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  • Cunha anuncia escolha e instalação das comissões para próxima semana

    O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, anunciou em Plenário que na próxima terça-feira (5/4) serão escolhidas as novas mesas diretoras das comissões permanentes da Casa. Segundo Cunha, a escolha será feita independentemente da votação ou não do projeto de resolução (PRC 133/16) que muda as regras para a composição dos colegiados. A votação dessa proposta está prevista para segunda-feira (4/4), às 18h.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, anunciou em Plenário que na próxima terça-feira (5/4) serão escolhidas as novas mesas diretoras das comissões permanentes da Casa. Segundo Cunha, a escolha será feita independentemente da votação ou não do projeto de resolução (PRC 133/16) que muda as regras para a composição dos colegiados. A votação dessa proposta está prevista para segunda-feira (4/4), às 18h.

    “Nós teremos que apreciar na segunda-feira os projetos de resolução, seja da criação das novas comissões, seja da modificação sobre a composição das comissões. Terça-feira será a escolha das comissões pela manhã. Se as resoluções não forem votadas, vamos usar a regra atualmente vigente; não tem como esperar mais. E na quarta-feira serão instaladas as comissões.”

     Mudança de regras

    O Regimento Interno prevê que a escolha dos presidentes das comissões respeite o princípio da proporcionalidade partidária. Pela regra atual, é levado em conta o tamanho das bancadas eleitas ou dos blocos parlamentares no dia da posse. O projeto de resolução apresentado pela Mesa Diretora da Câmara altera essa regra e prevê que seja considerado o tamanho das bancadas após a janela de troca partidária, que terminou no último dia 19.

    Essa janela foi aberta pela Emenda Constitucional 91/15, promulgada em fevereiro deste ano, que permitiu que os deputados trocassem de partido durante 30 dias, sem perder o mandato. Mais de 90 parlamentares fizeram a troca partidária na Câmara. Se o Projeto de Resolução 133/16 for aprovado, as novas bancadas serão consideradas não apenas para definir a presidência como a composição das comissões.

    Na última quarta-feira (30), Cunha afirmou que o projeto de resolução será alterado para deixar claro que não há possibilidade de troca dos atuais integrantes do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e da Comissão Especial do Impeachment.

    Novas comissões

    Outros projetos de resolução que deverão ser votados na segunda-feira criam novas comissões na Câmara – a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e a Comissão de Defesa dos Direitos do Idoso. Atualmente funcionam 23 comissões permanentes na Casa. A criação de novas comissões também afetará o número de vagas para distribuição dos deputados nos colegiados.

  • Sumário Econômico 1441

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Formação das expectativas – No campo econômico, as expectativas dos agentes em relação ao futuro têm o condão de se transformar no mundo real. Tendo como pano de fundo a queda do PIB da ordem de 3,8%, em 2015, uma nova queda da mesma proporção já estaria “contratada” para 2016. O pessimismo em relação ao comportamento futuro da economia está aprofundando a recessão, cuja face mais perversa é o crescente nível do desemprego. Esse clima de desalento está configurado em indicadores antecedentes, assim chamados porque buscam prever a marcha da economia. Entre tais indicadores destacam-se o Índice de Confiança do Consumidor, calculado pela FGV, e os Índices de Confiança do Empresariado na área do Comércio e da Indústria, calculados respectivamente pela CNC e CNI. Os últimos valores divulgados (janeiro de 2013) apontam para o índice 67,9 no caso do consumidor, 80,9 e 38,5 para o empresariado do comércio e da indústria, respectivamente. Os dois primeiros índices têm como linha de corte, que separa o otimismo do pessimismo, o índice 100 para o comércio e o índice 50 para a indústria. Qualquer que seja o índice, predomina o pessimismo em relação ao futuro. Quais seriam os fundamentos e as razões desse pessimismo, agora cristalizado num quadro de recessão? Antes de tudo, o descumprimento da meta de inflação e a revisão para menos do superávit primário, no âmbito fiscal.

