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  • SEGS – Sistema de Excelência em Gestão Sindical

    Para alinhar as práticas de gestão sindical entre todos os integrantes do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomercio), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) criou o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) em 2008.

    Para alinhar as práticas de gestão sindical entre todos os integrantes do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomercio), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) criou o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) em 2008. Desde então o programa, oferecido às entidades sindicais do comércio de bens, serviços e turismo, passou por diversas melhorias ao longo dos anos. O modelo atual se baseia no modelo de maturidade do CMMI para avaliar os processos finalísticos das entidades em cada um dos 6 eixos de atuação sindical.

    Com o alinhamento de estratégias e processos entre as entidades do Sicomercio, o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo passa a fazer parte de um sistema sindical mais forte e representativo.

     

    Sistema de Avaliação Sindical (SAS)
    Sistema digital para avaliação da maturidade das entidades sindicais nos 6 eixos de atuação.
    Acesse aqui >>
          Sistema de Gestão por Objetivos (SGO)
    Sistema de planejamento e acompanhamento de ações, indicadores e objetivos.
    (Disponível em breve)
         

    Guia da Excelência Segs
    Metodologia de avaliação do SEGS, que permite às entidades sindicais analisarem os 6 eixos de atuação sindical.

      Ambiente de Ensino a Distância (EAD)
    Ambiente digital que contém treinamentos EAD para desenvolvimento de competências estratégicas.
    Acesse aqui >>

    Acesse abaixo os materiais do Segs (Guia da Excelência e peças de divulgação para sua entidade).

  • Parte das centrais sindicais apoia projeto de terceirização, diz relator

    Após reunião com representantes de seis centrais sindicais, o relator do PL4330/2004, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), afirmou que já conta com o apoio de boa parte dos representantes dos trabalhadores para o projeto de lei que modifica os contratos e as relações de trabalho dos terceirizados.

    Após reunião com representantes de seis centrais sindicais, o relator do PL4330/2004, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), afirmou que já conta com o apoio de boa parte dos representantes dos trabalhadores para o projeto de lei que modifica os contratos e as relações de trabalho dos terceirizados.

    A matéria, que vem sendo discutida e modificada nos últimos dez anos, deverá ser votada em plenário no próximo dia 7 de abril. Depois seguirá para o Senado. Em entrevista coletiva, o relator afirmou que apenas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ainda estão contra, “mas apoiam parte da proposta”. E completou: “Estou bastante confiante de que ela será aprovada. No plenário talvez o PT, o PCdoB e o Pros votem contra. Mas a ampla maioria vai poiar. Venceremos mais uma barreira nas relações de capital e trabalho”.

    Atividade meio e atividade fim

    A parte central das modificações propostas na legislação, como observou o parlamentar, é acabar com as distinções entre atividade meio e atividade fim nas contratações de empresas terceirizadas. “Hoje só é permitida terceirizar a atividade meio, o que provoca uma insegurança jurídica. Cabe ao juiz decidir o que é atividade meio e atividade fim. Da parte do trabalhador também há uma total insegurança. Hoje se uma empresa terceirizada falir ele não tem a que recorrer. O projeto cria um seguro para esses empregados, além de obrigar a empresa contratante a fiscalizar e se responsabilizar pelas obrigações trabalhistas das terceirizadas. Ela será responsável solidária”, explicou Oliveira Maia.

    De acordo com o projeto, o empregado que tiver alguma reclamação trabalhista a fazer junto a justiça poderá acionar tanto a empresa terceirizada pelo qual é contratado, com a empresa contratante. “Ou ambas”, acentua o relator.

    A proposta acaba com boa parte da quarteirização, que só será permitida em questões técnicas específicas. O deputado exemplificou com os casos de saúde, quando alguns hospitais precisam contratar mão de obra e equipamentos específicos em áreas, como o de neurocirurgia.

  • Comissão rejeita projeto que submete incorporações imobiliárias ao regime de afetação

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 5092/2013, do ex-deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que obriga qualquer incorporação imobiliária a ser submetida ao regime de afetação.

    A afetação patrimonial é um mecanismo de resolução extrajudicial de problemas decorrentes do desequilíbrio econômico-financeiro de incorporações imobiliárias que possibilita aos consumidores substituir o incorporador na administração do negócio e prosseguir a obra.

