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  • CNC debate regularização dos jogos no País

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), promove, dia 9 de junho, uma reunião para discutir a regularização dos jogos de azar no Brasil e debater as prioridades da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados nesta legislatura. O encontro tem confirmada a presença do presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputado Herculano Passos, que também preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, e terá palestra do presidente do Instituto Jogo Legal, Magno José de Souza.

     

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), promove, dia 9 de junho, uma reunião para discutir a regularização dos jogos de azar no Brasil e debater as prioridades da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados nesta legislatura. O encontro tem confirmada a presença do presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputado Herculano Passos, que também preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, e terá palestra do presidente do Instituto Jogo Legal, Magno José de Souza.

     

    O Cetur verificou, em recente estudo, que o potencial do mercado de jogos, totalmente legalizado no Brasil, pode girar em torno de R$ 55,2 bilhões anuais. Com a legitimação, o País teria capacidade de arrecadar em torno de R$ 16,5 bilhões anuais em tributos, sem onerar o bolso do contribuinte.

     

    De acordo com o presidente do Cetur, Alexandre Sampaio, entre os 193 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), 75% têm o jogo legalizado e regulado e, atualmente, o Brasil está entre os 25% que o proíbem. “É indiscutível que esse tipo de atividade existe por aqui. Já é tempo de entender a relevância e discutir – à luz da crise econômica atual – a legalização e regulamentação de cassinos no Brasil como forma de fomentar a atividade turística, gerar emprego e renda”, ressalta Sampaio.

     

    Data: 9 de junho

    Horário: às 17h30

    Local: CNC – Avenida General Justo, 307 – 4º andar – Castelo – Rio de Janeiro – RJ

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 103/2016

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de junho de 2016

    Nomeado o Presidente do Banco Central do Brasil

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 13 de junho de 2016

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de junho de 2016

    Nomeado o Presidente do Banco Central do Brasil

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 13 de junho de 2016

  • CNC apoia Panrotas Next

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é patrocinadora institucional do Panrotas Next, evento realizado pela Editora Panrotas, dia 9 de junho, no hotel Golden Tulip Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é patrocinadora institucional do Panrotas Next, evento realizado pela Editora Panrotas, dia 9 de junho, no hotel Golden Tulip Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia.

    Hoje, profissionais locais estarão presentes para debater sobre o atual momento do Turismo e assistir às palestras do psicólogo e fundador da ProjectHub, Lucas Foster, do diretor de vendas do Hotelquando.com, Amauri Morais, e da sócia da GVA – Representação de Turismo, Gisele Abrahão. Claudia Mota, sócia-diretora da Express Hotels, Mena Mota, diretora da Grou Turismo, e Rodrigo Galvão, gerente de Produtos Bahia na CVC, vão debater o cenário local do setor.

    Este ano, o Panrotas Next estará em oito cidades. Porto Alegre e Caxias do Sul contaram com as edições do evento em maio, e os próximos destinos são Goiânia (GO) e Cuiabá (MT).

    Saiba mais sobre o evento: http://www.panrotas.com.br/next/index.html

  • Câmara de Turismo da Fecomércio-DF fomentará negócios para o setor

    Com a finalidade de ser um agente de interlocução entre a iniciativa privada e o Poder Público, a Fecomércio-DF lançou, na noite de 9 de junho, na sede da entidade, a sua Câmara Temática de Turismo e Hospitalidade. O objetivo do grupo é fomentar negócios no segmento turístico e auxiliar o governo brasiliense na elaboração de políticas públicas e de um plano de ações para o turismo em Brasília.

    Com a finalidade de ser um agente de interlocução entre a iniciativa privada e o Poder Público, a Fecomércio-DF lançou, na noite de 9 de junho, na sede da entidade, a sua Câmara Temática de Turismo e Hospitalidade. O objetivo do grupo é fomentar negócios no segmento turístico e auxiliar o governo brasiliense na elaboração de políticas públicas e de um plano de ações para o turismo em Brasília. O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, esteve presente na solenidade.

