Blog

  • Espaço Saúde – Hepatites Virais

    Grave problema de Saúde Pública no Brasil e no mundo, a hepatite é uma inflamação no fígado que pode alterar o seu funcionamento e levar ao surgimento de cirrose, câncer e outras doenças. Existem vários tipos da doença. Os mais comuns são as hepatites virais do tipo A, B e C.

    O Espaço Saúde recebeu o médico Luís Alípio, da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac, para falar sobre as principais causas e dar dicas de prevenção e tratamentos das hepatites virais.

    Grave problema de Saúde Pública no Brasil e no mundo, a hepatite é uma inflamação no fígado que pode alterar o seu funcionamento e levar ao surgimento de cirrose, câncer e outras doenças. Existem vários tipos da doença. Os mais comuns são as hepatites virais do tipo A, B e C.

    O Espaço Saúde recebeu o médico Luís Alípio, da Divisão de Saúde do Sistema CNC-Sesc-Senac, para falar sobre as principais causas e dar dicas de prevenção e tratamentos das hepatites virais.

  • Síntese da Conjuntura 15/01/2016

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • Boletim Informativo Diário (BID) 010/2016

    DESTAQUES:

    Instituído o Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural

    Divulgado o Censo Escolar 2015

    DESTAQUES:

    Instituído o Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural

    Divulgado o Censo Escolar 2015

  • Intenção de Consumo das Famílias aumenta no início do ano

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 1,3% em janeiro, na comparação com dezembro, ficando em 77,5 pontos. A alta do índice na comparação mensal foi observada em todas as faixas de renda, tanto entre as famílias que recebem abaixo de dez salários mínimos (alta de 1%), como as que têm rendimento acima desta faixa (alta de 2,7%).

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 1,3% em janeiro, na comparação com dezembro, ficando em 77,5 pontos. A alta do índice na comparação mensal foi observada em todas as faixas de renda, tanto entre as famílias que recebem abaixo de dez salários mínimos (alta de 1%), como as que têm rendimento acima desta faixa (alta de 2,7%). A CNC destaca, no entanto, que o índice abaixo dos 100 pontos, numa escala de 0 a 200, ainda indica uma percepção de insatisfação com as condições correntes, evidenciada na queda de 35,3% em relação a janeiro de 2015.

    “A alta do índice foi influenciada pela melhora nas expectativas para os próximos meses, levando a um aumento da confiança em janeiro. Esse movimento, típico de início de ano, foi puxado principalmente pelos componentes relacionados às perspectivas profissionais e de consumo”, explica Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    Todos os sete componentes da pesquisa registraram alta na comparação mensal, com destaque para Perspectiva profissional, que mede a expectativa em relação ao mercado de trabalho, que cresceu 1,5% e voltou a ficar acima da zona de indiferença, com 100,3 pontos. Até então, o único componente da pesquisa que se mantinha nesse patamar desde setembro de 2015 era o que media o nível de satisfação com o emprego atual.

    Juliana Serapio lembra que, apesar da evolução favorável de janeiro, a ICF está em nível bastante baixo em termos históricos e com tendência de queda quando observado em médias móveis trimestrais. Desde maio de 2015, o índice permanece abaixo dos 100 pontos, indicando uma percepção de insatisfação com a situação atual.

    No comparativo anual, todos os componentes da ICF registraram queda, sendo a maior no que mede o momento para a compra de bens duráveis, que registrou 48,5 pontos – um recuo de 50,1% em relação a janeiro de 2015. A maior parte das famílias, 72,9%, considera o momento desfavorável para a aquisição de duráveis. O componente Nível de consumo atual é o segundo subíndice mais baixo do estudo, com 55,3 pontos – queda de 45,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Segundo a CNC, o cenário atual e dos meses anteriores foram marcados pela deterioração nas vendas do comércio. No acumulado dos 11 primeiros meses de 2015, foram fechadas 945 mil vagas formais de trabalho, de acordo com o Ministério do Trabalho. Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia, a previsão da CNC é que o volume de vendas do varejo apresente retração de 3,7% em 2016.

  • CNC divulga amanhã resultados de JANEIRO da ICF

    Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 19 de janeiro, os resultados de janeiro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 19 de janeiro, os resultados de janeiro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – janeiro de 2016

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Nota de Esclarecimento

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vem a público prestar esclarecimento que entende relevante, sobre publicações que envolvem a utilização de sua denominação e da sua logomarca na rede social digital Linkedin.

    Tem se tornado frequente, em algumas capitais, encontrar publicações, supostamente feitas pela CNC, pois utilizam sua logomarca e, em alguns casos, sua denominação, veiculando anúncio sobre recrutamento de profissionais para ocupar cargos de diretor na entidade.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vem a público prestar esclarecimento que entende relevante, sobre publicações que envolvem a utilização de sua denominação e da sua logomarca na rede social digital Linkedin.

