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  • Deputados ouvem especialistas sobre legalização de jogos no mundo

    A comissão especial que discute o Projeto de Lei (PL) 442/91, que dispõe sobre o Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, realiza audiência pública nesta quarta-feira (17/02) para ouvir o vice-presidente executivo da Fertitta Entertainment, Tobin Prior; o advogado-sócio da firma de advocacia Lewis Roca Rothgerber, de Las Vegas, Anthony N. Cabot; o senior vice-presidente (Relações Governamentais) da Las Vegas Sands Corporation, Andrew (Andy) Abboud; e o diretor de assuntos corporativos da Las Vegas Sands Corporation, John T. Foley.

    A comissão especial que discute o Projeto de Lei (PL) 442/91, que dispõe sobre o Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, realiza audiência pública nesta quarta-feira (17/02) para ouvir o vice-presidente executivo da Fertitta Entertainment, Tobin Prior; o advogado-sócio da firma de advocacia Lewis Roca Rothgerber, de Las Vegas, Anthony N. Cabot; o senior vice-presidente (Relações Governamentais) da Las Vegas Sands Corporation, Andrew (Andy) Abboud; e o diretor de assuntos corporativos da Las Vegas Sands Corporation, John T. Foley.

    O objetivo do debate é compreender o funcionamento dos cassinos e do processo de legalização dos jogos em outros países.

    Segundo o autor do requerimento, deputado Fernando Monteiro (PP-PE), os convidados têm grande experiência em relação à indústria de jogos. O advogado Anthony N. Cabot, por exemplo, é autor de diversas obras relativas à regulação dos Jogos em todo o Mundo e “é considerado um dos principais especialistas em legislação e regulação dos jogos”.

    A audiência será às 14h30, no plenário1.

  • Carta Mensal 729

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Carta Mensal 728

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Carta Mensal 727

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 026/2016

    DESTAQUES:

    Alterada Portaria que aprovou o Regimento Interno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

    Publicado o Regimento Interno da Mesa Nacional da Gestão do Trabalho do Sistema Único de Assistência Social – SUAS

     

     

     

    DESTAQUES:

    Alterada Portaria que aprovou o Regimento Interno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

    Publicado o Regimento Interno da Mesa Nacional da Gestão do Trabalho do Sistema Único de Assistência Social – SUAS

     

     

     

  • Síntese da Conjuntura 15/02/2016

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • Turismo se mobiliza para combater o Aedes aegypti

    O turismo está mobilizado para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, vírus zika e febre chikungunya. O Ministério do Turismo tem desenvolvido um conjunto de ações para informar ao setor a necessidade de eliminação dos criadouros do mosquito e os cuidados necessários para proteger a população. Desde janeiro, a pasta tem encaminhado material informativo para cerca de 56 mil estabelecimentos em diversos cantos do país (hotéis, bares e restaurantes, agências de viagens e transportadoras) com orientações de combate ao mosquito.

    O turismo está mobilizado para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, vírus zika e febre chikungunya. O Ministério do Turismo tem desenvolvido um conjunto de ações para informar ao setor a necessidade de eliminação dos criadouros do mosquito e os cuidados necessários para proteger a população. Desde janeiro, a pasta tem encaminhado material informativo para cerca de 56 mil estabelecimentos em diversos cantos do país (hotéis, bares e restaurantes, agências de viagens e transportadoras) com orientações de combate ao mosquito.

    “Entendemos que essa é uma luta de toda a sociedade brasileira e o nosso setor está 100% comprometido com a tarefa de eliminar o mosquito da nossa sociedade. Estou confiante que sairemos vitoriosos. Um mosquito não é mais forte que um país”, assegurou o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.

    No material estão listadas as medidas que devem ser tomadas nos locais com potencial para proliferação do mosquito como jardins, quintais, cozinhas, piscinas, depósitos e banheiros. Alguns hotéis têm utilizado o material recebido para alertar aos hóspedes sobre a presença do mosquito e como se prevenir, outros vão fazer ações educativas com os trabalhadores para prevenção do inseto no local de trabalho e em casa.

