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  • AMB promove seminário sobre prevenção de acidentes no trabalho

    Em comemoração aos dez anos do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) realiza, nos dias 18 e 19 de junho, o Seminário Trabalho Seguro, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. O evento pretende dar visibilidade às medidas que podem contribuir para a cultura da prevenção de acidentes no trabalho, abrangendo a classe trabalhadora e toda a sociedade civil.

    Em comemoração aos dez anos do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) realiza, nos dias 18 e 19 de junho, o Seminário Trabalho Seguro, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. O evento pretende dar visibilidade às medidas que podem contribuir para a cultura da prevenção de acidentes no trabalho, abrangendo a classe trabalhadora e toda a sociedade civil. Também serão debatidas as implicações jurídico-processuais das ações referentes à saúde e à segurança no meio ambiente de trabalho, que interessam todos os seguimentos do Poder Judiciário.

    A abertura do seminário contará com a participação do presidente do TST, o ministro José de Barros Levenhagen e do presidente da AMB, João Ricardo Costa. A AMB é gestora interinstitucional do programa Trabalho Seguro, em parceria com o TST. A solenidade de abertura do evento será realizada no dia 18 de junho de 2015, às 18 horas, no auditório Mozart Victor Russomano, localizado no 5° andar do Bloco B, do Tribunal Superior do Trabalho. A programação do evento pode ser obtida no site da AMB.

  • CNC revisa para baixo projeção para vendas do comércio este ano

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista recuou -3,5% em relação a abril de 2014. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-16,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-9,1%).

     

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista recuou -3,5% em relação a abril de 2014. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-16,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-9,1%).

     

    Por outro lado, as vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos apresentaram o melhor desempenho ante os demais setores (+6,2%), evitando, assim, uma queda mais expressiva do indicador. No acumulado do ano as vendas recuaram 1,5% ante o mesmo período de 2014.

     

    Diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento dos recursos no mercado de crédito e de novas quedas na confiança do consumidor, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de -0,4% para -1,1% sua expectativa para o desempenho do volume de vendas do varejo restrito em 2015. Para o varejo ampliado, a entidade projeta queda de 6,5% ante 2014, principalmente em decorrência da perda de força do setor automotivo (-24,6%). “Entretanto, a perspectiva de perda de força da inflação na segunda metade do ano deverá propiciar alguma recuperação dos setores especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, como alimentos, medicamentos e combustíveis”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação.

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 105/2015

    DESTAQUES:

    Publicado o Regimento Interno do Comitê Gestor do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil

    Republicada a norma que designa representante da FENACON para compor o Grupo de Trabalho de Indicadores, no âmbito da Secretaria-Executiva do Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – CGSIM

  • CNC revisa para baixo projeção para vendas do comércio este ano

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista recuou -3,5% em relação a abril de 2014. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-16,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-9,1%). 

    A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE, mostra que o volume de vendas do comércio varejista recuou -3,5% em relação a abril de 2014. As maiores quedas ocorreram nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-16,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-9,1%). 

    Por outro lado, as vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos apresentaram o melhor desempenho ante os demais setores (+6,2%), evitando, assim, uma queda mais expressiva do indicador. No acumulado do ano as vendas recuaram 1,5% ante o mesmo período de 2014. 

    Diante da perspectiva de continuidade na tendência de encarecimento dos recursos no mercado de crédito e de novas quedas na confiança do consumidor, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de -0,4% para -1,1% sua expectativa para o desempenho do volume de vendas do varejo restrito em 2015. Para o varejo ampliado, a entidade projeta queda de 6,5% ante 2014, principalmente em decorrência da perda de força do setor automotivo (-24,6%). “Entretanto, a perspectiva de perda de força da inflação na segunda metade do ano deverá propiciar alguma recuperação dos setores especializados na comercialização de bens de consumo não duráveis, como alimentos, medicamentos e combustíveis”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação. 

    Acesse abaixo a análise da Divisão Econômica da PMC.  

