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  • CNC Notícias 187

    Que o Brasil atravessa um momento de grandes mudanças não é novidade pra ninguém – a sociedade, como um todo, clama por tempos melhores. 

    A capa de maio da CNC Notícias vai além da massa de informações sobre o cenário do País para elencar o que pode ajudar o comércio a progredir. 

    Que o Brasil atravessa um momento de grandes mudanças não é novidade pra ninguém – a sociedade, como um todo, clama por tempos melhores. 

    A capa de maio da CNC Notícias vai além da massa de informações sobre o cenário do País para elencar o que pode ajudar o comércio a progredir. 

    Esse espírito permeia as demais reportagens da revista: o novo Código Comercial toma forma, com aperfeiçoamentos propostos pela CNC; o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) se mobiliza para aproximar ainda mais as entidades sindicais das empresas; o Turismo sai com uma campanha que mostra o quanto o setor está vinculado ao comércio de bens e serviços; e as Federações se fortalecem e consolidam suas atuações em diferentes níveis.

    Acesse abaixo a CNC Notícias de maio e boa leitura!  

  • Boletim Informativo Diário (BID) 089/2016

    DESTAQUES:

    Arquivado o processo de registro sindical do Sindicato das Empresas Funerárias e Cemitérios do Estado do Espírito Santo

    Designado o Ministro de Estado do Trabalho para representar o Ministério junto ao Conselho Fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC

    DESTAQUES:

    Arquivado o processo de registro sindical do Sindicato das Empresas Funerárias e Cemitérios do Estado do Espírito Santo

    Designado o Ministro de Estado do Trabalho para representar o Ministério junto ao Conselho Fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC

  • Sumário Econômico 1447

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Crise leva à demissão de mais de um milhão de trabalhadores qualificados – Demissões de profissionais com nível superior completo continuam avançando na contramão dos trabalhadores menos qualificados. O principal impacto da atual crise econômica sobre o mercado de trabalho tem se revelado através da geração de consecutivos saldos mensais negativos entre admissões e desligamentos. Desde o início de 2015, o emprego celetista já acumulou o corte líquido de 1,86 milhão de postos de vagas formais no País, provocando uma retração de 4,5% no emprego, levando o atual estoque de trabalhadores celetistas ao mesmo nível de junho de 2012 (39,4 milhões). Ao contrário do número de desligamentos que tem recuado também em função da menor rotatividade do mercado de trabalho, o crescimento do número de trabalhadores demitidos sem justa causa ou com contrato temporário de trabalho encerrado tem exposto de forma mais evidente a correlação altamente positiva entre os níveis de atividade econômica e de ocupação. Nos 12 meses encerrados em março de 2016, o número dessas demissões avançou 10,8% entre os trabalhadores com nível superior, contra uma variação de -7,0% na média do mercado de trabalho. Nesse período, foram demitidos 1,01 milhão de trabalhadores nessas condições, contra 915 mil no mesmo período do ano anterior. Os trabalhadores mais qualificados continuam sendo, portanto, o único subgrupo dentre todos os graus de qualificação em que ainda há intensificação de demissões.

     

    Outras matérias:

    Crédito tem retração de 1,8% no trimestre – Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro tiveram queda de 0,7% em março de 2016, contra o mês imediatamente anterior. Esta é a terceira queda consecutiva, ocasionando uma retração de 1,8% no primeiro trimestre. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 3,2 trilhões no último resultado, representando 53,1% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em março de 2016, a variação foi de +3,3%, 7,9 p.p. abaixo da variação de 11,2% observada no mesmo período do ano anterior. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.592,5 bilhão, 26,7% do PIB e 50,4% do saldo total do crédito. Na comparação mensal, houve recuo de 0,6%, similar ao mês anterior. As operações com recursos direcionados representaram 26,3% do PIB, com saldo de R$ 1.568,2 bilhão. Foi o maior destaque no crédito geral, apesar de menor proporção (49,6% do total do saldo de crédito). No acumulado em 12 meses, cresceram 5,8%, porém o resultado foi abaixo dos observados nos meses anteriores (+8,2% em fevereiro e +9,4% em janeiro).

