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  • TV CNC – Câmara da CNC debate rumos do comércio exterior

    A importância do comércio exterior para a retomada da atividade econômica do País no atual cenário econômico foi o principal assunto da reunião da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCex) da CNC, realizada em 18 de março, no Rio de Janeiro. Também foram discutidos temas como organização e recepção de missões comerciais internacionais, comércio eletrônico, zonas francas de fronteiras e a participação do Senac na capacitação dos profissionais do setor.

    A importância do comércio exterior para a retomada da atividade econômica do País no atual cenário econômico foi o principal assunto da reunião da Câmara Brasileira de Comércio Exterior (CBCex) da CNC, realizada em 18 de março, no Rio de Janeiro. Também foram discutidos temas como organização e recepção de missões comerciais internacionais, comércio eletrônico, zonas francas de fronteiras e a participação do Senac na capacitação dos profissionais do setor.

  • Câmara dos Deputados homenageia 70 anos do Senac

    A Câmara dos Deputados realizou nesta segunda-feira (4/4) sessão solene em homenagem aos 70 anos de criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A iniciativa da solenidade foi do deputado Izalci Lucas (PSDB/DF).

    A Câmara dos Deputados realizou nesta segunda-feira (4/4) sessão solene em homenagem aos 70 anos de criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A iniciativa da solenidade foi do deputado Izalci Lucas (PSDB/DF).

    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Adelmir Santana representou o presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos. Ele disse que, ao completar sete décadas de bons serviços prestados ao Brasil, o Senac tem muito do que se orgulhar, “levando-se em conta que poucas instituições perduram por tantos anos com atendimento de qualidade à população, especialmente, como é o caso, se ligada ao setor privado”.

    Santana, que também preside a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), enfatizou que o Senac vem prestando um trabalho de fundamental importância na formação e na qualificação profissional dos trabalhadores. O dirigente informou que mais de 63 milhões de estudantes passaram por suas salas de aula em cerca de 3 mil municípios espalhados por todo o País.

    Adelmir lembrou a trajetória do Senac, destacando um episódio ocorrido durante os trabalhos da Constituinte de 1988, quando a existência das entidades do chamado Sistema S estava ameaçada pela perda da contribuição compulsória. “Foi apresentada emenda popular, a maior da história da Constituinte, com cerca de 1,5 milhão de assinaturas, recebida pelo relator, o então deputado Bernardo Cabral, e acatada pelo presidente Ulysses Guimarães, tornando-se o artigo 240 da atual Constituição.

    “É, portanto, motivo de muito orgulho quando recebemos uma homenagem da Câmara dos Deputados. Estão em regozijo aqueles que fazem grande a entidade, sejam professores, sejam profissionais, sejam alunos.”

    O autor do pedido de homenagem, deputado Izalci, leu mensagem do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que não pôde estar presente. Em seu discurso, o deputado do PSDB enfatizou as iniciativas do Senac em prol da educação, os avanços tecnológicos que introduziu na sua grade curricular e, principalmente, a qualidade dos profissionais que colocou no mercado de trabalho. Destacou ainda a parceria do Senac com o governo federal para o desenvolvimento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “A única forma de sermos iguais é a educação”, concluiu.

    Também falaram os deputados Hildo Rocha (PMDB/MA) e Rôney Nemer (PP/DF). Da Mesa da sessão participaram o representante da CNC, Roberto Veloso; o representante do Senac Nacional, Antônio Henrique Borges; os representantes dos servidores do Senac-DF, Anna Beatriz de Almeida e João Batista Santana Neto; e a assessora de Gestão de Gastronomia do Senac, Marilene Siqueira. Além de convidados, cerca de 400 alunos lotaram o auditório e as galerias do Plenário.

  • Informe Representações 366

    Assessoria de Gestão das Representações 04/04/2016 – Ano 5, nº 365

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, participou da Sessão Solene em homenagem aos 70 anos da fundação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), representando a CNC.

    A solenidade foi realizada hoje, 4 de abril de 2016, às 10 horas, no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.

    Assessoria de Gestão das Representações 04/04/2016 – Ano 5, nº 365

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Adelmir Araújo Santana, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio-DF, participou da Sessão Solene em homenagem aos 70 anos da fundação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), representando a CNC.

    A solenidade foi realizada hoje, 4 de abril de 2016, às 10 horas, no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.

    O Senac é, desde a sua criação, em 1946, o principal agente da educação profissional voltado para o setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

    A Instituição oferece toda a sua experiência a trabalhadores e empresários, com programações presenciais e a distância.

