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  • TV CNC – Comércio reflete economia em crise

    Em 2015 o comércio registrou seu pior desempenho em 15 anos. A forte recessão da economia brasileira atingiu todos os setores. A TV CNC mostra de que forma o comércio foi afetado e as expectativas para 2016.

     

    Em 2015 o comércio registrou seu pior desempenho em 15 anos. A forte recessão da economia brasileira atingiu todos os setores. A TV CNC mostra de que forma o comércio foi afetado e as expectativas para 2016.

     

  • CNC participa de debate sobre reforma da Previdência

    O governo deverá enviar ao Congresso Nacional, dentro de 60 dias, um projeto de reforma da Previdência Social. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (17/02) pelo ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, durante o Fórum da Previdência Social, no Palácio do Planalto.

    O governo deverá enviar ao Congresso Nacional, dentro de 60 dias, um projeto de reforma da Previdência Social. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (17/02) pelo ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, durante o Fórum da Previdência Social, no Palácio do Planalto.

    Ele esclareceu que, até o momento, o Executivo ainda não tem uma proposta acabada. Segundo o ministro, é preciso buscar convergências positivas nesses 60 dias dentro do Fórum e, com isso, assegurar confiança sobre os diretos adquiridos para eventual estabelecimento de transição dos trabalhadores que estão na ativa. Rosseto avaliou ainda que as mudanças não têm implicação no curto prazo do ponto de vista fiscal.

    O deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, representou a instituição no evento. “A reforma da Previdência é fundamental para garantir a sustentabilidade dos benefícios futuros. A gente sabe que isso não é simples. É preciso estratégia. Adiar a reforma é ampliar significativamente nosso problema. Quanto mais tarde vierem as alterações, maior será o custo a ser suportado pela sociedade e pelas novas gerações de trabalhadores”, disse.

    O Fórum é composto por representantes do governo, dos trabalhadores (centrais sindicais), dos aposentados e dos empregadores. Laércio Oliveira falou em nome das confederações, que se reuniram e fizeram uma proposta que defende medidas estruturais e administrativas que promovam cortes para equilibrar as finanças públicas. Também defendeu a necessidade de se promover reformas trabalhista e da Previdência.

    O vice-presidente da CNC disse ainda que o setor produtivo é favorável a premissas como equilibrar as regras da Previdência com a sustentabilidade do sistema, observância ao direito adquirido porque é preciso estabilidade nas relações jurídicas e sobretudo não prejudicar aqueles que já se organizaram dentro da sistemática atual. E também a expectativa de direito em alguma medida também deve ser preservada estabelecendo algumas regras de transição atual. “O novo modelo a ser adotado deve ser um motivador na ampliação de pessoas asseguradas pelo sistema”, afirmou.

    Será criado um cronograma e definidas as metodologias para os debates sobre a Previdência. As novas regras sancionadas em novembro, que somam o tempo de contribuição e a idade, estão sendo definidas como “ponto de partida” para as discussões.

    O governo não descarta análises de soluções polêmicas, como convergência das idades de aposentadoria entre homens e mulheres, entre trabalhadores rurais e urbanos. Hoje, a faixa etária varia para trabalhadores do sexo masculino (65) e feminino (60) e quem trabalha no campo se aposenta por idade na condição de segurado especial. Com as novas regras, os homens que se aposentarem até 2018 poderão receber 100% do benefício quando a soma da idade e do tempo de contribuição for 95. No caso das mulheres, a soma tem que chegar a 85.

  • Intenção de Consumo das Famílias aumenta pela segunda vez em 2016

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), avançou 1,6% na comparação com janeiro de 2016. A alta do índice foi influenciada pela melhora nas expectativas para os próximos meses – um movimento típico de início de ano. Na comparação anual, no entanto, a ICF registrou queda de 33,2%. Somando 78,7 pontos, numa escala de 0 a 200, o índice está em nível bastante baixo em termos históricos e reflete a percepção de insatisfação dos 18 mil entrevistados com as condições correntes.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), avançou 1,6% na comparação com janeiro de 2016. A alta do índice foi influenciada pela melhora nas expectativas para os próximos meses – um movimento típico de início de ano. Na comparação anual, no entanto, a ICF registrou queda de 33,2%. Somando 78,7 pontos, numa escala de 0 a 200, o índice está em nível bastante baixo em termos históricos e reflete a percepção de insatisfação dos 18 mil entrevistados com as condições correntes.

