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  • Receita de Serviços cresceu menos que inflação em 2014

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 6,0% em 2014, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (20) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi o pior desde o início da pesquisa, ficando atrás das variações verificadas em 2012 (+10,0%) e 2013 (+8,5%). 

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 6,0% em 2014, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (20) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi o pior desde o início da pesquisa, ficando atrás das variações verificadas em 2012 (+10,0%) e 2013 (+8,5%). 

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados nominais de 2014 deflacionados pela inflação dos serviços apurada pelo IPCA (+8,3%) apontam para uma variação real de -2,5% da receita com a prestação de serviços no mesmo período, primeiro resultado anual negativo desde o início da pesquisa. Em 2012 e 2013, a receita real do setor variou 1,3% e 0,0%, respectivamente. 

    Na comparação com o mês de dezembro de 2013, a alta de 4,2% representou uma aceleração ante o fraco desempenho verificado no comparativo novembro de 2014/novembro de 2013 (+3,7%). Contudo, o resultado do último mês do ano passado manteve a tendência de desaceleração acentuada a partir do segundo trimestre de 2014. Descontada a inflação setorial, os serviços registraram queda real de receita pelo décimo mês consecutivo (-4,1%). 

    “Além de não contar com um deflator específico para a obtenção de um índice de volume dos serviços, a PMS ainda não conta com ajuste sazonal nos dados mensais”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Educação, saúde e serviços financeiros não integram a coleta mensal da PMS. Ainda assim, o indicador mensal do IBGE cobre aproximadamente 36,5% do valor adicionado bruto gerado no País e mais de 1/3 do pessoal ocupado no mercado de trabalho.

  • Receita de Serviços cresceu menos que inflação em 2014

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 6,0% em 2014, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (20) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi o pior desde o início da pesquisa, ficando atrás das variações verificadas em 2012 (+10,0%) e 2013 (+8,5%).

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 6,0% em 2014, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (20) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi o pior desde o início da pesquisa, ficando atrás das variações verificadas em 2012 (+10,0%) e 2013 (+8,5%).

    De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados nominais de 2014 deflacionados pela inflação dos serviços apurada pelo IPCA (+8,3%) apontam para uma variação real de -2,5% da receita com a prestação de serviços no mesmo período, primeiro resultado anual negativo desde o início da pesquisa. Em 2012 e 2013, a receita real do setor variou 1,3% e 0,0%, respectivamente.

    Na comparação com o mês de dezembro de 2013, a alta de 4,2% representou uma aceleração ante o fraco desempenho verificado no comparativo novembro de 2014/novembro de 2013 (+3,7%). Contudo, o resultado do último mês do ano passado manteve a tendência de desaceleração acentuada a partir do segundo trimestre de 2014. Descontada a inflação setorial, os serviços registraram queda real de receita pelo décimo mês consecutivo (-4,1%).

    “Além de não contar com um deflator específico para a obtenção de um índice de volume dos serviços, a PMS ainda não conta com ajuste sazonal nos dados mensais”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Educação, saúde e serviços financeiros não integram a coleta mensal da PMS. Ainda assim, o indicador mensal do IBGE cobre aproximadamente 36,5% do valor adicionado bruto gerado no País e mais de 1/3 do pessoal ocupado no mercado de trabalho.

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo número (21) 3804 9264.

     

     

     

     

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – fevereiro de 2015

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Qualificação eleva salários do turismo em Santa Catarina

    A Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina estima que até março o Estado deverá receber 5,8 milhões de turistas nesta temporada de verão, o que demonstra a importância do setor turístico para a economia catarinense. Para orientar os empresários do setor em suas estratégias de crescimento de competitividade, a Fecomércio-SC reuniu informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, acerca do mercado de trabalho do turismo em Santa Catarina.

