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  • Famílias estão mais endividadas em agosto

    Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas passou de 63%, em julho, para 63,6% este mês – uma alta de 0,06%. Na comparação anual, o percentual passou de 63,1% (em agosto de 2013) para 63,6% – um avanço de 0,05%. Desde fevereiro de 2014 não era observada alta no indicador anual.

    Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas passou de 63%, em julho, para 63,6% este mês – uma alta de 0,06%. Na comparação anual, o percentual passou de 63,1% (em agosto de 2013) para 63,6% – um avanço de 0,05%. Desde fevereiro de 2014 não era observada alta no indicador anual.

     Na comparação mensal, o aumento do número de famílias endividadas deu-se nos dois grupos de renda pesquisados: famílias com renda até dez salários mínimos e famílias com renda maior que dez salários mínimos. Para as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual de famílias com dívidas foi de 64,8% em agosto, ante 64,3% registrados em julho. Para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o percentual de endividadas passou de 57,0%, em julho, para 57,6% em agosto. “Apesar da moderação observada no consumo das famílias, o crescimento de algumas modalidades de crédito, sobretudo o financiamento imobiliário, tem mantido o nível de endividamento em patamares elevados”, afirma Marianne Hanson, economista da CNC.

     Entretanto, a proporção das famílias que se declararam muito endividadas ficou praticamente estável entre os meses de julho e agosto deste ano – de 11,9% para 11,8% do total de famílias. Na comparação anual houve redução de 1,5 ponto percentual nesse indicador. Ainda na comparação entre agosto de 2013 e agosto de 2014, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 23,8% para 24,8%, e a parcela pouco endividada passou de 25,9% para 27,0% do total dos endividados. E o cartão de crédito segue como um dos principais tipos de dívida, apontado por 75,8% das famílias endividadas, seguido por carnês, para 17,0%, e, em terceiro, por financiamento de carro, para 13,4%.

  • TV CNC – Queda nas vendas reduz postos de trabalho no comércio

    Entre janeiro e junho de 2014, as lojas demitiram mais do que contrataram. Isso resultou no pior primeiro semestre para o saldo de postos de trabalho no comércio desde 2007. O economista da CNC Fabio Bentes explica à TV CNC o que causou essa queda nas vagas de emprego no comércio.

    Entre janeiro e junho de 2014, as lojas demitiram mais do que contrataram. Isso resultou no pior primeiro semestre para o saldo de postos de trabalho no comércio desde 2007. O economista da CNC Fabio Bentes explica à TV CNC o que causou essa queda nas vagas de emprego no comércio.

  • CNC divulga amanhã resultados de agosto da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, terça-feira, 26 de agosto, os resultados de agosto da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, terça-feira, 26 de agosto, os resultados de agosto da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – agosto 2014

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 155/2014

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de setembro de 2014

    Promulgada Lei Complementar no Município do Rio de Janeiro obrigando a implantação de sistema eletrônico de alarme detector de gás nos estabelecimentos comerciais

    Promulgada Lei no Município do Rio de Janeiro obrigando a instalação de câmeras de monitoramento nas dependências dos estacionamentos comerciais

