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  • Chega ao Congresso MP que prorroga isenções fiscais bilionárias

    Chegou ao Congresso Nacional esta semana a Medida Provisória (MP) 656/2014, que prorrogou diversas isenções fiscais que acabariam no final deste ano. De acordo com cálculos do governo, o total de tributos não arrecadados em virtude dessas desonerações e isenções pode alcançar mais de R$ 20 bilhões até o fim da década. A proposta deve ser lida no Plenário do Senado na sexta-feira (10) e, em seguida, serão designados os deputados e senadores que comporão a comissão mista destinada a emitir um primeiro parecer.

    Chegou ao Congresso Nacional esta semana a Medida Provisória (MP) 656/2014, que prorrogou diversas isenções fiscais que acabariam no final deste ano. De acordo com cálculos do governo, o total de tributos não arrecadados em virtude dessas desonerações e isenções pode alcançar mais de R$ 20 bilhões até o fim da década. A proposta deve ser lida no Plenário do Senado na sexta-feira (10) e, em seguida, serão designados os deputados e senadores que comporão a comissão mista destinada a emitir um primeiro parecer. Depois disso, a MP terá de passar pelos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

    Publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (8), a MP 656/2014 prorroga isenções fiscais e tributárias e regulamenta medidas para estimular o crédito imobiliário anunciadas pelo Ministério da Fazenda em agosto. As isenções, que valeriam até o final do ano, foram prorrogadas até 2018 – em alguns casos, no imposto a ser declarado em 2019.

    Para manter o incentivo à formalização do trabalho doméstico, foi prorrogada a possibilidade de o empregador deduzir do Imposto de Renda (IR) a parcela referente à contribuição patronal paga à Previdência incidente sobre o valor da remuneração do empregado doméstico. A estimativa do ministério é de uma renúncia fiscal de R$ 630 milhões em 2015.

    Também foi prorrogada a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre computadores pessoais, notebooks, tablets e smartphones. A isenção é parte essencial do Programa de Inclusão Digital e deve custar R$ 8 bilhões ao ano a partir de 2015.

    A MP beneficiou ainda o programa Minha Casa, Minha Vida. Nesse caso, será mantida a redução da alíquota de 4% para 1% do Regime Especial de Tributação (RET) vigente para a empresa contratada para construir unidades com valor de até R$ 100 mil. O custo em impostos não arrecadados será de mais de R$ 600 milhões ao ano.

    Na área de resíduos sólidos, foi prorrogado o uso de crédito presumido do IPI, de 10% a 50% dependendo do tipo de resíduo, para as indústrias que reciclarem lixo. Como o mercado não é muito grande, o governo considera irrelevante o peso dessa desoneração.

    Crédito imobiliário e energia eólica

    Para influenciar o crédito imobiliário, o governo mudou a legislação de modo a concentrar as informações dos imóveis em um único cadastro. Atualmente, é preciso investigar em diversas fontes a situação de dívidas em que o imóvel pode ter sido dado em garantia ou se está sob disputa judicial, o que dificulta o financiamento.

    Essas informações deverão constar de um registro único em cartório, no qual uma matrícula geral possibilitará centralizar os dados. As mesmas regras valem para veículos, reunidas as informações junto ao Renavam. O governo espera, com isso, acelerar os financiamentos para as indústrias automotora e de construção civil.

    Grande parte da MP (29 artigos) regulamenta a nova Letra Imobiliária Garantida (LIG), título que pode ser emitido por bancos e outras instituições financeiras para captar recursos para empréstimo imobiliário. A LIG terá como garantia o patrimônio da própria instituição financeira. Os rendimentos dos títulos serão isentos do IR, a exemplo do que acontece com as atuais Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

    A MP reduz para zero as alíquotas da PIS/Cofins na compra e na importação de partes e componentes usados na fabricação de aerogeradores, usados na produção de energia eólica (que transforma a energia dos ventos em energia elétrica). Os geradores de fabricação nacional já eram isentos, mas as peças utilizadas em sua fabricação não tinham isenção. Entre maio de 2013 e maio deste ano a produção de energia eólica aumentou 44%, segundo um estudo divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

    Outra parte da MP trata da devolução de mercadorias importadas sem autorização. Atualmente, a prioridade é para a destruição do material, que ainda está prevista, mas deve aguardar providências de devolução por parte do importador.