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 5092/2013, do ex-deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que obriga qualquer incorporação imobiliária a ser submetida ao regime de afetação.

    A afetação patrimonial é um mecanismo de resolução extrajudicial de problemas decorrentes do desequilíbrio econômico-financeiro de incorporações imobiliárias que possibilita aos consumidores substituir o incorporador na administração do negócio e prosseguir a obra.

    O regime da afetação patrimonial na incorporação imobiliária busca garantir a conclusão da obra de construção de edifícios de apartamentos ou salas comerciais, somente sendo extinto com a entrega das unidades. Desse modo, o patrimônio de afetação é aplicado apenas para garantir a aquisição de imóveis lançados na planta ou em construção, em que o comprador receberá o bem no futuro.

    No entanto, para o relator da proposta, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), a mudança é uma afronta à livre iniciativa. “A obrigatoriedade da instituição de patrimônio de afetação para todas as incorporações e empreendimentos de parcelamento do solo limita a liberdade negocial das empresas em clara afronta ao princípio da livre iniciativa”, afirmou Oliveira, em parecer pela rejeição das propostas.

    A comissão também rejeitou o Projeto de Lei 6641/2013, que tramitava apensado. Essa proposta obriga determinadas empresas de construção civil a utilizarem o sistema de patrimônio de afetação. Hoje, a opção fica a critério do incorporador.

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

     

  • Senado adia votação da convalidação dos incentivos fiscais para a próxima semana

    O Plenário do Senado decidiu adiar para a próxima semana a votação do PLS 130/2014, que torna válidos os incentivos fiscais concedidos por estados a empresas no processo conhecido como “guerra fiscal”. Por sugestão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), o projeto, que tramita com urgência, foi apenas debatido.

    Jucá alegou que não havia consenso para garantir a aprovação do projeto, que ele considera positivo. Para não arriscar a derrubada, ele propôs que o Senado dê mais tempo para um entendimento.

    O Plenário do Senado decidiu adiar para a próxima semana a votação do PLS 130/2014, que torna válidos os incentivos fiscais concedidos por estados a empresas no processo conhecido como “guerra fiscal”. Por sugestão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), o projeto, que tramita com urgência, foi apenas debatido.

    Jucá alegou que não havia consenso para garantir a aprovação do projeto, que ele considera positivo. Para não arriscar a derrubada, ele propôs que o Senado dê mais tempo para um entendimento.

    O projeto da convalidação dos incentivos fiscais era o terceiro item da pauta de votações do dia, atrás do projeto de Marco Legal da Biodiversidade (PLC 2/2015) e do que obriga a reindexação das dívidas dos estados e municípios (PLC 15/2015), mas foi alvo de um requerimento para passar à frente dos outros dois. Com o adiamento da votação, os demais projetos também tiveram sua apreciação postergada para a próxima semana.

    “Vamos ter aqui uma discussão longa e no final não teremos os votos necessários. Na tentativa de buscar uma confluência de votos para que a gente não arrisque a derrota do projeto e a ampliação da insegurança jurídica, o bom senso e o equilíbrio mandam deixarmos para votar na próxima semana”, alertou Jucá.

    Além disso, Jucá argumentou que a convalidação faz mais sentido se encaminhada junto com a redução e unificação das alíquotas interestaduais do ICMS, medida que depende de um projeto de resolução do Senado. Ele propôs que esse passo também seja dado pela Casa até a semana que vem.

    “É fundamental aprovar uma resolução que reduza as alíquotas. Hoje o que é dado é um incentivo com o recurso de outros estados. É um modelo perverso. Essa questão será resolvida quando nós nivelarmos as alíquotas interestaduais”, disse.

    O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Delcídio do Amaral (PT-MS), foi favorável ao adiamento. Ele acredita que a convalidação é necessária, porém insuficiente, e que vale a pena esperar mais antes de votá-la se o tempo extra resultar em uma solução mais ampla para a “guerra fiscal”.

    “Essa é a grande reforma que o Brasil precisa. É muito bonito convalidar, ninguém é contra, mas seria uma vitória de Pirro. Será que se gastarmos um pouco mais de tempo para trabalhar numa solução mais consistente vamos perder alguma coisa?”, ponderou ele.