     

    Outras matérias:

    Vendas na Páscoa deverão recuar pelo segundo ano seguido – CNC prevê queda de 3,4% no volume de vendas de Páscoa em relação à Semana Santa do ano passado. Data comemorativa deverá movimentar R$ 2,8 bilhões. Descontada a inflação, as vendas do varejo voltadas para a Páscoa deverão ser 3,4% menores em 2016, de acordo com previsões da CNC. Se confirmada, essa seria a segunda queda consecutiva para esta data comemorativa, uma vez que, no ano passado, houve retração de 1,0%. Além disso, esse seria o pior desempenho das vendas do setor relacionadas à Semana Santa desde a retração de 5,3%, ocorrida em 2004. A melhor Páscoa do varejo brasileiro ocorreu em 2010 (+9,3%), ano em que o volume total de vendas do varejo avançou 10,9%. Único segmento do comércio a registrar aumento significativo em relação ao mês que antecede este feriado religioso, os hiper e supermercados deverão faturar R$ 2,8 bilhões a mais na Semana Santa de 2016. O cenário previsto pela CNC se baseia em aspectos sazonais da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, levando ainda em consideração as tendências de evolução do nível de ocupação, renda e, principalmente, as variações dos preços de produtos relacionados a essa data. A alta nos preços administrados nos últimos 12 meses (+16,5% segundo o IPCA-15) vem pressionando os custos de fabricação dos produtos nacionais tradicionalmente mais demandados nesta época do ano. Além disso, os produtos importados naturalmente já acusam o impacto da desvalorização do Real no mesmo período (+38,3%).

    Estimativas para o IPCA continuam em queda – No último relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (24/03), a mediana das expectativas para o IPCA reduziu-se para 7,31%, após chegar a 7,57% há quatro semanas passadas, e é a terceira redução consecutiva nesta estimativa. Continua bem acima do limite superior da meta de inflação, entretanto abaixo da taxa de 10,67% realizada em 2015. A projeção para 2017 permaneceu estável em 6,0%, similar à estimativa de quatro semanas. É a sétima semana seguida com esta previsão. No curto prazo as projeções dos analistas são de 0,54% para março e 0,62% para abril. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 0,57% para março e 0,62% para abril, ambos os valores próximos aos esperados pelo mercado. Após a segunda reunião do Copom deste ano, a meta da taxa de juros Selic permaneceu em 14,25%. O mercado espera que o mesmo ocorra na próxima reunião, a qual será nos dias 26 e 27 de abril, mantendo a taxa estável. Para o resto do ano, a mediana das estimativas da Selic para o fim de 2016 também é de 14,25%, mantendo-se neste patamar há oito semanas. Já para 2017, a previsão é que a meta da Selic seja reduzida para 12,50%, similar à taxa esperada há quatro semanas. A estimativa para o crescimento do PIB de 2016 alcançou -3,66%, após o resultado de 2015 mostrar uma retração de 3,8%, de acordo com dados do IBGE. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), série elaborada pelo Banco Central e considerada uma aproximação das Contas Nacionais, registrou queda de 0,61% em janeiro contra o mês anterior, dados com ajuste sazonal, e recuo de 8,12% na comparação anual. Apesar da previsão para este ano ser melhor do que a realizada no ano passado, isto demonstra uma piora em relação ao crescimento de 0,1% realizado em 2014. Entretanto, para 2017 já se espera um resultado positivo, com avanço de 0,35% na economia.