    O prazo depende da mercadoria e da regulamentação de cada autorização (saúde, segurança, meio ambiente e controles sanitários). Esse prazo a mais também pode ser usado para que a autorização seja dada, mas no caso de materiais que nunca seriam autorizados, como lixo hospitalar para aterros, que o Brasil não aceita, o ônus de transportar recai sobre os responsáveis pela carga.

    Crédito consignado e dívidas

    Também para facilitar o crédito, a MP 656/14 cria a possibilidade de as empresas transferirem a responsabilidade do desconto de empréstimos consignados de seus funcionários para as instituições financeiras.

    O governo argumenta que, no setor público, o crédito com base na folha de pagamento, que tem risco mais baixo, é uma opção barata de crédito, mas o desempenho do setor privado não é o mesmo.

    Com a mudança, o custo para as empresas diminui, e o risco dos bancos também. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida foi feita com foco em médias e pequenas empresas.

    A MP também muda a legislação tributária para antecipar a dedução de empréstimos não recebidos no cálculo do Imposto de Renda das empresas credoras, em sua maioria instituições financeiras. Para conseguir a dedução a partir de certo valor, a dívida precisa estar sendo contestada na Justiça, o que gera um grande número de processos por pequenos valores.

    O governo diz que a medida visa desonerar as instituições, que precisarão de menos pessoal para ações judiciais, além de desafogar o Judiciário.

    Mudam também os limites para judicialização obrigatória de dívidas vencidas. Eles sobem de R$ 5 mil para R$ 15 mil, no caso de débitos vencidos há seis meses; e para R$ 100 mil, quando se tratar de dívidas vencidas há mais de um ano. Acima desse valor, a desoneração só pode ser feita se já houver cobrança judicial. Para créditos que têm garantia, como imóveis ou carros, não havia a possibilidade de dedução sem judicialização. Agora, isso é admitido, desde que a dívida seja de até R$ 50 mil.

  • Desembarques crescem no Brasil, segundo OMT

    O diretor Executivo de Programas Operacionais e Relações Institucionais da Organização Mundial do Turismo (OMT), Márcio Favilla, falou sobre o cenário do segmento no Brasil durante o Congresso Mundial de Turismo Social, realizado pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceria com o Sesc-SP.

    O diretor Executivo de Programas Operacionais e Relações Institucionais da Organização Mundial do Turismo (OMT), Márcio Favilla, falou sobre o cenário do segmento no Brasil durante o Congresso Mundial de Turismo Social, realizado pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceria com o Sesc-SP.

    Com base em dados da própria OMT, Favilla afirmou que, nos seis primeiros meses do ano, foram contabilizados mais de 500 milhões de desembarques internacionais, o que representa um crescimento de 4,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. A América do Sul, por sua vez, cresceu 6% e se revelou como uma das principais regiões do mundo em franca expansão. “Isso representa um ponto percentual acima da tendência prevista pela Organização para os próximos anos”, afirmou. Para toda a América do Sul, a previsão de crescimento é de 6%.

    O Congresso Mundial de Turismo Social, iniciativa da Organização Internacional de Turismo Social (Oits) realizada em parceria com o Sesc-SP. O evento vai até hoje (10) no Sesc Consolação, em São Paulo.

  • Desembarques crescem no Brasil, segundo OMT

    O diretor Executivo de Programas Operacionais e Relações Institucionais da Organização Mundial do Turismo (OMT), Márcio Favilla, falou sobre o cenário do segmento no Brasil durante o Congresso Mundial de Turismo Social, realizado pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceria com o Sesc-SP.

    O diretor Executivo de Programas Operacionais e Relações Institucionais da Organização Mundial do Turismo (OMT), Márcio Favilla, falou sobre o cenário do segmento no Brasil durante o Congresso Mundial de Turismo Social, realizado pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceria com o Sesc-SP.

