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  • Sumário Econômico 1370

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – A Constituição da República preceitua, em seu artigo 239, que “a arrecadação decorrente das contribuições” para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) “passa, a partir da promulgação desta Constituição, a financiar, nos termos que a lei dispuser, o programa do seguro desemprego e o abono chamado ´14º salário´”. Ampliando o alcance da norma constitucional, a Lei nº 12.513, de 2011, acrescentou, entre as finalidades do FAT, “o financiamento de programas de educação profissional e tecnológica”. O parágrafo 1º do citado artigo 239 da Constituição estabelece que “dos recursos mencionados no caput deste artigo, pelo menos 40% serão destinados a financiar programas de desenvolvimento econômico”, por meio do BNDES, “com critérios de remuneração que lhes preservem o valor”. Esses preceitos constitucionais foram regulados pela Lei nº 7.998, de 11/01/1990 (governo Sarney), modificada, logo depois, pela Lei nº 9.019, de 11/04/1990 (governo Collor), e por outros diplomas legais. Tais normas regularam tanto o seguro-desemprego como o abono salarial (14º salário), e criaram o FAT, para gerir suas receitas e efetuar o pagamento dos citados benefícios.

     

    Outras matérias:

    Confiança do comércio atinge novo piso em julho – Pelo terceiro mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) alcançou um novo piso histórico. Aos 108,4 pontos, o índice, medido entre os empresários do comércio, recuou 1,0% na comparação com o mês anterior, acumulando nove retrações seguidas, já computados os ajustes sazonais. Em relação a julho de 2013, houve recuo de 7,0% – o décimo segundo seguido. Nessa base comparativa, o maior ajuste se deu por meio do subíndice que avalia as expectativas (-8,8%). Em seguida, vieram as quedas nas avaliações das condições correntes (-5,9%) e nas intenções de investimentos (-5,4%). Dentre os nove itens pesquisados, seis encontram-se atualmente no menor nível desde o início da pesquisa. O crescimento moderado das vendas do comércio e o nível fraco de atividade em geral seguem comprimindo o grau de satisfação dos empresários com as condições correntes do setor e da economia. Para 70,0% dos empresários pesquisados, as condições econômicas atuais pioraram nos últimos 12 meses. Dentre os nove itens do Icec, as condições correntes da economia e do setor são os que, atualmente, estão nos níveis mais baixos.

    Comércio eletrônico e lucratividade – Enquanto o faturamento das operações de comércio eletrônico mantém seu crescimento vertiginoso no Brasil – onde a previsão de R$ 35 bilhões para este ano talvez seja superada – o lucro das empresas nem sempre tem se mostrado tão expressivo, e muitas delas ainda não saíram do vermelho. Esse é um tema – a margem de lucro – guardado a sete chaves, mas, de toda forma, os empresários e investidores do setor continuam apostando alto, fazendo vários ajustes, especialmente na logística, com a convicção do alto potencial do segmento. De fato, vários empreendimentos que hoje operam com grande sucesso – inclusive em escala global – durante muito tempo realizaram prejuízos, até atingir um patamar de estabilidade e lucro. Outros continuam patinando em resultados financeiros negativos. Apostando no setor e no Brasil, duas empresas dominaram recentemente as notícias sobre comércio eletrônico: a Netshoes, que já opera com aportes de quatro grandes grupos, captou cerca de R$ 400 milhões do fundo soberano de Cingapura. Já a conhecida rede francesa Casino tornou pública a união de suas operações on-line no Brasil e na França, com as empresas Nova Pontocom e Cdiscount. A nova organização terá operação de US$ 4,1 bilhões e poderá abrir o capital nos Estados Unidos, com a possibilidade de levantar R$ 5 bilhões na ação. No entanto, essas empresas continuam no vermelho. Para apresentar lucro, essas organizações precisam crescer para ganhar escala e reduzir drasticamente os custos das operações.