    A transformação de um país – Pode parecer uma hipérbole, mas não é. A transformação econômica de qualquer país depende das grandes empresas, sim. Mas, fundamentalmente, perpassa pelo robustecimento das pequenas empresas. Alvo de dois artigos em edições distintas neste periódico, as mudanças na economia cubana inspiraram este texto porque evidenciam o protagonismo dos pequenos negócios. No começo desta semana, o hasteamento da bandeira estadunidense na embaixada dos EUA em Cuba – ainda que a embaixada já estivesse funcionando desde julho do ano passado – junto com a visita histórica do presidente norte-americano selaram a recente aproximação dos dois países para a construção de novas bases de relacionamento – notadamente em favor do povo cubano e, em particular, dos empreendedores. A flexibilização da economia nos moldes capitalistas tem permitido maior mobilidade social, mais dinheiro no bolso e melhoria na qualidade de vida, refletindo a importância da mobilidade dos fatores e do mercado de bens e serviços para a reconstrução de um novo tecido social, mais rico, poderoso e menos atrasado. Logo, ressalta-se a relevância da motricidade dos agentes econômicos de micro e pequeno portes em fermentar o produto interno da ilha, gerando novas oportunidades de negócios para melhorar a renda e fazer crescer a economia. Assim, adicionam valor ao produto investimentos em restaurantes, serviços relacionados a atividades hoteleiras, salões de beleza, transportes, comércio, saúde, tecnologia, entre outros que são exemplos da tendência para onde o mercado cresce.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 055/2016

    DESTAQUES:

    Designado representante dos Contribuintes (CNC) junto a Segunda Turma Ordinária da Segunda Câmara da Segunda Seção de Julgamento do CARF

    Medida Provisória permite que trabalhador do setor privado ofereça até 10% do saldo de seu FGTS como garantia em empréstimo consignado

    Governo muda o Ministro do Esporte

    Inmetro proíbe cadeira de transbordo para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em ônibus rodoviários a partir de 1º de julho

    DESTAQUES:

    Designado representante dos Contribuintes (CNC) junto a Segunda Turma Ordinária da Segunda Câmara da Segunda Seção de Julgamento do CARF

    Medida Provisória permite que trabalhador do setor privado ofereça até 10% do saldo de seu FGTS como garantia em empréstimo consignado

    Governo muda o Ministro do Esporte

    Inmetro proíbe cadeira de transbordo para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em ônibus rodoviários a partir de 1º de julho

  • Atenção ao País marca abertura do encontro de comunicadores

    Teve início na manhã desta quinta-feira, 31 de março, em Maceió (AL), o IX Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio, que reúne profissionais de Comunicação das federações de comércio e unidades do Sesc e do Senac em todo o País, para alinhamento e debate de projetos, ações e ideias de interesse do setor e da sociedade.

    Teve início na manhã desta quinta-feira, 31 de março, em Maceió (AL), o IX Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio, que reúne profissionais de Comunicação das federações de comércio e unidades do Sesc e do Senac em todo o País, para alinhamento e debate de projetos, ações e ideias de interesse do setor e da sociedade.

    O encontro é realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com o apoio da Fecomércio Alagoas, entidade anfitriã do evento. Wilton Malta, presidente da Federação, destacou a preocupação com o atual cenário sociopolítico brasileiro e a importância da contribuição – e sustentabilidade – do comércio em meio aos acontecimentos recentes.

    Malta se disse indignado com o momento pelo qual o Brasil passa. “Ligo para meus pares, presidentes de federações de outros estados, no sentido de que devemos nos mobilizar cada vez mais. É oportuno que vocês, profissionais de imprensa, saibam e divulguem nossa preocupação.”

    Para o presidente da Fecomércio-AL, a Comunicação é a área eficaz para que o público geral e os representados pelas entidades do Sistema possam tomar conhecimento real das ações e preocupações do setor. “Que vocês levem para seus estados iniciativas e ideias que possam contribuir para o crescimento de nosso setor e do País”, afirmou.