    Em seu discurso durante o lançamento da câmara, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, disse que deseja manter um diálogo aberto e permanente com o setor produtivo, para construir alternativas conjuntas de empreendedorismo, inovação e investimento. Para Rollemberg, a Câmara de Turismo da Fecomércio legitima as parcerias públicas e oferece a possibilidade de ações conjuntas entre o setor privado e o Estado. “Queremos formular ações na implementação de políticas para o setor de turismo. Temos a intenção de transformar o Distrito Federal em referência nacional em eventos no Brasil”, ressaltou o governador.

    Já o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, destacou que a câmara auxiliará o governo a definir e executar projetos com mais eficiência. “Nós temos a oportunidade de incluir entidades e instituições com a proposta de colaborar com o turismo local. Queremos criar um turismo receptivo e ajudar o governo com alternativas que possam alavancar a economia do DF”, afirmou Adelmir.

    Durante a solenidade, foi definida a Diretoria da Câmara de Turismo. O presidente do Sindicato das Empresas de Promoção, Organização, Produção e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Distrito Federal (Sindeventos-DF), Francisco Maia, foi eleito presidente da câmara. O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), Jael Antonio, foi eleito primeiro vice-presidente, e a presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do DF, Claudia Maldonado, foi escolhida como segunda vice-presidente.

    De acordo com o presidente eleito da Câmara de Turismo, Francisco Maia, o objetivo, a partir de agora, é possibilitar um presente diálogo com o governo, no intuito de encontrar alternativas que solucionem gargalos do segmento e que tornem o mercado mais competitivo na captação de eventos nacionais e internacionais. “Necessitamos crescer de forma organizada e sustentável, de modo a valorizar os entes que transformam Brasília em um dos principais destinos do nosso país. É preciso ações pragmáticas que melhorem as condições estruturais da cidade, de forma que nosso cliente seja o principal beneficiado desse crescimento”, apontou Francisco Maia.

    Participaram do lançamento o governador do DF, Rodrigo Rollemberg; o secretário adjunto de Turismo do Distrito Federal, Jaime Recena; o secretário Executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves; o presidente do Conselho deliberativo do Sebrae DF, Luiz Afonso Bermudez; o secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do DF, Joe Valle; o secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour; o secretário adjunto de Relações Institucionais do DF, Igor Tokarski; o deputado distrital Agaciel Maia (PR); e presidentes de sindicatos e empresários dos setores de comércio e serviços de Brasília.

  • Fecomércio-DF lança Câmara de Turismo

    A Fecomércio-DF lançará nesta quarta-feira (8/6), às 18h, na sede da entidade, a sua Câmara Temática de Turismo e Hospitalidade. O objetivo é fortalecer o segmento de lazer, eventos, feiras e congressos de Brasília e facilitar o diálogo de especialistas e empresários com o Estado, consolidando o setor turístico local.

    A Fecomércio-DF lançará nesta quarta-feira (8/6), às 18h, na sede da entidade, a sua Câmara Temática de Turismo e Hospitalidade. O objetivo é fortalecer o segmento de lazer, eventos, feiras e congressos de Brasília e facilitar o diálogo de especialistas e empresários com o Estado, consolidando o setor turístico local.

    Em encontro realizado no dia 11 de maio, no Palácio do Buriti, o governador Rodrigo Rollemberg recebeu as lideranças do comércio e aceitou a colaboração do empresariado para promover o turismo na capital federal. Rollemberg concordou com a proposta de que a Câmara de Turismo da Fecomércio ajude o governo na elaboração de um plano estratégico para o setor.

    O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, explica que o auxílio da iniciativa privada é importante para que o governo consiga definir e executar com mais eficiência as políticas públicas voltadas para alavancar o turismo. “Queremos ser um fomentador do desenvolvimento do turismo no DF”, ressalta Adelmir.

    A intenção da Câmara é construir planos que ofereçam recursos e alternativas para o crescimento do turismo no Distrito Federal. “É preciso fortalecer a cooperação e articulação produtiva entre as micro e pequenas empresas envolvidas, entidades públicas e privadas do setor”, destaca o dirigente.

    Para o presidente do Sindicato das Empresas de Promoção, Organização, Produção e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do DF (Sindeventos-DF), Francisco Maia, a intenção da Câmara é apresentar propostas para valorizar os atrativos que transformam Brasília em um dos principais destinos do País. “Vamos constituir um grupo para auxiliar em projetos estratégicos que façam parte do plano de ações do turismo em Brasília”, explica Maia.