    National Small Business Week – Enquanto no Brasil sequer tem-se ideia de que o dia 5 de outubro é Dia Nacional da Micro e da Pequena Empresa, por causa do primeiro estatuto em 1999, na maior economia do planeta a importância das MPEs foi celebrada com uma série de eventos durante uma semana. Nos EUA, em 2013, foram comemorados os 50 anos da Semana Nacional dos Pequenos Negócios e os 60 anos do SBA (Small Business Administration). O SBA está na internet em www.sba.gov; é a agência do governo para apoiar as MPEs e empreendedores, com escritórios em cada estado e em mais de 900 centros espalhados no País – em escolas e universidades. Com uma estrutura dessa envergadura e proximidade com escolas e universidades, levando ações em favor do empreendedorismo e das MPEs, fica salientado como o estado americano demonstra preocupação para com as MPEs. Isso explica e clarifica a percepção de por que os americanos são pragmáticos, propensos a desenvolver laços e relações comerciais. Desde cedo, de algum modo são envolvidos educacionalmente e estimulados a tomar iniciativa (empresarial ou não). Está no DNA da sociedade. Fatores culturais fomentam a concorrência, tornando-os competitivos. Os resultados podem ser vistos nas opções de investimento – em vez das aplicações financeiras – na produção e nos benefícios decorrentes da sociedade competitiva.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 138/2014

    DESTAQUES:

    Reconduzida representante das Empresas (CNC) na 6ª Junta do Conselho de Recursos da Previdência Social

    Dispensado e designado representantes da Sociedade Civil – Empregadores, perante o Conselho Nacional de Previdência Social

    Designados representantes indicados pelo Ministério da Cultura e por suas Unidades Vinculadas, para compor a Comissão Avaliadora responsável pela avaliação da qualificação técnica das entidades inscritas para participarem do processo de habilitação para indicação dos membros que comporão a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura – CNIC no Biênio 2015/2016

  • Boletim Informativo Diário (BID) 137/2014

    DESTAQUES:

    Publicado Aviso no tocante às impugnações de registros de chapa e de candidatos concorrentes à eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNC – mandato 2014/2018

    Redefinidos critérios de credenciamento de instituições aos programas de atenção oncológica e para pessoa com deficiência

    Conama estabelece regras para controle ambiental de produtos destinados à remediação

  • Síntese da Conjuntura 31/07/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Volume de vendas para o Dia dos Pais será o menor desde 2004

    O Dia dos Pais em 2014 deverá movimentar cerca de R$ 4,4 bilhões no varejo, gerando crescimento de 4,3% nas vendas, segundo previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar do crescimento em relação ao ano passado, esta deverá ser a menor alta nas vendas para a data desde 2004, quando o Dia dos Pais teve crescimento de apenas 1,6%.

    O Dia dos Pais em 2014 deverá movimentar cerca de R$ 4,4 bilhões no varejo, gerando crescimento de 4,3% nas vendas, segundo previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar do crescimento em relação ao ano passado, esta deverá ser a menor alta nas vendas para a data desde 2004, quando o Dia dos Pais teve crescimento de apenas 1,6%.

    “O ritmo mais fraco das vendas no próximo Dia dos Pais resultará principalmente do encarecimento do crédito”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes. Segundo ele, o custo mais alto dos empréstimos, aliado à tendência de encurtamento do prazo médio observada desde dezembro, tem desestimulado a tomada de novos recursos.

    Segundo os dados levantados pela CNC, apenas o ramo de farmácias, perfumarias e cosméticos deverá ter um crescimento maior que o de 2013 (+10,4%). Os outros setores geralmente afetados pelo Dia dos Pais devem registrar taxas inferiores. São os casos, por exemplo, dos ramos de vestuário (+2,1% este ano, contra +3,6% em 2013) e de hiper e supermercados (+2,8%, ante +3,6% em 2013), atividades que concentram 67,1% do faturamento gerado pela data. Destacam-se, ainda, as movimentações nas lojas de móveis e eletrodomésticos (+5,3%) e a queda no setor de livrarias e papelarias (-3,8%).

    Pouca variação nos preços

    A variação média dos preços dos dezesseis bens (+4,4%) e serviços (+10,1%) mais demandados por essa data comemorativa também deve ser ligeiramente inferior à do mesmo período do ano passado (+8,0% em 2014, contra +8,2% em 2013). Televisores (-7,2%), aparelhos telefônicos (-6,6%) e CDs e DVDs (-3,9%) estão mais baratos neste ano. Por outro lado, a alimentação fora de casa está mais cara (+10,2%) e segue como uma das principais fontes de pressão sobre os preços.