    Programação

    Cristina Calmon, chefe da Assessoria de Comunicação da CNC, abriu o encontro saudando os participantes e destacando a programação dos dois dias de atividade. “A gestão da marca é um desafio, de forma conjunta, para as entidades do Sistema”, exemplificou. Ainda na parte da manhã, Maria Elizabeth Ribeiro, advogada da Divisão Jurídica da CNC, apresentou a palestra “Uso da marca conjunta pelas entidades Fecomércio-Sesc-Senac”.

  • CAS transfere à Previdência pagamento de salário-maternidade de microempresas

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou projeto, nesta quarta-feira (30), que transfere das micro e pequenas empresas para a Previdência Social a responsabilidade pelo pagamento direto do salário-maternidade. O PLS 732/2015 será agora encaminhado à Câmara dos Deputados.

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou projeto, nesta quarta-feira (30), que transfere das micro e pequenas empresas para a Previdência Social a responsabilidade pelo pagamento direto do salário-maternidade. O PLS 732/2015 será agora encaminhado à Câmara dos Deputados.

    Hoje, a Lei nº 8.213/1991 obriga as empresas a pagar diretamente o benefício, cujo valor será, depois, restituído pela Previdência. A restituição é feita por meio de abatimento de contribuições sobre a folha de salários. Mas, segundo a autora da proposta, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ao responsabilizar os pequenos empresários pelo pagamento direto do salário-maternidade, o legislador desconsiderou o fato de as micro e pequenas empresas terem quadro de empregados e faturamento reduzido, o que impede a rápida compensação do salário-maternidade.

     “Não se pode comparar a realidade financeira das microempresas e empresas de pequeno porte com a vivenciada pelos grandes empregadores, os quais, em geral, possuem uma vasta folha salarial que lhes permite a compensação célere do salário-maternidade”, argumentou Gleisi.

     A dificuldade de compensação aos pequenos negócios é ainda maior pelo fato de essas empresas serem optantes do Simples Nacional, sistema que comporta vários tributos federais numa alíquota única e mais reduzida. É o que alega a relatora do projeto na CAS, senadora Marta Suplicy (PMDB-SP). Isso “causa impacto no capital de giro dessas empresas”, observa Marta.

     A relatora acrescenta que o atual sistema de pagamento direto do salário-maternidade pelas micro e pequenas empresas pode gerar “discriminação de gênero em relação às empregadas em idade reprodutiva, uma vez que, de forma velada, os empregadores evitem arcar com o pagamento direto do benefício”.

    Outro argumento apresentado por Marta Suplicy é o de que a Constituição determina tratamento favorecido aos pequenos negócios. Assim, segundo ela, existe uma perfeita sintonia entre o projeto de Gleisi e os princípios constitucionais, afirma a relatora.

    Marta também destaca que “a aprovação do presente Projeto de Lei não traz nenhuma despesa adicional ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que já tem a obrigação legal de pagar o salário-maternidade”.

  • Congresso instalou comissões mistas para duas MPs

    Duas comissões mistas para análise de medidas provisórias foram instaladas ontem, com a eleição de presidentes e relatores. A MP 713/2016, que reduz o Imposto de Renda Retido na Fonte sobre remessas de dinheiro para o exterior, será relatada pelo senador Dalírio Beber (PSDB-SC). Já a MP 714/2016, que eleva a participação estrangeira no capital das empresas aéreas e extingue o Adicional de Tarifa Aeroportuária, terá relatoria do deputado Zé Geraldo (PT-PA).

    Duas comissões mistas para análise de medidas provisórias foram instaladas ontem, com a eleição de presidentes e relatores. A MP 713/2016, que reduz o Imposto de Renda Retido na Fonte sobre remessas de dinheiro para o exterior, será relatada pelo senador Dalírio Beber (PSDB-SC). Já a MP 714/2016, que eleva a participação estrangeira no capital das empresas aéreas e extingue o Adicional de Tarifa Aeroportuária, terá relatoria do deputado Zé Geraldo (PT-PA).

