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  • Fecomércio-MS apresenta case de treinamento de relações com a mídia

    Na manhã do primeiro dia do VII Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio, que vai até 12 de junho, em Florianópolis, a Fecomércio-MS apresentou um case de sucesso. Em linha com as diretrizes nacionais sobre a importância de disseminar conhecimento, projetos e esforços do Sistema Comércio, a Federação de Mato Grosso do Sul promoveu um treinamento para as lideranças sindicais patronais sobre como melhor aproveitar os encontros com a imprensa.

    Na manhã do primeiro dia do VII Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio, que vai até 12 de junho, em Florianópolis, a Fecomércio-MS apresentou um case de sucesso. Em linha com as diretrizes nacionais sobre a importância de disseminar conhecimento, projetos e esforços do Sistema Comércio, a Federação de Mato Grosso do Sul promoveu um treinamento para as lideranças sindicais patronais sobre como melhor aproveitar os encontros com a imprensa.

    Com a participação de representantes de todos os sindicatos filiados do Estado, o encontro abordou a importância de planejamento e preparo para uma entrevista e como melhor aproveitar a oportunidade do encontro com o jornalista para repercutir localmente informações importantes. “Identificamos a importância de unificar discursos e a oportunidade de termos mais porta-vozes qualificados em diversos municípios”, afirma Cristiane Marques Barbosa, secretária Executiva da Fecomércio-MS.

    O treinamento contou com a participação de três jornalistas que trabalham no noticiário de Campo Grande e abordou técnicas para entrevistas para jornais, revistas, rádio e televisão. Comparando-se a exposição da Fecomércio-MS antes e após o treinamento, verificou-se um aumento de 13 pontos percentuais nas matérias veiculadas de forma espontânea pela imprensa do Estado.

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  • Começa o VII Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio

    Teve início na manhã de hoje, 10 de junho, no Sesc Cacupé, em Florianópolis, o VII Encontro de Assessores do Sistema Comércio, realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Profissionais de comunicação das Federações do Comércio de todo o País debaterão, até 12 de junho, temas como Marketing Associativo e Sustentabilidade do Sistema Sindical, entre outros assuntos de interesse.

    Teve início na manhã de hoje, 10 de junho, no Sesc Cacupé, em Florianópolis, o VII Encontro de Assessores do Sistema Comércio, realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Profissionais de comunicação das Federações do Comércio de todo o País debaterão, até 12 de junho, temas como Marketing Associativo e Sustentabilidade do Sistema Sindical, entre outros assuntos de interesse.

    A abertura do Encontro foi feita pelo secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua. O executivo enfatizou a importância da comunicação para que a sociedade tome conhecimento das ações e iniciativas das entidades que compõem o Sistema. “Temos que transformar nossas ações em informações consistentes e realizar nosso trabalho de forma cada vez mais séria, organizada, transformadora, para fora”, disse.

    Marcos Arzua abordou também o atual cenário do sindicalismo, apontando as mudanças e o papel estratégico da comunicação nesse contexto. “Não basta informar, temos que literalmente vender o que fazemos. Precisamos, pela comunicação, transformar a representação em algo que seja de fácil absorção, em busca de uma representação forte e duradoura”, afirmou. O secretário-geral da Confederação destacou a capilaridade do Sistema, entre outros pontos.

    O VII Encontro de Assessores é uma realização da CNC, tendo a Fecomércio-SC como entidade anfitriã. Até sexta-feira serão realizadas palestras, dinâmicas de grupo e apresentações de cases.

     

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  • Plenário aprova projeto que fortalece combate à pirataria

    O Senado aprovou nesta terça-feira (9), o projeto que altera as normas para combater crimes de violação de direito autoral (comumente chamados de pirataria). O PLC nº 63/2012 dá mais poder ao juiz responsável pelo processo, facilita a apreensão de bens falsificados e evita a volta de produtos piratas ao mercado.

    O Senado aprovou nesta terça-feira (9), o projeto que altera as normas para combater crimes de violação de direito autoral (comumente chamados de pirataria). O PLC nº 63/2012 dá mais poder ao juiz responsável pelo processo, facilita a apreensão de bens falsificados e evita a volta de produtos piratas ao mercado.

    O texto aprovado foi o substitutivo do relator, o ex-senador Vital do Rêgo. Ele ainda precisará passar por um turno suplementar de discussão e votação. Depois, como houve modificações durante a tramitação no Senado, ele voltará para a Câmara dos Deputados.

    O projeto é de iniciativa do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), ligado ao Ministério da Justiça, e tem como objetivos ampliar a proteção aos direitos autorais e acelerar a punição dos responsáveis pela produção e venda de produtos pirateados.

    De acordo com o texto, quando o bem apreendido não for considerado de interesse público pela Fazenda Nacional, o juiz passa a ter o dever de determinar a sua destruição e não apenas a possibilidade de tomar tal atitude, como previsto no Código de Processo Penal (Decreto-Lei nº 3.689/1941).

