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  • Dilma Roussef lança programa Bem Mais Simples Brasil

    A presidente da República, Dilma Roussef, assinou nesta quinta-feira (26/2) o decreto que cria o Bem Mais Simples Brasil, uma evolução do Simples Nacional, cujo objetivo é simplificar o cotidiano dos cidadãos e das micros, pequenas e médias empresas, “alavancando o ambiente de negócios e melhorando a eficiência da gestão pública”. A solenidade, realizada no Palácio do Planalto, contou com a presença de vários ministros, lideranças políticas e mais de uma centena de empresários.

    A presidente da República, Dilma Roussef, assinou nesta quinta-feira (26/2) o decreto que cria o Bem Mais Simples Brasil, uma evolução do Simples Nacional, cujo objetivo é simplificar o cotidiano dos cidadãos e das micros, pequenas e médias empresas, “alavancando o ambiente de negócios e melhorando a eficiência da gestão pública”. A solenidade, realizada no Palácio do Planalto, contou com a presença de vários ministros, lideranças políticas e mais de uma centena de empresários.

    Em seu discurso, Dilma disse que o governo está fazendo a sua parte para “tornar o Estado brasileiro um peso muito menor que é hoje para a sociedade”. A desburocratização dos serviços públicos é um dos destaques do novo programa. A presidente deu como exemplo a quebra de um antigo conceito, segundo o qual fechar empresa no Brasil é impossível.

    “A partir de hoje, é possível, sim”, afirmou. Por meio de uma parceria entre a Receita Federal e as Juntas Comercias, foi criado um sistema que permitirá o fechamento automático das empresas, na hora. Bastará ao interessado pagar uma taxa e preencher um cadastro com os nomes dos sócios e a localização dos livros de contabilidade para eventual fiscalização. Atualmente, existem no Brasil cerca de 1,2 milhão de empresas inativas.

    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Adelmir Santana, representou o presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos, na cerimônia. Para ele, tudo que vem para simplificar a economia e facilitar a vida do empresariado é bem-recebido pelo setor privado. “A CNC se alinha a essa iniciativa de desburocratização. Este é o caminho porque o País não suporta mais tanta complexidade tanto na abertura quanto no fechamento de empresas e como é tratado o cidadão brasileiro.”

    Em detalhada apresentação do programa, o ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos informou que as novas regras para a baixa de empresas preveem a dispensa de certidões de débitos tributários, previdenciários e trabalhistas. Também estão dispensadas certidões para as operações de extinção, redução de capital, cisão total ou parcial, incorporação, fusão, desmembramento, transformação e transferência do controle de cotas.

    Segundo Afif Domingos, a próxima etapa do Bem Mais Simples Brasil é reduzir o prazo e as exigências para a abertura de empresas. Pelo cronograma, essa etapa será implantada em junho. Até lá, ministérios e outros órgãos públicos vão trabalhar na unificação de portais e na estruturação de um cadastro único, que reduzirá a burocracia e unificará o trâmite de processos.

    Ao encerrar seu pronunciamento, ele destacou a importante parceria do setor privado em iniciativas do governo, oferecendo contribuições para a criação e o desenvolvimento de projetos/programas de interesse nacional, como foi o caso do Simples Nacional.

    Afif Domingos enfatizou a parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que disponibilizou em seu site o Empresômetro. “E eu não posso deixar de agradecer ao presidente Antonio Oliveira Santos”, finalizou.

  • Informe Representações 302

    Assessoria de Gestão das Representações 26/02/2015 – Ano 4, nº 302

     

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade)

    Assessoria de Gestão das Representações 26/02/2015 – Ano 4, nº 302

     

    PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade)

    No dia 23 de fevereiro de 2015 a CNC foi eleita, com 19 votos, dos 23 válidos, para mais um mandato no Conade, como representante dos empregadores. A posse dos membros titulares ocorrerá durante a realização da 96ª Reunião Ordinária, nos dias 11, 12 e 13 de março de 2015, na sede da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, situada no Edifício Parque Cidade Corporate, em Brasília – DF.

    Alexandre Sampaio, diretor da CNC, representou a entidade na assembleia de eleição, acompanhado do advogado da DJ Janilton Lima. Eles atuarão no Conselho como titular e suplente, respectivamente, eleitos para o mandato de dois anos (2015-2017).