  • Sumário Econômico 1373

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Mudança de paradigma – A crise da dívida externa da Argentina veio somar-se aos diversos problemas que o país enfrenta atualmente. Desde 2001, quando uma grave crise cambial levou o País à moratória, a economia argentina tem passado por diversas turbulências. Entretanto, o caso da Argentina não expõe apenas as fragilidades econômicas do país. A reviravolta na renegociação de sua dívida externa, concluída em 2010, mostra um grande ponto de vulnerabilidade da economia internacional: a ausência de um mecanismo formal de reestruturação de dívida soberana. Nos últimos anos houve uma mudança significativa no perfil dos credores e das dívidas. As dívidas soberanas, que em décadas passadas se concentravam em empréstimos nos bancos, hoje consistem, em sua maioria, em títulos negociados nos mercados de capitais, com detentores pulverizados. Há duas fontes principais de incertezas para os credores relacionadas ao risco de moratória de dívidas soberanas. A primeira incerteza é relacionada ao comportamento do devedor e à sua capacidade ou disposição de honrar suas obrigações financeiras. A segunda incerteza diz respeito ao comportamento dos demais credores, que podem originar dois tipos de problemas de coordenação, um antes e outro depois de uma moratória. No processo de renegociação da dívida soberana argentina, o segundo risco se sobrepôs ao primeiro. Uma pequena parcela dos credores não aceitou os termos acordados, que implicaram deságios significativos. Uma decisão da Suprema Corte americana favorável a esses credores criou um precedente perigoso e, se confirmada, certamente tornará as reestruturações soberanas ainda mais difíceis – apesar de a Argentina se dispor a pagar suas obrigações, em conformidade com o acordo firmado com a grande maioria dos credores. A decisão da justiça dos Estados Unidos, no entanto, impediu esses pagamentos e deixou o país inadimplente. Esse caso tem implicações importantes para o Brasil. Apesar de terem sido construídas, ao longo dos últimos anos, melhores condições para enfrentar crises cambiais, a vulnerabilidade externa do País tem aumentado. O déficit em conta-corrente é significativo, e as baixas expectativas de crescimento da economia doméstica reduzem também as perspectivas de investimentos externos, que vinham até agora suprindo as necessidades de financiamento sem dificuldades. O Brasil está bem longe de um cenário de insolvência, mas as recentes elevações dos prêmios de risco externo não estavam no radar, principalmente se compararmos com outros países emergentes, tais como: México, Chile e Peru. O Brasil é credor externo líquido, mas emite moeda não conversível, suscetível à virada de mesa dos credores internacionais. O caso argentino promove uma mudança de paradigma na percepção de risco no mercado de títulos soberanos de países emergentes e pode levar a uma transição mais turbulenta para a normalidade.

     

    Outras matérias:

    Crédito e Copa freiam varejo em junho – Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada no último dia 14 de agosto pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação de +0,8% em relação a junho de 2013, resultado mais fraco desde março último (-1,1%). As maiores altas ocorreram nos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+7,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+7,7%). Por outro lado, as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria apresentaram o pior desempenho ante os demais setores (-12,1%), segurando uma oscilação mais expressiva do indicador. No acumulado do ano, Acre (+11,8%), Rondônia (+9,4) e Ceará (+8,8%) têm se destacado positivamente. O resultado fraco do mês de junho levou a CNC a revisar para baixo sua previsão de crescimento do volume de vendas em 2014 (de 4,4% para 4,0%). Ao final do ano deverão sobressair-se os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+8,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+6,6%). Em 2013, o volume de vendas do varejo registrou variações de +4,3% no conceito restrito e de +3,6% no ampliado (conceito que agrega os resultados do comércio automotivo e de materiais de construção).

    Estimativa para o PIB reduzida para 0,79% – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (15/08), a mediana das expectativas para o IPCA foi reduzida para 6,25%. Esta é a quinta semana consecutiva com redução nessa estimativa. Em contrapartida, as projeções para 2015 permaneceram com mediana de 6,25% – 0,25 ponto percentual abaixo do limite superior (6,50%). No curto prazo, as projeções dos analistas são de 0,24% para agosto e 0,40% para setembro. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 0,26% para agosto e 0,40% para setembro – similar ao mercado. Segundo o IBGE, o IPCA de 2013 ficou em 5,91%, enquanto o índice acumulado nos últimos 12 meses até julho deste ano foi de 6,50% – exatamente o teto da meta de inflação. A mediana para o crescimento do PIB de 2014 foi reduzida para 0,79% esta semana – décima segunda redução seguida e 0,18 ponto percentual abaixo do resultado de quatro semanas atrás, de 0,97%. Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, as contas nacionais cresceram 1,9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período no ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2013, o avanço foi de 0,2%. Para 2015, o resultado esperado se manteve em 1,2% – maior que o estimado para este ano. Os dois valores projetados estão abaixo do crescimento do PIB realizado em 2013, de 2,5%. Entretanto, superam o crescimento de 1,0% observado em 2012.