    A MP 713/2016 reduz de 25% para 6% o IRRF sobre as remessas de dinheiro enviadas ao exterior para pagar gastos pessoais em viagens de turismo e negócios, desde que a serviço, e para treinamento ou missões oficiais, até o limite de R$ 20 mil ao mês. A alíquota reduzida valerá até o fim de 2019, caso a MP seja aprovada pelo Congresso.

    A norma beneficia agências de turismo, que enviam dinheiro para o exterior para pagar hotéis, transporte e hospedagem dos pacotes de viagem comprados pelos consumidores. Para ter acesso à redução da alíquota, as empresas deverão ser cadastradas no Ministério do Turismo e a remessa das divisas terá de ser realizada por instituição baseada no Brasil.

    A presidência da comissão ficou com o deputado Andrés Sanchez (PT-SP), e o vice-presidente é o senador Benedito de Lira (PP-AL). A deputada Margarida Salomão (PT-MG) será a relatora-revisora. A MP 714/2016 eleva de 20% para 49% o limite de participação estrangeira no capital com direito a voto das companhias aéreas brasileiras.

    O texto abre a possibilidade de negociação de acordo de reciprocidade (entre o Brasil e outro país) que permita a uma empresa estrangeira adquirir o controle do capital de uma aérea brasileira (acima de 50% das ações), desde que uma empresa nacional também possa adquirir o controle de uma aérea na outra nação. O senador Hélio José (PMDB-DF) presidirá a comissão, o deputado Ságuas Moraes (PT-MT) será o vice-presidente e a senadora Ângela Portela (PT-RR), a relatora-revisora.

     

    Fonte Jornal do Senado

  • Comissão sobre financiamento da atividade sindical realiza seminário em São Paulo

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical realiza seminário nesta quinta-feira (31) no Clube do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, em São Paulo, a partir das 10 horas.

    O deputado Bebeto (PSB-BA), relator da comissão, é autor do requerimento para realização do evento. Estão sendo realizados seminários em vários estados para debater a proposta.

    A Comissão Especial sobre Financiamento da Atividade Sindical realiza seminário nesta quinta-feira (31) no Clube do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, em São Paulo, a partir das 10 horas.

    O deputado Bebeto (PSB-BA), relator da comissão, é autor do requerimento para realização do evento. Estão sendo realizados seminários em vários estados para debater a proposta.

    O objetivo da comissão é elaborar uma proposta que unifique os projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que tratam da estrutura sindical, do financiamento sindical e da organização dos sindicatos.

    A comissão foi instalada no dia 1º de outubro do ano passado e tem como presidente o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP).

  • Espaço Saúde – Coluna Vertebral

    Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, 80% das pessoas terão dor nas costas em algum momento da vida. Considerada a doença crônica mais comum, a dor nas costas atinge cerca de 36% da população brasileira, segundo a Escola Nacional de Saúde Pública no Brasil.

    Para falar sobre essa dor tão comum e saber com evitá-la o programa Espaço Saúde recebe a fisioterapeuta da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc- Senac, Iriane Burkart.

    Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, 80% das pessoas terão dor nas costas em algum momento da vida. Considerada a doença crônica mais comum, a dor nas costas atinge cerca de 36% da população brasileira, segundo a Escola Nacional de Saúde Pública no Brasil.

    Para falar sobre essa dor tão comum e saber com evitá-la o programa Espaço Saúde recebe a fisioterapeuta da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc- Senac, Iriane Burkart.

    Além de apresentar dicas importantes para termos uma postura correta no nosso dia a dia, a fisioterapeuta explica a anatomia da coluna vertebral e a relação da postura com a coluna.

    Confira abaixo a Cartilha DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac.

  • Senac completa 70 anos

    Em 2016, o Serviço Nacional de Aprendizagem Profissional do Comércio (Senac) comemora o aniversário de 70 anos. Desde 1946, o Senac ajuda o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do País a crescer. Ao longo desses anos, foram registrados mais de 63 milhões de atendimentos, que aumentaram as chances de muitos brasileiros se inserirem no mercado de trabalho.