    O Conade é o órgão superior de deliberação colegiada criado para acompanhar e avaliar o desenvolvimento da política nacional para inclusão da pessoa com deficiência e das políticas setoriais de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer e política urbana dirigidos a esse grupo social, que integra a estrutura básica da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

  • CNC representa empresariado no Conade

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi eleita, no dia 23 de fevereiro, para mais um mandato no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) como representante dos empregadores. A posse dos membros titulares ocorrerá durante a realização da 96ª Reunião Ordinária, nos dias 11, 12 e 13 de março de 2015, na sede da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), situada no Edifício Parque Cidade Corporate, em Brasília – DF.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi eleita, no dia 23 de fevereiro, para mais um mandato no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) como representante dos empregadores. A posse dos membros titulares ocorrerá durante a realização da 96ª Reunião Ordinária, nos dias 11, 12 e 13 de março de 2015, na sede da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), situada no Edifício Parque Cidade Corporate, em Brasília – DF.

    Alexandre Sampaio, diretor da CNC, representou a entidade na assembleia de eleição, acompanhado do advogado da Divisão Jurídica da CNC, Janilton Lima. Eles atuarão no Conselho como titular e suplente, respectivamente, e foram eleitos para o mandato de dois anos (2015-2017).

    O Conade é o órgão superior de deliberação criado para acompanhar e avaliar o desenvolvimento da política nacional para inclusão da pessoa com deficiência e das políticas setoriais de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer e política urbana dirigidos a esse grupo social, que integra a estrutura básica da SDH/PR.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 035/2015

    DESTAQUES:

    Publicada Instrução Normativa que dispõe sobre o processo simplificado e integrado de baixa no âmbito do Registro Público de Empresas

    Publicado procedimentos a serem observados para o preenchimento da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) pelos entes municipais quando remunerarem os membros do Conselho Tutelar

     

     

     

  • FNHRBS inaugura escritório em Minas Gerais

    A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) inaugura hoje (26) seu novo escritório em Belo Horizonte. Filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a entidade atualmente representa nove sindicatos em Minas Gerais: Caxambu, Governador Valadares, Juiz de Fora, Poços de Caldas, São Lourenço, Ouro Preto, Varginha, Teófilo Otoni e Camanducaia. No mesmo dia será realizada a primeira reunião de 2015 da diretoria da Federação.

    A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) inaugura hoje (26) seu novo escritório em Belo Horizonte. Filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a entidade atualmente representa nove sindicatos em Minas Gerais: Caxambu, Governador Valadares, Juiz de Fora, Poços de Caldas, São Lourenço, Ouro Preto, Varginha, Teófilo Otoni e Camanducaia. No mesmo dia será realizada a primeira reunião de 2015 da diretoria da Federação.

    Alexandre Sampaio, presidente da Federação e do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, explica a iniciativa na capital mineira. “Com a abertura do escritório, poderemos melhorar o suporte aos nossos filiados e desenvolver mais projetos para o interior com foco nas peculiaridades das diferentes regiões de Minas”, explica Sampaio.

    O novo escritório, que fica no bairro de Lourdes, na região Centro-Sul, terá a coordenação de Marcos Valério Rocha. “Minas Gerais é um Estado muito grande e nossa atuação é intensa. Nosso papel é dar suporte aos sindicatos para que eles possam prestar serviços dentro das expectativas do setor hoteleiro e de alimentação fora do lar”, afirmou o coordenador.

    Para Sampaio, o escritório vai potencializar a articulação das demandas do setor de turismo no estado e o objetivo da Federação é somar forças para o desenvolvimento econômico dos setores de hospedagem e alimentação.

  • Defasagens e ajuste fino

    Em artigo publicado no jornal Brasil Econômico, intitulado “Defasagens e ajuste fino”, o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, enfatiza, na abertura do texto, que a política monetária atua sobre a economia com defasagens longas e variáveis. “Seus efeitos não são imediatos. Atualmente, estima-se que a defasagem dos efeitos da política monetária sobre os preços no Brasil seja de três a cinco trimestres.