    Desaceleração da economia dos EUA – No primeiro trimestre de 2016, a economia dos EUA cresceu no ritmo mais lento dos últimos dois anos, em comparação com as taxas de crescimento de anos anteriores. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,5%, menos da metade da taxa projetada para o último trimestre de 2015, de acordo com os dados do Departamento do Comércio dos Estados Unidos. No atual cenário de incerteza global, são levantadas questões sobre a durabilidade da expansão do PIB norte-americano. O crescimento da economia dos EUA foi menor em razão da queda do investimento empresarial, das menores exportações líquidas e da desaceleração do crescimento das despesas dos consumidores, ocorrida apesar do aumento dos rendimentos. A desaceleração do PIB tem feito e fará com que o Federal Reserve (Sistema de Bancos Centrais dos Estados Unidos) aja com mais cautela antes de planejar uma próxima elevação de taxa de juros, que permaneceu praticamente nula durante quase uma década, até o aumento em dezembro do ano passado. O Federal Reserve, na última reunião, manteve a política econômica inalterada e deixou ausente um sinal mais firme a respeito de quando decidirá aumentar a taxa básica de juros e “apertar” a política monetária no país.

    Do sonho ao pesadelo – O setor parece infenso à crise econômica. Contrariamente aos ventos que sopraram em 2015 (e ainda sopram) no Brasil, o fechamento das estatísticas do setor de franchising expôs números robustos e crescentes. O faturamento nominal atingiu perto de R$ 140 bilhões, incremento de 9,6% sobre 2014. Já o número de redes instaladas cresceu 4,5%, passando de 2.942 para 3.073, sinal de que, apesar dos tempos de retração das atividades, houve espaço para alguns novos segmentos ingressar no mercado. Por extensão, as novas unidades franqueadas somaram 12.702, elevação de 10,1% frente a 2014, totalizando 138.343. Quanto ao volume de pessoal ocupado, o saldo é que as franquias empregaram mais 92.926 do que desempregaram, situação que resultou no estoque de 1.189.785 pessoas empregadas em 2015. Mas apesar de as franquias desfilarem esses quantitativos, para muitos empreendedores não houve motivos para solenizar, porque, em vez de acompanhar as tendências dos números agregados do setor, fracassaram. Partiram do sonho, e a conjuntura os conduziu ao letargo. Os momentos difíceis, aliados à conjuntura recessiva e ao desenvolvimento de conflitos com os franqueadores, acarretaram a elevação absoluta da morte de mais de 13 mil estabelecimentos, situação que, aliás, vem subindo desde 2010. Nesse ano, fecharam as portas 4.870 franquias; em 2011, 6.398 unidades (+31,4%); em 2012, 8.217 (+28,43%); em 2013, 9.128 (+11,1%); em 2014, 11.650 (+27,6%); e, em 2015, 13.140 (+12,8%). Desta forma, o índice de mortalidade dos pontos de venda aumentou em escala: de 3% em 2010 para 4% em 2011; depois atingiu 5% em 2014 para bater 6% ano passado.

     

  • TV CNC – Câmara da CNC contribui para o desenvolvimento do mercado de TI

    A tecnologia da informação está cada vez mais presente no dia a dia das empresas e dos consumidores brasileiros. O crescimento do setor no País passa também pelo desenvolvimento de empresas aptas a atender o mercado com produção, conhecimento e tecnologias próprias. Diversos polos regionais de tecnologia estão se consolidando, como o Porto Digital de Recife. A importância desse mercado é a chave para entender por que a CNC criou a Câmara Brasileira de Tecnologia da Informação (CBTI).

    A tecnologia da informação está cada vez mais presente no dia a dia das empresas e dos consumidores brasileiros. O crescimento do setor no País passa também pelo desenvolvimento de empresas aptas a atender o mercado com produção, conhecimento e tecnologias próprias. Diversos polos regionais de tecnologia estão se consolidando, como o Porto Digital de Recife. A importância desse mercado é a chave para entender por que a CNC criou a Câmara Brasileira de Tecnologia da Informação (CBTI). Composta por lideranças do setor de todo o País, a CBTI tem como proposta ser um fórum permanente de atuação articulada para o encaminhamento das demandas em defesa das empresas e do desenvolvimento do mercado.