    Tem se tornado frequente, em algumas capitais, encontrar publicações, supostamente feitas pela CNC, pois utilizam sua logomarca e, em alguns casos, sua denominação, veiculando anúncio sobre recrutamento de profissionais para ocupar cargos de diretor na entidade.

    Cabe lembrar que a CNC é uma entidade sindical e que seus diretores são aqueles que integraram a chapa vencedora de eleições democráticas realizadas com a participação dos membros associados da CNC, as Federações Estaduais do Comércio e as Federações Nacionais a ela filiadas.

    A CNC esclarece que não possui órgãos regionais; não contrata diretor-empregado, categoria que não existe em seu quadro funcional, e que todos os seus diretores são estatutários, eleitos para tanto. A informação sobre a estrutura da CNC está publicada na internet e pode ser acessada no link: http://www.cnc.org.br/cnc/sobre-cnc/comercio/estrutura

    Cumpre esclarecer, ainda, que: a) a CNC não possui nenhum vínculo com quaisquer entidades mencionadas nas referidas publicações; b) se trata de utilização indevida da denominação e da logomarca da entidade, feita à sua revelia e sem sua autorização; c) o procedimento adotado não corresponde àquele que a CNC utiliza para recrutamento e seleção de candidatos a vagas em seus quadros.

    A CNC já tomou as devidas providências junto à empresa Linkedin, para que as ofertas existentes fossem desativadas e o erro técnico que gerou a associação indevida não mais ocorra.

  • Sumário Econômico 1434

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Considerações sobre a política econômica – A política econômica do segundo mandato da presidente Dilma foi marcada por três equívocos de grandes proporções: a expansão de crédito, o subsídio ao consumo e o controle de preços, principalmente de combustíveis e energia elétrica. No primeiro e no segundo casos, alimentou-se a inflação, mediante expansão da demanda; no terceiro, tentou-se corrigir a inflação, com pesado sacrifício das duas maiores empresas do Brasil. Deu no que deu. Qual a orientação da política econômica atual? O crédito está sendo cortado, assim como os programas de subsídio ao consumo. Paralelamente, procura-se corrigir os erros do anterior controle de preços, mediante correção dos preços reprimidos. O resultado até agora tem sido, de um lado, a queda das atividades econômicas (recessão) e, do outro, a ocorrência de uma inflação corretiva, inevitável. Ocorre, ao mesmo tempo, uma situação que os economistas classificam como “dominância fiscal”, o que significa que o desequilíbrio das contas públicas é o grande responsável pela crise econômica e que qualquer solução tem de vir da parte do governo, pois a política monetária tornou-se ineficaz. Nesse contexto, fica difícil encontrar uma solução, pois o governo está literalmente quebrado, gasta inexoravelmente mais do que arrecada, está perdendo arrecadação e não consegue pagar nem mesmo uma parcela mínima dos juros que pesam sobre a dívida pública. Na atualidade, o Brasil ostenta a maior carga tributária e a maior taxa real de juros do mundo, com uma dívida pública que se aproxima de 70% do PIB. O resultado é a recessão econômica que está ocorrendo em 2015, e que deverá prosseguir em 2016 e, quem sabe, em 2017.

     

    Outras matérias:

    Limites para política monetária – Em 2015, a inflação ultrapassou o patamar dos dois dígitos, alcançando 10,67% no ano, o maior resultado desde 2002. Cumprindo decreto definido pelo CMN em 1999, o presidente do Banco Central publicou em carta aberta ao ministro da Fazenda, as razões do estouro da meta: o realinhamento dos preços administrados em relação aos preços livres e o realinhamento dos preços comercializáveis em relação aos preços internacionais, por meio da correção cambial. Esses reajustes se mostraram mais intensos do que o esperado, fazendo com que o Banco Central, corretamente, alongasse o período de convergência da trajetória de inflação para a meta central de 4,5% para 2017, admitindo seu descumprimento em 2016. A estratégia adotada pelo Banco Central em 2015 foi, após um ajuste total de 700 pontos base na taxa Selic iniciado em 2013, absorver parte dos choques inflacionários provocados pelo realinhamento de preços, admitir uma inflação mais elevada no curto prazo e uma convergência mais lenta para o centro da meta. Com uma taxa de juros real em torno de 8% ao ano (pelo conceito ex-ante) e uma recessão profunda, uma convergência mais rápida seria não apenas custosa, na medida em que intensificaria o tombo da atividade econômica, mas também inviável. De acordo com a carta aberta enviada ao ministro da Fazenda, o Banco Central calcula que a inflação dos preços administrados foi responsável por 39,5% da inflação de 2015. Além do reajuste da energia elétrica, houve outras medidas de recomposição de tarifas públicas e impostos e reajuste nos preços dos combustíveis, que impactaram fortemente esse grupo de preços. Ainda segundo o Banco Central, o repasse da desvalorização cambial foi responsável por outros 14,7% da variação dos preços ao consumidor. Também se destaca no texto o papel das expectativas na formação dos preços. Com a inflação persistentemente alta e as incertezas elevadas, fica reduzida a capacidade da autoridade monetária de ancorar as expectativas de inflação em 4,5% ao ano no médio e no longo prazo.