     Acesse aqui a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

  • Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios é instalada na CNC

    A Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) realizou sua reunião de instalação nesta segunda-feira (28), na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro. A Câmara reúne representantes de entidades sindicais, associações e empresas, para tratar de problemas que afetam o ambiente regulatório e o mercado e que atingem toda a cadeia produtiva.

    A Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios (CBCGAL) realizou sua reunião de instalação nesta segunda-feira (28), na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro. A Câmara reúne representantes de entidades sindicais, associações e empresas, para tratar de problemas que afetam o ambiente regulatório e o mercado e que atingem toda a cadeia produtiva.

    Na reunião de instalação estiveram presentes representantes da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), dos Sindicatos do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovagas) dos Estados de Maranhão e São Paulo e das cidades de Belo Horizonte/MG, Campina Grande/PB e Cuiabá/MT, além de algumas das maiores redes varejistas de gêneros alimentícios, como os grupos Pão de Açúcar, Carrefour (Atacadão) e Walmart, e as redes Zaffari e Peruzzo. “Este é um momento muito importante, porque vamos trabalhar questões que incomodam o setor em nível nacional, com o propósito de servir a todo o comércio de gêneros alimentícios e dar suporte à CNC para que encaminhe as soluções para os problemas do segmento”, afirmou o coordenador da CBCGAL, João Francisco Micelli Vieira, na abertura da reunião.

    O secretário-geral da CNC, Eraldo Alves, lembrou que a criação da CBCGAL era incentivada pela CNC em razão da importância econômica, na geração de emprego e renda, desse segmento para o País. “A CNC tem consciência do que representa o comércio de gêneros alimentícios e sabe que o segmento compõe uma das partes mais importantes do PIB nacional. Desejamos muito êxito aos membros e ao trabalho desta câmara”, afirmou.

    Na ocasião, os integrantes da Câmara escolheram como coordenador substituto o presidente do Sincovaga do Estado de São Paulo , Álvaro Luiz Bruzadin Furtado, e como interlocutor para assuntos legislativos o representante da Abras, Márcio Milan.

    Para Álvaro, a CBCGAL é uma inciativa que vai aproximar o empresariado do segmento da principal representação do comércio nacional, a CNC. “Temos uma centena de problemas que nos afetam e temos que buscar aqui, como representantes de diversas entidades e empresas de gêneros alimentícios, trabalhar o que é comum a todos e deixar de lado o que não nos agrega. Nossa presença aqui vai nos possibilitar um trabalho mais efetivo na busca de soluções para os problemas do setor”, afirmou o coordenador substituto.

    Principais demandas

    Entre os principais temas debatidos na reunião da Câmara estavam a atualização da Norma Regulamentadora 12 (NR-12), que define referências técnicas e medidas de proteção para máquinas e equipamentos, e a Nota Técnica nº 121/2014, que institui uma “folga adicional” para os trabalhadores do comércio, gerando prejuízos para o segmento. Também foram debatidos a implantação do eSocial, projetos de lei que atingem as empresas de gêneros alimentícios, fiscalizações do Procon, além de ter sido levantada a demanda de enquadrar o segmento no programa de desoneração do governo federal.

    A atual redação da NR-12 aumentou de 40 para mais de 300 o número de exigências de dispositivos de segurança em maquinários e equipamentos, inclusive os utilizados no segmento de gêneros alimentícios. Empresários afirmaram que as fiscalizações das Delegacias e Subdelegacias do Trabalho exigem adequação das máquinas, mas, ao pedirem ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a indicação de equipamentos que estejam de acordo com a Norma, a resposta é que o Ministério não tem estrutura para fazer esse levantamento. Os empresários do varejo de gêneros alimentícios acreditam que a indústria já deveria produzir máquinas com os dispositivos de segurança exigidos e que a fiscalização deveria ser feita nesse setor.