    São milhares de programações, em centenas de ambientes educacionais de ponta e especializados, como as empresas pedagógicas e as unidades móveis, espalhados por mais de 3 mil municípios, em todos os estados do País e no Distrito Federal, com mais de 55 milhões de atendimentos já prestados pelo Senac.

    Além disso, ações como o Programa Senac de Gratuidade, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Governo Federal, e tantas outras permitem ao Senac escrever um capítulo particular na história educacional do nosso país, contribuindo com oportunidades e excelência para o desenvolvimento do trabalhador brasileiro.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 057/2016

    Promulgado Acordo de Comércio Preferencial entre o Mercosul e a União Aduaneira da África Austral

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas dos Estacionamentos, Garagens e Lava Jato do Estado de Minas Gerais

    Promulgado Acordo de Comércio Preferencial entre o Mercosul e a União Aduaneira da África Austral

    Deferido registro sindical ao Sindicato das Empresas dos Estacionamentos, Garagens e Lava Jato do Estado de Minas Gerais

  • Comissão do novo Código Comercial analisa sugestões ao relatório

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1572/11) se reúne na próxima terça-feira (5/4), às 14h30, para debater as sugestões recebidas para o parecer do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI). O projeto de lei, do deputado Vicente Candido (PT-SP), tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta do novo Código Comercial (PL 1572/11) se reúne na próxima terça-feira (5/4), às 14h30, para debater as sugestões recebidas para o parecer do relator-geral, deputado Paes Landim (PTB-PI). O projeto de lei, do deputado Vicente Candido (PT-SP), tem por objetivo sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações entre pessoas jurídicas.

    A proposta do novo código trata, entre outros pontos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

    A reunião será realizada no plenário 9.

  • Comissão especial da Lei de Migração realiza audiência

    A comissão especial sobre a proposta de Lei de Migração (PL 2516/15) realizará audiência pública, nesta quarta-feira (6/4), para discutir o tema. O projeto em análise, do Senado, tem como objetivo definir os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regular a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelecer diretrizes para políticas públicas ligadas ao assunto. A iniciativa do debate é dos deputados Marcos Reategui (PSD-AP), Bruna Furlan (PSDB-SP) e Aureo (SD-RJ).

    Foram convidados para a discussão:

    A comissão especial sobre a proposta de Lei de Migração (PL 2516/15) realizará audiência pública, nesta quarta-feira (6/4), para discutir o tema. O projeto em análise, do Senado, tem como objetivo definir os direitos e os deveres do migrante e do visitante no Brasil; regular a entrada e a permanência de estrangeiros; e estabelecer diretrizes para políticas públicas ligadas ao assunto. A iniciativa do debate é dos deputados Marcos Reategui (PSD-AP), Bruna Furlan (PSDB-SP) e Aureo (SD-RJ).

    Foram convidados para a discussão:

    – o diretor-executivo da Polícia Federal, Rogério Augusto Viana Galloro;

    – o secretário-adjunto de Desenvolvimento Social de São Paulo, Felipe Sartori Sigollo; e

    – o presidente da Aiesec (organização internacional de intercâmbio estudantil) no Brasil, Vilson Veloso.

    A reunião será realizada às 14h30, em plenário a ser definido.

  • Plenário poderá votar refinanciamento das dívidas dos estados com a União

    O Plenário da Câmara dos Deputados poderá votar, a partir desta segunda-feira (4/4), três projetos do Poder Executivo para os quais há pedido de urgência constitucional. Entre eles, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, que alonga por mais 20 anos o pagamento das dívidas dos estados junto à União se forem adotadas restrições de despesas por parte dos governos estaduais. O texto estipula, por exemplo, restrições a reajustes de servidores e à concessão de novos benefícios fiscais para empresas.

    O Plenário da Câmara dos Deputados poderá votar, a partir desta segunda-feira (4/4), três projetos do Poder Executivo para os quais há pedido de urgência constitucional. Entre eles, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, que alonga por mais 20 anos o pagamento das dívidas dos estados junto à União se forem adotadas restrições de despesas por parte dos governos estaduais. O texto estipula, por exemplo, restrições a reajustes de servidores e à concessão de novos benefícios fiscais para empresas. Se os estados implementarem leis com essas restrições e cumpri-las, terão direito ainda a um desconto de 40% nas prestações mensais da dívida.

    O PLP 257/2016 é o resultado de um acordo entre os governos estaduais e federal em torno da renegociação das dívidas prevista pela Lei Complementar 148/2014. Segundo o projeto, o prazo para pagar débitos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também aumenta para mais dez anos.