    Comércio exterior em 2015 – O comércio exterior brasileiro encerrou 2015 com saldo positivo de US$ 19,7 bilhões, ante resultado negativo de -US$ 4 bilhões observado em 2014. O saldo da balança comercial no ano passado é dedicado às exportações de US$ 191,1 bilhões e importações que somaram US$ 171,5 bilhões. O volume de comércio com o exterior chegou a US$ 363 bilhões, queda de 20,2%, comparativamente ao mesmo período anterior. Enquanto as vendas externas tiveram redução de quase 15%, as importações caíram 25%. O valor médio mensal das exportações em dólares foi de US$ 15,9 bilhões, enquanto o das importações foi de US$ 14,3 bilhões. Em todos os meses de 2015, tanto as ex-portações quanto as importações tiveram valores menores do que os observados mês a mês em 2014. No entanto, as quedas observadas nas importações foram significativamente superiores às taxas negativas das exportações, em todos os meses do ano. Apenas em dezembro, a redução nas importações foi de quase 40%, comparativamente a dezembro de 2014, enquanto as exportações caíram 4%. O saldo observado no último mês do ano, US$ 6,5 bilhões, respondeu por 31% do saldo da balança comercial em 2015. No mesmo mês, a taxa de câmbio efetiva desvalorizou-se 1,5%. Ainda em termos de valor, o último trimestre de 2015 foi aquele em que se ob¬servou o maior acirramento da queda nas importações (-12%) e das exportações (-7%). Enquanto isso, o segundo trimestre foi no qual se verificou a maior deprecia¬ção da taxa de câmbio (-18,8%).

    Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD) – Nos últimos dez anos, a tecnologia fotovoltaica tem mostrado potencial para tornar-se uma das fontes de eletricidade predominantes no mundo, com um incremento robusto e contínuo, mesmo em tempos de crise financeira e econômica. Espera-se que esse crescimento continue nos anos seguintes, respaldado pela conscientização das vantagens da energia fotovoltaica. Acompanhando o desenvolvimento internacional do setor fotovoltaico, o Brasil, embora ainda com pequena capacidade instalada, tem buscado superar as barreiras, através de um conjunto de elementos, para inserção da fonte na matriz brasileira. Os avanços alcançados nos últimos anos contemplam ações oriundas de múltiplos agentes, em diversas esferas, destacando-se a regulatória, tributária, normativa, de pesquisa e desenvolvimento, e de fomento econômico. O Ministério de Minas e Energia (MME), no dia 15 de dezembro de 2015, apresentou seu Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), para ampliar e aprofundar as ações de estimulo à geração de energia pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia (em especial, a solar fotovoltaica). O programa pode movimentar pouco mais de R$ 100 bilhões em investimentos até 2030. A Geração Distribuída (GD) traz benefícios para o consumidor e para o setor elétrico: está no centro de consumo, o que reduz a necessidade de estrutura de transmissão elétrica e evita perdas. Até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residências, comércios, indústrias e setor agrícola. O que pode resultar em 23.500 MW (48 TWh produzidos) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

  • Sumário Econômico 1433

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Inadimplência continua a aumentar – Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 0,6% em novembro de 2015, contra o mês imediatamente anterior, após retração de 0,2% em outubro. Taxa similar à ocorrida em janeiro. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 3,2 trilhões no último resultado, representando 53,8% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em novembro de 2015, a variação foi de +7,4%, 4,3 p.p. abaixo da variação de 11,7% observada no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano até novembro, o resultado foi um crescimento de 5,3% no crédito, bem abaixo do avanço de 11,3% demonstrado em 2014. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.614,3 bilhões, 27,3% do PIB e 50,8% do saldo total do crédito. Na comparação mensal, houve avanço de 0,7%, contra uma queda de 0,5% observada no mês anterior e aumento de 0,6% em setembro. Em janeiro, foi o menor resultado de 2015 até o momen¬to, quando os empréstimos para estes recursos caíram 0,7%. Na comparação em 12 meses, a aceleração foi de 4,1%, enquanto no acumulado dos 11 meses houve crescimento de 2,4%, o sétimo mês consecutivo com variação positiva neste quesito e a taxa mais intensa do período. Este avanço na relação anual foi influenciado pelo aumento de 2,4% nos empréstimos a pessoas jurídicas (PJ), enquanto os empréstimos a pessoas físicas (PF) evoluíram 2,3% positivamente. Nos últimos 12 meses, os empréstimos PF mostraram avanço de 3,8%, bem abaixo da média geral (+7,4%).