    Com base em dados da própria OMT, Favilla afirmou que, nos seis primeiros meses do ano, foram contabilizados mais de 500 milhões de desembarques internacionais, o que representa um crescimento de 4,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. A América do Sul, por sua vez, cresceu 6% e se revelou como uma das principais regiões do mundo em franca expansão. “Isso representa um ponto percentual acima da tendência prevista pela Organização para os próximos anos”, afirmou. Para toda a América do Sul, a previsão de crescimento é de 6%.

  • Sesc promove o Brasil por meio do Turismo Social

    O Turismo Social faz parte da história do Sesc. Com essa afirmação, Nivaldo da Costa Pereira, diretor do Departamento Nacional da entidade, abordou a presença da instituição no Congresso Mundial de Turismo Social, iniciativa da Organização Internacional de Turismo Social (Oits) realizada em parceria com o Sesc-SP. O evento vai até amanhã (9) no Sesc Consolação, em São Paulo.

    O Turismo Social faz parte da história do Sesc. Com essa afirmação, Nivaldo da Costa Pereira, diretor do Departamento Nacional da entidade, abordou a presença da instituição no Congresso Mundial de Turismo Social, iniciativa da Organização Internacional de Turismo Social (Oits) realizada em parceria com o Sesc-SP. O evento vai até amanhã (9) no Sesc Consolação, em São Paulo.

    De acordo com Nivaldo, a filosofia de conduzir a atividade turística de forma a promover a igualdade de oportunidades e o exercício da cidadania na perspectiva da inclusão, conforme descrito nos marcos conceituais do Ministério do Turismo, encontra eco nas diretrizes do Sesc. “Todos os anos, recebemos aproximadamente três milhões de turistas em nossas unidades de hospedagem, num total de 43, localizadas em 20 unidades federativas. Além disso, milhares de cidadãos participam das excursões e passeios promovidos pelos Departamentos Regionais do Sesc em todo o País. A estrutura que montamos e as ações que realizamos nessa área possibilitam ao nosso público o acesso a essa atividade, que vai muito além do lazer: proporciona cultura, educação e bem-estar”, explicou.

    Nivaldo destacou, ainda, que, ao promover o Turismo Social, a entidade contribui para divulgar o Brasil. “Ao descortinar cidades e recantos deste país, o turismo difunde tradições, resgata patrimônios histórico-culturais; preserva o meio ambiente e fomenta o desenvolvimento econômico e social. O Sesc atua com esses conceitos”, disse.

    A parceria do Sesc Nacional com a Oits data de 2011 e tem como objetivo dar cada vez mais visibilidade a essa atividade, que beneficia não só o público, mas também toda cadeia do setor turístico. “Temos como norte estar ao lado de instituições e organizações que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e colaborativa. E essa aliança com a Organização Internacional de Turismo Social vem se mostrando promissora, com importantes resultados”, complementou Nivaldo.

  • Turismo sob a perspectiva da inclusão social

    Teve início na manhã desta quinta-feira (9), em São Paulo, o Congresso Mundial de Turismo Social, iniciativa realizada pela primeira vez na América Latina pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceira com o Sesc, mais antigo membro da Oits nas Américas. O evento vai debater, por dois dias, o turismo de desenvolvimento, conceito que engloba a democratização do acesso às atividades turísticas considerando a inclusão social, a acessibilidade e o turismo comunitário.

    Teve início na manhã desta quinta-feira (9), em São Paulo, o Congresso Mundial de Turismo Social, iniciativa realizada pela primeira vez na América Latina pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceira com o Sesc, mais antigo membro da Oits nas Américas. O evento vai debater, por dois dias, o turismo de desenvolvimento, conceito que engloba a democratização do acesso às atividades turísticas considerando a inclusão social, a acessibilidade e o turismo comunitário.

    O presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, destacou a importância de se democratizar o acesso à atividade turística, sem esquecer a importância que o segmento tem para a economia do País. “São cerca de três milhões e meio de empregos diretos e formais gerados pelo setor. É preciso reconhecer o turismo como motor de desenvolvimento social e econômico no Brasil”, destacou.

