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  • CNC apoia Congresso de Jornais do Interior

    O vice-presidente Administrativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Darci Piana, defendeu a sustentabilidade dos veículos de comunicação do interior do Brasil, área responsável por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas geradas pelo País). Reconhecendo que aqueles empresários de comunicação sobrevivem a inúmeras adversidades, ele os classificou como “guerreiros do jornalismo”.

    O vice-presidente Administrativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Darci Piana, defendeu a sustentabilidade dos veículos de comunicação do interior do Brasil, área responsável por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas geradas pelo País). Reconhecendo que aqueles empresários de comunicação sobrevivem a inúmeras adversidades, ele os classificou como “guerreiros do jornalismo”.

    Piana fez em Florianópolis, em 19 de junho, a palestra de abertura do 43º Congresso da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC) e V Encontro Nacional de Jornais do Interior, eventos apoiados pela CNC. Ele falou para cerca de 600 pessoas sobre o tema “Como o Brasil vê o seu Interior”. Estavam presentes à solenidade autoridades do Estado, parlamentares, o secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua, e o ministro da Previdência Social, Carlos Gabas.

    Segundo o dirigente, que também preside a Fecomércio-PR, a CNC, as federações de comércio e os sindicatos empresariais consideram relevante a parceria em prol da sustentabilidade da imprensa do interior. “É importante que os pequenos jornais continuem crescendo e se tornem instituições sólidas.”

    O empresário estabelecido no interior, seja do comércio, seja da indústria, tem necessidade de informação, de conhecimento sobre a realidade do local onde tem seu negócio, para vender o seu produto e impulsionar o crescimento de sua empresa, argumentou Piana. “E as informações confiáveis de sua região não são produzidas pelos grandes veículos, mas por aqueles instalados nas cidades de menor porte.”

    Na avaliação do vice-presidente Administrativo da CNC, um encontro como o promovido pela Adjori, é oportuno por permitir debater com profundidade o papel dos veículos impressos diante das cada vez mais usadas plataformas digitais, com suas informações instantâneas no celular ou tablete. O evento, disse, incentivou os participantes uma discussão franca, além de oferecer oportunidade para assistir palestras com profissionais com visão ampla desse processo.

    “Do lado do comércio, a CNC e as federações nos Estados têm uma responsabilidade fundamental porque integram o alicerce que dá sustentação às nossas empresas de comunicação, quer sejam elas de jornais, rádios ou TV”, concluiu Piana. Os dois eventos foram encerrados em 21 de junho.

  • Câmara debate influência da tecnologia no comércio

    A Câmara Brasileira de Tecnologia da Informação (CBTI), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou sua primeira reunião em 18 de junho, no Rio de Janeiro, para debater as mudanças que as tecnologias trazem para o comércio, avanços na legislação do segmento e incentivos para o setor. Em 2015, a CBTI tem o objetivo de discutir os impactos das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na atividade do comércio e propor recomendações para a expansão do uso dessas tecnologias no setor.

    A Câmara Brasileira de Tecnologia da Informação (CBTI), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizou sua primeira reunião em 18 de junho, no Rio de Janeiro, para debater as mudanças que as tecnologias trazem para o comércio, avanços na legislação do segmento e incentivos para o setor. Em 2015, a CBTI tem o objetivo de discutir os impactos das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na atividade do comércio e propor recomendações para a expansão do uso dessas tecnologias no setor.

    Segundo o coordenador da CBTI, Francisco Saboya, a Câmara dará ênfase às tecnologias associadas ao comércio eletrônico e às ferramentas de redução de riscos de cadastro, crédito e outras fontes de perdas para o setor. Para o secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua, a CNC procurou reunir representantes e empresários de todo o País em torno do tema. “Nossa intenção é acolher os debates relevantes para o segmento e transformá-los em ações de representação e políticas defendidas pela CNC, pelas federações e pelos sindicatos”, afirmou.

