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  • Sumário Econômico 1376

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Percentual de famílias com dívidas aumenta em agosto de 2014 – De acordo com os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), que a CNC divulga mensalmente, o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,6% em agosto de 2014, aumentando em relação aos 63,0% observados em julho de 2014, como também em relação aos 63,1% de agosto de 2013. Desde fevereiro de 2014 não era observada alta anual nesse indicador. Acompanhando a elevação percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso apresentou pequena alta na comparação mensal, passando de 18,9% para 19,2% do total. Houve redução do percentual de famílias inadimplentes em relação a agosto de 2013, quando esse indicador alcançava 21,8% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e, que, portanto, permaneceriam inadimplentes, diminuiu em ambas as bases de comparação, alcançando 6,5% em agosto de 2014, ante 6,6% em julho de 2014 e 7,0% em agosto de 2013.

     

    Outras matérias:

    Indústria volta a crescer ante o mês anterior – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial avançou 0,7% em julho deste ano, segundo resultado positivo este ano, sendo o primeiro o crescimento de 2,5% em janeiro. Nos meses seguintes houve apenas queda, -0,1% em fevereiro, -0,6% em março, -0,5% em abril, -0,9% em maio e -1,4% em junho. Em comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. A Indústria Extrativa cresceu 1,1%, enquanto a de Transformação aumentou 0,8%, quebrando a tendência de quatro meses consecutivos de queda. Houve aceleração na maioria das categorias de uso analisadas. Bens de capital foi o maior destaque, com aumento de 16,7%. O subitem Bens de consumo duráveis mostrou crescimento de 20,3%. Bens intermediários foi a única exceção, com queda de 0,3%. Na comparação com julho de 2013, houve uma queda de 3,6%. A Indústria de Transformação, com recuo de 4,7%, foi a principal influência, sendo que a Indústria Extrativa acelerou 5,6%. Em ambos os casos, houve continuidade de suas tendências. As categorias de uso demonstraram resultados negativos, com Bens de capital sendo o mais expressivo (-6,4%), assim como Bens de consumo duráveis (-13,7%).

    Norma sobre exposição a mercúrio – O mercúrio é um metal naturalmente encontrado na crosta terrestre, ocorrendo no ar, solo e água. Este metal assume diversas formas químicas, que podem ser divididas nas seguintes categorias: mercúrio metálico ou elementar (HG), mercúrio inorgânico, principalmente na forma de sais mercúrios (HgCl2, Hgs) e mercurosos (Hg2Cl2), e mercúrio orgânico, ligado a radicais de carbono, por exemplo: melilmercúrio e etilmercúrio. Os vapores de mercúrio são incolores e inodoros, e se formam em maior quantidade com o aumento da temperatura. As emissões atmosféricas são a principal fonte de contaminação ambiental, seguida da contaminação da água e do solo, quando ocorrem disposições inadequadas de efluentes e resíduos. De acordo com o Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), as normas internacionais relacionadas à exposição humana ao vapor do mercúrio em ambiente de trabalho estão ultrapassadas e precisam ser revisadas, para conter casos de intoxicação de trabalhadores ao metal tóxico.

    Tributos 2008-2012 – A Receita Federal divulgou informações sobre a tributação no Brasil em http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/estudoTributarios/estatisticas/DadosSetoriais2008_2012.pdf. Apesar da defasagem com 2014, o trabalho é um raio-X muito interessante sobre o comportamento da arrecadação nos regimes do Lucro real, Lucro presumido, Simples e das isenções/imunidades. São informações que permitem avaliar a progressão dos impostos sobre as empresas no período 2008-2012. Impressas, são 179 páginas com mais de 700 tabelas. O volume de dados divide-se entre as atividades produtivas definidas pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). A Receita Federal levantou estatísticas de 167 atividades da agropecuária, indústria e dos serviços, onde o comércio é uma delas. Neste sumário, vamos fazer uma síntese das informações gerais, observando apenas o ano de 2012, começando pela quantidade de empregados. O total era de 48.825.247. A distribuição das empresas por regime tributário colocava 28.954.051 empregados no Lucro real (59,30%); 9.360.612 no Simples (19,17%); 6.718.098 no Lucro presumido; e 3.792.487 empregados junto a empresas isentas/imunes (7,77%).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 168/2014

    DESTAQUES:

    Previdência Social estabelece os fatores de atualização dos pecúlios e dos salários-de-contribuição para o mês de setembro de 2014

    Meio Ambiente estabelece as regras para a eleição das entidades ambientalistas que ocuparão as vagas no Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA

  • CNC reduz de 4,0% para 3,7% a previsão de crescimento das vendas do varejo

    Em julho, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro caiu 1,1% na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (11) pelo IBGE. A queda no mês foi puxada pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (-4,1%) e de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (+4,3%) e materiais de construção (+3,8%) acusou variação de +0,8% na mesma base comparativa.