    Em artigo publicado no jornal Brasil Econômico, intitulado “Defasagens e ajuste fino”, o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, enfatiza, na abertura do texto, que a política monetária atua sobre a economia com defasagens longas e variáveis. “Seus efeitos não são imediatos. Atualmente, estima-se que a defasagem dos efeitos da política monetária sobre os preços no Brasil seja de três a cinco trimestres. Assim sendo, as decisões de política monetária são feitas pensando à frente, com base em modelos que estimam a trajetória futura da economia e a magnitude dos impactos da política monetária. Além das defasagens, os modelos econômicos e as projeções estão sujeitos a incertezas. Em uma economia dinâmica, vulnerável a choques, incertezas e longas defasagens, a estratégia da política monetária requer um constante ajuste fino”, afirma.

    Depois de analisar o atual cenário da economia brasileira, o economista observa que, com a atividade fraca da economia, em que diversos fatores levam a um maior risco de retração e um menor risco de elevações dos prêmios de risco no futuro próximo, a política monetária deve ser mais cuidadosa no processo de reajuste das taxas de juros, o que implica um maior gradualismo na recondução da inflação para o centro da meta, mesmo com a perspectiva do não cumprimento da meta no ano de 2015.

    Leia abaixo o artigo na íntegra.

  • Projeto que criminaliza venda de bebida a menor vai a sanção

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 508/2011 (PL 5.502/2013, na Câmara) que tipifica como crime, no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. O texto, que será enviado à sanção presidencial, prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição.

    O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na terça-feira, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 508/2011 (PL 5.502/2013, na Câmara) que tipifica como crime, no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. O texto, que será enviado à sanção presidencial, prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição. O Projeto original é de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE). De acordo com o texto, se o estabelecimento não pagar a multa no prazo determinado, poderá ser interditado até o pagamento. A penalidade de detenção será aplicada, ainda, se a pessoa fornecer, servir, ministrar ou entregar de qualquer forma bebida alcoólica, ainda que gratuitamente, a criança ou adolescente. Igual penalidade poderá ser aplicada em relação a outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, se a venda ou entrega ocorrer sem justa causa. O texto é semelhante a outro (PL 6.869/2010), também do Senado, sobre o mesmo tema, que previa pena de detenção de seis meses a quatro anos e multa. Relator do texto pela comissão especial, o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) destacou que um dos fatores da criminalidade é o consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes. “O Projeto é um avanço na legislação para visar à melhor saúde, à melhor educação e ao melhor ambiente para a família brasileira”, argumenta. Para o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), a Câmara precisa “travar guerra contra a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos”. Macris propõe que o Parlamento tenha a mesma iniciativa que resultou na restrição ao fumo e criticou a falta de legislação mais dura quanto à propaganda e ao consumo excessivo de bebidas.

     

    Hoje, conduta é tratada como contravenção

     

    Atualmente, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) permite o enquadramento da conduta como contravenção penal, pois, apesar de a proibição da venda de bebida alcoólica a crianças e adolescentes já constar do estatuto, o texto não fixa penalidades para a prática. A Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688/1941) tipifica a venda de bebida alcoólica a menores com pena de prisão simples de dois meses a um ano ou multa. A doutrina jurídica nacional diferencia a reclusão da detenção apenas quanto ao regime inicial de cumprimento da pena. Na reclusão, ele pode começar com o regime fechado, semiaberto ou aberto. Na detenção, não se admite o regime inicial fechado, que pode ocorrer apenas se for demonstrado que ele é necessário. Já a prisão simples, existente apenas na Lei das Contravenções, deve ser cumprida sem rigor penitenciário e em estabelecimento especial ou seção especial de prisão comum, no regime semiaberto ou aberto. Não há previsão do regime fechado em nenhuma hipótese para a prisão simples, e o condenado fica sempre separado dos condenados à pena de reclusão ou de detenção. Para eliminar o conflito entre as duas leis, o Projeto aprovado revoga o dispositivo da Lei das Contravenções Penais sobre o tema. A grande diferença, portanto, em relação à legislação atual é a tipificação da conduta como crime e a imposição de multa. Como a pena máxima é de quatro anos, o cumprimento poderá ser feito de acordo com a Lei das Penas Alternativas (Lei 9.714/1998), que prevê a substituição por pena restrita de direito.