    Segundo o interlocutor para assuntos legislativos da CBCGAL, Márcio Milan, há uma negociação em curso com o Inmetro para que este certifique as máquinas produzidas pela indústria segundo a NR-12, mas a solução ainda demora a se concretizar. Ele explica que a posição do setor é pela ampliação do prazo de cumprimento das exigências. “Estamos pedindo a ampliação do prazo e que só haja interdição do maquinário diante de risco iminente, o que terá que ser comprovado com laudo técnico, não apenas do fiscal”, disse Milan.

    Nota Técnica impõe diminuição da jornada de trabalho

    Outro problema apresentado pelos empresários durante reunião da Câmara Brasileira do Comércio de Gêneros Alimentícios foi a Nota Técnica nº121/2014 do MTE, a qual determina que além do descanso semanal, que é um direito constitucional, os trabalhadores terão assegurada uma folga aos domingos, no intervalo máximo de três semanas.

    Na prática, além de uma folga por semana, o trabalhador acaba tendo duas folgas em uma das semanas do mês, o que gera uma redução de um dia na jornada de trabalho. “Para uma empresa com 60 mil ou 100 mil funcionários o impacto é grande”, afirma Sérgio Murilo, do Grupo Pão de açúcar. Mas as micros e pequenas empresas também são afetadas, pois a escala de trabalhadores não fecha, podendo gerar a necessidade de nova contratação para manutenção dos horários de funcionamento. “O pequeno nem tem como dar essa folga. O funcionário sai, e ele não tem quem o substitua. Aí, tem que contratar mais”, lembra Marcos Tasso, representante do Atacadão. A conclusão é que a norma gera maiores custos ou novas contratações para o segmento e que, não tendo aprovado em lei a redução da jornada de trabalho, o MTE a implementou por meio da Nota Técnica nº 121/2014.

  • Volume de vendas para o Dia dos Pais será o menor desde 2004

    O Dia dos Pais em 2014 deverá movimentar cerca de R$ 4,4 bilhões no varejo, gerando crescimento de 4,3% nas vendas, segundo previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar do crescimento em relação ao ano passado, esta deverá ser a menor alta nas vendas para a data desde 2004, quando o Dia dos Pais teve crescimento de apenas 1,6%.

    O Dia dos Pais em 2014 deverá movimentar cerca de R$ 4,4 bilhões no varejo, gerando crescimento de 4,3% nas vendas, segundo previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar do crescimento em relação ao ano passado, esta deverá ser a menor alta nas vendas para a data desde 2004, quando o Dia dos Pais teve crescimento de apenas 1,6%.

    “O ritmo mais fraco das vendas no próximo Dia dos Pais resultará principalmente do encarecimento do crédito”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes. Segundo ele, o custo mais alto dos empréstimos, aliado à tendência de encurtamento do prazo médio observada desde dezembro, tem desestimulado a tomada de novos recursos.

    Segundo os dados levantados pela CNC, apenas o ramo de farmácias, perfumarias e cosméticos deverá ter um crescimento maior que o de 2013 (+10,4        %). Os outros setores geralmente afetados pelo Dia dos Pais devem registrar taxas inferiores. São os casos, por exemplo, dos ramos de vestuário (+2,1% este ano, contra +3,6% em 2013) e de hiper e supermercados (+2,8%, ante +3,6% em 2013), atividades que concentram 67,1% do faturamento gerado pela data. Destacam-se, ainda, as movimentações nas lojas de móveis e eletrodomésticos (+5,3%) e a queda no setor de livrarias e papelarias (-3,8%).

    Pouca variação nos preços

    A variação média dos preços dos dezesseis bens (+4,4%) e serviços (+10,1%) mais demandados por essa data comemorativa também deve ser ligeiramente inferior à do mesmo período do ano passado (+8,0% em 2014, contra +8,2% em 2013). Televisores (-7,2%), aparelhos telefônicos (-6,6%) e CDs e DVDs (-3,9%) estão mais baratos neste ano. Por outro lado, a alimentação fora de casa está mais cara (+10,2%) e segue como uma das principais fontes de pressão sobre os preços. 