    A Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina estima que até março o Estado deverá receber 5,8 milhões de turistas nesta temporada de verão, o que demonstra a importância do setor turístico para a economia catarinense. Para orientar os empresários do setor em suas estratégias de crescimento de competitividade, a Fecomércio-SC reuniu informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, acerca do mercado de trabalho do turismo em Santa Catarina. Os números revelam que os trabalhadores do setor turístico obtiveram, entre 2007 e 2013, um aumento significativo do salário médio real (47,6%), bem acima da média dos demais setores (25%), muito por causa da busca pela qualificação profissional.

    Segundo os dados do Caged compilados pela Federação, dos 85 mil trabalhadores empregados no setor turístico, 20,6% têm entre 18 e 24 anos – na média total do mercado de trabalho catarinense, essa proporção é de 19,6%. No setor turístico, os que têm entre 30 e 49 anos representam 46,2% do total. 

    O Vale do Itajaí concentra a maior parte dos trabalhadores do turismo em Santa Catarina em 2013 (31,3%), seguido de perto pela Grande Florianópolis (30,2%). Em ambas as regiões estão os principais destinos turísticos de Santa Catarina: Balneário Camboriú e Ilha de Santa Catarina. A carga horária da maioria dos trabalhadores (86,2%) contratados corresponde à legislação brasileira de 44 horas semanais. Em seguida, aparecem os trabalhadores que trabalham entre 31 horas e 40 horas, com 7,9%, e os que trabalham entre 21 horas e 30 horas (3,4%). 

    Para mensurar a sazonalidade do setor, foi comparado o saldo líquido de vagas (diferença entre admissões e demissões) do setor durante agosto de 2013 e julho de 2014 – um período de 12 meses – e entre somente os meses ditos de alta temporada, entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014. As regiões que mais sofrem com a sazonalidade são, naturalmente, as que concentram a maior parte da mão de obra empregada no setor: Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. Nos meses de alta temporada, essas regiões criaram 1.104 e 1.240 vagas, respectivamente, enquanto, na soma geral do ano, o Vale do Itajaí criou apenas 219 vagas no setor, e a Grande Florianópolis viu uma perda líquida de 165 vagas. O resultado geral no Estado, entre os meses de novembro de 2013 e fevereiro de 2014, é muito melhor (3.292 vagas) do que quando comparado com um período completo de 12 meses (970 vagas), configurando-se uma alta sazonalidade no setor, que deve ser minimizada por meio de um plano sustentado de turismo.

  • Debates da reforma política terão dois temas prioritários, diz relator

    O relator da comissão especial da reforma política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), disse que pretende dar atenção especial a dois temas que considera centrais na discussão: o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas. Segundo o relator, esses dois temas vão dominar as audiências públicas na comissão especial, para que os deputados “amadureçam suas ideias e tomem uma decisão segura”.

    O relator da comissão especial da reforma política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), disse que pretende dar atenção especial a dois temas que considera centrais na discussão: o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas. Segundo o relator, esses dois temas vão dominar as audiências públicas na comissão especial, para que os deputados “amadureçam suas ideias e tomem uma decisão segura”.

    A comissão especial se reúne na terça-feira (24) para definir o cronograma de trabalho e as primeiras audiências públicas. Além de cientistas políticos e representantes do Executivo e da Justiça Eleitoral, Marcelo Castro cita outros possíveis convidados para debater o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas.

    “Quem está defendendo sistemas eleitorais publicamente deve ser convidado: por exemplo, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; o vice-presidente da República, Michel Temer, vem defendo o sistema ‘distritão’; o PT defende a lista fechada com financiamento público de campanha; o PSDB defende o distrito. Então, cada um desses segmentos deverá ser convidado para vir aqui”, disse Castro.

    Debate amplo

    Os deputados já apresentaram oito requerimentos para a realização de audiências públicas na comissão especial, além de seminários e debates nos estados.

    Na lista dos possíveis convidados estão as entidades da sociedade civil que elaboraram o projeto de lei “Eleições Limpas” (PL 6316/13); entidades de prefeitos e vereadores; o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli; e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, a quem cabe o último voto do STF sobre uma ação movida pela Ordem do Advogados do Brasil (OAB) para barrar o financiamento de campanhas eleitorais por parte de empresas.