    Francisco Saboya, que é diretor-presidente do parque tecnológico Porto Digital, em Recife (PE), e especializado em desenvolvimento de software e economia criativa, abordou o acesso e o uso da internet no País e apresentou dados do Comitê Gestor da Internet (CGI) que mostram que cerca de 40% dos domicílios brasileiros estão conectados, o que equivale a 86 milhões de pessoas. No entanto, esses números diminuem nas áreas rurais e mais afastadas dos grandes centros urbanos e em domicílios das classes C e D. Por isso, ele destaca a necessidade de democratizar o uso da internet. “Enquanto o Brasil não endereçar uma política de acesso a uma internet de qualidade e de baixo custo, essa situação não mudará, e é preciso que se veja a inclusão digital como uma questão social”, afirmou Saboya.

    A TI para o comércio

    A CBTI abordou de que forma a tecnologia influencia e traz mudanças para o comércio, discutindo temas como o comércio eletrônico, crimes eletrônicos, eSocial e o sistema eletrônico de licitações (pregões on-line). O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto, lembrou que cada vez mais o governo aumenta a exigência da entrega de documentação trabalhista, entre outras, de forma eletrônica. Ele citou o eSocial, projeto do governo federal que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados por meio eletrônico. “Num país do tamanho do Brasil e com as dificuldades de acesso à internet que enfrentamos, não sei como será possível cumprir com as exigências do eSocial”, disse.

    Comércio Eletrônico – O volume de negócios no comércio eletrônico em todo o mundo é de US$ 1,4 trilhão, e no Brasil alcança R$ 35,8 bilhões, com uma taxa de crescimento de 24% ao ano (2014), contabilizando mais de 100 milhões de pedidos. Para o coordenador da CBTI, o comerciante não pode mais estar fora desse processo, e hoje apenas 13% das empresas realizam comércio eletrônico. “As TICs e o comércio eletrônico requerem novas estratégias comerciais para compra e venda de produtos e serviços on-line”, declarou Saboya. Ele também lembrou a necessidade dos empresários estarem mais presentes nas redes sociais, onde estão os clientes. “Mais de 90% das empresas com mais de 10 funcionários têm acesso à internet, mas apenas 37% delas usam as redes sociais, onde estão 77% dos clientes conectados” completou Saboya.

    Educação para o uso da internet – Durante a reunião da CBTI foi levantada a necessidade de orientar o empresário do comércio a como utilizar as TICs para gerar mais lucros e melhorar o trabalho. Para Jean Paul Neumann, da empresa NTech Tecnologia da Informação, uma das principais ações da CNC deve ser conscientizar o comerciante sobre a realidade do comércio eletrônico. Ele citou como um dos entraves às lojas on-line o alto índice de chargeback, quando ocorre o cancelamento de uma venda feita com cartão de débito ou crédito. “Isso atrapalha a entrada dos pequenos e médios comerciantes no comércio eletrônico. Mesmo que uma venda tenha sido autorizada, se a operadora do cartão de crédito descobrir que a compra foi fraudada, ela repassa o prejuízo para o comerciante”, destacou Neumann.

    A TI como negócio

    Outra reivindicação apresentada na reunião da Câmara foi pensar a TI como um setor estratégico não apenas em razão das contribuições que ela oferece para o comércio. “A TI é um setor economicamente viável. A Apple é, hoje, a empresa mais valiosa do mundo e equivale à Bovespa. A índia importa tecnologia, e o Brasil está engatinhando. É preciso pensar esse setor como um negócio”, defendeu Marcos Villela, representante da Fecomércio-GO.

    Nesse sentido, a CBTI debateu a importância de se defender um avanço na legislação para o segmento, com uma lei que aborde exclusivamente a proteção aos dados pessoais e também incentivos para o setor. Para o advogado Renato Opice Blum, que representa a Fecomércio-SP na CBTI, é preciso avançar na legislação para o segmento, e o Brasil está atrasado em relação aos demais países. “O Direito é, por natureza, atrasado. Na área tecnológica é ainda mais. Na parte jurídica, nossos tribunais se adequam bem, mas na área legislativa temos que estar atentos e agir em conjunto para que não surjam leis que são retrocessos, como o Marco Civil da Internet” afirmou.

