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  • Participação da CNC no Fórum Consultivo Econômico-Social do Mercosul ganha registro

    A atuação em 2014 da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) como Coordenadora Empresarial da Seção Brasileira do Fórum Consultivo Econômico-Social do Mercosul (FCES) foi detalhada em relatório produzido pelo coordenador do grupo, vice-presidente Administrativo da Confederação e presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, e entregue ao presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos. 

    A atuação em 2014 da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) como Coordenadora Empresarial da Seção Brasileira do Fórum Consultivo Econômico-Social do Mercosul (FCES) foi detalhada em relatório produzido pelo coordenador do grupo, vice-presidente Administrativo da Confederação e presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, e entregue ao presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos. 

    O documento destaca que, entre outras informações, a CNC organizou e participou de duas reuniões nacionais e de duas reuniões regionais do Fórum – uma de coordenadores do FCES, em setembro, e outra plenária, em novembro. As reuniões da Seção Brasileira foram preparatórias para os encontros regionais. 

    O documento informa, ainda, que a reunião ampliada de coordenadores do FCES do Mercosul ocorreu em Buenos Aires, Argentina, nos dias 16 e 17 de setembro, em que estiveram presentes os coordenadores e demais representantes das três Seções Nacionais – Argentina, Brasil e Uruguai. 

    De acordo com o relatório, seguem na agenda de trabalho do FCES os seguintes assuntos: acordo Mercosul-União Europeia; situação da Venezuela no Mercosul; adesão de novos membros – Bolívia e Equador; participação da Seção Paraguaia; financiamento do FCES; cadeias regionais de valor e Protocolo de Compras Governamentais. 

    Sobre o FCES 

    O Foro Consultivo Econômico-Social do Mercosul foi criado em dezembro de 1994 pelo Protocolo de Ouro Preto, um instrumento adicional ao Tratado de Assunção, firmado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de criar um mercado comum entre os quatro países. 

    O FCES é o único órgão de representação dos setores econômico e social. É integrado por igual número de representantes de cada país. O FCES tem função consultiva e se manifesta, mediante recomendações, ao Grupo Mercado Comum (GMC), que é o órgão executivo do Mercosul.

     

  • Número de famílias endividadas aumenta em dezembro

    O ano vai se encerrar com uma leve alta no número de famílias endividadas, após três meses seguidos de queda. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nesta segunda-feira, 22 de dezembro, 59,3% das famílias têm algum tipo de dívida em dezembro (alta de 0,1 ponto percentual em relação a novembro).

    O ano vai se encerrar com uma leve alta no número de famílias endividadas, após três meses seguidos de queda. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) nesta segunda-feira, 22 de dezembro, 59,3% das famílias têm algum tipo de dívida em dezembro (alta de 0,1 ponto percentual em relação a novembro).

    Entretanto, houve recuo na comparação com o mesmo período de 2013, quando o endividamento atingiu 62,2% das famílias brasileiras. “A cautela das famílias em relação ao consumo, observada nos índices de confiança e de intenção de consumo, faz com que mais consumidores quitem suas dívidas”, afirmou o economista da CNC Bruno Fernandes. “Entre as famílias com dívidas, o comprometimento da renda com o pagamento destas aumentou, acompanhando o custo elevado do crédito”, completou.

     A elevação do percentual de famílias endividadas foi acompanhada pelo percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, na comparação mensal – passando de 18,0% para 18,5% do total. Entretanto, houve queda do número de famílias inadimplentes em relação a dezembro de 2013, quando esse indicador alcançou 20,8% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também apresentou leve alta na comparação mensal, recuando, contudo, na comparação anual, alcançando 5,8% em dezembro de 2014, ante 5,5% em novembro de 2014 e 6,5% em dezembro de 2013.

    Clique aqui para fazer o download da análise e dos gráficos da Peic

    O economista da CNC Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

     

  • Número de famílias endividadas aumenta em dezembro

    O ano vai se encerrar com uma leve alta no número de famílias endividadas, após três meses seguidos de queda. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 59,3% das famílias têm algum tipo de dívida em dezembro (alta de 0,1 ponto percentual em relação a novembro).

