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  • CNC divulga amanhã resultados de março do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira 1º de abril, os resultados de março do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira 1º de abril, os resultados de março do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • Síntese da Conjuntura 31/03/2015

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • Autocom 2015 começa hoje com soluções inovadoras para o varejo

    Nos dias 7 a 9 de abril, a Associação Brasileira de Automação Comercial (Afrac) realizará, em São Paulo, aquele que é considerado o principal evento de automação para o comércio da América Latina, a 17ª Feira e Congresso Internacionais de Automação para o Comércio (Autocom 2015).

    Nos dias 7 a 9 de abril, a Associação Brasileira de Automação Comercial (Afrac) realizará, em São Paulo, aquele que é considerado o principal evento de automação para o comércio da América Latina, a 17ª Feira e Congresso Internacionais de Automação para o Comércio (Autocom 2015). O evento, que conta com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), reunirá, no pavilhão Amarelo do Expo Center Norte mais de 150 marcas expositoras dos segmentos de meios de pagamento, certificação e identificação, suprimentos, equipamentos, soluções de pagamento, automação e tecnologia, softwares, administração de banco de dados e muitos outros. O tema central do Congresso será produtividade.

    O presidente da Abrac, Araquen Pagotto, relaciona o crescimento da feira com o amadurecimento do varejo brasileiro: “Os comerciantes já sabem que investir em automação comercial traz retornos significativos. Tecnologias como Cloud, RFID e Big Data podem transformar a experiência de compra do consumidor e trazem a possibilidade de administrar as informações estrategicamente aumentando assim o lucro. Essa percepção do varejista fez o mercado de automação crescer, o que torna a Autocom cada vez mais fundamental no calendário da automação para o comércio do Brasil”, afirma.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): março de 2015

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 057/2015

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para integrarem o Conselho Curador do Fundo de Desenvolvimento Social – CCFDS

    Designados representantes para compor a Comissão Eleitoral que procederá à eleição de representante da sociedade civil organizada que se enquadre na modalidade de entidades representativas do segmento dos Empregadores Urbano e Rural para preenchimento da última vaga destinada para compor o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso – CNDI, no biênio 2014-2016

    Convocação das entidades de empregadores urbano e rural para 1 (uma) vaga destinada a este segmento no Conselho Nacional dos Direitos do Idoso – CNDI, relativa ao biênio 2014-2016

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Urbana e Terceirização de Mão-de-Obra do Estado do Tocantins – SEAC-TO

    Deferido o registro sindical ao Sindicato Patronal de Hotéis, Bares e Restaurantes de Itajubá – SINDHBR

    Dispensados e designados representantes da Fecomércio/AM para o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Manaus

  • O bem-estar do brasileiro (Jornal do Commercio de 27 de março de 2015)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Há abundante literatura sobre o conceito de bem-estar, sobretudo em língua inglesa. Não é conceito trivial. Numa apertada síntese, seria a sensação de felicidade resultante da prosperidade e do grau de higidez, quer do indivíduo quer de uma comunidade. O conceito envolve o atendimento de necessidades materiais e não materiais. No Estado de Bem-Estar (Welfare State), parte substancial do gasto público está orientada para a garantia das necessidades básicas do indivíduo. Os países escandinavos são o melhor exemplo de Estado de Bem-Estar, onde a pessoa humana tem suas necessidades básicas cobertas pelo Estado, do berço ao túmulo (from cradle to grave).

    Os dados básicos que fundamentam a argumentação sobre os avanços no bem-estar do brasileiro derivam da Pesquisa Nacional Domiciliar por Amostra (PNAD) levada a cabo em 6 regiões metropolitanas do País. Ramo da Estatística Matemática, a amostragem permite expandir um número limitado de observações para representar todo o universo pesquisado, com margem de erro determinada.

    Comparando os dados da PNAD de 2003 e 2013, num procedimento que os economistas denominam de estática comparativa, é possível concluir que, entre esses dois períodos, a renda real per capita cresceu 27,8% e a renda média 51,7%. Essa diferença de taxas se explica pelo fato dos 10% mais pobres da população terem tido um acréscimo de renda de 106,17%. Portanto, uma redução da desigualdade.