    A maior parte dos componentes da pesquisa registraram alta na comparação mensal, com destaque para a intenção de compra de bens duráveis, que teve aumento de 4,5%. O único subíndice com queda foi Compra a Prazo, que mostrou retração de 1,3% na comparação com janeiro. Segundo a CNC, esse resultado deve-se ao elevado custo do crédito, aliado ao alto nível de endividamento e ao aumento do desemprego.

    “A confiança do consumidor parou de cair em janeiro e ensaia alguma melhora. Com avaliações ainda muito desfavoráveis sobre a situação presente da economia e expectativas pessimistas em relação aos próximos meses, ainda é precipitado falar em reversão consistente de tendência, haja vista os fracos resultados recentes do varejo”, explica Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo apresente retração de 3,9% em 2016.

    Ranking por renda

    Na divisão por faixas de renda, na comparação mensal o nível de confiança das famílias mais ricas foi maior e apresentou elevação de 2,3%. Já para quem tem renda abaixo de dez salários mínimos o aumento foi de 1,5%. O índice das famílias com renda acima de dez salários mínimos está em 81,9 pontos, e o das demais, em 78,2 pontos.

    Ranking regional

    Na base de comparação mensal os dados regionais revelam que a maior retração ocorreu na região Sul (-2%), em que o índice permanece abaixo de 100 pontos, em conjunto com todas as outras regiões. A avaliação menos desfavorável ocorreu na região Centro-Oeste, com aumento de 3,1%.

    No comparativo anual todos os componentes da ICF registraram queda, sendo a maior naquele que mede o momento para a compra de bens duráveis, com recuo de 49,3% em relação a janeiro de 2015. O componente Perspectivas de Consumo é o segundo subíndice com maior queda anual, de 45,4%.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 029/2016

    DESTAQUES:

    Alterada Portaria que aprova a consolidação do Regulamento dos Incentivos Fiscais comuns às Regiões da Amazônia e do Nordeste, administrados pela SUDAM e SUDENE

    Definida Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados

    Definida lista nacional de doenças e agravos, a serem monitorados por meio da estratégia de vigilância em unidades sentinelas e suas diretrizes

     

     

     

     

     

    DESTAQUES:

    Alterada Portaria que aprova a consolidação do Regulamento dos Incentivos Fiscais comuns às Regiões da Amazônia e do Nordeste, administrados pela SUDAM e SUDENE

    Definida Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados

    Definida lista nacional de doenças e agravos, a serem monitorados por meio da estratégia de vigilância em unidades sentinelas e suas diretrizes

     

     

     

     

     

  • CNC divulga amanhã resultados de FEVEREIRO da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 19 de fevereiro, os resultados de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 19 de fevereiro, os resultados de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

     

     

     

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – fevereiro de 2016

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Sumário Econômico 1436

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Sinais trocados – Na última reunião, o Copom surpreendeu com a sua decisão de manter a Selic no patamar de 14,25% ao ano. No dia anterior ao comunicado, em nota à imprensa, a instituição expressou preocupação com a revisão negativa para o PIB brasileiro, feita pelo FMI, sinalizando uma mudança de postura do Banco Central em relação à condução da política monetária. Ao justificar a decisão, a nota do Copom atribuiu à “elevação das incertezas domésticas e, principalmente, externas”. Essas condições foram enfatizadas também na Ata da reunião, divulgada na semana seguinte. De fato, enquanto que no cenário interno as turbulências políticas e a deterioração das contas públicas em meio ao recrudescimento da recessão aumentam os riscos e as incertezas, no cenário externo temos também as dúvidas em relação à economia chinesa, acompanhadas por um forte recuo nos preços das commodites. Contudo, o controle da inflação, o mandato principal do Banco Central do Brasil, está mais longe. Desde novembro de 2015,dois membros do comitê têm votado pela elevação da taxa de juros. Em 2015, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos, alcançando 10,67% no ano, o maior resultado desde 2002. Cumprindo decreto definido pelo CMN em 1999, o presidente do Banco Central publicou em carta aberta ao ministro da Fazenda as razões do estouro da meta: o realinhamento dos preços administra¬dos em relação aos preços livres e o realinhamento dos preços comercializáveis em relação aos preços internacionais, por meio da correção cambial. Esses ajustes se mostraram mais intensos do que o esperado, fazendo com que o Banco Central, corretamente, alongasse o período de convergência da trajetória de inflação para a meta central de 4,5%para 2017, admitindo seu descumpri¬mento também em 2016.

