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  • Fecomércio-RN faz apelo à Assembleia para revisar orçamento do Turismo para 2015

    O presidente da Fecomércio-RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, esteve, em 12 de novembro, com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Ricardo Motta, e com o deputado estadual José Dias, para sugerir que a Casa aponte emendas ao Orçamento Geral do Estado de 2015, com o objetivo de destinar um valor maior para o setor de Turismo. 

    O presidente da Fecomércio-RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, esteve, em 12 de novembro, com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Ricardo Motta, e com o deputado estadual José Dias, para sugerir que a Casa aponte emendas ao Orçamento Geral do Estado de 2015, com o objetivo de destinar um valor maior para o setor de Turismo. 

    Queiroz, que esteve acompanhado do Coordenador da Câmara Empresarial do Turismo da Federação, George Gosson, explicou que, pela proposta que se encontra na Assembleia, o Turismo terá cerca de R$ 51 milhões de orçamento em 2015. O valor é 23% menor que o deste ano, que foi de cerca de R$ 67 milhões e já foi considerado insuficiente. “Não restam dúvidas da importância do Turismo para toda a nossa economia. Precisamos começar a reconhecer esta importância já a partir dos valores destinados para fomentar a atividade. E o primeiro passo é dar mais atenção ao segmento já no Orçamento”, ressaltou Marcelo. O presidente da Fecomércio-RN apresentou aos parlamentares um levantamento mostrando que, como está posto, o orçamento para o Turismo de 2015 no RN será o menor desde 2011. 

    Tanto Ricardo Motta quanto José Dias se mostraram sensíveis ao pleito da Fecomércio-RN, mas fizeram questão de ressaltar o momento de dificuldade financeira porque passa o Estado, fator refletido no Orçamento, claro, reflete. Os parlamentares ficaram de analisar o pedido em conjunto com outros deputados.

     

  • Desafios do turismo em debate

    Aprimorar a oferta de serviços, disponibilizar equipamentos modernos e adequados, proporcionar condições para uma boa experiência turística e, ainda, fazer com que mais eventos sejam realizados no Brasil. Esses são alguns dos itens necessários para alavancar o turismo brasileiro, que precisa desenvolver, com urgência, uma estratégia de captação e divulgação dos destinos nacionais. A opinião é de Jeanine Pires, ex-presidente da Embratur, convidada do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

    Aprimorar a oferta de serviços, disponibilizar equipamentos modernos e adequados, proporcionar condições para uma boa experiência turística e, ainda, fazer com que mais eventos sejam realizados no Brasil. Esses são alguns dos itens necessários para alavancar o turismo brasileiro, que precisa desenvolver, com urgência, uma estratégia de captação e divulgação dos destinos nacionais. A opinião é de Jeanine Pires, ex-presidente da Embratur, convidada do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Ela falou dos avanços e conquistas da última década do turismo e dos desafios que o setor tem à frente em reunião realizada no dia 12 de novembro, no Rio de Janeiro. Para ela, que também é diretora da Pires & Associados, é preciso planejar o aproveitamento da realização das Olimpíadas no Brasil. “Em termos de imagem, perdemos uma oportunidade com a Copa. Agora é preciso querer e fazer mais, e nos mobilizarmos, porque se ficarmos acomodados vamos perder outra oportunidade”, afirma Jeanine.

    O momento atual, afirma Jeanine, é de novos desafios, e é preciso pensar uma estratégia tanto de competitividade como para o marketing turístico internacional, além da construção de uma plataforma de promoção para o setor de eventos e para os destinos turísticos brasileiros. “Em termos de imagem, perdemos uma oportunidade com a Copa, não tivemos uma mensagem global do País para levar ao mundo. Precisamos pensar, com urgência, como vamos nos posicionar para aproveitar os Jogos Olímpicos e construir como queremos ser vistos depois de 2016 e qual nossa estratégia para 2017”, afirma.

    Jeanine apresentou números que mostram como o turismo avançou de uma receita de 3,2 bilhões, gerada pelo turismo internacional em 2004, para alcançar 6,7 bilhões em 2013. Mas contextualiza que em relação à chegada de turistas internacionais, o Brasil avançou mais quanto à receita que no número de chegadas, que aumentou de 4,8 milhões de turistas em 2004 para 5,8 milhões em 2013, quase uma década depois. “Nós crescemos mais do que a média mundial em termos de receita, mas ficamos abaixo em volume. Este ano deveremos crescer 10% no número total de visitantes, um ano atípico por causa da Copa. Mas o primeiro semestre não foi bom. Então vamos esperar”, disse.