    Para Juliana Giron, gerente de vendas do hotel Sol Ipanema, no Rio de Janeiro, os informativos do Ministério do Turismo têm auxiliado no trabalho de esclarecimento dos hóspedes. “Os profissionais que estão mais em contato com os turistas como recepcionistas, mensageiros e seguranças têm orientado os viajantes quando perguntados sobre a prevenção. Queremos informar, sem assustar”, afirma.

    No Rio de Janeiro, todos os locais de obras de instalações olímpicas e seus arredores também já recebem visitas ininterruptas dos agentes de vigilância ambiental em saúde para controle de possíveis focos do mosquito e esse trabalho será intensificado a partir de abril, segundo a secretaria municipal de saúde.

    Segundo informações do Ministério da Saúde, mais de 30% dos estabelecimentos no Brasil (comércio, órgãos públicos e residências) já foram vistoriados por agentes de saúde ou das Forças Armadas para combate ao Aedes aegypti. Durante a visita são dadas orientações de combate ao foco de proliferação do mosquito, muitas vezes, a prevenção já é feita na hora.

    Outras iniciativas

    Os hotéis da rede Pestana também colocaram informativos na recepção para alertar os turistas sobre o mosquito Aedes Aegypti. Para o gerente de operações do hotel em Natal, Marcelo Ferrari, os hóspedes que chegam ao estabelecimento estão bem informados sobre o assunto.

    Com enfoque nos funcionários, o hotel Serhs Natal Grande Hotel, na capital do Rio Grande do Norte, está organizando palestras para explicar aos trabalhadores a importância da prevenção ao mosquito, não só no estabelecimento, como nas próprias casas dos trabalhadores.

    Na rede de hotéis Plaza, em Brasília, o foco do combate ao mosquito tem sido feito junto aos funcionários. “Fechamos as caixas d´água, colocamos remédio nas grelhas de águas pluviais e também fazemos uma dedetização sistemática de combate às pragas”, diz Helder Carneiro, diretor da rede.

    Sistema Comércio

    O Sistema CNC-Sesc-Senac também está participando da mobilização nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de zika, dengue e chikungunya.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo participou da 277ª reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em que o assunto teve prioridade. A articulação dos diversos setores da sociedade, entre eles o empresariado, foi avaliada como ponto fundamental para o sucesso das ações.

    Os departamentos nacionais e regionais do Sesc e do Senac, assim como a CNC, vêm desenvolvendo diversas ações de divulgação e conscientização para auxiliar no combate ao Aedes Aegypti.

    Fonte: Ministério do Turismo

  • Boletim Informativo Diário (BID) 025/2016

    DESTAQUES:

    Divulgado fatores de atualização dos benefícios do INSS para o mês de Fevereiro

    Divulgado procedimentos para peticionamento de Autorizações de Importação (AI) e de Exportação (AEX) de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial

     

     

    DESTAQUES:

    Divulgado fatores de atualização dos benefícios do INSS para o mês de Fevereiro

    Divulgado procedimentos para peticionamento de Autorizações de Importação (AI) e de Exportação (AEX) de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial

     

     

  • Quase 100 mil lojas fecham as portas em 2015

     Diante da maior crise registrada pelo varejo nos últimos 15 anos, estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra o fechamento líquido de 95,4 mil lojas com vínculo empregatício em 2015. Os números representam um balanço final do ano, de acordo com os dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. O volume corresponde a uma retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário.

     Diante da maior crise registrada pelo varejo nos últimos 15 anos, estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra o fechamento líquido de 95,4 mil lojas com vínculo empregatício em 2015. Os números representam um balanço final do ano, de acordo com os dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. O volume corresponde a uma retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário. Nem mesmo as grandes lojas do varejo foram poupadas: nos últimos 12 meses, esses estabelecimentos registraram recuo de 14,8%.

     

    De acordo com a Confederação, o fechamento das lojas está diretamente associado à queda no volume das vendas. “O levantamento evidencia a dimensão da crise no varejo, que afetou todos os setores, inclusive os grandes, que, teoricamente, têm mais capacidade de enfrentar o quadro recessivo. Além disso, chama a atenção porque ela está presente praticamente no País inteiro”, avalia Fabio Bentes.