    Na opinião do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o adiamento será benéfico porque os senadores já se mostraram dispostos a buscar uma conclusão definitiva para o tema. “O Plenário já demonstrou que não vai sonegar essa discussão. Como a matéria é importante, é preciso dar um tempo para que seja construída uma solução que equilibre definitivamente os interesses dos estados brasileiros”, disse Renan.

    Críticas

    A convalidação representaria a regularização de benefícios fiscais que os estados concedem a empresas para que estas se estabeleçam em seus territórios, gerando empregos e renda e promovendo crescimento econômico. Para conceder esses benefícios é necessário obter concordância unânime dos demais estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Ao longo dos anos, muitos incentivos foram oferecidos em desacordo com essa norma. A competição entre os estados na concessão é conhecida como “guerra fiscal”.

    Os senadores que se posicionam contra o projeto argumentam que a simples convalidação dos benefícios irregulares, sem uma reforma mais ampla do ICMS, apenas incentivaria a “guerra fiscal”.

    “Há um consenso em toda a Casa sobre a necessidade de haver a convalidação desses incentivos, só que para fazer isso nós temos que acabar com a ‘guerra fiscal’. Se fizermos isso sem votar uma reforma do ICMS, a consequência é mais ‘guerra fiscal’, advertiu Lindbergh Farias (PT-RJ).

    “O projeto traz inovações que permitem a eternização da ‘guerra fiscal’ e que vão inviabilizar qualquer reforma de ICMS no nosso País, na medida em que os estados ficam autorizados a conceder remissão dos créditos oriundos desses incentivos que foram contestados sem prazo. Se um estado concede um incentivo que impacta a receita de outro, a federação está vulnerável”, questionou Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

    O líder do PSD, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou ser a favor da convalidação. Apesar disso, ele disse crer que a aprovação do projeto não faria bem à economia já fragilizada do País. “Discutir essa matéria tão importante para a economia dos estados a toque de caixa não é salutar. O Brasil passa por um momento de ajuste fiscal porque fez desonerações onde não poderia ter feito”, afirmou.

    Apoio

    Por outro lado, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse que a concessão de incentivos pelos governos estaduais é apenas o exercício do “direito legítimo de um governante de fazer política fiscal”. O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) disse que os estados mais pobres precisam ter “instrumentos de atração de investimentos privados para poderem gerar emprego e renda”.

    O senador José Pimentel (PT-CE) lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já garantiu que a convalidação será apenas retroativa e não valerá para concessões futuras, o que traria segurança jurídica. Além disso, ele entende que o projeto está de acordo com resoluções recentes do Confaz e é necessário para manter a competitividade das regiões brasileiras com menos infraestrutura. “O projeto incorpora em grande parte proposta que o Confaz elaborou. Ele não retira nem acrescenta nenhum centavo nas receitas públicas estaduais. O que ele faz é resolver uma decisão que quebraria todo o setor produtivo do Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, frisou.

    Walter Pinheiro (PT-BA) fez críticas à postura do governo federal ao tratar do assunto, não adotando posições definitivas. Ele disse que a votação imediata da proposta passaria uma mensagem positiva para o Executivo. “Votar é sinalizar, inclusive para o governo, que queremos ajudar no ajuste fiscal e continuar gerando emprego e renda nos estados”, disse.

    Tasso Jereissati (PSDB-CE) rejeitou a tese de que os incentivos fiscais sejam inteiramente responsáveis pela “guerra fiscal”. Ele citou outros tipos de incentivos concedidos à indústria, como reduções de IPI para o setor automobilístico e para os eletrodomésticos da linha branca. “Essa política, hoje, pode e deve ser revisada. Mas é um erro chamar o incentivo como única causa da “guerra fiscal”. Quero que me apontem alguma indústria em qualquer estado do Brasil que não tenha algum tipo de incentivo fiscal”, ressaltou.

  • Confiança do comércio cai para zona negativa

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

    O subíndice que registrou a maior queda, tanto na comparação mensal quanto na anual, é a avaliação dos empresários em relação às condições atuais da economia, que atingiu 61,4 pontos – uma retração de 9,4% em relação ao mês anterior e de 33,6% ante o mesmo período de 2014. Para 86,3% dos entrevistados a economia piorou. Desde agosto do ano passado esse é o item que registra as maiores taxas de deterioração nos comparativos anuais.