  • Senado aprova MP que adiou entrada em vigor da Lei das ONGs

    O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), a Medida Provisória (MP) 658/2014, que adiou a entrada em vigor da Lei das ONGs (Lei 13.019/2014). A medida altera a Lei considerada marco civil no relacionamento das Organizações não Governamentais (ONGs) com o Estado, estabelecendo sua validade a partir do final do próximo mês de julho. Pelo texto original, a Lei entraria em vigor no final de outubro do ano passado.

    O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), a Medida Provisória (MP) 658/2014, que adiou a entrada em vigor da Lei das ONGs (Lei 13.019/2014). A medida altera a Lei considerada marco civil no relacionamento das Organizações não Governamentais (ONGs) com o Estado, estabelecendo sua validade a partir do final do próximo mês de julho. Pelo texto original, a Lei entraria em vigor no final de outubro do ano passado. O diploma legal estabelece normas gerais para licitações e contratação das entidades sem fins lucrativos, com alcance sobre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. A legislação ainda reforça o monitoramento e a avaliação das parcerias, que se dará paralelamente à fiscalização pelos órgãos de controle.

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora da matéria, lembrou que a comissão mista que analisou a MP realizou uma audiência pública com representantes do governo e da sociedade civil, além de parlamentares, para buscar sugestões para o tema. Gleisi relatou que foram apresentadas 59 emendas, sendo 57 de deputados e duas de senadores. A maioria foi acatada de forma total ou parcial no Projeto de Lei de Conversão (PLV) 19/2014, que foi aprovado por unanimidade na comissão em dezembro do ano passado. As alterações, no entanto, foram rejeitadas na Câmara — que aprovou o texto original da MP.

    A senadora disse lamentar a posição dos deputados, pois “não foi discutido o mérito do Projeto”. Ela fez uma defesa das alterações realizadas na comissão, mas admitiu a dificuldade de aprovar o texto – o que obrigaria a MP a voltar para a Câmara, com o risco de perder a validade. Gleisi fez questão de informar que acatou as emendas de vários deputados da oposição e as sugestões de várias entidades filantrópicas. Ela ainda negou que suas alterações aliviariam a fiscalização das entidades civis e argumentou que a Lei atual é mais rígida com as ONGs do que com as empresas privadas.

    Conforme explicou a relatora, seu relatório apresentava mudanças, como a prestação de contas das ONGs de modo parcial, a ampliação de metas e a inclusão de cooperativas no conceito de organização da sociedade civil. Critérios para seleção de entidades, regras sobre nepotismo e mais tempo para os ajustes nos contratos dos Municípios também estavam entre as alterações propostas pela senadora. Para Gleisi, esse não é um tema partidário ou governamental, mas é um assunto que interessa a toda a sociedade.

    “Lamento que tenhamos de votar apenas a MP como veio do Executivo. Sequer tivemos a oportunidade de fazer um debate sobre as alterações do PLV”, afirmou a senadora.

    Avanço

    Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), a MP promoveu o necessário ajuste da Lei – que era apenas a questão do prazo. Ele disse que a legislação já representa um avanço para o País, ao aprimorar medidas de transparência e de controle, e que as alterações propostas no PLV “não merecem prosperar”. Ferraço também elogiou exemplos de ONGs do seu estado e destacou o trabalho do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), autor do Projeto que deu origem à Lei, e do ex-senador Rodrigo Rollemberg, que foi o relator da matéria.

    A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) registrou que já foi funcionária e consultora de uma ONG. Ela destacou a importância social dessas entidades, “que atuam com políticas inovadoras, muitas vezes em áreas que o governo não consegue alcançar”. Lídice lamentou a postura “absolutamente conservadora e atrasada” da Câmara, que não aprovou as mudanças feitas no Senado.

    “Na verdade, não tenho nem vontade de votar esta MP, que deixa de ser a possibilidade de um avanço para o País, afirmou Lídice.

    Mal-entendido

    A votação das emendas foi marcada por um momento de confusão. O presidente da Casa, Renan Calheiros, pediu a manifestação do Plenário sobre as emendas acatadas pela senadora Gleisi. Pelo acordo, as emendas seriam rejeitadas – para que a MP não tivesse que retornar à Câmara. No entanto, o Plenário entendeu o contrário, mantendo as emendas. A senadora Gleisi pediu que a votação fosse repetida, mas Renan disse que não seria possível do ponto de vista regimental, temendo abrir um “precedente perigoso”.

