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  • Comissão pode votar a prorrogação da DRU

    Está marcada para esta terça-feira (15/12) a votação do relatório da comissão especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A oposição obstruiu as votações da comissão na última semana.

    São debatidas três propostas (PECs 4; 87; e 112, todas de 2015) que renovam o mecanismo que autoriza o governo a usar livremente parte da arrecadação da União e cuja vigência atual termina no fim deste ano. A prorrogação é considerada prioridade no ajuste fiscal.

    Está marcada para esta terça-feira (15/12) a votação do relatório da comissão especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A oposição obstruiu as votações da comissão na última semana.

    São debatidas três propostas (PECs 4; 87; e 112, todas de 2015) que renovam o mecanismo que autoriza o governo a usar livremente parte da arrecadação da União e cuja vigência atual termina no fim deste ano. A prorrogação é considerada prioridade no ajuste fiscal.

    Na última terça-feira (8), o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, fez um apelo, durante audiência pública na comissão, para que o Congresso aprove a prorrogação da DRU o mais rapidamente possível. Segundo ele, isso poderia representar R$ 117 bilhões para investir em políticas públicas importantes no ano que vem.

    Críticas

    Apesar da oposição ter obstruído a votação na última reunião, o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), afirmou que a oposição não pode ser a culpada pela não votação de matérias de interesse do País, como a proposta da DRU. Ele criticou a ausência de parlamentares governistas na reunião da última quinta-feira (10). “A oposição não pode ser responsabilizada pela não votação de qualquer matéria. Somos minoria na Casa. Se o governo não tem compromisso econômico com o País, isso se dá pelo caos em que vivemos, a falta de agenda, de liderança por parte do governo”, afirmou.

    Fonte Jornal da Câmara

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  • Intenção de Consumo das Famílias alcança estabilidade após dez meses consecutivos de queda

    Depois de dez meses consecutivos de queda, nos menores índices já registrados desde janeiro de 2010, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu, em dezembro, uma estabilidade. O índice ficou em 76,5 pontos (0,1% superior ao registrado no mês de novembro e 36% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado). “Apesar de ser uma leve alta na comparação mensal, estatisticamente significa apenas estabilidade no ritmo de queda.

    Depois de dez meses consecutivos de queda, nos menores índices já registrados desde janeiro de 2010, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu, em dezembro, uma estabilidade. O índice ficou em 76,5 pontos (0,1% superior ao registrado no mês de novembro e 36% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado). “Apesar de ser uma leve alta na comparação mensal, estatisticamente significa apenas estabilidade no ritmo de queda. É um efeito sazonal, pelo fato de dezembro ser um mês caracterizado pela geração de vagas temporárias e por maiores gastos dos consumidores por conta do Natal – ainda que neste ano o cenário não confirme o otimismo característico de outros anos”, explica Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

     

    O índice de dezembro mostrou diferenças na intenção de consumo das famílias com maior renda e entre aquelas que recebem abaixo de dez salários mínimos. Enquanto o nível de confiança das famílias mais ricas apresentou alta de 1,9% na comparação mensal, entre aquelas com rendimento inferior o índice registrou queda de 0,3%.

     

    O componente que mede a satisfação com o emprego atual é o único que permanece acima da zona de indiferença, de 100 pontos. Mesmo assim, o índice, que ficou em 103,6 pontos, registra quedas de 0,9% em relação ao mês anterior e 20,6% na comparação anual. Apenas 30,2% das famílias se sentem mais seguras em relação ao emprego atual.

     

    No entanto, as famílias mostraram leve melhora nas perspectivas em relação ao mercado de trabalho na comparação mensal, com alta de 2,4%. Para a CNC, apesar de a geração de vagas temporárias estar bastante aquém dos últimos anos, dezembro ainda é um mês que gera otimismo em termos de colocação em postos de trabalho, em razão das festas de final de ano. Apesar da estabilidade no índice, a Confederação acredita que o Natal deve refletir o desaquecimento visto ao longo do ano de 2015, e não será animador para o mercado de trabalho nem para os consumidores. Para 2015 a CNC prevê queda de 4% nas vendas do varejo restrito. Já no varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, a previsão é de queda de 7,1%.

     

    Clique aqui para acessar a análise, os gráficos e a série histórica da ICF

     

    A partir das 10 horas, a assessora Econômica da CNC, Juliana Serapio, atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 229/2015

    DESTAQUES:

    Receita estabelece regras para entrega da DCTF

    Encerrada revisão do procedimento especial para o produto “objetos de louça para mesa, independente do seu grau de porosidade”, em decorrência da aplicação do direito antidumping definitivo às importações brasileiras de objetos de louça para mesa, originárias da China, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Designados representantes da Fecomércio-TO para o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins

    DESTAQUES:

    Receita estabelece regras para entrega da DCTF

    Encerrada revisão do procedimento especial para o produto “objetos de louça para mesa, independente do seu grau de porosidade”, em decorrência da aplicação do direito antidumping definitivo às importações brasileiras de objetos de louça para mesa, originárias da China, onde a CNC foi convocada para a audiência final

    Designados representantes da Fecomércio-TO para o Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins

  • Carta Mensal 725

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

    Para solicitar outras edições, clique aqui.