    Em julho, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro caiu 1,1% na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (11) pelo IBGE. A queda no mês foi puxada pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (-4,1%) e de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (+4,3%) e materiais de construção (+3,8%) acusou variação de +0,8% na mesma base comparativa. A queda de julho foi a maior desde outubro de 2008 (-1,1%).

    Após a divulgação dos resultados de julho, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou sua previsão anterior de crescimento do volume de vendas do varejo para este ano de +4,0% para +3,7%. Já o varejo ampliado deverá crescer 0,5% neste ano. Deverão se destacar positivamente ao final de 2014, os segmentos de farmácias e perfumarias (+7,5% sobre 2013) e artigos de uso pessoal e doméstico (+8,0%). Já a variação dos preços no comércio deverá ficar em 5,8% em 2014. “Os preços no varejo seguem em desaceleração e registraram em julho a menor variação mensal de 2014 (+0,3%). Apesar disso, o crédito ao consumidor, cuja taxa média se encontra em nível recorde, 43,2% ao ano desde 2011, não permitirá que as vendas do setor deslanchem nos restante de 2014”, afirma Fabio Bentes, economista da CNC.

  • CNC reduz de 4,0% para 3,7% a previsão de crescimento das vendas do varejo

    Em julho, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro caiu 1,1% na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (11) pelo IBGE. A queda no mês foi puxada pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (-4,1%) e de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (+4,3%) e materiais de construção (+3,8%) acusou variação de +0,8% na mesma base comparativa.

    Em julho, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro caiu 1,1% na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (11) pelo IBGE. A queda no mês foi puxada pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (-4,1%) e de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (+4,3%) e materiais de construção (+3,8%) acusou variação de +0,8% na mesma base comparativa. A queda de julho foi a maior desde outubro de 2008 (-1,1%).

     Após a divulgação dos resultados de julho, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou sua previsão anterior de crescimento do volume de vendas do varejo para este ano de +4,0% para +3,7%. Já o varejo ampliado deverá crescer 0,5% neste ano. Deverão se destacar positivamente ao final de 2014, os segmentos de farmácias e perfumarias (+7,5% sobre 2013) e artigos de uso pessoal e doméstico (+8,0%). Já a variação dos preços no comércio deverá ficar em 5,8% em 2014. “Os preços no varejo seguem em desaceleração e registraram em julho a menor variação mensal de 2014 (+0,3%). Apesar disso, o crédito ao consumidor, cuja taxa média se encontra em nível recorde, 43,2% ao ano desde 2011, não permitirá que as vendas do setor deslanchem nos restante de 2014”, afirma Fabio Bentes, economista da CNC. 

    O economista Fabio Bentes pode atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

     

  • Manual esclarece sobre a Lei Anticorrupção

    Em vigor desde 29 de janeiro de 2014, a chamada Lei Anticorrupção Lei nº 12.846/2013 – passa a ser alvo de discussão entre os empresários do comércio. Um estudo preparado pelo consultor Jurídico da CNC, Marcelo Barreto, visa esclarecer os pontos principais da Lei e questões importantes para o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo.

    Em vigor desde 29 de janeiro de 2014, a chamada Lei Anticorrupção Lei nº 12.846/2013 – passa a ser alvo de discussão entre os empresários do comércio. Um estudo preparado pelo consultor Jurídico da CNC, Marcelo Barreto, visa esclarecer os pontos principais da Lei e questões importantes para o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo.

    “As empresas brasileiras devem se acautelar, adotando posturas já aplicadas nos meios internacionais, especialmente por empresas sediadas nos Estados Unidos e na Europa, ou seja, adotando programas de compliance, que visam evitar a prática de condutas corruptas em ambientes empresariais”, afirma Marcelo Barreto.

    Clique aqui e faça o download do estudo preparado pelo consultor Jurídico da CNC.

