de nível de atividade no período. Sob a óptica da demanda, as maiores quedas ocorreram nas despesas de consumo das famílias (-0,7%) e da administração pública (-0,5%). Por outro lado, a formação bruta de capital fixo (+0,4) registrou a primeira alta dos investimentos desde o terceiro trimestre de 2013 (também +0,4%). A valorização de 10% do real no período levou o setor externo a contribuir negativamente para o crescimento econômico após um ano e meio. Esse resultado decorreu de um maior avanço das importações de bens e serviços (+4,5%) ante as exportações (+0,4%).

    Compreendendo a Responsabilidade Social – A Responsabilidade Social (RS) já foi batizada com vários nomes, como: Responsabilidade Social Corporativa, Responsabilidade Social Empresarial, Responsabilidade Socioambiental, Responsabilidade Social e Cidadania Empresarial, Responsabilidade nos Negócios, Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Pode-se chegar à conclusão de que Responsabilidade Social é um conceito dinâmico, assim como é a própria sociedade, em permanente evolução e em estado contínuo de transformação. Este conceito está diretamente relacionado às expectativas e às necessidades da sociedade, ao modo como respondemos às consequências de nossas atitudes e aos impactos que causam aos indivíduos ou grupos, bem como ao ecossistema. O desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social são assuntos atuais e já fazem parte das discussões diárias em todo o mundo por meio da internet, dos jornais, das revistas, dos programas de televisão e de rádio, de reuniões nas organizações e até mesmo por meio dos bate-papos informais. A crescente preocupação com os temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e à responsabilidade social começa a refletir-se nas práticas de algumas organizações, embora o mundo organizacional ainda esteja muito longe do nível considerado ideal de desempenho nestes temas. Apesar de não trazer nenhuma solução inovadora para tratamento de temas, tais como meio ambiente, direitos humanos, práticas no trabalho, práticas leais de operação, desenvolvimento e envolvimento da comunidade, questões dos consumidores, dentre outros, a ISO 26.000 integra diretrizes de grande relevância e efetividade para a melhoria das práticas de responsabilidade social e com grande potencial transformador.

    Ajustes familiares – A situação que se instalou na economia brasileira desde o final de 2014 e vem se aprofundando tem determinado novos hábitos de consumo das famílias, cujos orçamentos têm sofrido com a elevação dos preços, dos juros e a ameaça do desemprego. Apesar de haver indicadores mostrando ligeira reação da confiança do consumidor, não se tem na economia real os mesmos sinais, ainda. Sobre isto talvez o arrefecimento da subida da inflação no varejo possa explicar. O peso da conjuntura sobre os consumidores vem produzindo mudanças na escolha da cesta de bens e serviços, exigindo criatividade para que o dispêndio traga satisfação, dado o aperto nas contas. As¬sim, o comportamento dos consumidores reflete-se sobre os setores do comércio e de serviços negativamente, através de perdas no faturamento. Possivelmente, o maior exemplo de retração das vendas seja a automobilística, cuja natureza se caracteriza pelo alto valor do bem, tendo no crédito boa parte do estímulo para compra. Os ajustes feitos pelas famílias são muitos. Por causa do espaço aqui, vale citar a diminuição do lazer pago pela ida a locais gratuitos, como praças, museus, eventos, praia, etc. Outro que destacamos tem dois vieses: a uberização. A troca do táxi pelo serviço mais barato da carona paga. Onde muita gente desempregada encontra neste sistema oportunidade de auferir renda, pois o mercado de trabalho está fechado. A indústria de festas continua bombando, mas diminuiu de tamanho. As pessoas continuam realizando sonhos, celebrando casamento, aniversário, bodas, etc. Só que agora reduzem o número de convidados, o tamanho do bolo e do bufê.

  • CNC divulga amanhã resultados de SETEMBRO do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, dia 21 de setembro, os resultados de SETEMBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, dia 21 de setembro, os resultados de SETEMBRO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista da CNC Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

     

     

     

     

  • Renalegis no Mato Grosso apresenta resultados

    Em quatro meses de implantação, a Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis), sistema que acompanha as propostas de lei do Legislativo Estadual em Mato Grosso, registrou 1.249 proposições, sendo elas 1.140 Projetos de Lei (PL), 18 Projetos de Decretos Legislativos (PDL), 33 Projetos de Emenda Constitucional (PEC) e 58 Projetos de Lei Complementar (PLC). Dentre todas essas proposições, por meio da Rede Nacional de Assessorias Legislativas, a Renalegis, foi possível identificar e filtrar 127 que afetariam direta ou indiretamente os empresários do comércio no Estado.