    Em 2016, o Serviço Nacional de Aprendizagem Profissional do Comércio (Senac) comemora o aniversário de 70 anos. Desde 1946, o Senac ajuda o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do País a crescer. Ao longo desses anos, foram registrados mais de 63 milhões de atendimentos, que aumentaram as chances de muitos brasileiros se inserirem no mercado de trabalho.

    Sempre de olho no futuro, a Instituição vem investindo em projetos pioneiros voltados à qualificação dos trabalhadores do comércio. O viés da inovação se faz presente em seus 7.292 ambientes pedagógicos espalhados por todo o Brasil e permeia seus mais de 800 cursos em Formação Inicial e Continuada, Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Educação Superior, nas modalidades presenciais e a distância.

    A capilaridade do Senac também deve ser considerada como um diferencial no mercado da educação profissional. Hoje, são mais de 600 Unidades Operativas espalhadas por mais de 2,2 mil municípios.

    Programa de Gratuidade

    Manter a contemporaneidade, sintonizando as tendências do mundo do trabalho com uma oferta educacional de qualidade, é o seu compromisso que vem se traduzindo em melhorar a vida de pessoas, organizações e comunidades, graças aos seus cursos e atendimentos gratuitos realizados em todo o País para os brasileiros de baixa renda.

    Inclusão Social

    A busca pela inclusão social também sempre esteve presente na trajetória do Senac, mas ganhou um novo impulso, a partir de 2008, quando ampliou suas ações inclusivas com recursos próprios, por meio do Programa Senac Gratuidade (PSG). Mais de 638 mil brasileiros foram beneficiados com o programa em 2015.

    Minimizando as distâncias

    Na busca de eliminar todas as barreiras da formação e do aperfeiçoamento de pessoas no setor terciário, o Senac não mede esforços para ampliar sua atuação nas mais longínquas comunidades. Um exemplo disso é o Programa SenacMóvel. Com salas de aula e laboratórios itinerantes, atualmente são 87 carretas-escola, que atendem populações das periferias e do interior do País, e uma balsa-escola, que dá acesso os ribeirinhos da região amazônica a ensino de qualidade, conforto e infraestrutura de tecnológica de ponta.

    A educação profissional sem fronteiras também permeia a atuação do Senac na oferta de programações a distância. Hoje, a Instituição conta com a Rede Nacional de Educação a Distância, com cursos online nos níveis Livre (Formação Inicial e Continuada), Técnico e Superior, ofertados em todo o Brasil, por meio do portal Senac EAD (www.ead.senac.br).

    Aprender fazendo

    O Senac conta com modernas instalações físicas, como os laboratórios do que ilustram a vanguarda da Instituição. Eles são equipados com as últimas tecnologias para acompanhar as demandas por formação profissional de estabelecimentos de primeiro mundo e atender uma clientela cada dia mais exigente.

    Nesses espaços pedagógicos, os alunos recebem a orientação de instrutores especializados e desfrutam de uma infraestrutura similar à que encontrarão no mercado de trabalho, dando-lhes a oportunidade de enriquecer o aprendizado com a vivência prática da profissão. Trata-se das empresas pedagógicas Senac. Atualmente, são mais de 50 empresas pedagógicas espalhadas pelo Brasil, tais como restaurantes, lanchonetes, confeitarias e cafés-escola, além de salões de beleza, salões de estética, postos de gasolina e supermercado.

    O investimento em infraestrutura, com modernos laboratórios, bibliotecas e demais equipamentos, soma-se ao desenvolvimento de tecnologias e à produção de conhecimento com a publicação de materiais didáticos. Atualmente, são cerca de mil e quatrocentos títulos produzidos pelos centros editoriais da Instituição para atender as mais diversas áreas de atendimento.