    A Câmara de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio atuará na promoção de Brasília, em ações de relacionamento, projetos de comercialização, formação de recursos humanos e captação de verbas para fortalecer o investimento no turismo.

    Além do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, estarão presentes à solenidade o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves; o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz; e membros do Conselho Nacional de Turismo.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 102/2016

    DESTAQUES:

    Designado Conselheiro representante dos Contribuintes (CNC) junto ao CARF

    Alterado o representante titular da CNC na Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP

    DESTAQUES:

    Designado Conselheiro representante dos Contribuintes (CNC) junto ao CARF

    Alterado o representante titular da CNC na Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP

  • Inovação é um diferencial para a hotelaria

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, falou no dia 7 de junho sobre Hotelaria e Alimentação – Análise do Mercado Atual, durante o Encontro Regional de Hotelaria, Gastronomia & Economia – Edição Bahia – Caminhos do Sertão, em Feira de Santana (BA). A Confederação é patrocinadora do evento, que tem como realizador o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Feira de Santana (SindFeira).

    O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, falou no dia 7 de junho sobre Hotelaria e Alimentação – Análise do Mercado Atual, durante o Encontro Regional de Hotelaria, Gastronomia & Economia – Edição Bahia – Caminhos do Sertão, em Feira de Santana (BA). A Confederação é patrocinadora do evento, que tem como realizador o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Feira de Santana (SindFeira).

    Alexandre Sampaio destacou que, “quando um estabelecimento oferece ‘serviços acessórios’ que são importantes para o público que frequenta o local, a política de preços está sendo ampliada e o negócio pode ganhar mais com isto”. “Há hotéis modificando inclusive seus conceitos arquitetônicos para integrar os espaços e agradar a nova geração “Millennials” de hóspedes, que prefere trabalhar tomando um drink no bar do hotel e interagindo com outras pessoas, em vez de trabalhar em uma mesa, sozinho, dentro do próprio quarto”, comentou o presidente do Cetur.

    O encontro segue até o dia 8 de junho, debatendo temas para o desenvolvimento da cidade, também conhecida como Princesa do Sertão e principal centro urbano, econômico e comercial do interior da Bahia. A região dos Caminhos do Sertão, que engloba 15 municípios, reúne características ímpares de natureza econômica, cultural e ambiental.

  • Comissão aprova menos IR para remessas ao exterior

    Relatório de Dalirio Beber (PSDB-SC) para a medida provisória que reduz o Imposto de Renda sobre remessas de dinheiro para o exterior foi aprovado em 7/6 na comissão mista responsável por examinar a MP 713/2016. O senador acolheu apenas 2 de 70 emendas apresentadas.

    Relatório de Dalirio Beber (PSDB-SC) para a medida provisória que reduz o Imposto de Renda sobre remessas de dinheiro para o exterior foi aprovado em 7/6 na comissão mista responsável por examinar a MP 713/2016. O senador acolheu apenas 2 de 70 emendas apresentadas.

    A MP 713 reduz de 25% para 6% o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre a remessa de valores ao exterior para pagar gastos pessoais em viagens de turismo e negócios, desde que a serviço, e para treinamento ou missões oficiais até o limite de R$ 20 mil ao mês. A alíquota reduzida valerá até o fim de 2019 se a m.edida for aprovada pelo Congresso.

    A norma beneficia principalmente agências de turismo que enviam dinheiro para o exterior para pagar hotéis, transporte e hospedagem dos pacotes de viagem comprados pelos clientes. Para ter acesso à redução da alíquota, as empresas deverão ser cadastradas no Ministério do Turismo e a remessa das divisas terá de ser feita por instituição financeira baseada no Brasil. A MP, que agora vai aos Plenários da Câmara e do Senado, também garante isenção do imposto para remessas destinadas ao pagamento de gastos com tratamento de saúde e educação.

    Turismo

    Uma das emendas acolhida é do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). Ela altera a redação da MP para deixar claro o alcance do benefício fiscal vigente (alíquota zero do IRRF) sobre as remessas ao exterior para o pagamento de despesas com pesquisas de mercado, promoção e propaganda de produtos e serviços brasileiros e com promoção de destinos turísticos brasileiros. A outra emenda acatada, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), altera a legislação do Imposto de Renda para pensões e aposentadorias recebidas no exterior.