  • Boletim Informativo Diário (BID) 104/2015

    DESTAQUES:

    Iniciada revisão para averiguar a existência de práticas comerciais que visem a frustrar a eficácia de medidas antidumping em vigor, aplicadas às importações brasileiras de laminados planos de baixo carbono e baixa liga provenientes de lingotamento convencional ou contínuo, (chapas grossas), originárias da China, onde a CNC foi convocada para a respectiva audiência final

    Designado representante da FENACON para compor o Grupo de Trabalho de Indicadores, no âmbito da Secretaria-Executiva do Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – CGSIM

  • Congresso Nacional do Sicomércio

     

    O Congresso Nacional do Sicomércio de 2015 foi realizado no hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, entre os dias 28 e 30 de outubro. 

     

    O Congresso Nacional do Sicomércio de 2015 foi realizado no hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, entre os dias 28 e 30 de outubro. 

  • A saga do Mercosul (Jornal do Commercio de 15 de junho de 2015)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    O Mercado Comum do Sul – MERCOSUL emerge do Tratado de Assunção, que prevê, em essência, o funcionamento de uma União Aduaneira na qual se pratica o livre comércio e uma política comercial comum entre os Estados Membros.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    O Mercado Comum do Sul – MERCOSUL emerge do Tratado de Assunção, que prevê, em essência, o funcionamento de uma União Aduaneira na qual se pratica o livre comércio e uma política comercial comum entre os Estados Membros.

    O Tratado de Assunção estabelece que o Mercado Comum estaria assentado em quatro pilares básicos, sendo eles a livre circulação de bens, serviços e fatores de produção, a fixação de uma tarifa externa comum em relação a terceiros países, a coordenação da política macroeconômica e das políticas setoriais entre os Estados Membros, e o compromisso de harmonizar as legislações nacionais para facilitar o processo de integração.

    Na primeira década de sua implantação, o MERCOSUL propiciou importante crescimento das trocas comerciais entre os países membros, da ordem de 400%, com destaque para as exportações brasileiras para Argentina, que cresceram mais de 1.000%, destravando o represamento do comércio entre os dois países e proporcionando, igualmente, um nítido aumento da escala industrial de vários setores, como no setor automobilístico na Argentina, e no setor de bens duráveis no Brasil.

    O bom desempenho do comércio intrazonal observado com o passar dos anos motivou o interesse de novas adesões e associações com terceiros países, como o mais recente ingresso da Venezuela como membro pleno, e o processo de adesão da Bolívia, ainda em tramitação.

    Novas adesões estão previstas, sempre com observância do artigo 20 do Tratado de Assunção, ou seja, mediante “decisão unânime dos Estados-partes”.

    A despeito da determinação sobre “decisão unânime dos Estados-partes”, faz-se necessário refletir sobre outro dispositivo: o Protocolo Adicional ao Tratado de Assunção sobre a Estrutura Institucional do MERCOSUL, conhecido como Protocolo de Ouro Preto. Nele, firmou-se o artigo 37, o qual coloca expressamente que “as decisões dos órgãos do MERCOSUL serão tomadas por consenso e com a presença de todos os Estados-partes.” Trata-se de exigência de aprovação unânime para todas as decisões do bloco.

    Durante seus vinte e um anos de existência, o MERCOSUL negociou vários acordos com terceiros mercados, sempre respeitando a limitação de decisão e consenso unânimes. Ocorre que, embora se reconheçam os avanços alcançados em termos do comércio entre os países, há questões não resolvidas que limitam a eficácia da união aduaneira, assim como existem tensões que comprometem a realização de novos e maiores avanços no sentido da integração com outros mercados.

    O comércio no MERCOSUL tem sofrido em função da conjuntura atual de demanda externa mais fraca e dos problemas econômicos internos enfrentados pelos Países Membros, principalmente Argentina e Brasil. Na primeira metade do ano passado, as exportações do MERCOSUL para o resto do mundo reduziram-se em cerca de 6%, enquanto as vendas brasileiras ao MERCOSUL caíram 21% em todo o ano de 2014.

    Assim como é preciso reconhecer os avanços em algumas áreas, tem-se de admitir as fragilidades do sistema, especialmente na esfera econômica e comercial. O MERCOSUL, como união aduaneira, no formato atual, está deixando a desejar.

    De um lado, observa-se o acirramento dos conflitos de interesses entre os países sócios e, de outro, surge um amplo leque de oportunidades envolvendo acordos multilaterais e regionais de comércio. O Chile, o Peru, a Colômbia e o México, celebraram a “Aliança do Pacífico”, um acordo mais fluido, limitado à esfera estritamente econômica e comercial, ao qual outros países da América Central pretendem aderir. Enquanto isso, o Brasil encontra-se atado a um MERCOSUL que tem oferecido baixa expressão comercial, no mesmo momento em que no mundo se multiplicam acordos comerciais, com novos blocos e/ou acertos bilaterais.