    Agregam-se a produção de conhecimento, a introdução de tecnologias educacionais de ponta, um quadro de docentes altamente qualificado e um modelo pedagógico consistente que busca a formação integral do indivíduo e não apenas o ensino de meras habilidades técnicas.

    Com competência e responsabilidade social que se celebrou o aniversário da Instituição no dia 10 de janeiro de 2016, relatando uma memória que não é somente do Senac, mas de milhões de brasileiros, cujas vidas foram transformadas por sua ação educativa, e também de milhares de empresas, que vêm recebendo profissionais mais bem preparados, em atendimento às demandas do mercado e mudanças dos novos tempos.

     

    Senac em números

     

    • 63 milhões de atendimentos de 1946 até dezembro de 2015

    • 2,6 milhões de atendimentos em 2015

    • 638 mil matrículas pelo Programa Senac de Gratuidade em 2015

    • Outras 141,5 mil matrículas gratuitas pelo Pronatec em 2015

    • 853 cursos: Formação Inicial e Continuada, Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Educação Superior

    • 32.436 docentes

    • 11 Eixos Tecnológicos: Ambiente e Saúde; Desenvolvimento Educacional e Social; Gestão e Negócios; Turismo, Hospitalidade e Lazer; Informação e Comunicação; Infraestrutura; Produção Cultural e Design; Produção Alimentícia; Segurança; Controle e Processos Industriais; e Recursos Naturais

    • 87 carretas-escola e uma balsa-escola nas áreas de Turismo e Hospitalidade; Saúde; Informática e Administração; e Moda e Beleza

    • 637 unidades operativas que abrigam 7.292 ambientes pedagógicos

    • 20 unidades de ensino superior

    • 54 empresas pedagógicas

    • 2.230 municípios atendidos

    • 1.397 títulos de obras dos Centros Editoriais

  • Para conter gastos, governo cogita suspender aumento real do mínimo

    O governo cogita adotar programas de desligamento voluntário de servidores e suspensão do aumento real do salário mínimo, como último estágio para enfrentar o eventual descumprimento do limite de gasto na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), nesta terça-feira (29).

    O governo cogita adotar programas de desligamento voluntário de servidores e suspensão do aumento real do salário mínimo, como último estágio para enfrentar o eventual descumprimento do limite de gasto na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), nesta terça-feira (29).

    Barbosa disse que está usando como referência, nessa proposta, o que foi feito recentemente nos Estados Unidos, que estabeleceu o acionamento de cláusulas de controle de despesas, chamadas the sequester, ou seja, sequestro de recursos na hipótese de a despesa ou a dívida subir muito.

    A ideia do ministro é estabelecer um limite para as despesas primárias federais como um percentual do Produto Interno Bruto (PIB) no Plano Plurianual (PPA). Como passo seguinte, a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) deverá fixar o valor nominal do limite de gasto para cada ano, que deverá ser observado na LOA.

    De acordo com Barbosa, em caso de impossibilidade cumprimento do limite de gasto na elaboração da LOA, serão acionadas automaticamente medidas de redução de despesas em três estágios. O primeiro deles é a suspensão de aumentos reais, com a manutenção apenas de aumentos nominais de despesa de custeio e despesa de pessoal.

    Se isso não for suficiente, vai-se para um segundo estágio, com a suspensão dos aumentos nominais de despesas de pessoal e de despesas discricionárias. Se isso for insuficiente, passa-se ao último estágio, com corte de benefícios para servidores, programas de licença voluntária ou, eventualmente, de desligamento voluntário de funcionários públicos, “onde isso for possível”.

    Outra medida nesse último estágio é a suspensão temporária do aumento real de salário mínimo, mantendo-se a correção apenas pela inflação. A Lei 13.152/2015 aplica ao salário mínimo, anualmente, até 2019, o reajuste pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) e o aumento real com base na taxa de crescimento do PIB.