  • Cancelada votação do projeto que cria Lei de Responsabilidade Educacional

    A comissão especial que analisa o projeto da Lei de Responsabilidade Educacional (PL 7420/2006) cancelou a reunião prevista para esta manhã (20/5), para votação do parecer do relator, deputado Bacelar (PTN-BA). Ainda não foi marcada nova reunião. Na semana passada, o relator rejeitou sugestões apresentadas ao seu parecer sobre a proposta.

    A comissão especial que analisa o projeto da Lei de Responsabilidade Educacional (PL 7420/2006) cancelou a reunião prevista para esta manhã (20/5), para votação do parecer do relator, deputado Bacelar (PTN-BA). Ainda não foi marcada nova reunião. Na semana passada, o relator rejeitou sugestões apresentadas ao seu parecer sobre a proposta.

    Se for aprovada na comissão especial, a proposta seguirá para análise pelo Plenário da Câmara. Depois, deverá ser votada pelo Senado. A proposta responsabiliza, com penas previstas na Lei de Improbidade Administrativa (8.429/92), o gestor público que permitir, injustificadamente, o retrocesso da qualidade da educação básica nos estados, municípios e Distrito Federal.

    A chamada Lei de Responsabilidade Educacional reúne 20 propostas (o projeto principal 7420/2006, de autoria da ex-deputada Professora Raquel Teixeira, e outras 19 propostas sobre o mesmo assunto que tramitam apensadas). A aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional é uma das exigências do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014, e já deveria estar em vigor. Se for aprovada na comissão especial, a proposta seguirá para análise pelo Plenário da Câmara. Depois, deverá ser votada pelo Senado.

    Piora dos índices

    Segundo o relatório de Bacelar, a piora dos índices de qualidade da educação caracteriza ato de improbidade administrativa do chefe do Poder Executivo – no caso os prefeitos e governadores. Nesse caso, aplicam-se as penas previstas na Lei de Improbidade Administrativa, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público (veja quadro abaixo).

    Se o chefe do Executivo justificar por que não atingiu as metas, ele não será punido. “Por exemplo, se o prefeito tem como meta colocar duas mil crianças em creches, mas ele só tem dois estabelecimentos, que atendem 300. Então ele vai, periodicamente, anualmente, prestar contas dos avanços ou então dos retrocessos ocorridos, justificando-os”, disse Bacelar.

  • Cálculo de ISS de agência de viagem pode mudar

    O Imposto sobre Serviços (ISS) que incide em atividades das agências de viagens pode passar a ser cobrado exclusivamente sobre a comissão recebida pela venda dos produtos turísticos e sobre taxas de serviço cobradas diretamente ao consumidor. É o que determina o PLS 388/2011 — Complementar, aprovado em 18 de maio pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). A proposta segue para o Plenário.

    O Imposto sobre Serviços (ISS) que incide em atividades das agências de viagens pode passar a ser cobrado exclusivamente sobre a comissão recebida pela venda dos produtos turísticos e sobre taxas de serviço cobradas diretamente ao consumidor. É o que determina o PLS 388/2011 — Complementar, aprovado em 18 de maio pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). A proposta segue para o Plenário.

    A medida visa padronizar a cobrança de ISS sobre a venda, por exemplo, de pacotes turísticos compostos de bilhete aéreo e hospedagem. Nesses casos, a remuneração da agência de turismo ocorre na forma de comissão paga pela companhia aérea e pelo hotel. No entanto, ao cobrar o ISS, alguns municípios têm considerado como base de cálculo o valor total do pacote turístico, e não apenas a comissão recebida pela venda do pacote.