    A expectativa do setor em relação ao futuro acumula seis quedas mensais consecutivas. Este mês o subíndice recuou 6,4% na comparação mensal e 13,9% em relação a março de 2014. “Os fatores que impactam o consumo, tais como o nível de desemprego, crédito caro e inflação elevada, permanecerão fragilizados por um período relativamente longo”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    A CNC revisou para 1,0% a expectativa de crescimento no volume de vendas para 2015. Em fevereiro a entidade projetava alta de 1,7%. Diante da perspectiva de quase estabilidade no setor, a previsão da Confederação é de uma geração nula de postos de trabalho no varejo este ano.

    Clique aqui para acessar a análise completa e os gráficos do Icec

  • Confiança do comércio cai para zona negativa

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

     

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

     

    O subíndice que registrou a maior queda, tanto na comparação mensal quanto na anual, é a avaliação dos empresários em relação às condições atuais da economia, que atingiu 61,4 pontos – uma retração de 9,4% em relação ao mês anterior e de 33,6% ante o mesmo período de 2014. Para 86,3% dos entrevistados a economia piorou. Desde agosto do ano passado esse é o item que registra as maiores taxas de deterioração nos comparativos anuais.

     

    A expectativa do setor em relação ao futuro acumula seis quedas mensais consecutivas. Este mês o subíndice recuou 6,4% na comparação mensal e 13,9% em relação a março de 2014. “Os fatores que impactam o consumo, tais como o nível de desemprego, crédito caro e inflação elevada, permanecerão fragilizados por um período relativamente longo”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

     

    A CNC revisou para 1,0% a expectativa de crescimento no volume de vendas para 2015. Em fevereiro a entidade projetava alta de 1,7%. Diante da perspectiva de quase estabilidade no setor, a previsão da Confederação é de uma geração nula de postos de trabalho no varejo este ano.

     

    Clique aqui para acessar a análise completa e os gráficos do Icec

    A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Entidades defendem emendas que diminuem alíquotas do PIS/Cofins sobre fomento comercial

    Os presidentes da Associação Nacional de Fomento Comercial (Anfac), Luiz Lemos Leite; e do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil do Estado de São Paulo (Sinfac-SP), Hamilton de Brito Júnior, defenderam nesta terça-feira (31/03) a redução das alíquotas do PIS e da Cofins sobre o fomento comercial, que somadas chegam a 7,2% – já abatidos os créditos tributários.

    Eles participaram da reunião da comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 668/2015 para discutir a elevação das alíquotas da Contribuição do PIS/Pasep e da Cofins na importação de bens.

    Os presidentes da Associação Nacional de Fomento Comercial (Anfac), Luiz Lemos Leite; e do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil do Estado de São Paulo (Sinfac-SP), Hamilton de Brito Júnior, defenderam nesta terça-feira (31/03) a redução das alíquotas do PIS e da Cofins sobre o fomento comercial, que somadas chegam a 7,2% – já abatidos os créditos tributários.

    Eles participaram da reunião da comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 668/2015 para discutir a elevação das alíquotas da Contribuição do PIS/Pasep e da Cofins na importação de bens.

    Função social do factoring

    Luiz Lemos Leite apresentou os argumentos em favor das duas emendas do deputado Laércio Oliveira (SD-SE), explicando que o factoring tem uma grande função social ao atender segmentos econômicos que os bancos geralmente não têm interesse.

    Ele assinalou que tudo repercute nas pequenas e médias empresas, que são as maiores empregadoras do País. “Essa emenda é resultado de longos estudos que promovemos durante anos. Queremos corrigir uma injustiça fiscal para o segmento. Desonerar as empresas, que estão exauridas de tantos impostos que já pagam, o que estimula a informalidade, a evasão e impostos. Não vai significar nenhuma queda de arrecadação. Muito pelo contrário. Já comprovamos que vai incrementar a arrecadação, inibindo a informalidade”.