    O ano vai se encerrar com uma leve alta no número de famílias endividadas, após três meses seguidos de queda. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 59,3% das famílias têm algum tipo de dívida em dezembro (alta de 0,1 ponto percentual em relação a novembro).

    Entretanto, houve recuo na comparação com o mesmo período de 2013, quando o endividamento atingiu 62,2% das famílias brasileiras. “A cautela das famílias em relação ao consumo, observada nos índices de confiança e de intenção de consumo, faz com que mais consumidores quitem suas dívidas”, afirmou o economista da CNC Bruno Fernandes. “Entre as famílias com dívidas, o comprometimento da renda com o pagamento destas aumentou, acompanhando o custo elevado do crédito”, completou.

    A elevação do percentual de famílias endividadas foi acompanhada pelo percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, na comparação mensal – passando de 18,0% para 18,5% do total. Entretanto, houve queda do número de famílias inadimplentes em relação a dezembro de 2013, quando esse indicador alcançou 20,8% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também apresentou leve alta na comparação mensal, recuando, contudo, na comparação anual, alcançando 5,8% em dezembro de 2014, ante 5,5% em novembro de 2014 e 6,5% em dezembro de 2013.

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – dezembro 2014

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 234/2014

    DESTAQUES:

    Aplicado direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, às importações brasileiras de vidros planos flotados incolores, com espessuras de 2 mm a 19 mm, originárias da Arábia Saudita, da China, do Egito, dos Emirados Árabes Unidos, dos Estados Unidos e do Mexicano, onde a CNC foi convocada para participar da audiência final

    Encerrada investigação com aplicação de direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, às importações brasileiras de porcelanato técnico, originárias da República Popular da China, onde a CNC foi convocada para participar da audiência final

    Sindicato Nacional do Comércio Transportador-Revendedor-Retalhista de Combustíveis notifica para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal a partir de 1º de janeiro de 2015

  • Sumário Econômico 1388

    Destaque da edição:

     

    Destaque da edição:

     

    A CNC, MPEs e Empresômetro – Com presença cada dia mais atuante na economia brasileira no tocante à geração de novos negócios, emprego e renda, as micros e pequenas empresas (MPEs) respondem por 52% dos empregos formais e participam com 27% do Produto Nacional. Em 2001, a participação das MPEs no PIB atingia 23%, mas a tendência é ultrapassar 30% até 2021 e caminhar para alcançar 50% até 2050. As leis que beneficiam as MPEs apontam nessa direção, se o tratamento diferenciado continuar sendo aprimorado e, sempre que possível, houver sensibilidade política do Governo e das entidades representativas para com a importância das MPEs no processo de estabelecimento de uma sociedade mais justa e equitativa. Para esse fim, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo tem contribuído intensamente, junto com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), o Fórum Permanente das MPEs e o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). No dia 18 de novembro foi lançado o portal Empresômetro MPEs, visando suprir uma lacuna com relação à escassez de informações, que permitam um diagnóstico mais preciso e a formulação de políticas. Esse Portal pode ser acessado em: http://empresometro.cnc.org.br/, onde o usuário obterá dados a respeito das MPEs, com informações que correspondem a um raio X quantitativo do segmento, em tempo real.

     

    Outras matérias:

