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  • CNC divulga na quinta-feira resultados de setembro da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, 18 de setembro, os resultados de setembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas de quinta-feira, a assessora da Divisão Econômica da CNC Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, 18 de setembro, os resultados de setembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas de quinta-feira, a assessora da Divisão Econômica da CNC Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo, atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 172/2014

    DESTAQUES:

    Alterado calendário de reuniões do CARF

    Republicada norma que estabelece o calendário e as regras para a eleição das entidades ambientalistas que ocuparão as vagas no CONAMA para o biênio 2015/2017

    Prorrogado prazo referente à consulta pública do texto técnico básico da nova NR-01 (Prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho)

    Designados representantes do Sesc/SP para constituir o Comitê Organizador encarregado de coordenar a participação brasileira no Salão do Livro de Paris de 2015

  • Projeto isenta de IOF o repasse entre empresas do mesmo grupo

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7095/14, apresentado pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que isenta do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF) a transferência de recursos entre empresas de um mesmo grupo quando não há definição do valor da dívida nem cobrança de juros.

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7095/14, apresentado pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que isenta do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF) a transferência de recursos entre empresas de um mesmo grupo quando não há definição do valor da dívida nem cobrança de juros.

    Segundo o deputado, a Secretaria da Receita Federal do Brasil cobra o tributo porque entende que são operações de crédito os repasses feitos entre contas correntes de empresas controladoras e controladas, mesmo se realizados sem definição do valor do principal (da dívida) e sem cobrança de juros.

    No entanto, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Ministério da Fazenda, manifestou opinião contrária à cobrança, uma vez que, em sua avaliação, essas operações não podem ser equiparadas automaticamente a crédito. “Esse projeto de lei objetiva vedar a cobrança do IOF sobre as referidas operações, em consonância com o entendimento já manifestado pelo Carf”, disse.

    A proposta deve ser analisada de forma conclusiva pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  • Renalegis conhece o novo Sistema de Informação Parlamentar

    Os integrantes da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) conheceram nesta terça-feira (16/09) o projeto do novo Sistema de Informação Parlamentar (SIP). Trata-se de um instrumento de captação e controle de informações oficiais sobre proposições de interesse e que gera uma série de benefícios para o trabalho dos assessores parlamentares, explicou Fernando Gonzalez, gerente da Gerência de Tecnologia da Informação (GTI) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Os integrantes da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) conheceram nesta terça-feira (16/09) o projeto do novo Sistema de Informação Parlamentar (SIP). Trata-se de um instrumento de captação e controle de informações oficiais sobre proposições de interesse e que gera uma série de benefícios para o trabalho dos assessores parlamentares, explicou Fernando Gonzalez, gerente da Gerência de Tecnologia da Informação (GTI) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A reunião da Renalegis, realizada na CNC em Brasília, foi aberta pelo chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel), Roberto Velloso. O projeto, iniciado em janeiro deste ano, está sendo desenvolvido por técnicos da Apel, Departamento de Planejamento e GTI, com o apoio da presidência da entidade e a coordenação do vice-presidente Gil Siuffo.

    Entre suas funcionalidades o novo SIP permitirá acesso ao perfil de deputados e senadores (histórico, atuação, votações, etc.), visão consolidada das proposições, monitoramento de tramitação e, principalmente, o compartilhamento dos posicionamentos (como as entidades do Sistema Comércio estão se posicionando em relação a um projeto)

    Segundo Gil Siuffo, o SIP está criando mecanismos para que assessores façam o seu trabalho melhor. “Não tenho dúvida de que será um sucesso porque é um instrumento útil e eficiente”, afirmou. A previsão para concluir o projeto é maio de 2015.

    Os assessores debateram ainda uma série de proposições que estão em andamento no Congresso Nacional.

  • Projeto torna mais barato óleo diesel usado na agricultura

    O óleo diesel usado na geração de energia elétrica e no funcionamento de máquinas de produção agrícola pode ficar mais barato. Um projeto de lei em estudo em três comissões do Senado propõe retirar parte da tributação que incide sobre o custo do combustível.

    O PLS 597/2007, do ex-senador Marconi Perillo (PSDB-GO), já foi aprovado nas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Serviços de Infraestrutura (CI). A matéria está agora na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebeu voto favorável do relator.

    O óleo diesel usado na geração de energia elétrica e no funcionamento de máquinas de produção agrícola pode ficar mais barato. Um projeto de lei em estudo em três comissões do Senado propõe retirar parte da tributação que incide sobre o custo do combustível.

    O PLS 597/2007, do ex-senador Marconi Perillo (PSDB-GO), já foi aprovado nas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Serviços de Infraestrutura (CI). A matéria está agora na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebeu voto favorável do relator.

    A ideia do projeto é isentar o diesel da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre combustíveis (Cide-Combustíveis) quando o produto for comprovadamente usado para as finalidades citadas.

    O objetivo, explica o autor, é reduzir custos de produção que costumam ser repassados para o bolso dos consumidores.

    “Os custos mais elevados da geração de energia são subsidiados por todos os consumidores por meio de parcela da tarifa. Havendo redução da carga, haverá diminuição generalizada no custo”, explica o senador, no tocante à energia elétrica.

    O autor acrescenta que “houve um grande esforço no sentido de reduzir a carga tributária dos alimentos, especialmente os da cesta básica. Faz todo o sentido manter essa mesma tendência ao longo da cadeia produtiva” , referindo-se à produção agrícola.