    Para Alexandre Sampaio, é preciso considerar que o turismo precisa ser reconceituado, para a sociedade, para o próprio trade e principalmente para as autoridades, em relação à sua empregabilidade e sua transversalidade. “Afinal, 4,5% do PIB brasileiro vêm do turismo, e esse é um fato que não pode ser desconsiderado”, afirmou. De acordo com Sampaio, é importante enxergar o turismo sob uma perspectiva de inclusão social, com igualdade de oportunidades. “Precisamos lançar um novo olhar sobre o turismo social no Brasil e desmistificar o paradigma de que o turismo é privilégio das minorias.”

    O ministro do Turismo, Vinicius Lage, enfatizou que o turismo é um vetor de desenvolvimento do País e que é preciso expandir a base de consumo da atividade para promover, efetivamente, a inclusão social. Lages destacou que o Ministério do Turismo (MTur), por meio de programas voltados para o Turismo Rural, o Turismo de Aventura e o Turismo Náutico, busca ampliar a cadeia de valor do segmento. “Este é um dos nossos desafios: incorporar as vertentes. O MTur, ao considerar o Turismo Social como um caminho solidário e sustentável, já desenvolve iniciativas para promover a acessibilidade, como o Pronatec Turismo, o Passaporte Verde e o Viaja Mais, Melhor Idade”, afirmou.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 188/2014

    DESTAQUES:

    Anulada anotação em Despacho que exclui a categoria econômica das empresas distribuidoras de combustíveis no ramo atacadista da representação do Sindicato do Comércio de Feira de Santana – BA

    Cancelado o Registro Sindical do Sindicato do Comércio Atacadista de Louças, Tintas e Ferragens do Município do Rio de Janeiro – RJ

  • Jovem aprendiz – uma porta para o mercado de trabalho

    A formação profissional de qualidade tem sido uma das principais lacunas a serem preenchidas pelo mercado de trabalho. Uma das formas de se fazer isso é capacitando os profissionais que já estão inseridos nas empresas ou contratando funcionários em formação inicial.

    A formação profissional de qualidade tem sido uma das principais lacunas a serem preenchidas pelo mercado de trabalho. Uma das formas de se fazer isso é capacitando os profissionais que já estão inseridos nas empresas ou contratando funcionários em formação inicial.

    A Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097), instituída em 2000 e ampliada em 2005 com o Decreto nº 5.598, permite que jovens entre 14 e 24 anos consigam o primeiro emprego. A norma regula o trabalho desses jovens, chamados de aprendizes, e estipula a contratação destes por empresas de qualquer natureza (exceto MPEs e entidades sem fins lucrativos que visam à educação profissional) em um índice mínimo de 5% e máximo de 15% do número total de funcionários (ver abaixo).

    Segundo a legislação, os jovens que se candidatam a vagas de aprendizes devem estar cursando ou ter concluído o ensino fundamental ou médio. Além disso, os aprendizes devem fazer um curso teórico, que é oferecido por entidades de qualificação profissional, como os Serviços Nacionais de Aprendizagem (a exemplo do Senac) e outras instituições sem fins lucrativos que prestam assistência ao adolescente e à educação profissional.

    O contrato de aprendizagem é um contrato de trabalho especial com prazo determinado, não superior a dois anos, e registro na Carteira de Trabalho. Na carga horária, deve estar incluído, também, o tempo de aprendizagem teórica. O aprendiz contratado tem direito a um salário mínimo hora, 13º salário, vale-transporte e férias, que devem, preferencialmente, coincidir com o período de férias escolares.

    As empresas estão sujeitas ao recolhimento de 2% da remuneração de cada jovem para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – alíquota 75% menor que a contribuição normal.