    Para o secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua, o papel da CNC e das federações é promover as condições políticas para o desenvolvimento do setor. “Precisamos levantar as necessidades e soluções para o setor avançar e mapear as lideranças políticas que podem apoiar e levar adiante projetos de lei. Saímos daqui com o compromisso de retomar esse debate e entregar, até o final deste ano, uma agenda completa e estruturada para o desenvolvimento do segmento de TI”, concluiu Arzua.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 108/2015

    DESTAQUES:

    Prorrogado o prazo fixado para a substituição dos extintores de incêndio com carga de pó BC pelos extintores de incêndio com carga de pó ABC

    MTE regula os procedimentos relativos à celebração, supervisão da execução e análise de prestação de contas de convênios e contratos

    Designado representante da Fecombustíveis para o Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas

  • Sumário Econômico 1406

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    A saga do Mercosul – O Mercado Comum do Sul (Mercosul) emerge do Tratado de Assunção, que prevê, em essência, o funcionamento de uma União Aduaneira na qual se pratica o livre comércio e uma política comercial comum entre os estados-membros. O Tratado de Assunção estabelece que o Mercado Comum estaria assentado em quatro pilares básicos, sendo eles a livre circulação de bens, serviços e fatores de produção, a fixação de uma tarifa externa comum em relação a terceiros países, a coordenação da política macroeconômica e das políticas setoriais entre os estados-membros, e o compromisso de harmonizar as legislações nacionais para facilitar o processo de integração. Na primeira década de sua implantação, o Mercosul propiciou importante crescimento das trocas comerciais entre os países-membros, da ordem de 400%, com destaque para as exportações brasileiras para a Argentina, que cresceram mais de 1.000%, destravando o represamento do comércio entre os dois países e proporcionando, igualmente, um nítido aumento da escala industrial de vários setores, como no setor automobilístico na Argentina, e no setor de bens duráveis no Brasil.

     

    Outras matérias:

    Programa de Investimento em Logística – Buscando dar uma sinalização positiva ao mercado e fazer deslanchar investimentos em logística através do sistema de concessões à iniciativa privada, o Governo Federal lançou o Programa de Investimento em Logística, cuja projeção alcança R$ 198,4 bilhões, divididos da seguinte forma: Rodovias, R$ 66,1 bilhões; Ferrovias, R$ 86,4 bilhões; Portos, R$ 37,4 bilhões e Aeroportos, R$ 8,5 bilhões. Em relação às rodovias, nota-se a continuidade do programa lançado em 2012, e o modelo de licitação será a oferta da concessão através de leilão pela menor tarifa. O leilão da Ponte Rio-Niterói, ocorrido recentemente, faz parte dessa iniciativa. Seis empresas concorreram e a vencedora apresentou uma proposta de deságio de 36%, levando a uma redução da tarifa, no caso de automóveis, de R$ 5,20 para R$ 3,70. Ainda para 2015, estão previstos outros quatro leilões, que somados irão totalizar R$ 19,6 bilhões. Com os investimentos projetados para o modal ferroviário de R$ 86,4 bilhões, o governo poderá realizar os leilões por maior valor de outorga, menor tarifa ou compartilhamento de investimento. Na Ferrovia Norte-Sul, serão R$ 7,8 bilhões nos trechos de Palmas (TO) – Anápolis (GO) e Barcarena (PA) – Açailândia (MA); e R$ 4,9 bilhões entre Anápolis (GO), Estrela D´Oeste (SP) e Três Lagoas (MS). Na ferrovia entre Lucas do Rio Verde (MT) e Miritituba (PA) serão R$ 9,9 bilhões. Estão previstos investimentos de R$ 7,8 bilhões para a ferrovia que ligará o Rio de Janeiro (RJ) a Vitória (ES). Há ainda a projeção de R$ 40 bilhões para o trecho brasileiro da Bioceânica, que ligará o Brasil ao Peru. Para as concessões existentes, serão R$ 16 bilhões.