  • Crédito ao consumidor deve crescer 5,5% em 2014

    A concessão de crédito aos consumidores deverá encerrar 2014 com um crescimento real de 5,5%, segundo expectativa da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Caso sejam confirmadas as previsões para o crescimento econômico (+0,9%) e da taxa Selic (11% ao ano em dezembro), a relação crédito/PIB deve ficar em 57,5% – uma alta de 3,6 pontos percentuais em comparação com o ano passado.

    A concessão de crédito aos consumidores deverá encerrar 2014 com um crescimento real de 5,5%, segundo expectativa da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Caso sejam confirmadas as previsões para o crescimento econômico (+0,9%) e da taxa Selic (11% ao ano em dezembro), a relação crédito/PIB deve ficar em 57,5% – uma alta de 3,6 pontos percentuais em comparação com o ano passado.

    De acordo com dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira, 29 de julho, a média diária de concessão de crédito cresceu 13,3% em junho de 2014 em relação ao mesmo período de 2013. As principais responsáveis foram as linhas de cartão de crédito e de crédito consignado. Em relação a maio deste ano houve alta de 0,3%, já descontados os efeitos sazonais.

    “O crédito para as pessoas físicas voltou a ficar mais caro, atingindo, em junho, a taxa média de 43% ao ano – nível mais alto desde abril de 2009, quando registrou 43,5% ao ano”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes. Segundo Bentes, essa trajetória foi sustentada pelo encarecimento do cheque especial, que, atualmente, é a modalidade de crédito mais cara acompanhada pelo Banco Central – a taxa atual de 171,5% ao ano é 34,7 pontos percentuais mais alta do que em junho de 2013.

    Clique aqui para ver a análise completa da Divisão Econômica da CNC

     

     

     

     

  • Crédito ao consumidor deve crescer 5,5% em 2014

     A concessão de crédito aos consumidores deverá encerrar 2014 com um crescimento real de 5,5%, segundo expectativa da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Caso sejam confirmadas as previsões para o crescimento econômico (+0,9%) e da taxa Selic (11% ao ano em dezembro), a relação crédito/PIB deve ficar em 57,5% – uma alta de 3,6 pontos percentuais em comparação com o ano passado.

     A concessão de crédito aos consumidores deverá encerrar 2014 com um crescimento real de 5,5%, segundo expectativa da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Caso sejam confirmadas as previsões para o crescimento econômico (+0,9%) e da taxa Selic (11% ao ano em dezembro), a relação crédito/PIB deve ficar em 57,5% – uma alta de 3,6 pontos percentuais em comparação com o ano passado.

    De acordo com dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira, 29 de julho, a média diária de concessão de crédito cresceu 13,3% em junho de 2014 em relação ao mesmo período de 2013. As principais responsáveis foram as linhas de cartão de crédito e de crédito consignado. Em relação a maio deste ano houve alta de 0,3%, já descontados os efeitos sazonais.

    “O crédito para as pessoas físicas voltou a ficar mais caro, atingindo, em junho, a taxa média de 43% ao ano – nível mais alto desde abril de 2009, quando registrou 43,5% ao ano”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes. Segundo Bentes, essa trajetória foi sustentada pelo encarecimento do cheque especial, que, atualmente, é a modalidade de crédito mais cara acompanhada pelo Banco Central – a taxa atual de 171,5% ao ano é 34,7 pontos percentuais mais alta do que em junho de 2013.

  • TV CNC – Senac EAD e o crescimento do ensino a distância no Brasil

    A evolução do ensino a distância no País vem chamando a atenção para essa modalidade de ensino, que entre 2011 e 2012 teve um salto de 138% no número de matrículas. Para comparação, entre 2010 e 2011 o crescimento foi de apenas 18%.

    A evolução do ensino a distância no País vem chamando a atenção para essa modalidade de ensino, que entre 2011 e 2012 teve um salto de 138% no número de matrículas. Para comparação, entre 2010 e 2011 o crescimento foi de apenas 18%. Os dados fazem parte do Perfil da Educação a Distância no Brasil, levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de Santa Catarina (Senac-SC), que reuniu dados da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), do Censo da Educação Superior do Inep/MEC e da Rede Nacional de Educação a Distância do Senac (Senac EAD), criada em 2013.