    LC nº 147/2014 (II) – principais alterações – Em seguida à sanção da Lei Complementar nº 147 de 2014 pela presidente deste país, no dia 7 de agosto o Comitê Gestor do Simples Nacional disparou nota informando as principais alterações na Lei Geral das MPEs (LC 123/2006), que valem ser transcritas. Na baixa de empresas poderá haver encerramento, mesmo que haja pendências ou débitos tributários, a qualquer tempo. Para os microempreendedores individuais (MEIs), o texto diz o seguinte: para a empresa que contrata MEI para prestar serviços diferentes de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e manutenção ou reparo de veículos, extinguiu-se a obrigação de registro na GFIP e recolhimento da cota patronal de 20%. As exportações de serviços foram beneficiadas. A partir de 2015, o limite extra para que a EPP tenha incentivos para exportar passará a abranger mercadorias e serviços. Dessa forma, a empresa poderá auferir receita bruta anual até R$ 7,2 milhões, sendo R$ 3,6 milhões no mercado interno e R$ 3,6 milhões em exportação de mercadorias e serviços. As MPEs que exerçam as atividades de produção e comércio atacadista de refrigerantes, fisioterapia, corretagem de seguros e serviços advocatícios constituídas depois da regulamentação da LC nº 147/2014 por parte do CGSN poderão optar pelo Simples Nacional ainda neste ano. As MPEs já existentes desses setores e aquelas que exerçam as demais atividades (…) poderão optar pelo Simples Nacional a partir de 2015.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Agosto de 2014 – Informativo on-line

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 87 | Agosto 2014

     

     

     

     

    Assessoria de Gestão das Representações | Brasília | Nº 87 | Agosto 2014

     

     

     

     

     

    ECONOMIA

     

    Inovação da indústria automobilística e de medicamentos são destaques do semestre no Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

    Órgão: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

    Representação Efetiva

    Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

    Representante Técnico

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

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    EDUCAÇÃO/CULTURA

     

    Fundação Nacional da Qualidade propõe o desenvolvimento de modelo de sustentabilidade ambiental corporativa

    Órgão: Fundação Nacional da Qualidade – FNQ

    Representação Efetiva

    Núcleo Temático de Estudo da Sustentabilidade

    Representante Técnico

    Cristiane de Souza Soares

    Assessora

    Assessoria de Gestão das Representações

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    INFRAESTRUTURA

     

    Proposta de criação de Conselho Consultivo da Comissão de Portos

    Órgão: Associação Brasileira dos Terminais Portuários – ABTP

    Representação Efetiva

    Comitê Executivo da Comissão de Portos

    Representante Técnico

    Luiz Cláudio de Pinho Almeida

    Economista

    Divisão Econômica da CNC

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    MEIO AMBIENTE

     

    Devolutiva do Ministério do Meio Ambiente é debatida por representantes da indústria e comércio.

    Órgão: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC

    Representação Efetiva

    Acordo Setorial para a Logística Reversa de Resíduos Sólidos – Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos

    Representante Técnico

    Cristiane de Souza Soares

    Assessora

    Assessoria de Gestão das Representações

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    MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

     

    Acordo coletivo de trabalho é aprovado na reunião do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae.

    Órgão: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)

    Representação Efetiva

    Conselho Deliberativo Nacional (CDN) do Sebrae

    Representante Técnico

    Roberto Nogueira Ferreira

    Consultor da Presidência da CNC

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    Retomadas as atividades do Comitê de Ampliação de Mercado da Secretaria da Micro e Pequena Empresa/PR.

    Órgão: Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SMPE)

    Representação Efetiva

    Comitê Temático – Ampliação de Mercado

    Representante Técnico

    Arno Gleisner

    Vice-Presidente e Coordenador do Conselho de Comércio Exterior da Fecomércio/RS

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    RELAÇÃO DO TRABALHO

     

    Discussão sobre o eSocial no Ministério do Trabalho e do Emprego

    Órgão: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho Confederativo

    Representante

    Guilherme Paes Barreto Brandão

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

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    Vinculação dos acordos, protocolos e termos de cooperação técnica aos reais propósitos da Fundacentro

    Órgão: Ministério do Trabalho e Emprego – MTE

    Representação Efetiva

    Conselho Curador da Fundacentro

    Representante Técnico

    José Carlos Canesin

    Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Sertãozinho

    Diretor da Federação do Comércio do Estado de São Paulo

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    Apresentada proposta patronal para revisão da NR 24 que dispõe sobre as condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho

    Órgão: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho Tripartite – NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho

    Representante

    Luis Sérgio Soares Mamari

    Assessor de Saúde

    Divisão de Saúde da CNC

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    Iniciado o processo de revisão dos indicadores do Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente (PNETD)

    Órgão: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho Tripartite para Implementação da Agenda Nacional de Trabalho Decente

    Representante

    Lidiane Duarte Nogueira

    Advogada

    Divisão Sindical da CNC

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    Grupo de Trabalho irá estabelecer novos trâmites dos pedidos de registro sindical junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

    Órgão: Ministério do Trabalho e Emprego – MTE

    Representação Efetiva

    Grupo de Trabalho que estudará requisitos para tramitação de processos no CRT

    Representante Técnico

    Roberto Luis Lopes Nogueira

    Advogado

    Divisão Sindical da CNC

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    RELAÇÕES INTERNACIONAIS

     

    Consolidação da Convenção nº 29 da OIT que dispõe sobre o trabalho forçado ou obrigatório.