    Crédito cresce 1,4% no primeiro quadrimestre – Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 0,1% no quarto mês de 2015, contra o mês imediatamente anterior, 1,1 ponto percentual abaixo do resultado de março, 1,2%. Segundo pior resultado do ano, sendo janeiro a pior taxa, com queda de 0,2%. Esta foi a primeira queda desde janeiro de 2013, quando houve retração de 0,1%. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 3,1 trilhões no último resultado, representando 54,5% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em abril de 2015, a variação foi de +10,5%, 2,7 p.p. abaixo da variação de 13,2% observada no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano até abril, o resultado foi um crescimento de 1,4% no crédito. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.575,1 bilhões, 28,0% do PIB e 51,5% do saldo total do crédito. Na comparação mensal, houve uma queda de 0,2%, a segunda observada no ano. Em janeiro, os empréstimos para estes recursos recuaram 0,7%. Na comparação em 12 meses, a aceleração foi de 4,9%, enquanto no acumulado do quadrimestre houve retração de 0,1%. As operações com recursos direcionados representaram 26,4% do PIB, com saldo de R$ 1.486,0 bilhões. No acumulado em 12 meses, cresceram 17,1%, 6,6 p.p. acima das operações totais do sistema financeiro; entretanto, o resultado foi abaixo do observado no mês anterior, 18,4%.

    Cartão Correios Fácil – Um produto dos Correios que pode despertar muito interesse, mas ainda está com pouca evidência por causa da lentidão da divulgação, já está na praça; e graças às características, ao que parece pode vir a atrair o universo das micros e pequenas empresas no comércio exterior e no e-commerce, bem como fazer com que estas empresas possam ganhar musculatura para mandar produtos com muita frequência para qualquer lugar do País, a um custo mais razoável. Nas transações pela internet, as estatísticas mostram a relação de peso a favor dos Correios: a cada dez empresas no comércio eletrônico, nove utilizam os serviços dos Correios. Para ampliar a participação no mercado, o maior operador logístico da América Latina tem procurado trabalhar para expandir suas atividades, diversificando serviços, buscando atingir as unidades produtivas, dentre as quais as milhões de micros e pequenas empresas, que podem vir a planejar seu crescimento através da atuação dos Correios como efetivo parceiro.

     

  • AEB lança Encontro Nacional de Comércio Exterior

    O lançamento oficial do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2015), promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), foi oficializado em 18 de junho, na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), com a presença do secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia Tavares de Araújo.

    O lançamento oficial do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2015), promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), foi oficializado em 18 de junho, na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), com a presença do secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia Tavares de Araújo. O Enaex 2015 será realizado no Rio de Janeiro, nos dias 19 e 20 de agosto, no Centro de Convenções Sul América, tendo como tema central a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, informou Fábio Faria, vice-presidente da AEB. Na ocasião, será lançado livro comemorativo dos 45 anos da Associação. 

    O secretário de Comércio e Serviços do MDIC abordou a formação da agenda de competitividade para o mercado externo, que tem o objetivo de impulsionar a exportação de serviços e a internacionalização das empresas do setor. O secretário chamou a atenção para a importância da criação de medidas que estejam em consonância com o Plano Nacional de Exportação, que será lançado pelo governo federal. “Além da necessidade de entender as demandas do setor, esse levantamento também é fundamental para criarmos uma estratégia eficaz que seja atrelada ao plano”, afirmou Marcelo. O presidente da AEB, José Augusto de Castro, também destacou a importância do Plano Nacional de Exportação. 