    Atualmente, apenas o autor que teve seus direitos lesados pode requerer a destruição do material pirateado, mas o projeto abre essa possibilidade à autoridade policial e ao Ministério Público.

    Segundo o relator, o ex-senador Vital do Rêgo, a exemplo do que já ocorre com drogas apreendidas, o projeto abre a possibilidade da destruição antecipada de equipamentos, instrumentos, produções ou reproduções violadoras de direitos autorais. O relator diz considerar que, feita a devida perícia, não há razão para manter o depósito da apreensão, se não houver impugnação quanto à sua licitude.

    Vital apresentou substitutivo, com sugestões à proposta. Ele observou que o mercado de produtos pirata tem forte relação com o crime organizado; “quadrilhas que praticam crimes gravíssimos, como o tráfico de drogas e de pessoas para exploração sexual”.

    Descrição por lotes

    Entre as mudanças aprovadas pelo Senado está a previsão de que a descrição dos bens falsificados apreendidos será por lotes, e não individualmente e na totalidade, conforme determina a lei hoje em vigor. Também a perícia poderá ser realizada por amostragem dos bens apreendidos. Vital do Rêgo propôs que o uso da apreensão e da perícia por lotes seja feito apenas quando se tratar de grandes quantidades de bens apreendidos.

    O projeto estabelece ainda que o termo de apreensão seja assinado apenas por duas testemunhas, eliminando a possibilidade de mais assinaturas, como consta da legislação vigente.

    Fiel depositário

    No caso das mercadorias apreendidas, o projeto propõe que a vítima do crime seja a fiel depositária, ou seja, o indivíduo designado pela Justiça para zelar por um bem durante o processo. No Senado, o texto foi alterado para que a vítima seja a fiel depositária preferencialmente. Segundo Vital do Rêgo, muitas vezes essa imposição pode gerar mais custos econômicos ao titular do direito autoral, e causar prejuízos maiores que os gerados pelo próprio crime.

    Vital sugeriu ainda que o juiz poderá autorizar o uso dos bens apreendidos por instituições públicas de ensino e pesquisa durante o curso do processo.

    O texto aprovado também proíbe que o próprio réu venha a ser o fiel depositário da apreensão. Outra mudança do substitutivo aprovado pelo Senado é a permissão da venda antecipada dos bens apreendidos, ficando o valor apurado depositado em conta judicial até que se resolva a ação penal. Se o réu for absolvido, a quantia lhe será restituída. Se for condenado, o valor da alienação irá para o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

    Destino dos bens apreendidos

    O relator também acrescentou ao projeto que, quando a investigação for arquivada por falta de determinação de quem seja o autor do crime, os bens apreendidos poderão ser revertidos para instituições públicas de ensino, pesquisa ou assistência social. Para ele, esse é um imperativo em um país desigual como o Brasil.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 100/2015

    DESTAQUES:

    Regulamentados critérios de arbitragem para dirimir litígios no âmbito do setor portuário

    Senac recebe recursos financeiros do Pronatec

    Aprovados critérios e procedimentos para o recolhimento de alimentos impróprios

    Alterada norma que estabelece regras e critérios para a formalização de instrumentos de transferência voluntária de recursos para apoio aos programas que visem ao desenvolvimento do Turismo

  • Boletim Informativo Diário (BID) 099/2015

    DESTAQUES:

    Decreto regulamenta as medidas tributárias referentes aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

    Definida em 13,75% a meta para a Taxa Selic a partir de 4 de junho de 2015

    Encerrados procedimentos especiais de verificação para o produto “objetos de louça para mesa, independente do seu grau de porosidade”, em decorrência da aplicação de direito antidumping, onde a CNC foi convocada para a respectiva audiência final

    Indeferido o processo de pedido de registro sindical do Sindicato das Oficinas de Chaveiro e Prestadores de Serviços de Instalação e Venda de Sistema de Alarme e Aparelhos de Segurança do Estado de São Paulo

    SRT remete para procedimento de Mediação o Sindicato Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários; o Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos Químicos para a Indústria e Lavoura e de Drogas e Medicamentos de Porto Alegre; o Sindicato dos Comerciantes de Produtos Agrícolas do Estado do Rio Grande do Sul; e o Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas , Medicamentos, Correlatos, Perfumarias, Cosméticos e Artigos de toucador no Estado de São Paulo

  • Icec: comércio pode retomar confiança no segundo semestre do ano

    Dados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que, embora ainda não se possa apontar uma tendência de recuperação do nível de confiança do comércio, a expectativa é que a segunda metade do ano seja melhor tanto para o setor quanto para a economia.

    Dados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que, embora ainda não se possa apontar uma tendência de recuperação do nível de confiança do comércio, a expectativa é que a segunda metade do ano seja melhor tanto para o setor quanto para a economia. Essa eventual recuperação, no entanto, não deverá impedir que o setor registre, em 2015, seu pior desempenho em 12 anos.