    Atualmente, o diesel é o segundo combustível mais pesadamente tributado pela Cide, com uma alíquota de R$ 390 por metro cúbico. Devem pagar a contribuição os produtores (refinarias), os formuladores (laboratórios de pesquisa) e os importadores do diesel.

    O projeto também estabelece que, caso o diesel já beneficiado pela desoneração seja reaproveitado para alguma outra função diferente das duas especificadas, será cobrado o valor integral da Cide, acrescido de multa retroativa e juros.

    Opiniões favoráveis

    O ex-senador Expedito Júnior (PPS-RO), relator da proposta na CRA, louvou a “brilhante iniciativa” apresentando um cálculo que estima o alívio possível para os produtores. Segundo ele, a isenção da Cide poderia gerar uma economia de R$ 483 milhões por colheita na produção de soja – safra que ele usa como exemplo.

    “O valor gasto com óleo diesel possui peso elevado na composição do custo de produção da atividade agropecuária. A proposta é altamente relevante e benéfica para o setor agrícola, argumenta Expedito.

    Na CI, o ex-senador Efraim Morais (DEM-PB), relator da proposta, observou que, nos moldes atuais da cobrança da Cide, o diesel é mais oneroso do que outros combustíveis, o que pode forçar produtores a escolhas menos eficientes.

    “O diesel está em desvantagem em relação ao álcool etílico e ao óleo combustível. Isso significa que o produtor tem incentivo para usar álcool e óleo em suas máquinas, às vezes em prejuízo do funcionamento eficiente dos equipamentos”, alertou.

    Já Inácio Arruda (PCdoB-CE), que relator a proposição na CAE, chama atenção para a possibilidade de a proposta beneficiar a competitividade e o crescimento econômico do país.

    “Nossa competitividade depende, em parte, de nossa competência para reduzirmos nossos custos. É uma questão de eficiência, que a economia global demanda cada vez mais intensamente”, afirma o senador.

  • Carta Mensal 712

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

    Para solicitar outras edições, clique aqui.

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  • Carta Mensal 711

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Carta Mensal 710

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Projeto limita a 2% multas aplicadas às microempresas e às de pequeno porte

    A Câmara dos Deputados analisa uma proposta que limita a 2% as multas aplicadas à microempresa e às empresas de pequeno porte. O Projeto de Lei Complementar 351/13, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), determina que esse limite seja aplicado a todos os tipos de multas previstas para empresas desse porte (Lei Complementar 123/06).

    Segundo o texto, quando a empresa não comunicar sua exclusão do Simples Nacional , a multa será correspondente a 2% do total de impostos e contribuições devidos. Atualmente, esse valor é de 10%.

    A Câmara dos Deputados analisa uma proposta que limita a 2% as multas aplicadas à microempresa e às empresas de pequeno porte. O Projeto de Lei Complementar 351/13, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), determina que esse limite seja aplicado a todos os tipos de multas previstas para empresas desse porte (Lei Complementar 123/06).

    Segundo o texto, quando a empresa não comunicar sua exclusão do Simples Nacional , a multa será correspondente a 2% do total de impostos e contribuições devidos. Atualmente, esse valor é de 10%.

    Já a empresa que apresentar a declaração de imposto de renda com incorreções ou omissões será submetida à multa de 0,2% ao mês (hoje esse valor é de 2%), que incidem sobre o montante dos impostos informados na declaração. Se não entregar ou o fizer fora do prazo, a multa será limitada a 2%. Atualmente, esse limite é de 20%.

    O texto estabelece ainda que o empresário que deixar de prestar as informações no sistema eletrônico de cálculo, ou que as prestar de maneira errada ou com omissões, estará sujeito à multa de 0,2% ao mês, incidentes sobre os impostos decorrentes das informações prestadas. No caso de ausência de prestação de informação ou da prestação fora do prazo, o limite será de 2%. Os valores atuais são de 2% e de 20% respectivamente.

    INSS

    A indenização ao INSS para aquele que queria contar como tempo de contribuição o período de atividade remunerada, deverá conter além dos juros previstos, multa de 2%. Atualmente, a multa prevista é de 10%. A proposta também limita as multas de mora e de ofício para o Imposto de Renda, para oICMS e para o ISS em 2%. Nesse caso, a lei atual não prevê limite para esse tipo de multa.

    Segundo o deputado Eduardo da Fonte, a legislação tributária brasileira precisa melhorar o cotidiano dos empreendedores. Para ele, é necessário que sejam tomadas medidas urgentes para retomar o processo de desburocratização no País, racionalizando e simplificando os procedimentos de abertura e legalização de empresas e reduzindo as obrigações tributárias.

    “As micro e pequenas empresas representam cerca de 98% das empresas constituídas e são responsáveis por 53% dos empregos formais. Todavia, atualmente, 58% das empresas não sobrevivem após o quinto ano. Por isso, a redução do custo Brasil é essencial para mudar esse quadro”, explica o parlamentar.

    O projeto, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 171/2014

    DESTAQUES:

    Alterada norma que aprova o quadro enumerativo dos atos empresariais sujeitos à aprovação prévia de órgãos e entidades governamentais para registro nas Juntas Comerciais

    Conselho Federal de Medicina normatiza o funcionamento dos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência e das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h e congêneres