     

    Outras matérias:

    Indicadores sociais – Nada como iniciar 2016 mostrando alguns aspectos da textura da sociedade brasileira levantados pelo IBGE para 2004-2014, e apresenta¬dos em 2015. As informações servem para identificar a moldura da nossa população sob determinadas observações, como a sócio demografia e os residentes em domicílios. Algumas destas variáveis aceleram no tempo para projetar 2060. Inicialmente, é bom dizer que a população brasileira cresceu de 184 milhões, em 2004, para 202 milhões em 2014. No ano base, os brancos predominavam, participando com 51,2%. Dez anos depois, a predominância passou para os pardos, com 53,6% do total. No bolo da miscigenação, tem-se o processo de envelhecimento dos brasileiros. Até 2030, teremos perfil etário descrito na forma de um quadrilátero isósceles; para chegar em 2060 meio que em ponta cabeça – formato parecido com pentágono. Quer dizer, no primeiro corte (até 2030), a base ainda será alta e constituída por jovens de até 29 anos (45,7%), com grande população entre 30 e 59 anos (40,6%). O destaque da mudança social estará no envelhecimento: os com 60 anos ou mais subiram de 9,7% do total em 2004 para 13,7% em 2014; depois poderão subir para 18,6% em 2030; e darão um salto para 33,7% em 2060. Com o aumento, em menos de meio século nesta faixa de idade, um em cada três cidadãos terá 60 anos ou mais.

    Em defesa do clima – COP 21 – Encerrada em 12 de dezembro de 2015, a 21ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 21), teve como resultado final um acordo que promete trazer melhorias ao futuro do planeta. Instituída em 1992, a Conferência reúne 195 países para discutir o desenvolvimento sustentável global. Em 2015, com a presença de 45.000 participantes, ao contrário do que foi visto nas edições anteriores, a reunião trouxe o primeiro acordo universal sobre o clima. Após intensa negociação, em que o Brasil assumiu papel decisivo, os países que integram a COP 21 estabeleceram compromissos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa: limitar o aumento de temperatura a 1,5°C; criar um fundo anual de US$ 100 bilhões, financiado pelos países ricos, a partir de 2020 para projetos de países em desenvolvimento, para limitar o aquecimento global; e reuniões a cada cinco anos para negociar a ampliação dos cortes de emissão até serem zeradas. Para entrar em vigor em 2020, o acordo deverá ser ratificado pelo menos por 55 países que produzam pelo menos 55¢ das emissões de gases estufa. E qualquer país poderá se retirar do acordo quando bem entender.

    Presente de Natal – De acordo com os primeiros dados apurados por diversas instituições ligadas ao comércio, as vendas de Natal – sendo considerado o período de 18 a 24 de dezembro – caíram em todas as regiões do País. Segundo o indicador Serasa Experian, o faturamento no período natalino despencou 6,4%, e na cidade de São Paulo, a mais importante do Brasil, a queda atingiu 6,1% em relação ao mesmo período de 2014. Ainda de acordo com a entidade, foi o pior desempenho do varejo para as vendas de Natal desde a criação do indicador, em 2003, considerando a comparação com o ano anterior. Da mesma forma, os demais órgãos de pesquisa apresentam índices convergentes, todos variando entre -5% e -7%. Por outro lado, superando as expectativas – que apontavam elevação de 22% – as vendas de Natal no varejo virtual brasileiro registraram novo aumento este ano. O faturamento do comércio eletrônico apresentou crescimento nominal de 26% na comparação com 2014, chegando a R$ 7,4 bilhões, segundo a E-bit/Buscapé, setor de pesquisa em e-commerce do Buscapé Company. Para esse estudo, foi considerado o período de 15 de novem-bro a 24 de dezembro.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 009/2016

    DESTAQUES:

    Sancionada lei do orçamento de 2016 da União

    Definidas regras para planos de saúde nas solicitações de procedimentos e/ou serviços de cobertura assistencial em qualquer modalidade de contratação

    DESTAQUES:

    Sancionada lei do orçamento de 2016 da União

    Definidas regras para planos de saúde nas solicitações de procedimentos e/ou serviços de cobertura assistencial em qualquer modalidade de contratação