     

    Em maio o Icec registrou variação de -0,2% ante abril, já descontados os efeitos sazonais. Essa foi a menor queda mensal do indicador desde setembro do ano passado. E pela primeira vez nesse período o subíndice relativo às expectativas registrou resultado mensal positivo (+1,0%). Entretanto, mesmo com a alta de 1% nas expectativa, a avaliação das condições correntes registrou queda de 3,4%, bem como as intenções de investimentos, de 2,9%.

    Diante do cenário recessivo, a CNC projeta que, pela primeira vez desde 2007, o nível de ocupação no comércio varejista deverá registrar retração anual (-0,7% ante 2014). Para o varejo restrito, a expectativa da Confederação é que, pela primeira vez em 12 anos, o volume de vendas do varejo recue 0,4%. Já o varejo ampliado, que apropria as vendas de veículos e peças e de materiais de construção, deverá, ao final do ano corrente, apurar o seu pior resultado (-6,0% ante 2014) em toda a série histórica do indicador, iniciada em 2004.

    Decepção com a economia e estoques em recorde histórico

    A decepção com o desempenho geral da economia permanece o item com pior avaliação em todo o Icec (26,3 pontos em maio). Segundo 92,0% dos empresários do setor, as condições econômicas pioraram nos últimos 12 meses, sendo que 64,3% dos entrevistados perceberam deterioração acentuada no período. A avaliação das condições atuais do setor – segundo pior item em todo o Índice – também acusou forte retração em maio (-42,7% em relação a maio de 2014). Na opinião de 80,9% dos empresários, a atividade comercial do País piorou nos últimos 12 meses, e para 44,0% houve piora acentuada. A perspectiva de queda no volume de vendas do setor, associada à elevação nos custos de captação de recursos nos últimos meses, levou os empresários do setor a revisarem seus planos de investimentos. Quanto aos estoques, modalidade de investimento de curtíssimo prazo, está acima do adequado na opinião de 29,1% dos empresários – patamar mais elevado desse item desde o início do Icec, em março de 2011.

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Icec: comércio pode retomar confiança no segundo semestre do ano

    Dados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que, embora ainda não se possa apontar uma tendência de recuperação do nível de confiança do comércio, a expectativa é que a segunda metade do ano seja melhor tanto para o setor quanto para a economia. Essa eventual recuperação, no entanto, não deverá impedir que o setor registre, em 2015, seu pior desempenho em 12 anos.

    Dados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que, embora ainda não se possa apontar uma tendência de recuperação do nível de confiança do comércio, a expectativa é que a segunda metade do ano seja melhor tanto para o setor quanto para a economia. Essa eventual recuperação, no entanto, não deverá impedir que o setor registre, em 2015, seu pior desempenho em 12 anos.

    Em maio o Icec registrou variação de -0,2% ante abril, já descontados os efeitos sazonais. Essa foi a menor queda mensal do indicador desde setembro do ano passado. E pela primeira vez nesse período o subíndice relativo às expectativas registrou resultado mensal positivo (+1,0%). Entretanto, mesmo com a alta de 1% nas expectativa, a avaliação das condições correntes registrou queda de 3,4%, bem como as intenções de investimentos, de 2,9%.

    Diante do cenário recessivo, a CNC projeta que, pela primeira vez desde 2007, o nível de ocupação no comércio varejista deverá registrar retração anual (-0,7% ante 2014). Para o varejo restrito, a expectativa da Confederação é que, pela primeira vez em 12 anos, o volume de vendas do varejo recue 0,4%. Já o varejo ampliado, que apropria as vendas de veículos e peças e de materiais de construção, deverá, ao final do ano corrente, apurar o seu pior resultado (-6,0% ante 2014) em toda a série histórica do indicador, iniciada em 2004.

    Decepção com a economia e estoques em recorde histórico

    A decepção com o desempenho geral da economia permanece o item com pior avaliação em todo o Icec (26,3 pontos em maio). Segundo 92,0% dos empresários do setor, as condições econômicas pioraram nos últimos 12 meses, sendo que 64,3% dos entrevistados perceberam deterioração acentuada no período. A avaliação das condições atuais do setor – segundo pior item em todo o Índice – também acusou forte retração em maio (-42,7% em relação a maio de 2014). Na opinião de 80,9% dos empresários, a atividade comercial do País piorou nos últimos 12 meses, e para 44,0% houve piora acentuada. A perspectiva de queda no volume de vendas do setor, associada à elevação nos custos de captação de recursos nos últimos meses, levou os empresários do setor a revisarem seus planos de investimentos. Quanto aos estoques, modalidade de investimento de curtíssimo prazo, está acima do adequado na opinião de 29,1% dos empresários – patamar mais elevado desse item desde o início do Icec, em março de 2011.

  • CNC divulga na segunda-feira resultados de maio do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na segunda-feira, dia 8 de junho, os resultados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na segunda-feira, dia 8 de junho, os resultados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

     

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): maio de 2015

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.