    O texto prevê que, sobre esses rendimentos, pagos ao beneficiário (pessoa física ou jurídica) pela Previdência Social no seu local de residência ou domicílio, incidem as mesmas alíquotas aplicadas aos benefícios da mesma natureza pagos no território nacional. Na avaliação do relator, com isso será alcançado tratamento isonômico em relação à cobrança do imposto.

    Dalirio Beber ressalta que a incidência da alíquota única de 25% sobre os benefícios previdenciários pagos no exterior é questionada há muito tempo. “A sistemática leva em conta tão somente a residência do aposentado ou pensionista, como se residir no exterior caracterizasse riqueza, o que vai de encontro aos princípios da pessoalidade e da capacidade contributiva, inerentes ao Imposto de Renda.”

    Fonte: Jornal do Senado

  • Metas do PNE não foram cumpridas integralmente, aponta Campanha pelo Direito à Educação

    Nenhuma das 14 metas previstas para 2015 e 2016 no Plano Nacional de Educação (PNE) foi integralmente cumprida. O balanço foi feito, nesta terça-feira (7/6), por integrantes da Campanha Nacional pelo Direito à Educação – que reúne mais de 200 organizações da sociedade – durante debate na Comissão de Educação da Câmara.

    O PNE, que completa dois anos neste mês de junho, traz 20 metas de melhorias para todas as etapas da educação – da creche à pós-graduação. Elas devem ser cumpridas até 2024, mas existem diversos objetivos intermediários.

    Avaliação

    Nenhuma das 14 metas previstas para 2015 e 2016 no Plano Nacional de Educação (PNE) foi integralmente cumprida. O balanço foi feito, nesta terça-feira (7/6), por integrantes da Campanha Nacional pelo Direito à Educação – que reúne mais de 200 organizações da sociedade – durante debate na Comissão de Educação da Câmara.

    O PNE, que completa dois anos neste mês de junho, traz 20 metas de melhorias para todas as etapas da educação – da creche à pós-graduação. Elas devem ser cumpridas até 2024, mas existem diversos objetivos intermediários.

    Avaliação

    Na avaliação dos integrantes da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, o PNE não vem sendo cumprido, principalmente por causa dos cortes no Orçamento do Governo Federal e das crises econômicas e políticas. Todos os participantes da audiência pública concordaram que o que foi proposto até agora ainda não saiu do papel.

    O deputado Átila Lira (PSB-PI) ponderou que a implementação do Plano Nacional de Educação foi prejudicado pelo mau desempenho da economia brasileira. Ele lembrou que, só no ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu quase 4%.

    Mas a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), que pediu a realização do debate, ressaltou que também faltou ao Governo Federal priorizar a educação. Para a parlamentar, a falta de investimento reflete no mau rendimento dos estudantes em avaliações como no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, conhecido como Pisa.

    “Quero lembrar que nós estamos, sim, entre as últimas posições do Pisa, mas quero lembrar também que o Brasil gasta um terço do que a maioria dos países que estão lá na nossa frente gastam com educação. Quero lembrar que colocamos muitas crianças na escola, temos muitas ainda para colocar e, na verdade, o custo aluno ainda é muito baixo”, disse.

    A secretária- executiva do Ministério da Educação, Maria Helena de Castro, afirmou que, em momento de crise econômica, é preciso buscar alternativas à falta de recursos. Ela disse que vai avaliar algumas ações do ministério e algumas podem até ser extintas para conseguir dinheiro para o que for considerado mais importante.

    “Seria possível pensar em uma reorganização do orçamento interno do Ministério da Educação. Seria possível, sim, aumentar gradativamente o per capita por aluno, mediante estudos e mediante uma nova pactuação de programas”, explicou.

    Mas a representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Virgínia de Melo, declarou que, no caso dos municípios, não basta só melhorar o uso dos recursos. Se não houver mais dinheiro, dificilmente as melhorias esperadas pelo Plano Nacional de Educação sairão do papel.