     

    Outras matérias:

    As consequências dos BRICS – Em um artigo disponibilizado em janeiro deste ano pelo Banco Mundial, com as Perspectivas para a Economia Global, foi feito um estudo sobre a economia dos países pertencentes aos BRICS e o quanto ela pode interferir na economia global. Segundo o estudo, uma queda de 1% na economia dos BRICS ocasionaria uma redução de 0,8% nos países emergentes e de 0,4% na economia global dos dois anos seguintes. O impacto estimado para os países do G7 não foi estatisticamente significativo. Uma das explicações dadas no trabalho para esta falta de correlação foi a resposta desses Bancos Centrais aos choques externos, com uma política monetária acomodativa. Além do mais, esses países, como importadores de petróleo, tendem a se beneficiar da queda nos preços deste produto, que ocorre quando há desaceleração na economia dos BRICS. Uma queda no G7 levaria a uma queda, em dois anos, nos países emergentes em um terço maior do que se esta queda tivesse sido nos BRICS. Os países do G7 explicam 30% da variação no PIB dos países emergentes, enquanto os resultados dos BRICS explicam 10%. Dentre 2010 e 2014, os BRICS contribuíram com 40% do crescimento global, acima da influência de 10% nos anos 1990. Atualmente, esses países correspondem a dois terços das atividades dos países emergentes e mais de um quinto da atividade global, tanto quanto os Estados Unidos e mais do que a Zona do Euro. Somente o mercado emergente é responsável por 32% das transações internacionais; em 1994 essa proporção era de 16%. Dentre 2000 e 2014, os países emergentes receberam em média 30% do Investimento externo direto global, sendo os BRICS responsáveis por dois terços dessa proporção.

    Empresário do comércio inicia 2016 relativamente mais confiante – Após registrar a mínima histórica em dezembro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu 80,9 pontos em janeiro, aumento de 4,4% em relação a dezembro, considerando os ajustes sazonais. Esse resultado foi influenciado por aumentos nos subíndices que medem as expectativas (+5,5%) e as intenções de investimentos (+4,2%). Por outro lado, o subíndice da avaliação das condições correntes caiu (-1,5%) na passagem de dezembro para janeiro. Em relação a janeiro de 2015, o Icec reduziu 23%, refletindo a deterioração do mercado de trabalho e a retração da atividade do comércio, observadas ao longo do ano passado. Segundo o IBGE, o volume de vendas do comércio varejista no conceito restrito caiu 4,3% em 2015, enquanto no conceito ampliado, que inclui os segmentos de veículos e materiais de construção, a queda acumulada no ano foi de -8,6%. No caso do varejo restrito, o resultado foi o pior registrado na série histórica do Instituto, iniciada em 2011, e a primeira queda do volume de vendas do comércio desde 2003. No varejo ampliado, a redução das vendas é a maior desde 2005. O subíndice que mede as condições correntes (Icaec) do Icec alcançou 40,3 pontos, reduzindo 1,5% em janeiro. A queda na base de comparação mensal é a menor observada nos últimos seis meses. No ano, a variação do Icaec foi negativa em -46,6%. A percepção dos varejistas quanto às condições atuais continua negativa, especialmente concentradas na avaliação ruim sobre a economia. Para 94,4% dos comerciantes do varejo, a economia piorou na passagem do ano. Em dezembro, esse percentual chegou a 95,7.

    Sem maiores perspectivas – A revisão das projeções sobre o comportamento da economia brasileira em 2015, 2016 e 2017, feita pelo FMI recentemente, coloca o Fundo em linha com as estimativas geradas pelo mercado financeiro nacional. Assim, os cenários elaborados, que antes consideravam uma trajetória ainda pouco otimista, a partir de agora os indicadores ficaram mais realistas e próximos do que está por se medir. A instituição que antes previa contração do PIB brasileiro de -3,0% em 2015, no momento acredita que esta venha a ser mais profunda, de -3,8%. Para o exercício que se inicia, não há perspectivas de recuperação. Pelo contrário, o FMI passou a esperar que ao invés de -1%, a economia brasileira possa vir a encolher mais, algo perto de -3,5%. E para 2017, se antes estimava expansão de 2,3%, pelo menos por enquanto a instituição vislumbra o Brasil revelando estagnação daqui a um ano, com crescimento nulo, de zero por cento. No site da revista The Economist, em http://www.economist.com/incdicators, as informações estatísticas, revisadas em 21 de janeiro, sobre mais de cinquenta países, põem o Brasil numa situação delicada, não só em termos de queda do nível de atividade, como em relação ao que acontece com o resto do mundo. Isso porque neste grupo somente quatro economias possuem estimativas com PIB negativo; e a do Brasil é uma delas. Enquanto de certa forma a economia internacional esforça-se em crescer, o Brasil segue caminho oposto e cai num vale.