    Outra proposta que poderá ser votada é a que prevê o uso dos tamanhos atuais das bancadas partidárias, após a janela de troca de legendas, para a composição das comissões da Câmara. Trata-se do Projeto de Resolução 134/16, da Mesa Diretora. O texto muda ainda a forma de recolhimento dos votos nas comissões, que serão colhidos primeiramente dos membros titulares presentes e, em seguida, os dos suplentes dos partidos dos titulares ausentes. Dessa definição depende a eleição das comissões permanentes da Câmara.

    Também está na pauta o PL 4495/2016, do Poder Executivo, que cria fundos de precatórios nos bancos federais para otimizar a gestão do pagamento desses débitos oriundos de causas perdidas pela Fazenda Nacional. Segundo o governo, a lei orçamentária de 2016 já autorizou o pagamento de cerca de R$ 19,2 bilhões, mas nos anos anteriores foi constatado que muitos credores não comparecem aos bancos para sacar seu crédito, que fica parado por até 15 anos.

    Com o fundo, o dinheiro ficaria alocado nele e não mais nos bancos, que fariam o repasse após a apresentação dos documentos necessários. A remuneração do dinheiro do fundo, descontada da atualização devida ao beneficiário, seria utilizada para o financiamento do reaparelhamento e reequipamento do Poder Judiciário.

    Auxiliares de comércio

    Outro projeto em pauta é o PL 4625/2016, que procura desburocratizar atividades relacionadas aos agentes auxiliares do comércio – armazéns gerais, leiloeiros, tradutores públicos e intérpretes comerciais. Pelo projeto, a atividade de tradutor público e intérprete comercial passa a ser exercida por simples registro, como ocorre nos países desenvolvidos. Os leiloeiros e tradutores juramentados poderão exercer suas atividades em todo o Brasil, o que atualmente é proibido; enquanto os auxiliares do comércio poderão fazer seus livros empresariais de forma eletrônica, como as demais empresas.

    Segurança de casas noturnas

    Os deputados poderão analisar ainda emendas do Senado ao Projeto de Lei 2020/2007, que regulamenta medidas de segurança e fiscalização de casas noturnas. O texto surgiu a partir dos trabalhos da comissão externa que acompanhou a investigação do incêndio na boate Kiss (Santa Maria-RS), em janeiro de 2013, no qual morreram cerca de 240 pessoas. A principal mudança proposta pelo Senado prevê que os engenheiros e arquitetos, o Corpo de Bombeiros Militar, o poder público municipal, os proprietários de estabelecimentos e edificações e os promotores de eventos terão de observar as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) onde não houver regulamentação por parte dos órgãos competentes. Entre outras medidas, o projeto cria penas de detenção de seis meses a dois anos para quem permitir o ingresso de pessoas em número maior que a lotação especificada e para quem descumprir determinações quanto à prevenção e ao combate a incêndio e desastres.

    Recursos para a saúde

    Entre as propostas de emenda à Constituição, poderá ser votada a PEC 1/2015, do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que aumenta o piso de recursos federais direcionados à saúde pública anualmente. O texto que será votado em segundo turno é um substitutivo da comissão especial, de autoria da deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), que aumenta o investimento mínimo obrigatório do governo em saúde nos próximos seis anos até atingir, a partir do último ano, 19,4% de sua receita corrente líquida em ações e serviços públicos de saúde. Atualmente, a Emenda Constitucional 86 define os gastos mínimos da União com saúde em 13,2% da receita corrente líquida para 2016, subindo até 15% em 2020.

  • Projeto permite que doação para programa de alfabetização seja abatida do imposto de renda

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 4362/16, do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que permite abater do imposto de renda doações feitas para instituições com programas gratuitos de alfabetização de pessoas com mais de 14 anos. Os programas deverão ter cadastro no Ministério da Educação e devem enviar relatórios mensais ao órgão.

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 4362/16, do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que permite abater do imposto de renda doações feitas para instituições com programas gratuitos de alfabetização de pessoas com mais de 14 anos. Os programas deverão ter cadastro no Ministério da Educação e devem enviar relatórios mensais ao órgão.

    Pela proposta, o contribuinte poderá abater todo o valor doado, observado o limite de 5% da renda bruta anual. Já as empresas que fizerem a doação devem seguir o teto de 5% do imposto a pagar no abatimento e podem incluir a doação como despesa operacional. Segundo Rocha, a exclusão social e a pobreza começam pelo analfabetismo. “O cidadão analfabeto não tem condições de usufruir dos direitos, nem cumprir os deveres da cidadania no seu mais amplo sentido”, afirma.