    De acordo com Hamilton, o problema cria uma situação danosa ao setor, pois o PIS e a Cofins do setor são cobrados como se as factorings fossem empresas comerciais enquadradas no Lucro Real, ou seja, recolhendo uma alíquota de 9,25% contra os 4,65% arcados pelas financeiras. “Ao contrário dos bancos, trabalhamos com empresas ainda que tenham restrições, e não impomos quaisquer reciprocidades.

    Mesmo assim, nossa carga tributária é elevada, e desejamos equiparação tributária a bancos e financeiras”, argumentou.

    A MP 668/15 altera a Lei 10.865/2004, para elevar alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep – Importação e da Cofins – Importação.

     

    Fonte Agência Câmara

  • Confiança do comércio cai para zona negativa

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu para 93,9 pontos em março, rompendo, pela primeira vez, a zona negativa – abaixo de 100 pontos. O Icec recuou 7,7%, com ajustes sazonais, em relação a fevereiro de 2015 e 19,5% ante o mesmo período do ano passado. Todos os nove componentes da pesquisa atingiram os menores níveis da série histórica, iniciada em março de 2011.

    O subíndice que registrou a maior queda, tanto na comparação mensal quanto na anual, é a avaliação dos empresários em relação às condições atuais da economia, que atingiu 61,4 pontos – uma retração de 9,4% em relação ao mês anterior e de 33,6% ante o mesmo período de 2014. Para 86,3% dos entrevistados a economia piorou. Desde agosto do ano passado esse é o item que registra as maiores taxas de deterioração nos comparativos anuais.

    A expectativa do setor em relação ao futuro acumula seis quedas mensais consecutivas. Este mês o subíndice recuou 6,4% na comparação mensal e 13,9% em relação a março de 2014. “Os fatores que impactam o consumo, tais como o nível de desemprego, crédito caro e inflação elevada, permanecerão fragilizados por um período relativamente longo”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    A CNC revisou para 1,0% a expectativa de crescimento no volume de vendas para 2015. Em fevereiro a entidade projetava alta de 1,7%. Diante da perspectiva de quase estabilidade no setor, a previsão da Confederação é de uma geração nula de postos de trabalho no varejo este ano.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 058/2015

    DESTAQUES:

    Aprovado reajuste no preço dos medicamentos

    Autorizada a utilização de arma não letal pelos agentes de segurança privada

    Nomeado novo ministro da Comunicação Social

  • Sumário Econômico 1397

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Menor crescimento da receita confirma o desaquecimento do setor de serviços – Segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada em 17/03 pelo IBGE, a receita bruta do setor registrou incremento de 1,6% em relação a janeiro de 2014, sendo o segmento dos serviços prestados às famílias (+8,6%), aquele que mais se destacou nessa base comparativa. Em contrapartida, os serviços de informação e comunicação (-2,5%) seguraram uma alta mais expressiva do faturamento das atividades terciárias. A alta interanual de janeiro foi a menor de toda a série histórica da PMS. Ainda em relação ao primeiro mês de 2014, Rio Grande do Norte (+9,2%), Ceará (+7,3%) e Pará (+6,6%), asseguraram as taxas mais positivas no plano estadual. A região Norte (+2,9%), responsável por 2,9% da receita anual do setor, foi a que apurou a maior taxa dentre as cinco regiões geográficas do Brasil. Além da ausência de ajustamento sazonal nos dados mensais, a PMS ainda não conta com um deflator que permita a obtenção da variação real do volume da receita dos serviços consumidos pelas famílias e pelas empresas brasileiras. Entretanto, utilizando o IPCA de serviços como deflator dos últimos 12 meses (+8,8%), o volume faturado teria recuado pelo décimo primeiro mês consecutivo, registrando em janeiro o pior desempenho (-7,1%) da série histórica iniciada em janeiro de 2012.