    Continuidade, divulgação e competitividade

    Para Jeanine, o turismo brasileiro precisa se tornar mais competitivo, o que significa investir em qualidade, inovação e tecnologia. Esses pontos são fundamentais para conquistar um turista cada vez mais experiente e informado. “Essa é uma das minhas provocações, temos que vender essa experiência única, mas também entregá-la, porque o mecanismo de divulgação direta funciona”, explica Jeanine.

    Alguns pontos críticos foram apontados pela palestrante quanto aos governos, como a falta de continuidade nas políticas públicas para o setor, além de não existir uma estratégia de divulgação dos destinos turística nas secretarias municipais e estaduais. “É inacreditável nos dias atuais um destino turístico não ter um site, redes sociais e política de comunicação integrada. Os sites das secretarias de turismo misturam o institucional com o promocional. No mesmo site, o servidor entra para saber sobre o salário e o turista para procurar informações sobre o destino”, criticou Jeanine. Segundo ela, nos trabalho de consultoria que realiza junto a operadores estrangeiros e nacionais, eles apontam que a falta de conhecimento e informações sobre os destinos é a principal barreira para concretizarem as vendas. “Todo mundo quer turista! O mundo inteiro está usando estratégias para chamar a atenção, são informações disponíveis com oportunidades diversas, e destinos com possibilidades parecidas com as nossas. Como o Brasil se diferencia nesse cenário?”, concluiu Jeanine.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 211/2014

    DESTAQUES:

    Nomeada, interinamente, Ministra de Estado da Cultura

    Ministério da Saúde redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde

    SRT estabelece os procedimentos de registro de empresa de trabalho temporário e os de autorização de contratação e prorrogação de contratos de trabalho temporário

    Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo deverá fornecer Certidões de Débitos Salariais, de Infrações Trabalhistas e de Ilícitos Trabalhistas à Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente

  • Secretário-geral da CNC recebe título de cidadão do Rio de Janeiro na Alerj

    A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) concedeu ao secretário-geral da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Eraldo Alves da Cruz, o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro. A condecoração foi entregue na noite de 12 de novembro pela deputada estadual Aspásia Camargo (PV), autora do pedido na Casa. 

    A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) concedeu ao secretário-geral da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Eraldo Alves da Cruz, o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro. A condecoração foi entregue na noite de 12 de novembro pela deputada estadual Aspásia Camargo (PV), autora do pedido na Casa. 

    Empresários do setor de turismo, autoridades e familiares estiveram presentes à sessão solene. A deputada Aspásia Camargo destacou as qualidades profissionais e pessoais de Eraldo. “É observador, decidido e consegue o que deseja graças à sua inteligência. É uma pessoa que trabalha mais pelos outros do que para si mesma”, complementou. 

    “Quero agradecer a Deus por me permitir estar aqui”, disse Eraldo, já cidadão fluminense. O secretário-geral da CNC fez questão de citar nominalmente seus parceiros de trabalho e de vida. Eraldo falou sobre a beleza do Estado do Rio de Janeiro, e do desejo que sempre teve de, em algum momento, ter a chance de morar na capital do Estado. “Esta é uma homenagem àqueles que se identificam, lutam e representam os interesses do Estado do Rio de Janeiro”, disse a deputada Aspásia. 

    Aspásia Camargo frisou que Eraldo não é somente um homem do Rio de Janeiro, mas do mundo. Nascido em São Paulo, Eraldo já é cidadão honorário de Brasília, de Sergipe e de Vila Velha (ES). Cursou Administração de Empresas na Escola Superior de Administração de Empresas, em Lausanne, Suíça, e Direito na Uniceub de Brasília, entre outras formações. 

    Sergipe, Estado de origem dos pais de Eraldo, foi citado pelo vice-presidente da CNC e deputado federal Laércio Oliveira. “O coração sergipano é muito bom”, afirmou Laércio, observado pelos familiares de Eraldo, inclusive sua mãe, presente à cerimônia. “Esta é uma tribuna histórica, de honra, de decisão, e hoje de alegria”. 