    Empresas registradas no Simples Nacional não têm acréscimo na contribuição previdenciária. Além disso, elas estão dispensadas do Aviso Prévio remunerado e têm isenção da multa rescisória de contrato dos aprendizes. No entanto, é preciso estar atento, pois, segundo a legislação, o desligamento dos aprendizes só pode se dar por desempenho insuficiente ou inadaptação do funcionário (mediante relatório de desempenho que comprove a condição), falta disciplinar grave, ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo ou a pedido do próprio aprendiz.

     

    Para calcular o número de aprendizes a serem contratados, usa-se o número de empregados cujas funções demandem formação profissional. Devem ser excluídos da conta:

     

    • ‚Funções que exijam norma técnica ou superior;
    • ‚Cargos de direção e gerência, ou de confiança;
    • ‚Funções que requerem licença ou autorização vedadas a menores de 18 anos;
    • ‚Funções que existam por contrato de prazo determinado cuja vigência dependa da sazonalidade da atividade econômica;
    • ‚Trabalhadores com contrato de trabalho temporário;
    • ‚Trabalhadores terceirizados;
    • ‚Atividades desenvolvidas em ambientes que comprometam a formação moral do adolescente; e
    • ‚Funções em ambientes de trabalho previstos na Portaria 20/2001 e 04/2002 do MTE.
  • Comitiva chinesa visita CNC

    Em uma ação voltada para a promoção do comércio internacional no Brasil, a Câmara do Comércio das Empresas Chinesas no Brasil e o Industrial Commercial Banck of China (ICBC Brasil) realizaram visita à CNC em Brasília, no dia 7 de outubro, com o objetivo de apresentar a Câmara Chinesa à maior entidade representativa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo – a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos – e discutir com a Confederação cooperações potenciais.

    Em uma ação voltada para a promoção do comércio internacional no Brasil, a Câmara do Comércio das Empresas Chinesas no Brasil e o Industrial Commercial Banck of China (ICBC Brasil) realizaram visita à CNC em Brasília, no dia 7 de outubro, com o objetivo de apresentar a Câmara Chinesa à maior entidade representativa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo – a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos – e discutir com a Confederação cooperações potenciais.

    Wang Qingyuan, ministro-conselheiro Econômico-Comercial da Embaixada da República Popular da China no Brasil, Zhao Guicai, presidente da câmara chinesa e atual presidente do ICBC, e seus assessores foram recepcionados pelo vice-presidente da CNC Adelmir Santana, que lhes apresentou o Sistema CNC-Sesc-Senac e explicou a estrutura do sistema sindical brasileiro, o qual proporciona diversos benefícios aos trabalhadores do comércio. “O Sesc oferece assistência em saúde, lazer, esporte e turismo aos comerciários. Já o Senac contribui para a formação do trabalhador. É um modelo único no mundo”, informou Adelmir.

    Os chineses também se interessaram pelos serviços prestados aos empresários, uma vez que sua câmara, sediada em São Paulo, reúne mais de 70 empresas chinesas sediadas no Brasil.

    “Prestamos serviços assistenciais nas áreas legislativa, jurídica e econômica, entre outras, na defesa da categoria do comércio. Hoje, temos 85 mil empresas vinculadas à CNC”, ressaltou Santana.

  • MP facilita crédito e prorroga desonerações de setores da economia

    O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória 656/14, que prorroga diversas medidas de isenção tributária e regulamenta medidas para estimular o crédito imobiliário anunciadas pelo Ministério da Fazenda em agosto. As isenções, que valeriam até o final do ano, estão sendo prorrogadas até 2018 – no imposto a ser declarado em 2019, em alguns casos.

    O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória 656/14, que prorroga diversas medidas de isenção tributária e regulamenta medidas para estimular o crédito imobiliário anunciadas pelo Ministério da Fazenda em agosto. As isenções, que valeriam até o final do ano, estão sendo prorrogadas até 2018 – no imposto a ser declarado em 2019, em alguns casos.

    Para continuar o incentivo à formalização do trabalho doméstico, foi prorrogada a isenção de Imposto de Renda (IR) para o empregador do valor pago como contribuição ao INSS do empregado. A estimativa do Ministério é de uma renúncia fiscal de R$ 630 milhões em 2015.