    De acordo com o secretário do MDIC, várias entidades apresentaram propostas para a agenda de alavancagem de comércio e serviços, destacando-se a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE) e a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

  • Fenacon pede prorrogação da entrega da Escrituração Contábil Digital

    O diretor Político Parlamentar da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, esteve reunido, em 18 de junho, com o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, para discutir as dificuldades de usuários para a entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD).

    O diretor Político Parlamentar da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, esteve reunido, em 18 de junho, com o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, para discutir as dificuldades de usuários para a entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD).

    A Fenacon reiterou o pedido de prorrogação da entrega da ECD, cujo prazo vence em 30 de junho, que é o último dia útil do mês. “Espero que a Receita se sensibilize com a nossa solicitação e prorrogue o prazo em pelo menos 30 dias. Isso já representará um grande alívio para as empresas”, disse Pietrobon.

    O subsecretario afirmou que vai repassar a solicitação à assessoria técnica e, somente então, vai emitir um parecer sobre se a Receita vai prorrogar o prazo ou apresentar nova solução sobre o assunto.

    Recomendação

    A orientação da Fenacon para empresários que estejam com dificuldades para a emissão da ECD, por meio da utilização da e-PF ou e-CPF, é que utilizem a procuração conforme estabelecido na seção 1.13 do Manual de Orientação do Leiaute do Sped Contábil: o livro pode ser assinado por procuração, desde que ela seja arquivada na Junta Comercial, no caso de empresas com registro nesses órgãos, ou registrada em cartório, no caso de sociedades não empresariais. O Sped Contábil não faz qualquer conferência da assinatura ou dos procuradores, e a procuração eletrônica da RFB não pode ser utilizada. 

    A Escrituração Contábil Digital (ECD) foi instituída para fins fiscais e previdenciários e deve ser transmitida, pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Ela será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém e, quando for o caso, após a autenticação pelos órgãos de registro.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 107/2015

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, a lei que altera as regras da aposentadoria do INSS

    Editada Medida Provisória estabelecendo fórmula progressiva para o cálculo das aposentadorias do INSS

  • Descontada a inflação, receita de serviços teve queda de 6,6% em abril

    Em abril a receita bruta de serviços cresceu 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE em 18 de junho. Esse resultado representa uma forte desaceleração ante a variação interanual registrada em março, quando, influenciada pelo efeito calendário, a receita do setor avançou 6,1% em termos nominais. No acumulado do ano a variação de receita de serviços (+2,6%) aponta para uma perda de ritmo ante o crescimento verificado em 2014 (+6,0%). Em 2012 e 2013 o faturamento do setor avançou 10,0% e 8,5%, respectivamente.

    Em abril a receita bruta de serviços cresceu 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE em 18 de junho. Esse resultado representa uma forte desaceleração ante a variação interanual registrada em março, quando, influenciada pelo efeito calendário, a receita do setor avançou 6,1% em termos nominais. No acumulado do ano a variação de receita de serviços (+2,6%) aponta para uma perda de ritmo ante o crescimento verificado em 2014 (+6,0%). Em 2012 e 2013 o faturamento do setor avançou 10,0% e 8,5%, respectivamente.

    Descontada a inflação de serviços (+8,3% nos 12 meses encerrados em abril deste ano, segundo o IPCA), a receita real do setor apresentou recuo 6,6% – o décimo quarto consecutivo nesse tipo de comparação e o terceiro maior da série histórica. De acordo com Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), essa queda mensal contribuiu para acentuar o resultado negativo do primeiro trimestre (-5,6%), levando o setor de serviços a acumular uma retração de 5,8% nos quatro primeiros meses do ano.

    A série da PMS teve início em janeiro de 2012 e não conta com um deflator próprio nem com ajustes sazonais. Os serviços de educação, saúde e financeiros não são pesquisados. Ainda assim, os demais subsetores respondem por 36,5% de todo o valor adicionado bruto gerado pela economia e por 34,6% do pessoal ocupado no País.