    A importância da Assembleia e de sua homenagem também foi citada na fala do relator geral da Assembleia Nacional Constituinte e consultor da Confederação, Bernardo Cabral. “Nenhum púlpito é tão valioso quanto este, porque aqui é onde ecoa a voz do povo, o clamor popular, onde o cidadão vê suas ideias em debate”, afirmou Cabral. 

    Para Alexandre Sampaio, presidente do Conselho de Turismo da CNC, Eraldo é um homem hábil nas relações pessoais e profissionais. “Nos postos que ocupou, Eraldo praticou o consenso, do trabalho em prol do crescimento de todos, harmonizando posições e conciliando propostas”, saudou. Ao citar os representantes de diversos segmentos do Turismo presentes, a deputada Aspásio enfatizou a capilaridade do setor. “Eraldo é homenageado junto a todo o segmento, que tem na plateia muitos conhecedores do tema, que podem ajudar muito o desenvolvimento deste País”.

  • Projeto aprovado na Comissão de Direitos Humanos reserva assentos para pessoas com deficiência em espetáculos

    Projeto aprovado na Comissão de Direitos Humanos reserva assentos para pessoas com deficiência em espetáculos

    A CDH aprovou projeto de lei que determina a reserva de assentos para pessoas com deficiência em locais de espetáculo, conferências, aulas e outros lugares de natureza similar (PLS nº 387/2009).

    Projeto aprovado na Comissão de Direitos Humanos reserva assentos para pessoas com deficiência em espetáculos

    A CDH aprovou projeto de lei que determina a reserva de assentos para pessoas com deficiência em locais de espetáculo, conferências, aulas e outros lugares de natureza similar (PLS nº 387/2009).

    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou projeto de lei que determina a reserva de assentos para pessoas com deficiência em locais de espetáculo, conferências, aulas e outros lugares de natureza similar (PLS nº 387/2009). A proposta modifica a Lei da Acessibilidade (Lei 1 nº 0.098/2000)

    Como a decisão foi terminativa, a matéria pode agora seguir diretamente para decisão na Câmara dos Deputados. Porém, se houver recurso, a decisão final no Senado será em Plenário.

    O texto, já aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), prevê que serão reservados para pessoas com deficiência auditiva e com deficiência visual um mínimo de 5% dos assentos existentes nas três primeiras filas do estabelecimento – no projeto original, do falecido senador Eliseu Resende, eram 10%.

    Em sua justificativa, Eliseu Resende afirmava que o texto original da Lei da Acessibilidade – que prevê a reserva – não atende às necessidades das pessoas portadoras de deficiências, pois não especifica o local em que devem estar situados esses assentos.

    Por emenda, a relatora, senadora Ângela Portela (PT-RR), acrescenta ao projeto a previsão de que tais assentos serão liberados para o público em geral, caso não venham a ser preenchidos pela clientela ora beneficiada.

    Por outro lado, a relatora considera inadequado que a proposição traga para a Lei nº 10.098/2000 a definição de deficiência auditiva e visual. Para ela, convém que essa previsão permaneça em decreto regulamentar, pois se trata de matéria passível de modificação rápida e constante, em vista de, por exemplo, a ocorrência de eventuais avanços na medicina ou mudanças culturais em relação ao que se considera deficiência. 

  • Varejo precisa se reinventar para conquistar consumidor do mercado digital

    Presidente do Conselho de Interação e e-Commerce da Fecomércio de São Paulo e um dos fundadores da E-bit e do Buscapé, Pedro Guasti veio, a convite da Fecomércio-SC, fazer uma palestra durante o Inovar SC, evento realizado em 11 de novembro, no auditório da Fiesc.

    Presidente do Conselho de Interação e e-Commerce da Fecomércio de São Paulo e um dos fundadores da E-bit e do Buscapé, Pedro Guasti veio, a convite da Fecomércio-SC, fazer uma palestra durante o Inovar SC, evento realizado em 11 de novembro, no auditório da Fiesc. Em sua fala, Guasti disse que o varejo precisa se reinventar para este novo mercado consumidor que cada vez mais utiliza o ambiente digital nas suas compras, algo que vai ao encontro da iniciativa do Fecomércio Shopping, a plataforma de e-commerce da Fecomércio-SC que teve seu pré-lançamento, na última segunda-feira, para diretores e conselheiros da entidade.