    Em quatro meses de implantação, a Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis), sistema que acompanha as propostas de lei do Legislativo Estadual em Mato Grosso, registrou 1.249 proposições, sendo elas 1.140 Projetos de Lei (PL), 18 Projetos de Decretos Legislativos (PDL), 33 Projetos de Emenda Constitucional (PEC) e 58 Projetos de Lei Complementar (PLC). Dentre todas essas proposições, por meio da Rede Nacional de Assessorias Legislativas, a Renalegis, foi possível identificar e filtrar 127 que afetariam direta ou indiretamente os empresários do comércio no Estado.

    Com essas informações, a equipe jurídica da Fecomércio-MT começou um trabalho de análise dessas proposições, a fim de emitir pareceres com o posicionamento da Federação. Após esse trabalho, o resultado foi o seguinte: 39 pareceres favoráveis, 55 divergentes e 33 neutros. O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-MT, Hermes Martins, disse que, a princípio, a Renalegis terá sua atuação na capital, na Assembleia e Câmara Municipal, mas que, em médio e longo prazos, pretende atingir 141 municípios.

    A Renalegis é um canal desenvolvido pela CNC para fortalecer a rede de integração entre as federações e a Confederação com os Poderes Legislativos da União, dos Estados e dos Municípios. O objetivo é ampliar as ações do Sistema Comércio no Congresso, nas Câmaras Municipais e nas Assembleias Legislativas e contribuir com as políticas públicas e estratégias de ação que possam beneficiar as entidades participantes – sindicatos e federações.

     

  • Comissão aprova dedução de IR a comerciante que doar alimento a escola pública

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, da Câmara dos Deputados, aprovou, em 13 de setembro, o Projeto de Lei 4746/2016, do deputado Cacá Leão (PP-BA), que concede dedução de até 20% do Imposto de Renda (IR) devido para comerciantes do setor alimentício que fizerem doações a instituições de ensino públicas.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, da Câmara dos Deputados, aprovou, em 13 de setembro, o Projeto de Lei 4746/2016, do deputado Cacá Leão (PP-BA), que concede dedução de até 20% do Imposto de Renda (IR) devido para comerciantes do setor alimentício que fizerem doações a instituições de ensino públicas.

    A medida é válida para doações de alimentos ou produtos da cesta básica, desde que não estejam deteriorados ou vencidos, a estabelecimentos públicos de ensino fundamental, médio e superior. A isenção proposta não exclui os outros benefícios fiscais que podem ser atribuídos às pessoas jurídicas.

    Grandes perdas

    Para o relator na comissão, deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), a medida se justifica porque o resultado coletivo com o incentivo supera o custo do Estado se tivesse que exercê-la. “O comércio varejista na área de alimentação lida com uma taxa de perda grande nas suas mercadorias. E esferas de governo enfrentam grandes despesas com a alimentação escolar, com processos de aquisição custosos e burocráticos”, disse.

    Pereira afirmou que o projeto traria benefícios tanto ao setor público quanto ao privado, e que melhoraria a qualidade da alimentação dos estudantes da rede pública. “Não somente a redução do custo do Estado em uma compra que seria feita por valores superiores, como permitiria maior eficiência do setor privado em relação às suas perdas”, acrescenta o parlamentar.

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Carta Mensal 736

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

    Para solicitar outras edições, clique aqui.

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 170/2016

    DESTAQUE:

    IPHAN fixa regras para pessoas físicas ou jurídicas que comercializam antiguidades e obras de arte

    DESTAQUE:

    IPHAN fixa regras para pessoas físicas ou jurídicas que comercializam antiguidades e obras de arte

  • Boletim Informativo Diário (BID) 169/2016

    DESTAQUES:

    Alterada a legislação do Simples Nacional

    Receita altera regras da Escrituração Contábil Digital

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    Alterada a legislação do Simples Nacional

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