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  • Boletim Informativo Diário (BID) 007/2016

    DESTAQUES:

    Designado representante da CNC para integrar a Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva, no tocante a direitos autorais

    Reconduzida Conselheira Suplente representante das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do CRPS

    RFB disciplina a realização do Encontro Nacional de Administradores Tributários

    DESTAQUES:

    Designado representante da CNC para integrar a Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva, no tocante a direitos autorais

    Reconduzida Conselheira Suplente representante das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do CRPS

    RFB disciplina a realização do Encontro Nacional de Administradores Tributários

  • Boletim Informativo Diário (BID) 006/2016

    DESTAQUES:

    Sancionado, com vetos, Novo Código da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasileira

    Divulgados códigos de receita a serem utilizados no Documento para Depósitos Judiciais ou Extrajudiciais à Ordem e à Disposição da Autoridade Judicial ou Administrativa Competente

    Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro notifica as empresas para procederem ao recolhimento da Contribuição Sindical Patronal 2016

    DESTAQUES:

    Sancionado, com vetos, Novo Código da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasileira

    Divulgados códigos de receita a serem utilizados no Documento para Depósitos Judiciais ou Extrajudiciais à Ordem e à Disposição da Autoridade Judicial ou Administrativa Competente

    Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro notifica as empresas para procederem ao recolhimento da Contribuição Sindical Patronal 2016

  • Boletim Informativo Diário (BID) 005/2016

    DESTAQUES:

    Divulgados os fatores de atualização para cálculo das contribuições, dos pecúlios e dos salários-de-contribuição para o mês de janeiro de 2016

    FNHRBS notifica aos Filiados para procederem até o dia 31 de Janeiro de 2016 o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal

    DESTAQUES:

    Divulgados os fatores de atualização para cálculo das contribuições, dos pecúlios e dos salários-de-contribuição para o mês de janeiro de 2016

    FNHRBS notifica aos Filiados para procederem até o dia 31 de Janeiro de 2016 o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal

  • Comércio deve ter atenção redobrada na hora de afixar preços nas liquidações

    A forma correta de afixação de preços no varejo é uma das maiores preocupações do empresário do comércio, principalmente no início do ano, em que ocorrem liquidações e queimas de estoques.

    A forma correta de afixação de preços no varejo é uma das maiores preocupações do empresário do comércio, principalmente no início do ano, em que ocorrem liquidações e queimas de estoques.

    Assim, para que não haja equívocos na hora de anunciar valores e formas de pagamento e ainda garantir que sejam cumpridas as regras estabelecidas na Lei Federal nº 10.962, de 11 de outubro de 2004, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), em parceria com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), lançou, em formato digital, a cartilha “Afixação de preços e fiscalização”.

    Criada em 2012 na versão impressa, a publicação está disponível agora via web, no link: http://afixacaodeprecos.fecomercio.com.br/, e tem como objetivo orientar os comerciantes sobre as normas legais de afixação de preços, segundo o que determina a legislação.

    A página traz todas as orientações sobre os critérios a serem atendidos pelos empreendedores, bem como quanto aos cuidados que devem ser tomados no momento da oferta de produtos. O conteúdo digital foi elaborado com base nas dúvidas mais frequentes de consumidores e de empresários. Além disso, alerta para 10 condutas proibidas que requerem atenção. São elas:

    1. Utilizar código de referência que deixa dúvida quanto à identificação do item ao qual se refere;

    2. Utilizar letras cujo tamanho não seja uniforme ou dificulte a percepção da informação, considerada a distância normal de visualização do consumidor;

    3. Utilizar caracteres apagados, rasurados ou borrados;

    4. Ofertar produtos com preços “a partir de…” em araras, expositores, vitrines, cestos etc., sem indicar em cada unidade de produto ofertado seu respectivo preço à vista. Vale lembrar que se não estiverem mais disponíveis unidades de produto com o preço ofertado na informação “a partir de…”, esta deve ser retirada ou alterada para contemplar o valor mais baixo dos produtos expostos à venda;

    5. Expor preços com as cores das letras e do fundo idênticos ou semelhantes, dificultando a visibilidade;

    6. Ofertar concessão de desconto, deixando de informar o preço à vista do respectivo produto, já com o desconto ofertado (é admissível a oferta do preço da seguinte forma: “de X por Y”);

    7. Expor informação escrita na vertical ou em outro ângulo que dificulte a leitura;

    8. Atribuir preços diferentes para o mesmo item;

    9. Informar preços em moeda estrangeira, sem a sua conversão em moeda corrente nacional em caracteres de igual ou superior destaque;

    10.Informar preços apenas em parcelas, obrigando o consumidor ao cálculo do total.