    Também foi prorrogada a isenção de IPI sobre computadores pessoais, notebooks, tablets e smartphones. A isenção ficou conhecida como Programa de Inclusão Digital e deve custar R$ 8 milhões ao ano a partir do ano que vem.

    O programa Minha Casa, Minha Vida também teve prorrogada a diminuição da alíquota de 4% para 1% do Regime Especial de Tributação (RET), cobrado sobre a construção e venda de imóveis em projetos imobiliários com muitas unidades. O custo em impostos não arrecadados seria de R$ 630 milhões ao ano.

    Na área de resíduos sólidos, foi prorrogado o uso de crédito presumido do IPI, de 10% a 50% dependendo do tipo de resíduo, para indústrias na compra como matéria-prima de lixo reciclado. Como o mercado não é muito grande, o ministério considerou irrelevante o peso dessa desoneração.

    Imobiliário

    Para influenciar o crédito imobiliário, o governo mudou a legislação para concentrar as informações dos imóveis em um único cadastro. Atualmente, é preciso investigar em diversas fontes a situação de dívidas em que o imóvel pode ter sido dado em garantia ou se está sob disputa judicial, o que dificulta o financiamento.

    Essas informações deverão constar de um registro único em cartório, uma matrícula geral para centralizar as informações. As mesmas regras vão valer para veículos, reunidas as informações junto ao Renavam. O governo espera, com isso, acelerar financiamentos dos dois setores.

    Grande parte da MP (29 artigos) regulamenta a nova Letra Imobiliária Garantida, que é um título que pode ser emitido por bancos e outras instituições financeiras para captar recursos para empréstimo imobiliário. A LIG será lastreada no patrimônio da própria instituição financeira, como garantia. Os rendimentos dos títulos serão isentos do IR, a exemplo do que acontece com as atuais Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

    Energia eólica

    A MP também isentou da PIS/Cofins a venda e a importação de partes usadas na fabricação de aerogeradores, que são usados na produção de energia eólica. Os próprios geradores de fabricação nacional já são isentos, mas as peças utilizadas não tinham isenção.

    Outra parte da MP trata da devolução de mercadorias importadas sem autorização. Atualmente, a prioridade é para a destruição do material, que ainda está prevista, mas deve aguardar providências de devolução por parte do importador.

    O prazo depende da mercadoria e da regulamentação de cada autorização (saúde, segurança, meio ambiente e controles sanitários). Esse prazo a mais também pode ser usado para que a autorização seja dada, mas no caso de materiais que nunca seriam autorizados, como lixo hospitalar para aterros, que o Brasil não aceita, o ônus de transportar recai sobre os responsáveis pela carga.

    A MP será inicialmente analisada por uma comissão mista de deputados e senadores. Em seguida, deverá ser votada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

  • Informe Representações 289

    Assessoria de Gestão das Representações |08/10/2014 – Ano 4, nº 289

     

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC)

    Fórum e Conferência Nacional de Educação (CONAE)

    Rejane Leite, gerente de implementação e integração do Senac – Departamento Nacional, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Fórum Nacional de Educação e na Conferência Nacional de Educação (CONAE), que será realizada em Brasília no período de 19 a 23 de novembro de 2014.

    Assessoria de Gestão das Representações |08/10/2014 – Ano 4, nº 289

     

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (MEC)

    Fórum e Conferência Nacional de Educação (CONAE)

    Rejane Leite, gerente de implementação e integração do Senac – Departamento Nacional, representará a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Fórum Nacional de Educação e na Conferência Nacional de Educação (CONAE), que será realizada em Brasília no período de 19 a 23 de novembro de 2014.

    O Fórum tem como competência viabilizar o processo de concepção, implementação e avaliação da política nacional de educação, e acompanhar o planejamento, a coordenação e a realização de conferências nacionais de educação.

    Por meio da CONAE de 2014, o Fórum Nacional de Educação (FNE) e o MEC buscam garantir espaço democrático de construção da qualidade social da Educação Pública. A Conferência terá como tema central “O PNE da Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação popular, cooperação federativa e regime de colaboração”.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br