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Carta Mensal 726

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • CNC divulga amanhã resultados de DEZEMBRO da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 15 de dezembro, os resultados de dezembro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, 15 de dezembro, os resultados de dezembro da Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora Econômica da Confederação, Juliana Serapio, estará disponível para atender os jornalistas. Análise e gráficos serão enviados por e-mail, e a pesquisa também será publicada em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador mede com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da situação de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • Consumo das famílias estabiliza após dez meses de queda

    Depois de dez meses consecutivos de queda, nos menores índices já registrados desde janeiro de 2010, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu, em dezembro, uma estabilidade. O índice ficou em 76,5 pontos (0,1% superior ao registrado no mês de novembro e 36% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado).

    Depois de dez meses consecutivos de queda, nos menores índices já registrados desde janeiro de 2010, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu, em dezembro, uma estabilidade. O índice ficou em 76,5 pontos (0,1% superior ao registrado no mês de novembro e 36% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado).

    “Apesar de ser uma leve alta na comparação mensal, estatisticamente significa apenas estabilidade no ritmo de queda. É um efeito sazonal, pelo fato de dezembro ser um mês caracterizado pela geração de vagas temporárias e por maiores gastos dos consumidores por conta do Natal – ainda que neste ano o cenário não confirme o otimismo característico de outros anos”, explica Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

    O índice de dezembro mostrou diferenças na intenção de consumo das famílias com maior renda e entre aquelas que recebem abaixo de dez salários mínimos. Enquanto o nível de confiança das famílias mais ricas apresentou alta de 1,9% na comparação mensal, entre aquelas com rendimento inferior o índice registrou queda de 0,3%.

    O componente que mede a satisfação com o emprego atual é o único que permanece acima da zona de indiferença, de 100 pontos. Mesmo assim, o índice, que ficou em 103,6 pontos, registra quedas de 0,9% em relação ao mês anterior e 20,6% na comparação anual. Apenas 30,2% das famílias se sentem mais seguras em relação ao emprego atual.

    No entanto, as famílias mostraram leve melhora nas perspectivas em relação ao mercado de trabalho na comparação mensal, com alta de 2,4%. Para a CNC, apesar de a geração de vagas temporárias estar bastante aquém dos últimos anos, dezembro ainda é um mês que gera otimismo em termos de colocação em postos de trabalho, em razão das festas de final de ano.

    Apesar da estabilidade no índice, a Confederação acredita que o Natal deve refletir o desaquecimento visto ao longo do ano de 2015, e não será animador para o mercado de trabalho nem para os consumidores. Para 2015 a CNC prevê queda de 4% nas vendas do varejo restrito. Já no varejo ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção, a previsão é de queda de 7,1%.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – dezembro de 2015

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Fecomércio-SE une Câmaras de Comércio para fiscalizar aplicação da Lei dos Desmanches

    A Federação do Estado de Sergipe (Fecomércio-SE) reuniu as Câmaras Empresariais do Comércio de Seguros e de Peças e Serviços para Veículos da entidade para fiscalizar a aplicabilidade da Lei 12.977/2015, conhecida como “Lei do Desmanche”, nos estabelecimentos comerciais de autopeças em Sergipe. 

    A Federação do Estado de Sergipe (Fecomércio-SE) reuniu as Câmaras Empresariais do Comércio de Seguros e de Peças e Serviços para Veículos da entidade para fiscalizar a aplicabilidade da Lei 12.977/2015, conhecida como “Lei do Desmanche”, nos estabelecimentos comerciais de autopeças em Sergipe. 

    A atuação das Câmaras Empresariais será direcionada para as lojas que comercializam peças usadas para veículos, os conhecidos “ferros-velhos”, a fim de uma maneira correta e formalizada para o descarte de peças de veículos acidentados que tenham sido avaliados como perda total pelas seguradoras. Segundo o coordenador das Câmaras Empresariais, Gildo Antonio, a intenção é coibir o comércio de peças de veículos roubados ou furtados entre os materiais vendidos como reúso, geralmente comercializadas com preços mais baratos, mas sem conhecimento de sua procedência. 

    Segundo o coordenador da Câmara Empresarial de Seguros, Erico Melo, a iniciativa fortalece os segmentos de seguros e de peças e serviços para veículos, ao estimular o comércio de peças de reúso de procedência garantida e qualidade comprovada. “Cobrar as ações do setor público para o comércio de peças usadas e provenientes de acidentes promoverá mais segurança para o consumidor, além do preço mais baixo para a compra da peça e a qualidade garantida”, destacou. Já para Carlos Augusto, coordenador da Câmara de Peças e Serviços Automotivos da Fecomércio, a importância da ação unificada das Câmaras é fundamental para o êxito na coibição do comércio de peças de veículos provenientes de sinistro. “Quanto mais fiscalizarmos as irregularidades no comércio de peças, mais o consumidor se voltará para o mercado regular e legal”, afirmou. 

    De acordo com o presidente da Federação, Laércio Oliveira, tratar os assuntos relativos aos empresários representados nas duas câmaras garante um comércio mais forte para os segmentos. “As ações das Câmaras Empresariais da Fecomércio-SE garantirão o melhor funcionamento dos mercados tanto de seguros como de peças e serviços para veículos”, disse.

  • TV CNC – 60 anos do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC completou 60 anos de atuação. Na comemoração, além da homenagem aos conselheiros consultivos,  o debate de uma agenda representativa vigorosa, voltada para o desenvolvimento de um setor cada vez mais importante para a economia brasileira e historicamente defendido pela CNC.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC completou 60 anos de atuação. Na comemoração, além da homenagem aos conselheiros consultivos,  o debate de uma agenda representativa vigorosa, voltada para o desenvolvimento de um setor cada vez mais importante para a economia brasileira e historicamente defendido pela CNC.