Blog

  • CNC divulga amanhã resultados de julho do Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 23 de julho, os resultados de julho do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 23 de julho, os resultados de julho do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • TV CNC – Intenção de consumo das famílias mostra estabilidade em julho

    Após consecutivas quedas, o índice que mede a disposição das famílias para o consumo teve um pequeno aumento (+01%) em julho. Apesar disso, a estimativa da CNC para o volume de vendas de 2014 foi revisada para 4,4%, segundo afirma a assessora da Divisão Econômica Juliana Serapio.

    Após consecutivas quedas, o índice que mede a disposição das famílias para o consumo teve um pequeno aumento (+01%) em julho. Apesar disso, a estimativa da CNC para o volume de vendas de 2014 foi revisada para 4,4%, segundo afirma a assessora da Divisão Econômica Juliana Serapio.

  • Oficina do Segs em Pernambuco aborda a gestão de clientes

    O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) promoveu, em 9 de julho, um treinamento sobre Gestão de Clientes para sindicatos filiados à Fecomércio-PE. O encontro foi realizado pelo assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Alexandre Marcelo, na sede da Federação pernambucana, em Recife.

    O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) promoveu, em 9 de julho, um treinamento sobre Gestão de Clientes para sindicatos filiados à Fecomércio-PE. O encontro foi realizado pelo assessor da Gerência de Programas Externos (GPE) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Alexandre Marcelo, na sede da Federação pernambucana, em Recife.

    Alexandre Marcelo transmitiu conceitos e exemplos que vão desde os objetivos centrais da gestão de clientes até as ferramentas necessárias para atrair e fidelizar o público-alvo. “Antes de tudo, é preciso entender quem são os nossos clientes, para só assim traçar as estratégias para atingi-los, como o marketing digital, por exemplo”, disse.

    Segundo o assessor da GPE, vários fatores estão ligados à boa gestão e ao bom relacionamento com os clientes. “O atendimento às necessidades das empresas representadas, tanto em ações de representação, como no fornecimento de produtos e serviços, passa por qualidade, cordialidade e também pelos canais de relacionamento disponíveis, desde o acesso à entidade até a agilidade na resolução de problemas e reclamações. Tudo sempre vinculado ao constante monitoramento da satisfação dos representados, bem como ao aprimoramento contínuo dos processos”, explicou Marcelo.

    Para atrair os clientes (que, no caso dos sindicatos filiados à Fecomércio-PE, são as empresas que cada um representa), é necessário se fazer presente na vida das empresas, auxiliando-as em seus negócios. “Desenvolver ideias, sugerir serviços e trocar experiências são formas de aproximar a empresa e fazer com que ela conheça melhor o seu sindicato”, ressaltou o assessor.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 130/2014

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para compor o Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social

    Alterada norma que dispõe sobre o tratamento tributário relativo a bens de viajante

    Alterados representantes do Conselho Nacional de Saúde

  • A mediação na resolução dos conflitos

    Artigo do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, intitulado “A mediação na resolução dos conflitos”, publicado pelo Jornal do Commercio (RJ) em 18 de julho, destaca que, ante a lentidão do Poder Judiciário e o valor que as partes envolvidas num litígio atribuem à duração do tempo decorrido, surge como tendência mundial o recurso a formas alternativas para resolução dos conflit

    Artigo do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, intitulado “A mediação na resolução dos conflitos”, publicado pelo Jornal do Commercio (RJ) em 18 de julho, destaca que, ante a lentidão do Poder Judiciário e o valor que as partes envolvidas num litígio atribuem à duração do tempo decorrido, surge como tendência mundial o recurso a formas alternativas para resolução dos conflitos. “No Brasil, com uma legislação moderna, a arbitragem saiu do limbo em que historicamente se encontrava e passou a ser instrumento de uso frequente, com enorme economia do tempo despendido na solução de controvérsias; em suma, uma ´justiça privada´, cujas decisões em instância única são irrecorríveis. Em paralelo com a arbitragem, também a mediação está em alta, porque em várias circunstâncias antecede à arbitragem, e o ganho de tempo passa a ser maior.” Oliveira Santos explica que a mediação é um processo no qual as partes elegem um terceiro árbitro, neutro e imparcial, cuja função é convergir para um acordo que resolva o litígio.