  • Descontada a inflação, receita de serviços teve queda de 6,6% em abril – terceira maior da série

    Em abril a receita bruta de serviços cresceu 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (18) pelo IBGE. Esse resultado representa uma forte desaceleração ante a variação interanual registrada em março, quando, influenciada pelo efeito calendário, a receita do setor avançou 6,1% em termos nominais. No acumulado do ano a variação de receita de serviços (+2,6%) aponta para uma perda de ritmo ante o crescimento verificado em 2014 (+6,0%). Em 2012 e 2013 o faturamento do setor avançou 10,0% e 8,5%, respectivamente.

    Em abril a receita bruta de serviços cresceu 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (18) pelo IBGE. Esse resultado representa uma forte desaceleração ante a variação interanual registrada em março, quando, influenciada pelo efeito calendário, a receita do setor avançou 6,1% em termos nominais. No acumulado do ano a variação de receita de serviços (+2,6%) aponta para uma perda de ritmo ante o crescimento verificado em 2014 (+6,0%). Em 2012 e 2013 o faturamento do setor avançou 10,0% e 8,5%, respectivamente.

     

    Descontada a inflação de serviços (+8,3% nos 12 meses encerrados em abril deste ano, segundo o IPCA), a receita real do setor apresentou recuo 6,6% – o décimo quarto consecutivo nesse tipo de comparação e o terceiro maior da série histórica. De acordo com Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), essa queda mensal contribuiu para acentuar o resultado negativo do primeiro trimestre (-5,6%), levando o setor de serviços a acumular uma retração de 5,8% nos quatro primeiros meses do ano.

     

    A série da PMS teve início em janeiro de 2012 e não conta com um deflator próprio nem com ajustes sazonais. Os serviços de educação, saúde e financeiros não são pesquisados. Ainda assim, os demais subsetores respondem por 36,5% de todo o valor adicionado bruto gerado pela economia e por 34,6% do pessoal ocupado no País.

     

    O economista da CNC Fabio Bentes pode atender aos jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Intenção de Consumo das Famílias em junho cai 23,8% na comparação anual

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou 91,7 pontos em junho – quedas de 23,8% na comparação com o mesmo período de 2014 e 4,8% em relação ao mês passado. O índice está, pelo segundo mês consecutivo, na zona negativa – abaixo de 100 pontos.

     

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou 91,7 pontos em junho – quedas de 23,8% na comparação com o mesmo período de 2014 e 4,8% em relação ao mês passado. O índice está, pelo segundo mês consecutivo, na zona negativa – abaixo de 100 pontos.

     

    A análise mensal de 18 mil questionários mostra que todos os indicadores ligados ao consumo (Compra a Prazo, Nível de Consumo Atual, Perspectiva de Consumo e Momento para Duráveis) estão na zona negativa. Os subitens relacionados à satisfação com o emprego (Emprego Atual, Perspectiva Profissional e Renda Atual) também tiveram quedas nos comparativos mensais e anuais, mas ainda permanecem acima dos 100 pontos.

     

    A maior parte das famílias declararam estar com o nível de consumo menor que o do ano passado (49,1%, ante 46,8% em maio). Momento para Bens Duráveis é o componente que registra o menor índice (65,5 pontos) – quedas de 7,2% na comparação mensal e 38,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a CNC, a maioria das famílias (62,9%) consideram o momento desfavorável para a compra desse tipo de item, e os altos custos do crédito e de endividamento permanecem os principais motivadores do enfraquecimento na intenção de compras.

     

    Na divisão por faixa de renda, o nível de confiança das famílias com renda acima de dez salários foi o mais abalado, registrando 91,1 pontos, enquanto o daquelas com renda inferior a dez salários mínimos ficou em 92 pontos.

     

    Diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento dos recursos no mercado de crédito e de novas quedas na confiança do consumidor, a CNC revisou de -0,4% para -1,1% sua expectativa para o desempenho do volume de vendas do varejo restrito em 2015.

     

    A partir das 10 horas a assessora econômica Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.