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que o Plenário votou na direção contrária do “espírito” do entendimento e apontou que um acordo de líderes por unanimidade poderia corrigir o sentido da votação. O acordo foi feito e, após a manifestação dos senadores no painel eletrônico, as emendas foram rejeitadas. Assim, a MP foi aprovada e, agora, segue para promulgação.

  • Cresce o número de famílias com dívidas em fevereiro de 2015

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que em fevereiro o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros alcançou 57,8% em fevereiro de 2015, o que representa uma alta em relação aos 57,5% observados em janeiro de 2015, mas uma queda em relação aos 62,7% de fevereiro de 2014.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que em fevereiro o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros alcançou 57,8% em fevereiro de 2015, o que representa uma alta em relação aos 57,5% observados em janeiro de 2015, mas uma queda em relação aos 62,7% de fevereiro de 2014.

    Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o índice de famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu na comparação mensal – de 17,8% para 17,5% do total. Também houve queda no percentual de famílias inadimplentes em relação a fevereiro de 2014, quando esse indicador alcançou 19,7% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes ficou estável na comparação mensal, aumentando, contudo, em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 6,4% em fevereiro de 2015, ante 5,9% em fevereiro de 2014.

    “Fatores sazonais relacionados ao maior comprometimento de renda das famílias com gastos extras de início de ano ajudam a explicar essa alta mensal. Na comparação anual, entretanto, manteve-se a tendência de queda. A maior cautela do consumidor em relação ao consumo, além das taxas de juros mais elevadas, levou à redução não apenas do endividamento, mas também dos indicadores de inadimplência”, explica Marianne Hanson, economista da CNC. Segundo ela, a diminuição do número de famílias com contas ou dívidas, tanto na comparação mensal quanto em relação ao mesmo período do ano anterior, reflete a moderação do crescimento do crédito para as famílias e o perfil mais favorável de endividamento, concentrando-se em modalidades de risco mais baixo e prazos mais longos, o que melhorou a percepção das famílias em relação ao seu endividamento e manteve a inadimplência em patamares baixos.

    O estudo ainda mostra que houve melhora também na percepção das famílias em relação ao seu endividamento, com recuo na proporção daquelas que se declararam muito endividadas, que alcançou, este mês, o menor patamar da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2010.

  • Cresce o número de famílias com dívidas em fevereiro de 2015

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que em fevereiro o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros alcançou 57,8% em fevereiro de 2015, o que representa uma alta em relação aos 57,5% observados em janeiro de 2015, mas uma queda em relação aos 62,7% de fevereiro de 2014.

     

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que em fevereiro o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros alcançou 57,8% em fevereiro de 2015, o que representa uma alta em relação aos 57,5% observados em janeiro de 2015, mas uma queda em relação aos 62,7% de fevereiro de 2014.

     

    Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o índice de famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu na comparação mensal – de 17,8% para 17,5% do total. Também houve queda no percentual de famílias inadimplentes em relação a fevereiro de 2014, quando esse indicador alcançou 19,7% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes ficou estável na comparação mensal, aumentando, contudo, em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 6,4% em fevereiro de 2015, ante 5,9% em fevereiro de 2014.

     

    “Fatores sazonais relacionados ao maior comprometimento de renda das famílias com gastos extras de início de ano ajudam a explicar essa alta mensal. Na comparação anual, entretanto, manteve-se a tendência de queda. A maior cautela do consumidor em relação ao consumo, além das taxas de juros mais elevadas, levou à redução não apenas do endividamento, mas também dos indicadores de inadimplência”, explica Marianne Hanson, economista da CNC. Segundo ela, a diminuição do número de famílias com contas ou dívidas, tanto na comparação mensal quanto em relação ao mesmo período do ano anterior, reflete a moderação do crescimento do crédito para as famílias e o perfil mais favorável de endividamento, concentrando-se em modalidades de risco mais baixo e prazos mais longos, o que melhorou a percepção das famílias em relação ao seu endividamento e manteve a inadimplência em patamares baixos.

     

    O estudo ainda mostra que houve melhora também na percepção das famílias em relação ao seu endividamento, com recuo na proporção daquelas que se declararam muito endividadas, que alcançou, este mês, o menor patamar da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2010.

     

    Clique aqui para fazer o download da análise, dos gráficos e da série histórica da Peic

    A economista da CNC Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414.