    Leia aqui o artigo na íntegra.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 129/2014

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para compor a Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador – CTPAT

    SRT suspende o processo de pedido de registro sindical de interesse da Federação Nacional das Empresas Locadoras de Veículos Automotores – FENALOC

    Mantida em 11% a meta para a Taxa Selic, a partir de 17 de julho de 2014

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Itararé para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 14 de Agosto de 2014

  • Sumário Econômico 1368

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Crédito mais caro freia consumo e investimentos – De acordo com o último relatório de operações de crédito divulgado recentemente pelo Banco Central do Brasil, em maio a média diária de concessão de recursos destinados às pessoas físicas teve alta de 9,0% ante o mesmo mês de 2013. Esse comportamento se deveu principalmente ao avanço de 15,0% nas operações de cartão de crédito. No entanto, feitos os ajustes sazonais, houve queda de 1,5%, com destaque para o crédito consignado (-5,2%). Por sua vez, a taxa média de juros ao consumidor (42,5% ao ano) variou 8,3 pontos percentuais em relação àquelas observadas em maio do ano passado, encontrando-se, atualmente, no patamar mais alto desde março de 2005. O avanço mais significativo no custo do crédito se deu no cheque especial (+32,2 pontos percentuais, para 168,5% ao ano). Essa modalidade respondeu isoladamente por 2,8% do total demandado pelas pessoas físicas no mês. Nos 12 meses encerrados em maio a taxa Selic subiu 3,0 pontos percentuais. O pagamento dos empréstimos e financiamentos por parte das pessoas físicas se deu em um prazo médio de 48 meses – período 0,6% maior que no mesmo mês de 2013. O crédito consignado é a modalidade que apresenta o maior horizonte médio de pagamento (63 meses).

     

    Outras matérias:

    ICF registra estabilidade após cinco quedas seguidas – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou leve aumento de 0,1% (120,6 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 3,5% em relação a julho de 2013. Esse aumento, por ser bem pequeno, representa uma estabilidade para o índice, após quedas seguidas desde janeiro de 2014. A desaceleração recente da inflação de alimentos e os efeitos temporários trazidos pela Copa podem ter sido fatores que auxiliariam na manutenção geral das perspectivas. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável. Ainda assim, enfatizamos que, apesar do resultado positivo de julho, a percepção das famílias não muda tão rapidamente. O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou aumento de 0,4% na comparação mensal. As famílias com renda acima de dez salários mínimos apresentaram retração de 1,3%. O índice das famílias mais ricas encontra-se em 121,7 pontos, e o das demais, em 120,5 pontos.

    Indústria recua 1,6% no ano – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial reduziu-se 0,6% em maio deste ano, após queda de 0,5% em abril e março e aumento de 0,1% no mês anterior – dados com ajuste sazonal. Entre as categorias de uso, a maioria registrou retração. Bens de Capital foi a mais expressiva, com queda de 2,7%. Bens de Consumo Semi e não Duráveis (+1,0%) foi a única exceção. Entretanto, Bens de Consumo em geral caiu 0,3%, influenciada pela queda de 3,6% em Bens de Consumo Duráveis. Na comparação com maio de 2013 houve uma queda ainda mais acentuada: 3,2% – menos intensa que a taxa do mês anterior, de -5,8%. A Indústria de Transformação, com recuo de 4,4%, foi a principal influência, sendo que a Indústria Extrativa acelerou 7,6%. Bens de Capital foi o maior destaque, com resultado negativo de -9,7%. Bens Intermediários também demonstrou queda (-2,8%). Já a categoria de Bens de Consumo recuou 2,2%, influenciada pela queda de 11,2% em Bens Duráveis e pelo aumento de 0,8% em Bens Semi e não Duráveis.

    Marco Civil da Internet – 2ª parte – Na edição anterior do Sumário Econômico, apresentamos artigo inicial sobre o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), ao qual damos continuidade hoje, ressaltando um dos aspectos mais polêmicos dessa norma legal, que justamente preconiza a obrigatoriedade de preservação e guarda de dados de usuários da internet pelos provedores. Detratores da Lei consideram a prática um retrocesso em relação à garantia de privacidade, enquanto os defensores entendem que isso é fundamental para garantir a responsabilização civil ou penal de eventuais infratores de outras leis. A despeito das posições contrárias, a partir de agora os provedores de conexão com a internet deverão manter armazenados pelo período de um ano, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, os registros de conexão de seus usuários, isto é, o conjunto de informações referentes a data e hora de início e término de uma conexão com a internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados. Assim, essas informações – frequentemente necessárias para instruir investigações e processos judiciais, mas que nem sempre se faziam disponíveis – passam a poder ser acessadas, desde que com autorização judicial, pelas autoridades para identificar responsáveis por divulgação de material ofensivo e outras práticas ilícitas na rede.