    Órgão: Organização Internacional do Trabalho – OIT

    Representação Eventual

    103ª Conferência Internacional do Trabalho

    Representante

    Patrícia Cerqueira Coimbra Duque

    Advogada

    Chefe da Divisão Sindical da CNC

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    RESPONSABILIDADE SOCIAL

     

    Apresentada a Lei 13.008/2014, com as modificações e inclusões no art. 334 do Código Penal, equiparando-se às atividades comerciais, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino de mercadorias estrangeiras

    Órgão: Ministério da Justiça (MJ)

    Representação Efetiva

    Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP)

    Representante Técnico

    Janilton Fernandes Lima

    Advogado

    Divisão Jurídica

    Ver relatório

  • Boletim Informativo Diário (BID) 154/2014

    DESTAQUES:

    Instituído Grupo de Trabalho para auxiliar o processo de elaboração da Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III)

    Instituído Grupo de Trabalho para avaliar a efetividade da lei que dispõe sobre a contratação de aprendizes em atividades consideradas insalubres e/ou perigosas

    Convocação do Sindicato das Empresas de Vigilância, Segurança, Transporte de Valores e Cursos de Formação do Estado do Amazonas – SINDESP-AM para a Assembleia Geral Extraordinária de Alteração Estatutária, a ser realizada no dia 11 de setembro de 2014

  • Coluna Notícias CNC-Sesc-Senac

    O jornal O Globo de hoje, 21 de agosto,traz a coluna Notícias CNC-Sesc-Senac, que vem sendo publicada quinzenalmente. Essas publicações, que são uma espécie de prestação de contas à sociedade brasileira, dão a dimensão da presença do nosso sistema em todo o território nacional, mostrando os benefícios de sua atuação aos empresários, aos trabalhadores do comércio e ao País.

    O jornal O Globo de hoje, 21 de agosto,traz a coluna Notícias CNC-Sesc-Senac, que vem sendo publicada quinzenalmente. Essas publicações, que são uma espécie de prestação de contas à sociedade brasileira, dão a dimensão da presença do nosso sistema em todo o território nacional, mostrando os benefícios de sua atuação aos empresários, aos trabalhadores do comércio e ao País.

    Faça download da coluna no arquivo abaixo ou leia diretamente no site do jornal O Globo, clicando aqui.

  • CNC assume coordenação do Fórum das Confederações

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passou a coordenar, a partir de 1º de agosto, as ações do Fórum das Confederações no âmbito do Poder Executivo. Criado em 2011, o Fórum é um grupo de discussões que reúne as entidades de representação do setor produtivo para debater, analisar e promover ações conjuntas relacionadas a políticas públicas, regulamentações e decisões do Poder Executivo em matérias de interesse comum.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passou a coordenar, a partir de 1º de agosto, as ações do Fórum das Confederações no âmbito do Poder Executivo. Criado em 2011, o Fórum é um grupo de discussões que reúne as entidades de representação do setor produtivo para debater, analisar e promover ações conjuntas relacionadas a políticas públicas, regulamentações e decisões do Poder Executivo em matérias de interesse comum.

    As reuniões são quinzenais, e o mandato de coordenação tem duração de um ano, funcionando por sistema de rodízio. O primeiro mandato foi da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), e o segundo, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Compõem o Fórum as seguintes confederações: CNA, CNC, CNCoop, CNF, CNI, CNS e CNT.

    A primeira reunião, realizada em 19 de agosto,  sob a coordenação de Wany Liete Pasquarelli, chefe da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC, discutiu questões relativas ao Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção, ao edital para o biênio 2015-2016 da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), ao Conselho Nacional de Direitos Humanos  (CNDH), ao andamento das discussões sobre a NBR 10.151 e à realização do Seminário CNF/Ancord/Carf sobre o ganho de capital nas instituições de ações, entre outros assuntos.