    O crédito e o freio no consumo – Os dados das Contas Nacionais para o terceiro trimestre deste ano revelaram uma estagnação da demanda por consumo das famílias, contribuindo para o fraco resultado do PIB no período. O consumo das famílias recuou 0,3% em relação ao trimestre anterior e o resultado do PIB foi um crescimento de apenas 0,1%. Nos últimos quatro trimestres, a despesa de consumo das famílias continuou sendo a principal contribuição positiva para o crescimento do PIB, com expansão de 1,5%. Entretanto, foi o pior resultado desde 2004. A desaceleração do consumo das famílias está relacionada ao comportamento do crédito às pessoas físicas, que manteve a trajetória de moderação em 2014. O crédito para as famílias está mais caro e escasso, e essas estão se mostrando mais cautelosas em relação ao consumo e ao endividamento. O saldo de crédito das famílias junto aos bancos apresentou, até outubro, um crescimento anual de 13,4% – significativamente abaixo da média histórica (a partir de 2007) de 19,5%. Adicionalmente, a maior parte do crescimento atual é proveniente de operações com crédito direcionado, a juros subsidiados, em particular o financiamento imobiliário. Excluindo as operações do crédito direcionado, o saldo de operações de crédito com recursos livres junto ao Sistema Financeiro Nacional apresentou crescimento anual de 5,2% em termos nominais no mesmo período, o que representa um crescimento abaixo da inflação. Entre as operações com recursos livres, destacaram-se, ao longo do ano, o crescimento de operações de curto prazo com cartão de crédito e cheque especial. As operações de prazo mais longo, entre elas crédito pessoal e aquisição de veículos, apresentaram recuo de 2,7%. Acompanhando essa retração, o resultado das vendas do comércio varejista também foi mais modesto, sobretudo nos segmentos mais sensíveis ao crédito, que compreendem bens duráveis, automóveis e materiais de construção. O setor de móveis e eletrodomésticos, por exemplo, que havia apresentado crescimento real das vendas de 4,9% em 2013, acumula, nos últimos 12 meses até setembro, alta de apenas 2,0%. Diante desses dados, é notável o esgotamento dos efeitos do estímulo ao crédito na economia. A CNC estima que neste Natal – a data comemorativa mais importante para o comércio – o varejo terá um crescimento real de vendas ao redor de 2%, o que representa o pior resultado desde 2003.

    Os números da Black Friday 2014 – Finalmente a Black Friday chegou em 28 de novembro e não decepcionou os comerciantes que participaram da promoção. Em um ano de retração nas vendas, todas as datas promocionais ou comemorativas tiveram um papel importante para equilíbrio do caixa e giro dos estoques. No âmbito do varejo eletrônico – ainda não se dispõem de dados do comércio presencial – a consultoria E-bit informa que o faturamento do evento somou R$ 1,16 bilhão, ou seja, um crescimento de 51% em relação a 2013. Interessante notar que somando as vendas do dia anterior (quinta-feira, 27 de novembro) quando grande parte das lojas já anunciavam descontos, a receita dos dois dias chegou a R$ 1,4 bilhão, com percentual idêntico de crescimento: 51% frente aos mesmos dias de 2013. Na data foram realizados 2,2 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 522,00. Isso significa um crescimento de 32% no valor de cada compra em relação ao ano passado. Dos 1,2 milhão de consumidores que aproveitaram as promoções, 18% realizaram sua primeira compra virtual. Os produtos mais vendidos foram celulares, eletrodomésticos, roupas, artigos de informática e eletrônicos. E a força da promoção pode ser medida nesse número: em relação a uma sexta-feira comum, a Black Friday registrou 867% a mais de faturamento.

    Bagaço de cana-de-açúcar para fabricação de embalagens biodegradáveis – A cana-de-açúcar é apropriada para climas tropicais e subtropicais e sua utilização pelo homem data da época da nossa colonização. O bagaço é o resultado da extração do caldo após esmagamento nas moendas, rico em conteúdo celular, que serve para fabricação de açúcar e álcool. O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, produzindo cerca de 24% do total, em aproximadamente quatro milhões de hectares. Os resíduos originados da cana, após seu esmagamento nas moendas, geralmente coincide com o período de escassez de forragem em determinadas regiões. O aumento das áreas plantadas no Brasil e no mundo contribui para elevar a quantidade de subprodutos e resíduos oriundos da agroindústria. E o bagaço de cana ocupa lugar de destaque nos resíduos produzidos, estimando-se que sejam produzidas mais de 85 milhões de toneladas atualmente.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 233/2014

    DESTAQUES:

    RFB altera a regra de isenção de IPI para aquisição de veículos por taxistas e pessoas com deficiência

    Alterada a norma que instituiu o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv)

    RFB estabelece parâmetros para a indicação das pessoas físicas e jurídicas a serem submetidas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado no ano de 2015