     Credibilidade

    Primeiro senador a interpelar o ministro, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) classificou Barbosa como “protagonista da tragédia econômica” vivida pelo Brasil, já que integrou os dois governos de Luiz Inácio Lula da Silva e as duas gestões da presidente Dilma Rousseff. Colocação semelhante foi feita também pelo senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO). Ferraço questionou a credibilidade do governo para implementar o programa de reequilíbrio fiscal previsto no Projeto de Lei Complementar 257/2015, enviado pelo Executivo à Câmara dos Deputados.

    O ministro da Fazenda respondeu que as ideias contidas no programa não são uma repetição do passado, em que as alterações nas metas fiscais são realizadas no fim do ano. Dessa vez, conforme Barbosa, há uma combinação de medidas de estabilização no curto prazo com regras de maior controle do gasto público no médio e longo prazos.

    Para 2016, o governo espera uma “frustração de receitas” de R$ 82 bilhões, devido à queda de arrecadação e de dividendos. Para evitar um corte excessivo, que derrubaria ainda mais a economia, na avaliação do ministro, o governo propôs a redução da meta fiscal de um superávit de R$ 24 bilhões para um déficit de R$ 96,6 bilhões.

    Só assim, no entendimento de Barbosa, poderão ser mantidos programas essenciais, em saúde, defesa e investimento (conclusão de obras em andamento), além da regularização do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), recursos entregues aos estados para compensar as desonerações dos produtos exportados.

    Despesa

    O ministro disse que, no médio e longo prazo, deverá se enfrentado o problema da composição da despesa primária. De acordo com o Orçamento de 2016, apenas 8,3% dessas despesas estão na categoria de discricionárias, em que o governo tem maior liberdade para gastar e efetuar cortes (contingenciamentos). A previdência e assistência social, não passíveis de corte, são responsáveis por 44,9% da despesa primária. A fatia com o pagamento do pessoal inativo da União é de 10,3%.

    O fato levou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) a perguntar como reverter as expectativas na economia sem uma reforma na previdência, que, conforme o parlamentar, não tem apoio do partido de sustentação do governo, o PT. O ministro disse que existe uma discussão em andamento sobre o assunto e que “há várias maneiras de promover uma adequação da previdência ao envelhecimento da população”.

     “Esse é um desafio para a geração atual do Brasil. A previdência é um tema a ser enfrentado por toda e qualquer democracia – não é só o Brasil – neste século. Todos os países do mundo estão tendo que adequar seu regime de previdência e não somos diferentes. Estamos procurando fazer isso de uma forma antecipada e de forma previsível, sem também querer ser o dono da verdade, porque há várias formas de fazer isso. Portanto, estamos avaliando como foi feito no mundo, principalmente ouvindo as opiniões dos principais interessados”, afirmou o ministro.

    Repatriação

    Em resposta aos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Dalírio Beber (PSDB-SC), Barbosa anunciou que há uma expectativa de arrecadação de R$ 35 bilhões com aplicação das regras do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (repatriação de recursos não declarados) previstas na Lei 13.254/2016.

    A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) fez críticas à postura da Receita Federal quanto ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 125/2015, que evita o que os especialistas chamam de “tranco tributário” quando uma empresa passa de uma faixa para outra no Simples Nacional. Barbosa disse que apoia a “passagem” suave de uma faixa para outra, mas que isso tem de ser feito com o mínimo de perda para a arrecadação.

    Um dos pontos abordados pelo ministro foi a proposta de alongamento do prazo de pagamento da dívida dos estados com a União em 20 anos. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) disse que muitos estados não concordam com as condições impostas para a renegociação, como a proibição de novos incentivos fiscais e de concessão de reajustes para servidores. Barbosa assegurou que a proposta foi discutida com os secretários de Fazenda e obteve o apoio da maioria deles.

    A audiência, que durou quatro horas, foi presidida pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e contou com a participação da população pelo portal e-Cidadania.