    Para entender a Lei

    A Lei Anticorrupção estabelece a responsabilidade objetiva da empresa por atos de corrupção praticados, em seu interesse e benefício, por seus dirigentes, empregados gestores e até terceiros que a representem. Prevê, por exemplo, a punição pela prática de atos lesivos à administração pública, como, por exemplo:

    • Prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público ou a terceira pessoa a ele relacionada;
    • Financiar, custear, patrocinar ou subvencionar a prática de atos ilícitos previstos na Lei; e
    • Utilizar-se de interposta pessoa para ocultar ou dissimular seus interesses ou a identificação dos beneficiários dos atos praticados.

    São igualmente puníveis condutas que visem dificultar investigações realizadas por órgãos públicos ou intervir em sua atuação.

    No tocante a licitações e contratos, a Lei considera lesivo um elenco de hipóteses, como o ato de frustrar ou fraudar o caráter competitivo do procedimento licitatório público e a criação fraudulenta de pessoa jurídica para participar de licitação pública ou celebrar contrato administrativo.

    Acordo de Leniência e penas

    As penas pecuniárias administrativas constituem-se de multa que varia de 0,1% até 20% do faturamento bruto do último exercício financeiro da empresa. Não sendo possível aplicar o critério do faturamento, a multa variará entre R$ 6 mil e R$ 60 milhões. No entanto, é possível obter isenção ou redução das penalidades previstas na Lei se a empresa celebrar com a autoridade administrativa Acordo de Leniência, no qual se compromete a prestar colaboração nas investigações realizadas pelo Poder Público, ou se adotar programa de compliance, que representa um conjunto de controles internos a serem adotados para prevenir a prática de atos de corrupção.

  • Informe Representações 286

    Assessoria de Gestão das Representações |10/09/2014 – Ano 4, nº 286

     

    SENADO FEDERAL

    Audiência Pública – Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

    Assessoria de Gestão das Representações |10/09/2014 – Ano 4, nº 286

     

    SENADO FEDERAL

    Audiência Pública – Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

    Janilton Fernandes Lima, advogado da Divisão Jurídica da CNC, participará, como representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Audiência Pública que debaterá os avanços e perspectivas com a Instituição do dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A Audiência será realizada no dia 22 de setembro de 2014, às 15 horas, no Plenário 2, Ala Senador Nilo Coelho, do Senado Federal, em Brasília – DF.

    O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência foi instituído no dia 21 de setembro, por meio da Lei nº 11.333/2005, mediante ação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade).

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

  • A agenda que importa

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passa, atualmente, por um dos mais importantes processos de modernização de sua história.

    O Brasil mudou e continua mudando. A economia apresenta novos e grandes desafios, e a tecnologia tornou o mundo menor, mais integrado. Para o setor do comércio de bens, serviços e turismo a globalização é um fato inarredável.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passa, atualmente, por um dos mais importantes processos de modernização de sua história.

    O Brasil mudou e continua mudando. A economia apresenta novos e grandes desafios, e a tecnologia tornou o mundo menor, mais integrado. Para o setor do comércio de bens, serviços e turismo a globalização é um fato inarredável.

    A CNC não apenas sempre se manteve alinhada a essa tendência, como também contribuiu para a melhor inserção do comércio e do País na nova realidade local e mundial. Atenta às mudanças, continua inovando. Vamos aos fatos.

    No ano passado, a Confederação realizou os Congressos Regionais do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) em todas as cinco regiões do País para ouvir as federações e os sindicatos sobre a definição dos focos de atuação estratégica da CNC. Foi uma mobilização gigantesca que deu seus frutos.

    Modernização e flexibilização das relações de trabalho, valorização da negociação coletiva, segurança jurídica, sustentabilidade das empresas e produtividade, redução do Custo Brasil e desburocratização. Foram esses os focos definidos e nos quais a CNC vem trabalhando com empenho em sua prerrogativa básica de defender os interesses das empresas do setor terciário.

    Ainda ao longo do ano passado, foram realizadas, também em nível regional, as reuniões da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), promovendo o intercâmbio de informações entre as entidades, com o fortalecimento da representação sindical e maior harmonização das relações entre capital e trabalho.