    Embora não seja possível usar a estática comparativa entre 2003 e 2013 com o uso dos dados da PNAD, só agora ampliada com a inclusão de 3.500 municípios, seria possível especular, nessas novas condições da amostra, sobre a validade da queda da desigualdade.

    Uma ilustração possível é a que se refere à taxa de desemprego. No caso das regiões metropolitanas, o desemprego está em 5% da força-de-trabalho, mas com a amostra ampliada a taxa sobe para 7%. Há dúvidas sobre se tal ampliação permitiria a mesma conclusão.

    Seja como for, o uso das estatísticas domiciliares para medir o bem estar da população está aparentemente na contramão do ambiente social que o País vive, com níveis de crescente violência que chegam às cidades menores do interior, constantes protestos que bloqueiam as ruas e a falta de mobilidade urbana nas megacidades que impõe ao trabalhador uma penitência diária para ir e voltar de casa para o trabalho, ou, ainda, o déficit habitacional que criou a categoria dos sem teto. Pairando sobre tudo isso o sentimento do mau uso do gasto público.

    Sem dúvida a melhoria na distribuição da renda e a expansão do crédito ao consumidor permitiram que a nova “classe média” tivesse acesso a uma ampla gama de bens de consumo durável. Mas esse seria um critério restrito para o conceito de bem estar.

     

    Jornal do Commercio de 27 de março de 2015.

  • Comissão aprova projeto para evitar fraudes na execução de contratos públicos

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na quarta-feira (25), o Projeto de Lei 7.582/2010, do ex-senador Pedro Simon, que altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) para estabelecer a responsabilidade solidária de terceiros contratados pela administração pública para fiscalizar e acompanhar a execução de contratos, obras e serviços públicos. O objetivo é evitar fraudes nesse tipo de atividade.

    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na quarta-feira (25), o Projeto de Lei 7.582/2010, do ex-senador Pedro Simon, que altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) para estabelecer a responsabilidade solidária de terceiros contratados pela administração pública para fiscalizar e acompanhar a execução de contratos, obras e serviços públicos. O objetivo é evitar fraudes nesse tipo de atividade.

    O texto foi aprovado na forma do Substitutivo apresentado pelo relator na Comissão, deputado Laércio Oliveira (SD-SE), que apresentou parecer favorável. “O mérito da proposta é, na verdade, explicitar uma regra já prevista no Código Civil”, disse.

    Contratação de terceiros

    Atualmente, a Lei de Licitações estabelece que a execução do contrato deverá ser acompanhada e fiscalizada por um representante da administração pública, sendo permitida a contratação de terceiros para assistir e subsidiar esse representante com informações pertinentes a essa atribuição.

    O Projeto acrescenta dispositivo à Lei, prevendo que os terceiros contratados serão solidariamente responsáveis pelas informações técnicas e seus respectivos valores e, quando houver, pelos aditamentos contratuais do objeto da assistência técnica.

    Dessa forma, as empresas solidariamente responsáveis serão também chamadas a ressarcir os cofres públicos se for verificado, por exemplo, que a obra foi superfaturada e que as informações dos relatórios não estão corretas.

    A sugestão do Projeto foi da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert).

    Tramitação

    A proposta tramita em caráter conclusivo e, agora, será analisada pelas Comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 056/2015

    DESTAQUES:

    Definida a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para o segundo trimestre de 2015

    Encerrado o procedimento especial de verificação de origem não preferencial com a desqualificação da origem Malásia para o produto objetos de louça para mesa

    Concedido prazo adicional para conclusão dos estudos do grupo de trabalho com a finalidade específica de apresentar proposta de nova portaria para tratar da delegação de competência às SRTE para expedirem autorização para o trabalho aos domingos e feriados

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro assegurando ao consumidor o direito de ter acesso gratuito as suas informações cadastrais pelos órgãos de proteção ao crédito

  • Comércio teve pior resultado no PIB desde 2009

    A participação do comércio no Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,8% em 2014, segundo os dados das contas nacionais divulgados hoje pelo IBGE. Essa é a primeira queda desde 2009 (-0,2%), quando o País ainda se ressentia dos efeitos da última grande crise financeira internacional. Em termos nominais, o PIB somou R$ 5,52 trilhões no ano passado. Já o volume de vendas do comércio varejista teve alta de 2,2% – o pior resultado desde 2003, quando houve queda de 3,7%.