     

    Fechamento de lojas por setores

    Todos os segmentos do varejo apresentaram queda no número de lojas, destacando-se, em termos relativos, os ramos mais dependentes das condições de crédito, tais como: materiais de construção (-18,3%), informática e comunicação (-16,6%), móveis e eletrodomésticos (-15,0%). Em termos absolutos, no entanto, hipermercados, supermercados e mercearias foi o segmento que teve a maior redução no número de lojas em relação a 2014. Foram 25,6 mil estabelecimentos fechados no ano passado, de um setor que reponde por um em cada três pontos comerciais do País. Esse segmento e o de lojas de vestuário e acessórios responderam por quase metade (45,0%) das lojas que saíram de operação.

     

    Redução de estabelecimentos por estado

    O estudo revela, ainda, que das 27 unidades da Federação apenas uma não apresentou queda no número de lojas: Roraima. Espírito Santo foi o Estado mais afetado (-18,5%), seguido por Amapá (-16,6%) e Rio Grande do Sul (-16,4%). Os Estados de São Paulo (-28,9 mil), Minas Gerais (-12,5 mil) e Paraná (-9,4 mil) responderam, juntos, por mais da metade (53,3%) da queda no número de estabelecimentos.

     

    De acordo com dados mais recentes da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, de janeiro a novembro de 2015 o varejo registrou retração de 8,4% no conceito ampliado, que incorpora os resultados do comércio automotivo e de materiais de construção, superando o primeiro recuo em 15 anos, verificado em 2014 (-1,6%).

     

    Clique aqui para acessar a pesquisa completa

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Quase 100 mil lojas fecham as portas em 2015

    Diante da maior crise registrada pelo varejo nos últimos 15 anos, estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra o fechamento líquido de 95,4 mil lojas com vínculo empregatício em 2015. Os números representam um balanço final do ano, de acordo com os dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. O volume corresponde a uma retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário. Nem mesmo as grandes lojas do varejo foram poupadas.

    Diante da maior crise registrada pelo varejo nos últimos 15 anos, estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra o fechamento líquido de 95,4 mil lojas com vínculo empregatício em 2015. Os números representam um balanço final do ano, de acordo com os dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. O volume corresponde a uma retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário. Nem mesmo as grandes lojas do varejo foram poupadas. Nos últimos 12 meses esses estabelecimentos registraram recuo de 14,8%.

    De acordo com a Confederação, o fechamento das lojas está diretamente associado à queda no volume das vendas. “O levantamento evidencia a dimensão da crise no varejo, que afetou todos os setores, inclusive os grandes, que, teoricamente, têm mais capacidade de enfrentar o quadro recessivo. Além disso, chama a atenção porque ela está presente praticamente no País inteiro”, avalia Fabio Bentes.

    Fechamento de lojas por setores

    Todos os segmentos do varejo apresentaram queda no número de lojas, destacando-se, em termos relativos, os ramos mais dependentes das condições de crédito, tais como: materiais de construção (-18,3%), informática e comunicação (-16,6%), móveis e eletrodomésticos (-15,0%).

    Em termos absolutos, no entanto, hipermercados, supermercados e mercearias foi o segmento que teve a maior redução no número de lojas em relação a 2014. Foram 25,6 mil estabelecimentos fechados no ano passado, de um setor que reponde por um em cada três pontos comerciais do País. Esse segmento e o de lojas de vestuário e acessórios responderam por quase metade (45,0%) das lojas que saíram de operação.

    Redução de estabelecimentos por estado

    O estudo revela, ainda, que das 27 unidades da Federação apenas uma não apresentou queda no número de lojas: Roraima. Espírito Santo foi o Estado mais afetado (-18,5%), seguido por Amapá (-16,6%) e Rio Grande do Sul (-16,4%). Os Estados de São Paulo (-28,9 mil), Minas Gerais (-12,5 mil) e Paraná (-9,4 mil) responderam, juntos, por mais da metade (53,3%) da queda no número de estabelecimentos.

    De acordo com dados mais recentes da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, de janeiro a novembro de 2015 o varejo registrou retração de 8,4% no conceito ampliado, que incorpora os resultados do comércio automotivo e de materiais de construção, superando o primeiro recuo em 15 anos, verificado em 2014 (-1,6%).