    Foram criados programas para o aperfeiçoamento da gestão sindical, levando o conceito de excelência e sustentabilidade para o dia a dia da administração das entidades. A atuação legislativa da CNC na defesa dos interesses dos empresários é reconhecida por sua presença atenta e proativa. São mais 16 mil proposições monitoradas. Nos 241 espaços de representação de que participa em órgãos públicos e privados, a CNC tem, também, atuação destacada na manifestação dos posicionamentos e preocupações do setor.

    A defesa e o fortalecimento do turismo – compromisso histórico da CNC – tem um agenda intensa de mobilização, sendo que somente em 2013 a Confederação participou de mais de 50 ações de representatividade em comissões do Senado, da Câmara e no Ministério do Turismo.

    A CNC tornou-se uma referência em pesquisas e estudos de abrangência nacional, fornecendo informações que auxiliam os empresários e o País a tomarem decisões. E conta com as Câmaras do Comércio para o encaminhamento das questões relevantes do setor.

    Com tudo isso, ainda temos o trabalho realizado por um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo, formado pelo Sesc e pelo Senac, levando conhecimento, educação, cultura, lazer, saúde, qualidade de vida e bem-estar aos mais distantes pontos do País. Como exemplos da atuação em educação profissional e cultura, em 2013 o Senac realizou 1,6 milhão de matrículas em seus cursos, enquanto o Sesc registrou mais 54 milhões de atendimentos na área cultural.

    Enfim, a agenda que realmente importa aos empresários e ao Brasil, e da qual vamos continuar tratando nos próximos quatro anos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 167/2014

    DESTAQUES:

    Sesc/SP compõe o Comitê Organizador encarregado de coordenar a participação brasileira no Salão do Livro de Paris de 2015

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 16 de setembro de 2014

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro determinando que os estabelecimentos comerciais ao disponibilizarem cardápio com informações dos produtos, deverão indicar os preços

  • Fecomércio-PA lança selo comemorativo dos 65 anos

    Este ano, a Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio-PA) completa 65 anos e, sob nova diretoria, eleita em 22 de maio para o quadriênio 2014-2018, preparou uma série de atividades comemorativas. Um das ações foi a criação, em parceria com os Correios, de um selo comemorativo, lançado em coquetel no dia 15 de setembro, em Belém.

    Este ano, a Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio-PA) completa 65 anos e, sob nova diretoria, eleita em 22 de maio para o quadriênio 2014-2018, preparou uma série de atividades comemorativas. Um das ações foi a criação, em parceria com os Correios, de um selo comemorativo, lançado em coquetel no dia 15 de setembro, em Belém.

    Também foi produzido um fôlder especial com as realizações da Federação, do Sesc e do Senac no Estado e a reformulação do Planejamento Estratégico da entidade. “Ao assumir a Presidência da Fecomércio-PA em um ano tão especial, celebramos a história, as vitórias e os esforços dos que nos antecederam; e vamos atuar nesta nova era, do conhecimento, da tecnologia, da globalização, quando os espaços não são mais delimitados geograficamente. São novos desafios, exigências e demandas”, afirma o novo presidente da entidade, Sebastião Campos.

  • Informe Representações 285

    Assessoria de Gestão das Representações |04/09/2014 – Ano 4, nº 285

     

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO – MTE

    18ª Reunião Regional Americana da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

    Lidiane Duarte Nogueira, advogada da Divisão Sindical da CNC, participará como delegada, representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da 18ª Reunião Regional Americana da OIT, que será realizada em Lima, no Peru, de 13 a 16 de outubro de 2014.

    Assessoria de Gestão das Representações |04/09/2014 – Ano 4, nº 285

     

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO – MTE

    18ª Reunião Regional Americana da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

    Lidiane Duarte Nogueira, advogada da Divisão Sindical da CNC, participará como delegada, representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da 18ª Reunião Regional Americana da OIT, que será realizada em Lima, no Peru, de 13 a 16 de outubro de 2014.

    O tema em discussão será “Desenvolvimento sustentável com emprego pleno e produtivo, e trabalho decente”.

     

    CONFEDERAÇÕES PATRONAIS

    Grupo Interconfederativo Empregador (GIEMP)

    Marco Aurélio Sprovieri, diretor da CNC, passou a integrar o Grupo Interconfederativo Empregador (GIEMP).

    O GIEMP tem por competência discutir assuntos sindicais e de relações do trabalho nos órgãos governamentais, com vistas à condução dos interesses do empresariado nacional.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br