    “Nós temos, sim, que reorganizar nossos orçamentos internos, repactuarmos programas, planos, redefinir prioridades; mas com certeza dependemos, para alcance das metas dos planos municipais de educação, do aporte de mais recursos, que certamente – pelo menos neste momento – a grande maioria dos municípios não tem”, ponderou.

    Metas a cumprir

    Entre as metas não cumpridas até agora, algumas são consideradas mais preocupantes pelos participantes do debate na Comissão de Educação, por impactarem outros objetivos do PNE:

    – O Sistema Nacional de Educação, que estabelece a cooperação entre União, estados e municípios na hora de pagar a conta;

    – O Custo Aluno Qualidade, que determina quais são os padrões mínimos de qualidade que todo aluno deve ter acesso e quanto isso custa;

    – O Plano de Valorização dos Profissionais da Educação, que trata da formação e capacitação dos professores e demais profissionais ligados aos alunos; e

    -A Lei de Responsabilidade Educacional, que responsabiliza prefeitos quando as metas de qualidade de educação não forem cumpridas.

    Desses quatro itens, dois estão em debate no Ministério da Educação e outros dois, no Congresso Nacional.

  • Projeto define aplicação dos royalties na educação

    A educação pública básica, a profissional e a de pessoas com deficiência poderão receber mais recursos financeiros se for transformado em lei o PLS 747/2015, aprovado em 7/6 pela Comissão de Educação (CE). A proposta segue agora para a apreciação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

    A educação pública básica, a profissional e a de pessoas com deficiência poderão receber mais recursos financeiros se for transformado em lei o PLS 747/2015, aprovado em 7/6 pela Comissão de Educação (CE). A proposta segue agora para a apreciação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

    Pelo substitutivo aprovado, de Romário (PSB-RJ), presidente da CE, dos 75% das verbas dos royalties do petróleo destinados à educação, 30% serão aplicados em programas e projetos para a educação básica, 25% serão aplicados em programas de educação profissional e tecnológica e 10% em programas destinados à educação da pessoa com deficiência. Romário acolheu emenda de Cristovam Buarque (PPS-DF) que incluiu a educação básica.

    A proposta inicial surgiu no Projeto Jovem Senador de 2012, apresentada pelos jovens senadores Angélica Mendes, Diego Sousa, Brenna Bittencourt e Daniel Garcia. O Projeto de Lei do Senado Jovem 5/2012 foi transformado na Sugestão (SUG) 5/2013, aprovada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH). Por isso, passou a tramitar como projeto de lei da CDH.

    Pelo texto inicial, 35% do montante dos royalties destinado à educação seriam investidos no ensino profissional e tecnológico. A lei dos royalties do petróleo, de 2013, obriga o governo federal, os estados e os municípios a aplicar 75% dessas verbas na educação e 25% na saúde. Os jovens senadores esclareceram na justificativa do projeto que era necessário investir na educação para reduzir as desigualdades socioeconômicas e as disparidades entre os entes federados. Como fonte de recursos para esses investimentos, apontaram os royalties e as participações especiais geradas pela produção de petróleo e gás natural.

    Percentual

    O texto original aumentava para 80% o percentual previsto para educação na lei dos royalties. Romário considerou, no entanto, que a saúde já está no limite e não pode perder dinheiro. “Esse aumento significaria diminuição dos recursos destinados à saúde, que passariam a apenas 20%. Trata-se de uma área em que também há carência profunda, não sendo justificável, portanto, transferir recursos da saúde para a educação. Sugerimos que o projeto em análise abarque também a educação inclusiva, garantindo que parte dos recursos obtidos com os royalties seja destinada a assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência”, ponderou o relator.

    O projeto prevê que os percentuais destinados à educação básica, à educação profissional e à educação inclusiva serão revistos dez anos depois da publicação da lei. Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e José Agripino (DEM-RN) alertaram que a vinculação de receitas de uma determinada fonte para uma determinada despesa deve respeitar vedações constitucionais.

    “Lembro que a destinação de royalties de petróleo para vários setores, como educação e saúde, foram promovidas mediante emenda constitucional. Então é uma questão que precisaria verificar com mais cuidado, talvez no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça”, disse Aloysio.

    Fonte Jornal do Senado