    A participação do comércio no Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,8% em 2014, segundo os dados das contas nacionais divulgados hoje pelo IBGE. Essa é a primeira queda desde 2009 (-0,2%), quando o País ainda se ressentia dos efeitos da última grande crise financeira internacional. Em termos nominais, o PIB somou R$ 5,52 trilhões no ano passado. Já o volume de vendas do comércio varejista teve alta de 2,2% – o pior resultado desde 2003, quando houve queda de 3,7%. “Comparado ao trimestre imediatamente anterior, o PIB da atividade comercial caiu pelo terceiro trimestre consecutivo, registrando variação de -2,9% – o pior desempenho de todos os setores discriminados pelas contas nacionais”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

    De acordo com os dados, dentre os três grandes setores econômicos, o maior destaque foi o setor de serviços, que responde por 71% do valor adicionado, registrando expansão de 0,7%. No entanto, o avanço do setor terciário foi o pior resultado da nova série histórica das contas nacionais recalculada a partir de 1996. A agropecuária (+0,4%) registrou crescimento mais tímido, principalmente considerando-se seu desempenho em 2013 (+7,9%). Já a indústria caiu (-1,2%) pela primeira vez em cinco anos. A participação do setor secundário na economia recuou de 25,3% para 23,4% nos últimos nove anos.

    A Divisão Econômica da CNC projeta para 2015 recuo no PIB de 1,0%, devido, sobretudo, aos baixos níveis de confiança, associados à deterioração das condições de consumo e investimentos. Indústria (-2,4%) e serviços (-0,2%) deverão puxar a economia para baixo, segundo a previsão.

     

  • Comércio teve pior resultado no PIB desde 2009

    A participação do comércio no Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,8% em 2014, segundo os dados das contas nacionais divulgados hoje pelo IBGE. Essa é a primeira queda desde 2009 (-2,4%), quando o País ainda se ressentia dos efeitos da última grande crise financeira internacional. Em termos nominais, o PIB somou R$ 5,52 trilhões no ano passado. Já o volume de vendas do comércio varejista teve alta de 2,2% – o pior resultado desde 2003, quando houve queda de 3,7%.

    A participação do comércio no Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,8% em 2014, segundo os dados das contas nacionais divulgados hoje pelo IBGE. Essa é a primeira queda desde 2009 (-2,4%), quando o País ainda se ressentia dos efeitos da última grande crise financeira internacional. Em termos nominais, o PIB somou R$ 5,52 trilhões no ano passado. Já o volume de vendas do comércio varejista teve alta de 2,2% – o pior resultado desde 2003, quando houve queda de 3,7%. “Comparado ao trimestre imediatamente anterior, o PIB da atividade comercial caiu pelo terceiro trimestre consecutivo, registrando variação de -2,9% – o pior desempenho de todos os setores discriminados pelas contas nacionais”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

    De acordo com os dados, dentre os três grandes setores econômicos, o maior destaque foi o setor de serviços, que responde por 71% do valor adicionado, registrando expansão de 0,7%. No entanto, o avanço do setor terciário foi o pior resultado da nova série histórica das contas nacionais recalculada a partir de 1996. A agropecuária (+0,4%) registrou crescimento mais tímido, principalmente considerando-se seu desempenho em 2013 (+7,9%). Já a indústria caiu (-1,2%) pela primeira vez em cinco anos. A participação do setor secundário na economia recuou de 25,3% para 23,4% nos últimos nove anos.

    A Divisão Econômica da CNC projeta para 2015 recuo no PIB de 1,0%, devido, sobretudo, aos baixos níveis de confiança, associados à deterioração das condições de consumo e investimentos. Indústria (-2,4%) e serviços (-0,2%) deverão puxar a economia para baixo, segundo a previsão.

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