    O parlamentar afirma que as campanhas públicas e privadas para erradicar o analfabetismo ainda não são suficientes. “O projeto proporciona os meios capazes de extirpar, em curto prazo, essa chaga de nossa sociedade, constituindo importante fator para o progresso econômico e social.”

    Quem desviar recursos destinados a esses programas ou omitir informações será condenado a pena de 2 a 5 anos de reclusão com multa por crime contra a Fazenda Pública. A fiscalização ficará a cargo dos ministérios da Educação e da Fazenda. A proposta será analisada pelas comissões de Educação, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, irá ao Plenário.

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 056/2016

    DESTAQUES:

    Banco Central fixa a TJLP em 7,5% ao ano

    Aprovado reajuste no preço dos medicamentos

    Alterado o Regimento Interno do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

    DESTAQUES:

    Banco Central fixa a TJLP em 7,5% ao ano

    Aprovado reajuste no preço dos medicamentos

    Alterado o Regimento Interno do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

  • Especialistas defendem emissão de visto sem burocracia na Lei de Migração

    Especialistas que participaram de audiência pública, na quarta-feira (30), da Comissão Especial que discute o Projeto de Lei de Migração (PL 2.516/15) foram unânimes ao defender uma legislação simplificada para a emissão de visto e sem burocracia, voltada para políticas públicas humanitárias.

    Eles ressaltaram que nenhum movimento migratório é igual ao outro e que, por isso, a lei não pode ser rígida. Para os quatro convidados, algumas questões ainda vão precisar de regulamentação futura.

    Evolução

    Especialistas que participaram de audiência pública, na quarta-feira (30), da Comissão Especial que discute o Projeto de Lei de Migração (PL 2.516/15) foram unânimes ao defender uma legislação simplificada para a emissão de visto e sem burocracia, voltada para políticas públicas humanitárias.

    Eles ressaltaram que nenhum movimento migratório é igual ao outro e que, por isso, a lei não pode ser rígida. Para os quatro convidados, algumas questões ainda vão precisar de regulamentação futura.

    Evolução

    Para o embaixador Carlos Alberto Magalhães, não é possível contemplar em um projeto de lei todos os temas relativos ao processo migratório, pois é necessário levar em conta que os elementos de segurança e previsibilidade não estão presentes em todos os casos de migração.

    Na opinião dele, é preciso aprovar uma matéria que evolua com o tempo. “E evolua de uma maneira ágil; isso significa que não nos ativemos a todos os detalhes. Os detalhes serão objetos de regulamentação e conversas que o governo manterá com as duas Casas do Congresso. A regulamentação tem a vantagem de refletir mais de perto as mudanças que caracterizam as grandes correntes migratórias.”

    Além do previsível

    O secretário executivo do Conselho Nacional de Imigração do Ministério do Trabalho, Luiz Alberto dos Santos, também acredita que uma legislação sobre migração precisa ir além dos fatos previsíveis. Ele avalia que o atual Estatuto do Estrangeiro (Lei nº 6.815, de 1980) está ultrapassado.

    “Quando você tem um marco regulatório que traça grandes diretrizes, que acolhe os grandes princípios do direito humano e que são capazes de deixar para as instâncias infralegais a possibilidade de complementar aquilo que a Casa do Povo foi capaz de produzir, essa é uma lei moderna que vai estar preparada para os desafios”, disse.

    Desenvolvimento econômico

    O secretário nacional da Justiça, Beto Vasconcelos, ressaltou a importância da imigração para o desenvolvimento econômico e social do País e também como uma forma de promover intercâmbio cultural, científico e tecnológico.

    “Ver a imigração como um vetor de desenvolvimento socioeconômico é fundamental para um País que quer estar entre os países desenvolvidos do mundo. Nenhum país desenvolvido conseguiu avanços sociais e econômicos sem tratar a imigração do ponto de vista estratégico”, observou.

    Na opinião do chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Danilo Zimbres, outro ponto do projeto considerado um avanço para o País é a possibilidade de um pesquisador estrangeiro sem vínculo empregatício em instituições brasileiras poder ter um visto temporário para exercer suas atividades no Brasil.

    Primeiro passo

    A presidente da Comissão Especial, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), afirmou que a nova legislação é apenas o primeiro passo a ser dado em relação à questão migratória.

    “Essa lei vai descriminalizar o fluxo migratório. Nós promoveremos essa lei para que o antigo e inadequado Estatuto do Estrangeiro deixe de vigorar, que foi feito inclusive em uma época ditatorial. Nós precisamos modernizar essa legislação”, afirmou.

    A parlamentar destacou que a comissão deverá aprovar uma proposta de caráter humanitário e que contemple, inclusive, as vítimas de desastres naturais.