     

  • Após primeiro ano de queda, CNC prevê recuo de 2,6% na receita dos serviços em 2016

    O setor de serviços teve a primeira queda no faturamento em 2015, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 17 de fevereiro, pelo IBGE. O faturamento do setor apresentou recuo de 3,6% em relação ao ano passado, o menor índice da série histórica iniciada em 2012.

     

    O setor de serviços teve a primeira queda no faturamento em 2015, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 17 de fevereiro, pelo IBGE. O faturamento do setor apresentou recuo de 3,6% em relação ao ano passado, o menor índice da série histórica iniciada em 2012.

     

    Os destaques da queda inédita do volume de receitas em 2015 foram os subsetores de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios (-6,1%) e os serviços prestados às famílias (-5,3%). Entretanto, os demais subsetores obtiveram, respectivamente seus piores resultados anuais: Serviços de comunicação e informação (0,0%), serviços profissionais administrativos e complementares (-4,3%) e, outros serviços (-9,0%).

     

    “Parte da queda reportada pela PMS pode ser atribuída a uma aceleração nos preços dos serviços envolvidos na pesquisa”, afirmou o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Fabio Bentes. “A maior variação de preços dentre os dez grupos de atividades pesquisadas ocorreu no transporte terrestre (+11,6%), seguido por outros serviços prestados às famílias tais como serviços pessoais e de lazer (+8,6%)”, completou Bentes. A queda mais acentuada da receita dos serviços prestados às famílias no quarto trimestre do ano passado (-6,1% ante os três últimos meses de 2014) e, principalmente no grupo transportes (-7,4%) reforçam ainda a percepção de uma queda mais acentuada do PIB no 4º trimestre do ano passado.

     

    Para 2016, a CNC estima um recuo menor no setor, -2,6%, em função de projeções menos negativas para o PIB (-3,3% contra -3,8% em 2015, segundo o relatório Focus do Banco Central) para a inflação no ano corrente (-7,6%, ainda de acordo com o relatório do BC).

     

    Acesse a análise completa da CNC.

     

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 028/2016

    DESTAQUES:

    Alteradas Portarias, que dispõem sobre o Fies

    Alterada a Resolução que concede isenção do ICMS nas operações com produtos nacionais e estrangeiros destinados aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

     

     

     

     

    DESTAQUES:

    Alteradas Portarias, que dispõem sobre o Fies

    Alterada a Resolução que concede isenção do ICMS nas operações com produtos nacionais e estrangeiros destinados aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016

     

     

     

     

  • Receita dos serviços devem encolher 2,6% em 2016, prevê CNC

    O setor de serviços teve a primeira queda no faturamento em 2015, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 17 de fevereiro, pelo IBGE. O faturamento do setor apresentou recuo de 3,6% em relação ao ano passado, o menor índice da série histórica iniciada em 2012.

    O setor de serviços teve a primeira queda no faturamento em 2015, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje, 17 de fevereiro, pelo IBGE. O faturamento do setor apresentou recuo de 3,6% em relação ao ano passado, o menor índice da série histórica iniciada em 2012.

    Os destaques da queda inédita do volume de receitas em 2015 foram os subsetores de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios (-6,1%) e os serviços prestados às famílias (-5,3%). Entretanto, os demais subsetores obtiveram, respectivamente seus piores resultados anuais: Serviços de comunicação e informação (0,0%), serviços profissionais administrativos e complementares (-4,3%) e, outros serviços (-9,0%).

    “Parte da queda reportada pela PMS pode ser atribuída a uma aceleração nos preços dos serviços envolvidos na pesquisa”, afirmou o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Fabio Bentes. “A maior variação de preços dentre os dez grupos de atividades pesquisadas ocorreu no transporte terrestre (+11,6%), seguido por outros serviços prestados às famílias tais como serviços pessoais e de lazer (+8,6%)”, completou Bentes. A queda mais acentuada da receita dos serviços prestados às famílias no quarto trimestre do ano passado (-6,1% ante os três últimos meses de 2014) e, principalmente no grupo transportes (-7,4%) reforçam ainda a percepção de uma queda mais acentuada do PIB no 4º trimestre do ano passado.

    Para 2016, a CNC estima um recuo menor no setor, -2,6%, em função de projeções menos negativas para o PIB (-3,3% contra -3,8% em 2015, segundo o relatório Focus do Banco Central) para a inflação no ano corrente (-7,6%, ainda de acordo com o relatório do BC).

    Clique no link abaixo e acesse a análise completa.