    Marcelo Castro já estabeleceu a meta a ser alcançada até o fim dos trabalhos dos parlamentares. “Uma reforma política que traga estabilidade política para o Brasil, fortaleça os partidos políticos, aproxime o eleitor do seu representante tanto na hora de votar quanto na hora de cobrar o exercício de seu mandato parlamentar e, principalmente, garantir um sistema eleitoral que seja indutor de uma atividade política cada vez mais ética”, disse.

    Prazo de funcionamento

    O relator já adiantou que não pretende ultrapassar o prazo de 40 sessões do Plenário da Câmara para a aprovação do seu parecer. Por isso, ele quer evitar a “perda de tempo” com longos debates em torno de pontos da reforma política sobre os quais a maioria dos deputados já têm opinião formada, como o fim da reeleição para os cargos majoritários, a coincidência de eleições, a cláusula de desempenho e a proibição de coligações nas eleições proporcionais, ou seja, para a Câmara dos Deputados e os legislativos estaduais e municipais.

    “Sobre os temas que são pontuais e de mais fácil compreensão, eu quero ver se a gente toma uma decisão o mais rapidamente possível, para poder se concentrar naquilo que constitui o núcleo da reforma eleitoral, que são o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas”, disse Marcelo Castro.

    Na reunião de terça, a comissão especial também vai escolher o 3º vice-presidente, em eleição secreta. A comissão foi criada para analisar propostas que mudam a Constituição quanto ao sistema político-eleitoral (PECs 344/13, 352/13 e outras).

  • Síntese da Conjuntura 15/02/2015

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.   

  • Fórum de Participação Social: inclusão e maior participação da sociedade

    Inclusão com resultados e praticidade. Com esse objetivo, o Conselho Nacional de Imigração (CNIg), do Ministério do Trabalho e Emprego, criou o Fórum de Participação Social (FPS). A Resolução foi publicada em 18 de janeiro no Diário Oficial da União. 

    Inclusão com resultados e praticidade. Com esse objetivo, o Conselho Nacional de Imigração (CNIg), do Ministério do Trabalho e Emprego, criou o Fórum de Participação Social (FPS). A Resolução foi publicada em 18 de janeiro no Diário Oficial da União. 

    Marjolaine do Canto, chefe da Assessoria junto ao Poder Executivo (Apex) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e conselheira do CNIg, explica que o objetivo da iniciativa é aumentar o processo de participação da sociedade civil nas medidas do Conselho. “É uma ação que vai gerar mais credibilidade e transparência para as ações. Para que seja cumprido o interesse do governo, sugerimos a criação do Fórum, com todos os segmentos sociais envolvidos. O Fórum também é a forma mais prática de se ouvir todos os interessados nas questões debatidas no conselho, desde entidades que atuem no campo das migrações até cidadãos interessados”, explica Marjolaine. 

    Para o presidente do Conselho Nacional de Imigração, Paulo Sérgio de Almeida, a medida intensifica o processo democrático de construção de políticas públicas voltadas às migrações e qualifica ainda mais as decisões do CNIg. Almeida esteve em dezembro na CNC, quando defendeu a aprovação de uma nova lei de migrações para substituir a legislação atual, conhecida como Estatuto do Estrangeiro, considerada por ele como defasada. Em palestra no jantar comemorativo ao Dia Internacional dos Imigrantes, na CNC em Brasília, no dia 9 de dezembro, ele justificou que a nova lei criaria “os alicerces necessários ao desenvolvimento de políticas de governança dos fluxos migratórios”.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 030/2015

    DESTAQUES:

    Criado fórum de participação social, para sugestões e propostas em temas do Conselho Nacional de Imigração.

    Solicitado o arquivamento do Pedido de Alteração Estatutária do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Campina Grande e Interior da Paraíba.