     

    Outras matérias:

    ICF registra, consecutivamente, menor nível da série histórica no terceiro mês do ano – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou queda de 6,1% (110,6 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e 11,9% em relação a março de 2014. A inflação oficial medida pelo IPCA, que reflete as principais onerações no orçamento das famílias, ficou em 1,22% em fevereiro. Com esse resultado, o IPCA acumula alta de 7,7% em 12 meses – a taxa acumulada mais alta desde os 12 meses encerrados em maio de 2005, quando o índice subiu 8%. O destaque do mês foi a gasolina, cujos preços subiram 8,42%, reflexo do aumento do PIS/Cofins que começou a vigorar no mês passado. A gasolina teve impacto de 0,31 ponto percentual no IPCA e foi responsável por um quarto da variação do índice. No entanto, o grupo de alimentos e bebidas mostrou algum alívio, com alta de 0,81%, ante alta anterior de 1,48%. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível ainda favorável. O componente Emprego atual registrou queda de 2% em relação ao mês anterior, e 4,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao Emprego atual é de 42,5% – quesito que vem diminuindo a cada mês.

    IPCA-15 registra elevação de 1,2% em março – O IPCA-15 – prévia do índice de inflação utilizado no regime de metas pelo Banco Central – registrou aceleração de 1,24% em março, desacelerando em relação ao mês anterior (1,33%). No acumulado do ano, a inflação apresentou alta de 3,5% e em 12 meses, 7,9%, a maior taxa desde maio de 2005, quando acusou alta de 8,2%. A diferença entre o IPCA-15 e o IPCA é o período de coleta dos preços. Pela análise regional, Curitiba registrou a maior taxa de inflação dentre as pesquisadas, de 1,7%, seguida de Fortaleza e Porto Alegre (ambos com 1,4%). Na sequência vêm Goiânia (1,3%), Salvador (1,3%) e São Paulo (1,2%). Já as menores taxas de inflação foram registradas em Belém, de 0,8%, Brasília, 0,8%, e Rio de Janeiro, 1,1%. Dentre os Grupos, destaque para as altas de Alimentação, Habitação e Transportes, com elevação de 1,2%, 2,8% e 1,9%, respectivamente. Esse resultado foi puxado principalmente pelo aumento nas contas da energia elétrica, nos preços dos combustíveis e dos alimentos que, juntos, foram responsáveis por 77,42% do índice do mês, sobre o qual exerceram impacto de 0,96 ponto percentual.

    Projeto Polinização do Brasil – A polinização é o transporte do pólen dos estames de uma flor até a parte feminina de outra; deste modo, obtêm-se as sementes que produzirão uma nova planta. Em alguns casos, o pólen é transportado pelo vento, mas há plantas que dependem dos animais, especialmente insetos, para que ocorra a polinização. Com o objetivo de conhecer melhor os polinizadores e a importância do processo de polinização no desenvolvimento da agricultura, o Projeto Polinizador do Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) realizou pesquisas e atividades de capacitação e conscientização ao longo dos últimos cinco anos. O projeto concentra esforços em sete culturas importantes no Brasil: algodão, caju, canola, castanha, maçã, melão e tomate. Planos de manejo, publicações científicas, educativas, e vídeos de grande importância foram produzidos para produtores rurais e também para criadores de abelhas. O projeto está inserido em uma iniciativa internacional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), financiada pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF – Global Environmental Facility) e que tem o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) como agência responsável pela execução.

    Mercado continua a aumentar a expectativa de inflação – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (20/03), a mediana das expectativas para o IPCA aumentou para 8,12%, após chegar a 7,33% há quatro semanas passadas. Este é o primeiro resultado acima de 8,0% desde abril de 2014 e o décimo segundo aumento consecutivo, além de continuar acima do limite superior da meta (6,50%). As projeções para 2016 foram para 5,61%, similar à quatro semanas passadas, 5,60%. No curto prazo, as projeções dos analistas são de 1,40% para março e 0,62% em abril. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 1,42% para março e 0,60% para abril, valores próximos ao mercado. Segundo dados do IBGE, o IPCA de 2014 foi de 6,41%, enquanto em fevereiro alcançou 2,48% no acumulado do ano. Projeta-se a taxa de juros Selic para o final de 2015 em 13,00%, ou seja, com mais acréscimos ao longo do ano, até um aumento total de 0,25 pontos. Espera-se que este aumento já aconteça na próxima reunião do Copom, alcançando expectativa mediana de 13,13%. O encontro será em abril, nos dias 28 e 29. A previsão é que em 2016, a Selic recue e termine o ano em 11,50%, ainda menor do que a taxa atual, previsão estável há 12 semanas.