    O projeto visa acabar com essa distorção, argumenta o autor, o ex-senador Rodrigo Rollemberg, na justificativa do texto. A cobrança do ISS é regulamentada pela Lei Complementar 116/2003, que determina ser o imposto de competência dos municípios e do Distrito Federal, podendo variar de 2% a 5% sobre a prestação de serviços discriminados em lista anexa à lei.

    A lista inclui “serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e congêneres”. Para Rollemberg, a diferença de procedimentos observada entre municípios na cobrança do ISS se deve à falta de clareza na legislação. Com a proposta, ele quer explicitar na lei que o ISS terá como base de cálculo o valor da comissão e o valor que as agências de turismo agregam ao preço de custo dos serviços turísticos.

    Intermediação

    O relator do texto na CDR, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), ressalta, no entanto, que a norma proposta é restrita aos serviços de intermediação, não alcançando serviços prestados diretamente pelas agências. “No caso dos serviços de intermediação, nos parece obviamente inadequado o entendimento de que a base de cálculo do ISS seja o valor total cobrado pela agência. Isso porque, nesse caso, o tributo estaria incidindo não somente sobre os serviços prestados pela agência, mas também sobre o montante relativo, por exemplo, a passagens aéreas, hospedagens, visitas turísticas, entre outros”, avalia.

    Davi manteve emenda de redação aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) que torna mais clara a regra proposta e exclui expressão que poderia gerar conflito com outras leis tributárias.

    Fonte: Jornal do Senado

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  • Conotel contará com participação do Sistema CNC-Sesc-Senac

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Sesc e o Senac vão compartilhar conhecimentos da área de Turismo com o público do 58º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), de 18 a 20 de maio, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo. Realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), em parceria com a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), o evento vai discutir estratégias para a hotelaria após os grandes eventos, como a Copa do Mundo, em 2015, e os Jogos Olímpicos Rio 2016, agora em agosto.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Sesc e o Senac vão compartilhar conhecimentos da área de Turismo com o público do 58º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), de 18 a 20 de maio, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo. Realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), em parceria com a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), o evento vai discutir estratégias para a hotelaria após os grandes eventos, como a Copa do Mundo, em 2015, e os Jogos Olímpicos Rio 2016, agora em agosto.

    O primeiro dia do evento, 18 de maio, será dedicado a conteúdos técnicos, que serão ministrados pelos membros do Sistema CNC-Sesc-Senac. Fernando Baraccho Martinelli, professor do curso de pós-graduação em Gestão de Meios de Hospedagem do Senac-SP, fará palestra com o tema A Atuação dos Millenials no Cenário Contemporâneo da Hotelaria. Já o consultor de energia da FNHRBS, entidade filiada à CNC, Ricardo Bezamat, fará uma apresentação sobre eficiência energética. O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, participará da abertura do Conotel, no dia 19, e será o moderador do principal painel do dia 20: Conjuntura Econômica e Tendências Nacional e Internacional para Hotelaria, com palestra do economista e ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega.

    “É muito importante a participação do Cetur em eventos como este, que são espaços de qualificação, troca de conhecimento e realização de negócios. O Brasil se consolida cada vez mais como destino turístico e cultural, e as expectativas em relação aos serviços prestados aumentam na mesma medida. O Conotel oferece muitas ferramentas para o crescimento profissional e, ao mesmo tempo, delineia novos caminhos para a competitividade da hotelaria no País”, afirma Sampaio. Para ele, grandes eventos impulsionam a infraestrutura e a qualificação do Turismo nos países-sede. “No entanto, é preciso desenvolver estratégias para que o Brasil consiga manter um fluxo de visitantes constante e aproveitar ao máximo os avanços no setor”,  pondera.

    O Conotel reunirá ainda representantes nacionais e internacionais do segmento, como Jordi Busquets (presidente da IH&RA – International Hotel & Restaurant Association), Paulo Michel (vice-presidente da ABIH-RJ), Edmar Augusto Bull (presidente da Abav-Nacional – Associação Brasileira de Agências de Viagens), Caio Luiz de Carvalho (ex-ministro do Turismo e diretor do Grupo Bandeirantes).