  • Atendimento odontológico deve priorizar pessoas com deficiência

    O Diário Oficial da União publicou em 7 de janeiro a Resolução nº 167 do Conselho Federal de Odontologia, determinando que os Conselhos Regionais orientem os profissionais sob sua jurisdição a cumprirem as regras estabelecidas pela Lei Federal 13.146/2015 para atendimento prioritário à pessoa com deficiência.

    O Diário Oficial da União publicou em 7 de janeiro a Resolução nº 167 do Conselho Federal de Odontologia, determinando que os Conselhos Regionais orientem os profissionais sob sua jurisdição a cumprirem as regras estabelecidas pela Lei Federal 13.146/2015 para atendimento prioritário à pessoa com deficiência.

    A chamada Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), busca assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participa, desde 2000, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), como representante da Organização Nacional de Empregadores.

    Com vigência a partir de 1º de fevereiro de 2016, a Resolução do CFO detalha alguns pontos para que os profissionais de odontologia possam se adequar à legislação federal. O documento reforça que o agendamento e atendimento às pessoas com necessidades especiais ou que tiverem sua mobilidade reduzida deverá ser priorizado nas clínicas e nos consultórios odontológicos, tanto no âmbito privado como no público

    De acordo com a Resolução nº 167, o atendimento preferencial e obrigatório constitui-se na atenção imediata, em todos os níveis de serviço de saúde, resguardando- se as situações de urgências e emergências dos demais usuários.

    É recomendado ainda que os profissionais elaborem e mantenham atualizados os prontuários dos seus pacientes, fazendo deles constar se o paciente tem necessidades especiais ou mobilidade reduzida, preservando sua privacidade.

    “Existindo mais de um paciente com mobilidade reduzida, em uma mesma fase de tratamento, deverá o profissional priorizar a marcação e a realização de consulta daquele cuja gravidade seja maior”, orienta a Resolução nº 167, em seu artigo 4º.

    Leia abaixo a íntegra da Resolução do CFO.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 004/2016

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de janeiro de 2016

    Republicada a norma que designou o Presidente do Conselho Nacional de Saúde para o Triênio 2015/2018

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de janeiro de 2016

    Republicada a norma que designou o Presidente do Conselho Nacional de Saúde para o Triênio 2015/2018

  • Informe Representações 357

    Assessoria de Gestão das Representações 07/01/2016 – Ano 5, nº 357


    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA)

    Câmaras Técnicas e Plenária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)

    Assessoria de Gestão das Representações 07/01/2016 – Ano 5, nº 357


    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA)

    Câmaras Técnicas e Plenária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)

    O Conama tem por objetivo, assessorar, deliberar e propor, às instâncias superiores do Governo, diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente. As Câmaras Técnicas são responsáveis por elaborar, discutir, aprovar e encaminhar ao Plenário propostas de diretrizes e normas técnicas para a proteção, o controle ambiental e o uso sustentável dos recursos ambientais, observada a legislação pertinente.

    Para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nas Câmara Técnicas e na Plenária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), com mandato de 2 anos, foram indicados os seguintes representantes:

     

    Plenária do Conama

    1º Titular: Paulo César Nauiack

    1º Suplente: Evandro Costa

    2º Suplente: Márcio Milan

     

    2º Titular: Marco Aurélio Sprovieri

    1º Suplente: Cristiane de Souza Soares

    2º Suplente: José Almeida Queiroz

     

    Câmara Técnica Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável

    Titular: Mário Henriques Saladini

    1º Suplente: Kelly Lima

    2º Suplente: Márcio Milan

     

    Câmara Técnica Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos

    Titular: Bernardo Souto

    1º Suplente: Evandro Costa

    2º Suplente: João Vieira

     

    Câmara Técnica Gestão Territorial, Unidades de Conservação e demais Áreas Protegidas

    Titular: João Vieira

    1º Suplente: Benedito Vieira dos Santos

    2º Suplente: Adriane Moraes

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.org.br

  • Boletim Informativo Diário (BID) 003/2016

    DESTAQUES:

    Prorrogado o envio de sugestões ao texto da nova Caderneta da Criança – Passaporte da Cidadania

    Normatizado o atendimento prioritário de pessoas portadoras de necessidades especiais nas clínicas e consultórios odontológicos

    Aprovada a Consolidação das Leis Tributárias em vigor no Município do Rio de Janeiro

    DESTAQUES:

    Prorrogado o envio de sugestões ao texto da nova Caderneta da Criança – Passaporte da Cidadania

    Normatizado o atendimento prioritário de pessoas portadoras de necessidades especiais nas clínicas e consultórios odontológicos

    Aprovada a Consolidação das Leis Tributárias em vigor no Município do Rio de Janeiro

  • Considerações sobre a política econômica

    Em artigo publicado hoje (7) no Jornal do Commercio-RJ, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, aponta que somente uma reforma ampla poderia impulsionar a economia, conter a inflação e evitar o crescimento do déficit do INSS. E estes são só alguns dos problemas.”Na atualidade, o Brasil ostenta a maior carga tributária e a maior taxa real de juros do mundo, com uma dívida pública que se aproxima de 70% do PIB”, afirma.