  • CNC divulga segunda-feira resultados de dezembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará segunda-feira, 22 de dezembro, os resultados de dezembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará segunda-feira, 22 de dezembro, os resultados de dezembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

  • Nova frente da CNC em defesa do Turismo

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou, nesta quarta-feira (17), a nova estrutura do turismo na entidade ao trade e ao ministro do Turismo, Vinicius Lages. O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) passa a integrar todas as iniciativas de turismo existentes na Confederação.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou, nesta quarta-feira (17), a nova estrutura do turismo na entidade ao trade e ao ministro do Turismo, Vinicius Lages. O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) passa a integrar todas as iniciativas de turismo existentes na Confederação.

    O presidente do Cetur, Alexandre Sampaio, disse que a iniciativa vai dar impulso e mais agilidade à crescente atuação da CNC no turismo. Um dos objetivos do novo conselho, segundo Sampaio, é ampliar as ações da Confederação nos Estados, atuando de forma mais próxima às Federações do Comércio (Fecomércios). Em seguida, Eraldo Alves da Cruz, secretário Executivo do Cetur, apresentou a nova estrutura ao ministro e aos convidados.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade será composto por entidades que representam nacionalmente segmentos da cadeia produtiva do turismo, antes reunidas na Câmara Empresarial de Turismo, e pela representação do turismo nas Fecomércios de todos os estados brasileiros. As reuniões serão itinerantes, com a intenção de tornar o Cetur mais presente em todo o Brasil. “A estrutura do sistema CNC-Sesc-Senac e das Fecomércios, presentes em cada estado brasileiro, assim como a dinâmica da prestação de serviços do Sistema S está à disposição do segmento de turismo e hospitalidade nacional”, destacou Eraldo. Segundo ele, a ideia proposta por Alexandre Sampaio é que o Cetur reúna todas as iniciativas do turismo na CNC, “o que torna o Conselho mais forte, com orçamento próprio e maior autonomia”, afirmou.

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, participou do evento, agradeceu a presença do ministro e falou sobre a força do turismo como atividade econômica. “O turismo, hoje, representa um setor extremamente importante no País, principalmente numa época difícil, de adversidades econômicas. Esse é um dos setores que serão menos afetados por essas dificuldades”, afirmou Oliveira Santos.

    O ministro Lages lembrou a importância da educação e de instituições fortes para o desenvolvimento de um país e disse que a mudança veio em um momento importante para o setor. “Esta instituição tem um capilaridade muito importante e tem sido uma grande parceira do Pronatec. Este país precisa de instituições preparadas para enfrentar os desafios e capazes de se adaptar. Com a aliança que temos aqui neste conselho e com as Fecomércios, faremos muito mais pelo turismo brasileiro. Parabenizo a CNC e todo o Conselho por essa mudança, em um momento importante para o turismo nacional”, afirmou Lages.

    O ministro lembrou que um dos desafios da pasta era reconstruir uma relação com o setor empresarial, para que o turismo entrasse no seu terceiro ciclo de desenvolvimento, e que, para isso, as instituições do turismo precisam se aprimorar e inovar. “A CNC não envelheceu. Ela entendeu o cenário que estamos vivendo e se adaptou a isso”, afirmou Lages. Segundo ele, a Confederação “tem a compreensão de que o turismo é um setor estratégico que pode ajudar o Brasil a continuar gerando empregos, renda e divisas. Portanto, ter a CNC, uma instituição de peso, como parceira do Ministério do Turismo é absolutamente fundamental”, concluiu.

    O evento foi realizado na CNC no Rio de Janeiro e contou com a presença do secretário Estadual de Turismo, Cláudio Magnavita, e de representantes de diversas entidades do trade turístico brasileiro, como Associação Brasileira das Empresas de Eventos (Abeoc Brasil), Clia Abremar, Alagev, Abav RJ, Associação Brasileira de Turismo Receptivo Internacional (Bito), entre outras.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 232/2014

    DESTAQUE:

    MTE suspende efeitos da norma que aprova o Anexo 5 – Atividades Perigosas em Motocicleta – da NR-16 – Atividades e Operações Perigosas