    Guasti apresentou em sua palestra números que dão conta deste crescimento do mundo digital. De uma população total de 7 bilhões de pessoas no planeta, 2,5 bilhões são internautas e existem, no mundo inteiro, 6,5 bilhões de celulares. Segundo ele, o e-commerce mundial movimentou US$ 1,2 trilhão em 2013; a América do Norte teve a maior parte desse comércio, com US$ 419 bilhões em 2013, um crescimento de 12,2% em relação ao ano anterior. Já a América Latina movimentou apenas US$ 45 bilhões no ano passado, mas apresentou um crescimento de 22,1% na comparação com 2012.

    No Brasil, 105 milhões de pessoas têm acesso à internet, mas 126,6 milhões de pessoas têm acesso à banda larga, seja em casa, instituições públicas ou no ambiente de trabalho. Do total de domicílios brasileiros, 43% têm acesso à internet (nas classes A e B esse índice é de 98% e 80%, respectivamente).

    Dispositivos móveis

    Guasti destacou a importância de o varejo pensar formas de atingir o público consumidor por meio de dispositivos móveis. E os números confirmam essa tendência: 143 milhões de brasileiros são usuários de telefonia celular, quase 75% da população. O número de desktops ou PCs ainda é maioria nos lares brasileiros (63%), mas o número vem caindo à medida que cresce o número de laptops (57%); 12% dos domicílios brasileiros têm tablets e 54 milhões de smartphones serão vendidos em 2014.

    “Essa adoção tecnológica afeta o comportamento do varejo. Se as pessoas não compram pela internet, elas estão pesquisando produtos na web. E muita gente prefere comprar na internet e buscar o produto na loja física”, disse Guasti, acrescentando que, nos últimos cinco anos, o crescimento médio do Brasil no mercado online é maior que a média mundial. Segundo ele, o faturamento do comércio eletrônico no Brasil deve alcançar R$ 35 bilhões em 2014, um crescimento de 21%, com 12 milhões de novos e-consumidores. O Brasil está em quinto lugar entre os países cujos consumidores usam internet para encontrar produtos; 27% dos brasileiros consomem conteúdo de TV e internet simultaneamente, e 7% das vendas no Brasil já são realizadas em dispositivos móveis.

  • Comissão aprova projeto que inclui turismo como direito fundamental do idoso

    A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7534/2014, que inclui o turismo no conjunto de direitos fundamentais atribuídos aos idosos, como a educação, a cultura e o esporte.

    Para garantir esse novo direito, o texto determina que o poder público crie políticas de turismo e estimule a oferta de serviços aos cidadãos com pelo menos 60 anos de idade. A proposta acrescenta o dispositivo ao Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003).

    A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 7534/2014, que inclui o turismo no conjunto de direitos fundamentais atribuídos aos idosos, como a educação, a cultura e o esporte.

    Para garantir esse novo direito, o texto determina que o poder público crie políticas de turismo e estimule a oferta de serviços aos cidadãos com pelo menos 60 anos de idade. A proposta acrescenta o dispositivo ao Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003).

    Para o autor do projeto, deputado Helcio Silva (PT-SP), o crescimento da expectativa de vida da população aumenta a demanda por serviços voltados para a terceira idade. Ele ressalta que essa faixa etária tende a se tornar cada vez mais importante para o mercado de consumo. 

    Benefícios

    O relator na comissão, deputado Valadares Filho (PSB-SE), apresentou parecer favorável ao projeto. Ele salientou que a proposta vai aumentar a qualidade de vida dos idosos e incentivar o setor de turismo.

    Já o coordenador da Frente Parlamentar em Apoio ao Idoso, deputado Vitor Paulo (PRB-RJ), destacou que a proposta poderá resultar em estímulos do poder público ao desenvolvimento do mercado de turismo nacional. “Quando o incentivo vem do Estado, vem uma série de benefícios fiscais. Isso ajuda muito o mercado”, disse. 

    Tramitação

    O projeto, de caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

     

  • Comissão de segurança aprova exigência de vasilhame padronizado na venda avulsa de combustível

    A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) aprovou, no último dia 5, proposta que estabelece normas para a venda de substâncias inflamáveis em postos de combustíveis diretamente às pessoas, fora do tanque do veículo.