    Acesse abaixo o artigo na íntegra.   

    Em artigo publicado hoje (7) no Jornal do Commercio-RJ, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, aponta que somente uma reforma ampla poderia impulsionar a economia, conter a inflação e evitar o crescimento do déficit do INSS. E estes são só alguns dos problemas.”Na atualidade, o Brasil ostenta a maior carga tributária e a maior taxa real de juros do mundo, com uma dívida pública que se aproxima de 70% do PIB”, afirma.

    Acesse abaixo o artigo na íntegra.   

  • Considerações sobre a política econômica (Jornal do Commercio de 07 de janeiro de 2016)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    A política econômica do segundo mandato da Presidente Dilma foi marcada por três equívocos de grandes proporções: a expansão de crédito, o subsídio ao consumo e o controle de preços, principalmente de combustíveis e energia elétrica. No primeiro e segundo casos, alimentou-se a inflação, mediante expansão da demanda; no terceiro, tentou-se corrigir a inflação, com pesado sacrifício das duas maiores empresas do Brasil. Deu no que deu.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    A política econômica do segundo mandato da Presidente Dilma foi marcada por três equívocos de grandes proporções: a expansão de crédito, o subsídio ao consumo e o controle de preços, principalmente de combustíveis e energia elétrica. No primeiro e segundo casos, alimentou-se a inflação, mediante expansão da demanda; no terceiro, tentou-se corrigir a inflação, com pesado sacrifício das duas maiores empresas do Brasil. Deu no que deu.

    Qual a orientação da política econômica atual? O crédito está sendo cortado, assim como os programas de subsídio ao consumo. Paralelamente, procura-se corrigir os erros do anterior controle de preços, mediante correção dos preços reprimidos. O resultado, até agora, tem sido, de um lado, a queda das atividades econômicas (recessão) e, do outro, a ocorrência de uma inflação corretiva, inevitável.

    Ocorre, ao mesmo tempo, uma situação que os economistas classificam como “dominância fiscal”, o que significa que o desequilíbrio das contas públicas é o grande responsável pela crise econômica e que qualquer solução tem de vir da parte do Governo, pois a política monetária tornou-se ineficaz.

    Nesse contexto, fica difícil encontrar uma solução, pois o Governo está literalmente quebrado, gasta inexoravelmente mais do que arrecada, está perdendo arrecadação e não consegue pagar nem mesmo uma parcela mínima dos juros que pesam sobre a dívida pública. Na atualidade, o Brasil ostenta a maior carga tributária e a maior taxa real de juros do mundo, com uma dívida pública que se aproxima de 70% do PIB. O resultado é a recessão econômica que está ocorrendo em 2015, que deverá prosseguir em 2016 e, quem sabe, em 2017.

    Há que considerar, ainda, a “bomba relógio” que está se aproximando, no quadro da previdência social. Com as mudanças inevitáveis na estrutura demográfica, a população brasileira deve parar de crescer em torno de 2030. Segundo o IBGE, entre 1980 e 2013, no Brasil, a expectativa de vida ao nascer aumentou de 62,5 anos para 74,9. Até lá, o número dos idosos e aposentados vai ultrapassar o número dos trabalhadores na ativa, que representa a base de arrecadação do INSS. O pagamento das pensões e aposentadorias vai ser um problema angustiante, deixando claro que certamente não é mais possível que os brasileiros continuem se aposentando, em média, com 57,5 anos de idade.

    O Governo precisa, urgentemente, acordar para esse problema e aprovar uma reforma que estabeleça uma idade mínima para a aposentadoria, a igualdade de tratamento entre homens e mulheres, corrigir as distorções relacionadas aos trabalhadores rurais e a situação dos políticos, servidores públicos e professores aposentados precocemente.

    O déficit do INSS deverá alcançar R$88,9 bilhões neste ano e, segundo o projeto de lei orçamentária para 2016, deverá chegar a R$124,9 bilhões. No regime próprio do funcionalismo federal, o ano será fechado com déficit de R$68,4 bilhões, caminhando para R$69,97 bilhões no próximo ano, quando o déficit projetado para os dois regimes vai chegar a cerca de R$200 bilhões. Uma tragédia.

     

    Jornal do Commercio de 07 de janeiro de 2016.