    A programação completa do 58º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel) está disponível em:  http://conotel2016.com.br/#programacao

  • CNC Notícias 186

    Renovação e mudança

    Alguns leitores já terão percebido. Esta edição da CNC Notícias marca a estreia do novo padrão gráfico e editorial da revista. Um esforço para tornar a leitura mais agradável, com a adoção de recursos visuais e de diagramação mais modernos. Além do novo projeto gráfico, há também mudanças na distribuição das informações e nos nomes das editorias.

    Renovação e mudança

    Alguns leitores já terão percebido. Esta edição da CNC Notícias marca a estreia do novo padrão gráfico e editorial da revista. Um esforço para tornar a leitura mais agradável, com a adoção de recursos visuais e de diagramação mais modernos. Além do novo projeto gráfico, há também mudanças na distribuição das informações e nos nomes das editorias.

    É a evolução de um projeto que procura estar sempre alinhado com as diretrizes e necessidades da entidade que é sua razão de ser. O que não muda é o compromisso de levar sempre, da melhor forma, conteúdo relevante para os leitores dos diversos segmentos alcançados pela revista.

    Essa modernização da CNC Notícias se materializa exatamente no momento em que o País também passa por importantes mudanças. Os cenários político e econômico, que vieram se deteriorando nos últimos dois ou três anos, chegaram a um ponto em que forçam o Brasil a se reencontrar consigo mesmo.

    As instituições precisam funcionar, decisões precisam ser tomadas, reformas precisam avançar para que o País possa vencer a grave crise que paralisou sua economia e tantos prejuízos vem trazendo para os empresários e para a população.

    A matéria de capa desta edição aponta para um caminho possível de retomada do crescimento. É o comércio exterior, que, com o potencial de uma nação rica em recursos naturais e uma indústria diversificada, pode ser um dos pilares sobre os quais o Brasil irá se reerguer.

    Nem os empresários do comércio de bens, serviços e turismo, nem as entidades do Sistema CNC são espectadores passivos deste momento difícil da vida nacional. As novas páginas da Revista CNC Notícias traduzem a renovação diária da disposição desses empresários e também dos líderes sindicais do comércio e profissionais de todos os níveis que emprestam seu talento para construir a grandeza e a relevância do nosso Sistema.

     

    Acesse abaixo a CNC Notícias e boa leitura!

  • Intenção de consumo recua 4,6% em maio e atinge nova mínima histórica

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a uma nova mínima histórica em maio, com 69,9 pontos, numa escala de 0 a 200. O índice apresentou queda mensal de 4,6% e recuo de 27,5% em comparação com maio do ano passado. Todos os componentes da pesquisa apresentaram variação negativa.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a uma nova mínima histórica em maio, com 69,9 pontos, numa escala de 0 a 200. O índice apresentou queda mensal de 4,6% e recuo de 27,5% em comparação com maio do ano passado. Todos os componentes da pesquisa apresentaram variação negativa. “A confiança do consumidor teve aumento em janeiro e fevereiro deste ano, embora de baixa intensidade. Em março, observamos a primeira queda em 2016, uma tendência que permanece este mês”, afirma Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    Historicamente, a pesquisa mostra maior retração na intenção de compra de bens duráveis. Em maio, porém, o componente com a maior queda foi o nível de consumo atual, com retração de 8,7% na comparação com abril e 39,2% em relação ao mesmo período de 2015. A maior parte das famílias, 65,9%, declarou que está comprando menos que no ano passado.

    Outros componentes ligados ao consumo também recuaram, com destaque para as compras a prazo, com queda de 5,6% na comparação mensal e de 33,0% em relação a maio de 2015. Juliana Serapio explica que o elevado custo do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego são os principais motivadores da queda na intenção de compras parceladas.

    Com 42,9 pontos, o componente Momento para Bens Duráveis teve uma queda de 3,7% em relação a abril e de 39,1% na comparação anual. A maior parte das famílias, 75,7%, considera o momento atual desfavorável para aquisição desse tipo de bem.