    A relatora, deputada Keiko Ota (PSB-SP), recomendou a aprovação do Projeto de Lei nº 6631/2013 do deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), na forma de um texto substitutivo que esclarece pontos da proposta original.

    A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) aprovou, no último dia 5, proposta que estabelece normas para a venda de substâncias inflamáveis em postos de combustíveis diretamente às pessoas, fora do tanque do veículo.

    A relatora, deputada Keiko Ota (PSB-SP), recomendou a aprovação do Projeto de Lei nº 6631/2013 do deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), na forma de um texto substitutivo que esclarece pontos da proposta original.

    O texto proíbe a venda de combustíveis em sacos plásticos, garrafas de plástico ou de vidro e galões. Pela proposta, o produto deve ser acondicionado em embalagem específica e padronizada, certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).

    O descumprimento da medida implicará em multa e responsabilidade civil e criminal do estabelecimento vendedor. 

    Substitutivo

    O substitutivo aprovado detalha que o consumidor não terá de adquirir novo vasilhame a cada compra de combustível – o projeto original determina que a embalagem seja adquirida no próprio posto no momento da venda. Segundo o novo texto, o consumidor deverá possuir vasilhame dentro das especificações, adquirido anteriormente no mesmo estabelecimento comercial ou em outro autorizado, independentemente de ser posto de combustível.

    Adicionalmente, o substitutivo determina que, para comprar combustível, o consumidor poderá apresentar apenas um documento de identificação que contenha o RG e o CPF. O texto original prevê a apresentação da carteira de motorista, contendo os números da identidade e do CPF, e do licenciamento do veículo a ser abastecido.

    Keiko Ota observou que há demanda de combustível por parte também de proprietários de geradores, geladeiras, roçadeiras e sopradores. Por isso, a sugestão de flexibilizar a exigência. “Alternativamente à carteira de habilitação, poderá ser apresentado qualquer documento de identificação oficial”, explicou a relatora. 

    Registro

    A compra será registrada em documento com três vias, ficando uma com o consumidor. Mensalmente, haverá remessa de documentação das vendas ao órgão de fiscalização.

    Keiko Ota concordou com o argumento de Wolney Queiroz de que muitos acidentes ocorrem em decorrência da utilização indevida de combustíveis inflamáveis, como a gasolina. “Há casos de criminosos que jogam gasolina e ateiam fogo em moradores de rua e índios, causando-lhes extensas queimaduras ou até a morte”, afirmou Queiroz ao apresentar a proposta. 

    Tramitação

    O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado ainda pelas comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Momento para duráveis atinge maior baixa da série histórica do ICF

    Em novembro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou queda de 0,8% (120,6 pontos) na comparação com outubro e recuo de 6,1% em relação a novembro de 2013.

    Em novembro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou queda de 0,8% (120,6 pontos) na comparação com outubro e recuo de 6,1% em relação a novembro de 2013.

    Dentre os itens que compõem a ICF, o que mensura o momento para aquisição de bens duráveis atingiu o menor valor da série histórica. O componente apresentou recuo de 3,0% na comparação mensal e de 15,4% na comparação anual. “Um novo patamar de taxa de câmbio, aliado à taxa de juros para o consumidor, vem atingindo os maiores níveis desde 2011, o que gera encarecimento de empréstimos e diminuição na disposição para aquisição de duráveis”, explica Bruno Fernandes, economista da Confederação. Para ele, a elevação da inflação oficial afetou consideravelmente o orçamento das famílias.

    Ainda em relação ao quesito Momento para Duráveis, as famílias com renda até dez salários mínimos registraram queda de 2,9% na comparação mensal, enquanto aquelas com renda acima de dez salários mínimos registraram queda de 3,5%.

    Acesso ao crédito também no menor nível histórico

    O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento ainda são os motivadores do desaquecimento na intenção de compras a prazo, como é o caso de bens duráveis. Comprovando a tendência, o componente Acesso ao Crédito da ICF apresentou queda de 0,6% na variação mensal – menor nível da série histórica – e de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Clique aqui para acessar os dados da ICF na íntegra.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – novembro de 2014

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.