    Alterado o Anexo de Resolução ANTAQ que trata, dentre outros assuntos a acessibilidade e atendimento diferenciado à pessoas com necessidades especiais.

     

     

  • MP 664 movimenta empresariado

    A Medida Provisória 664 foi um dos temas debatidos pelo diretor da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, com o secretário Executivo e o secretário de Racionalização e Simplificação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Nelson Almeida Prado e José Constantino de Bastos Junior, respectivamente, em reunião realizada dia 11, em Brasília. 

    A Medida Provisória 664 foi um dos temas debatidos pelo diretor da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, com o secretário Executivo e o secretário de Racionalização e Simplificação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Nelson Almeida Prado e José Constantino de Bastos Junior, respectivamente, em reunião realizada dia 11, em Brasília. 

    Durante o encontro, Pietrobon reforçou a necessidade de as micros e pequenas empresas terem tratamento diferenciado quanto à MP, que, editada no final do ano passado, apresenta significativa mudança em relação ao auxílio-doença, aumentando o custo para as empresas dos trabalhadores afastados de 15 para 30 dias. “A Fenacon espera que para os empresários das empresas optantes pelo Simples Nacional sejam mantidos os 15 dias”, defendeu Pietrobon. 

    A MP 664, de 30 de dezembro de 2014, que alterou as regras do sistema de Previdência Social, é um tema que tem mobilizado os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. A reunião de Diretoria da CNC em janeiro teve sua abertura com um alerta do presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos, sobre o tema. 

    Durante o encontro, realizado no Rio de Janeiro no dia 22/01, Oliveira Santos informou que a Confederação está empenhada nas discussões sobre as consequências da aprovação da medida, sobretudo no que tange às preocupações com a sobrevivência das microempresas. “O que nos preocupa, no momento, é saber o tipo de reação ou as consequências da ampliação do período de 15 para 30 dias em caso de afastamento, doença etc. Para a grande empresa, isso significa um ônus a mais. Não sei se uma medida como essa pode ser incorporada ao conjunto de busca de salvação da economia do País. Para a pequena e a grande empresa, seus efeitos significam aumento de custos, mas é uma coisa calculada e, talvez, possível de ser superada”, contextualizou o presidente da CNC. 

    Para Oliveira Santos, na microempresa, com poucos empregados, os 30 dias podem tornar bastante difícil a continuidade de funcionamento do negócio. “E a empresa que só tem um funcionário? Não vamos nos limitar a discutir esse aspecto. Todos zelamos pela saúde de nossos empregados e faremos o possível para facilitar a sua recuperação, mas será que isso não inviabiliza a maioria dos empregadores que temos nessa área?”, questionou.

     

  • Descompassos monetários

    O jornal Brasil Econômico de hoje (19) publica artigo do chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Descompassos monetários”, com chamada na primeira página.

    O jornal Brasil Econômico de hoje (19) publica artigo do chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Descompassos monetários”, com chamada na primeira página. O economista avalia que a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de aprofundar o estímulo monetário por meio da introdução de um programa de alívio quantitativo, no momento em que a autoridade monetária dos Estados Unidos prepara-se para iniciar o processo de normalização da taxa de juros básica, traz consequências importantes para a economia brasileira, particularmente no que se refere à política monetária. “De um lado, temos grande expansão monetária, proveniente, principalmente, da zona do euro e do Japão; de outro lado, há ajustes vindos dos Estados Unidos e, de certa forma, também da China, por meio de sua política cambial. Esse descompasso deve gerar uma postura mais cautelosa dos bancos centrais pelo mundo e dar mais margem de manobra ao Banco Central do Brasil.”

    Carlos Thadeu explica que a implicação para o Brasil é a continuidade das condições favoráveis de financiamento externo, caso a gestão da política econômica seja eficaz em manter as expectativas e, consequentemente, os prêmios de risco sob controle. “Para a política monetária, o cenário para reconduzir a inflação a uma trajetória de convergência para o centro da meta é desafiador”, afirma Thadeu. leia abaixo a íntegra do artigo.