    Mesmo com perda de força da inflação e seus impactos favoráveis sobre o volume de vendas, o contínuo encarecimento do crédito e a confiança fragilizada de consumidores e empresários levaram a CNC a reforçar a expectativa de que 2016 será o pior ano do setor varejista desde 2001. A previsão da Confederação é que este ano o volume de vendas do varejo apresente retração de 4,8% no conceito restrito e de 8,8% no varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção.

    Emprego

    Os indicadores relacionados ao emprego são os que apresentam as menores quedas na comparação anual. No entanto, assim como os demais componentes da ICF, todos estão na mínima histórica. Emprego Atual foi o subíndice que apresentou o menor recuo, com retração de 2,5% em relação a abril e de 15,0% na comparação anual. Com 100,2 pontos, é o único componente que se mantém acima da zona de indiferença (100 pontos).

    O subíndice Perspectiva Profissional caiu 3,9% em relação a abril. Já na comparação com maio de 2015, o recuo foi de 15,9%. Dentre 18 mil entrevistados, 48,8% consideram o cenário negativo para os próximos seis meses.

     

    A assessora Econômica da CNC Juliana Serapio pode atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

     

     

  • Intenção de consumo recua 4,6% em maio e atinge nova mínima histórica

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a uma nova mínima histórica em maio, com 69,9 pontos, numa escala de 0 a 200. O índice apresentou queda mensal de 4,6% e recuo de 27,5% em comparação com maio do ano passado. Todos os componentes da pesquisa apresentaram variação negativa. “A confiança do consumidor teve aumento em janeiro e fevereiro deste ano, embora de baixa intensidade.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a uma nova mínima histórica em maio, com 69,9 pontos, numa escala de 0 a 200. O índice apresentou queda mensal de 4,6% e recuo de 27,5% em comparação com maio do ano passado. Todos os componentes da pesquisa apresentaram variação negativa. “A confiança do consumidor teve aumento em janeiro e fevereiro deste ano, embora de baixa intensidade. Em março, observamos a primeira queda em 2016, uma tendência que permanece este mês”, afirma Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC. 

    Historicamente, a pesquisa mostra maior retração na intenção de compra de bens duráveis. Em maio, porém, o componente com a maior queda foi o nível de consumo atual, com retração de 8,7% na comparação com abril e 39,2% em relação ao mesmo período de 2015. A maior parte das famílias, 65,9%, declarou que está comprando menos que no ano passado. 

    Outros componentes ligados ao consumo também recuaram, com destaque para as compras a prazo, com queda de 5,6% na comparação mensal e de 33,0% em relação a maio de 2015. Juliana Serapio explica que o elevado custo do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego são os principais motivadores da queda na intenção de compras parceladas. 

    Com 42,9 pontos, o componente Momento para Bens Duráveis teve uma queda de 3,7% em relação a abril e de 39,1% na comparação anual. A maior parte das famílias, 75,7%, considera o momento atual desfavorável para aquisição desse tipo de bem.

    Mesmo com perda de força da inflação e seus impactos favoráveis sobre o volume de vendas, o contínuo encarecimento do crédito e a confiança fragilizada de consumidores e empresários levaram a CNC a reforçar a expectativa de que 2016 será o pior ano do setor varejista desde 2001. A previsão da Confederação é que este ano o volume de vendas do varejo apresente retração de 4,8% no conceito restrito e de 8,8% no varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção. 

    Emprego

    Os indicadores relacionados ao emprego são os que apresentam as menores quedas na comparação anual. No entanto, assim como os demais componentes da ICF, todos estão na mínima histórica. Emprego Atual foi o subíndice que apresentou o menor recuo, com retração de 2,5% em relação a abril e de 15,0% na comparação anual. Com 100,2 pontos, é o único componente que se mantém acima da zona de indiferença (100 pontos). 

    O subíndice Perspectiva Profissional caiu 3,9% em relação a abril. Já na comparação com maio de 2015, o recuo foi de 15,9%. Dentre 18 mil entrevistados, 48,8% consideram o cenário negativo para os próximos seis meses.