    Ao que tudo indica, é necessário buscar uma saída para o que representa o grande entrave às negociações bilaterais entre os países associados no MERCOSUL e terceiros países. Uma alternativa seria a supressão do artigo 37 do Protocolo de Ouro Preto. A extinção do consenso e unanimidade nas decisões do bloco possibilitaria aos Estados-membros negociar acordos bilaterais sem necessariamente deixarem de participar do MERCOSUL. Essa nova condição abriria possibilidades em termos da ampliação e diversificação das pautas de exportações dos países sócios.

    A atual dinâmica da globalização exige a celebração de acordos internacionais para a expansão e a facilitação do comércio, especialmente com os países emergentes e os mais desenvolvidos, inclusive visando harmonização de conformidade e barreiras não tarifárias. É urgente a necessidade de os países membros do MERCOSUL se libertarem das amarras que impedem o bilateralismo. É uma questão imperiosa de consolidação econômica do MERCOSUL.

     

    Jornal do Commercio de 15 de junho de 2015.

  • Conferência da OIT promove avanços para a formalização do trabalho

    Termina neste sábado, na cidade suíça de Genebra, a 104ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que debateu, entre outros temas relevantes, a transição da economia informal para a formal. A OIT adotou uma nova norma internacional do trabalho, que servirá para apoiar os esforços para que milhões de trabalhadores possam se formalizar. A erradicação do trabalho infantil e o trabalho decente também foram tratados na Conferência.

    Termina neste sábado, na cidade suíça de Genebra, a 104ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que debateu, entre outros temas relevantes, a transição da economia informal para a formal. A OIT adotou uma nova norma internacional do trabalho, que servirá para apoiar os esforços para que milhões de trabalhadores possam se formalizar. A erradicação do trabalho infantil e o trabalho decente também foram tratados na Conferência.

    A delegação tripartite brasileira, integrada por representantes de trabalhadores e empregadores e por gestores públicos, foi liderada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e contou com a participação de diretores e executivos da CNC. Estiveram presentes aos debates os vice-presidentes Luiz Gil Siuffo Pereira, Darci Piana, Josias Albuquerque, Pedro Nadaf e Laercio Oliveira, os diretores Bruno Breithaupt e Alexandre Sampaio, a chefe da Divisão Sindical (DS), Patrícia Duque, e a advogada da DS Lidiane Nogueira.

    A Conferência Internacional do Trabalho é a instância suprema de decisão da OIT. É realizada a cada ano, sempre no mês de junho, em Genebra, e congrega as delegações tripartites dos 185 países-membros da Organização. O Brasil integra também o Conselho de Administração da OIT, que conta com representantes das dez maiores economias do planeta.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 103/2015

    DESTAQUES:

    MTE republica as normas que cria o Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional, integrado pela CNC e pelo SENAC, e aprova as alterações do respectivo Regimento Interno

    Designados representantes da CNC para compor a Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador – CTPAT

    Indeferidos os pedidos de Alteração Estatutária do Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado do Rio Grande do Sul

  • Informe Representações 320

    Assessoria de Gestão das Representações 12/06/2015 – Ano 4, nº 320


    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Secretaria da Micro e Pequena Empresa

    Adelmir Santana, vice-Presidente da CNC e presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac do Distrito Federal, representará a CNC na cerimônia que celebrará a marca de 5 milhões de microempreendedores individuais formalizados e a importância dessa política pública para a inclusão social e para a cidadania.

    Assessoria de Gestão das Representações 12/06/2015 – Ano 4, nº 320


    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Secretaria da Micro e Pequena Empresa

    Adelmir Santana, vice-Presidente da CNC e presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac do Distrito Federal, representará a CNC na cerimônia que celebrará a marca de 5 milhões de microempreendedores individuais formalizados e a importância dessa política pública para a inclusão social e para a cidadania.

    A cerimônia será realizada no dia 17 de junho de 2015, às 11 horas, no Palácio do Planalto e contará com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e de lideranças políticas, sociais e empresariais.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br