    MP 651 – O governo publicou a Medida Provisória (MP) nº 651, de 9 de junho de 2014, mais conhecida por ampliar vantagens da MP nº 638/2014, do Refis da Crise. A MP 651 diminuiu o percentual de entrada para o parcelamento de débitos tributários, escalonando-os por montantes: 5% para dívidas de até um milhão de reais; 10% para os débitos entre um milhão de reais e R$ 10 milhões; 15% entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões; e 20% para acima de R$ 20 milhões. Também instituiu o Reintegra, programa de exportação que concede crédito de PIS/Cofins e prorroga para até 2020 a isenção de Imposto de Renda (IR) para debêntures de empresas de infraestrutura, entre outras medidas. Chamou a atenção a isenção de IR sobre o ganho de capital na alienação de ações emitidas no programa de incentivos à captação de recursos por pequenas e médias empresas. Para lançar ações entre os requisitos, a empresa tem de possuir valor de mercado de até R$ 700 milhões e receita bruta do exercício anterior de até R$ 500 milhões. Isso num país afligido por fatores como inflação persistente; distribuição da renda concentrada e, em termos médios, baixa; além dos juros reais normalmente elevadíssimos. O fruto disso é apresentar aspectos culturais e tradicionais que embarreiram a disposição das empresas de se democratizar no mercado de capitais, fugindo das captações no mercado bancário. O custo pesado dos juros bloqueia o desenvolvimento da empresa e do mercado de capitais – sem levar em conta, também, as exigências burocráticas e onerosas, como a publicação do balanço patrimonial nos jornais e a obediência às regras que a obrigam a se adaptar à nova condição no mercado.

  • A mediação na resolução dos conflitos (Jornal do Commercio de 18 de julho de 2014)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Ante a lentidão do Poder Judiciário e o valor que as Partes envolvidas num litígio atribuem à duração do tempo decorrido, surge como tendência mundial o recurso a formas alternativas aos ritos dos Tribunais, para resolução dos conflitos. No Brasil, com uma legislação moderna, a Arbitragem saiu do limbo em que historicamente se encontrava e passou a ser instrumento de uso frequente, com enorme economia do tempo despendido na solução de controvérsias; em suma, uma “justiça privada”, cujas decisões em instância única são irrecorríveis. Em paralelo com a Arbitragem, também a Mediação está em alta porque em várias circunstâncias antecede à Arbitragem e o ganho de tempo passa a ser maior.

    A Mediação é um processo no qual as Partes elegem um terceiro árbitro, neutro e imparcial, cuja função é convergir para um acordo que resolva o litígio. O poder de decisão que leva a aceitar o acordo é exclusivamente das Partes. O Mediador não se pronuncia sobre o “certo” ou “errado”, não trata de culpas ou responsabilidades, nem opina sobre o mérito ou a probabilidade de êxito de uma das Partes quanto ao objeto do litígio. O mediador tenta aproximar as Partes na definição dos fatos, eliminar dificuldades de comunicação e guiar o procedimento de tal forma que se evite a confrontação e atitudes de má-fé.

    No início do processo, o Mediador busca o consenso das Partes com o sentido de que renunciem a outro procedimento para a solução da controvérsia, enquanto prevalece a Mediação. O sigilo faz parte desse consenso e as Partes se comprometem a não usar na Arbitragem ou perante os Tribunais o que foi dito na Mediação, caso esta não chegue a bom termo.

    A Mediação se desenvolve através de sessões conjuntas entre as Partes, permitindo a cada lado expor seus argumentos da forma mais ampla, para definir o se que espera como resultado capaz de levar ao acordo.

    Vários dos requisitos necessários para instituir a Mediação são comuns aos da Arbitragem. Assim, por exemplo, a confiança das Partes no mediador, os direitos em disputa serem passíveis de transação e, quando extrajudicial, resultante da autonomia da vontade dos envolvidos no litígio. A lista de condicionalidades para a Mediação judicial é bem maior do que na extrajudicial. Nesse caso, entre os requisitos, pode-se apontar a formação de mediadores pela Escola de Mediação do Ministério da Justiça ou egressos de entidade reconhecida pelo Conselho Nacional de Justiça. E mais, o ajuizamento de uma ação judicial terá obrigatoriamente a Mediação como requisito na fase inicial do processo.

    Está em curso no Congresso Nacional, o Projeto de Lei 7.169/2014 que visa regulamentar a Mediação, tanto extrajudicial, como judicial, quando a demanda é interposta perante os Tribunais do Estado.

    O Projeto de Lei tem como objetivo definir um marco legal para a Mediação, dando ao procedimento maior segurança jurídica, assim como conferir ao processo maiores facilidades, mediante recurso à tecnologia da informação, permitindo que a Mediação seja realizada através de vídeo conferências, comunicações “on line” e troca de mensagens eletrônicas, em significativa economia de tempo e de custos. À medida que a cultura da Mediação for se arraigando em nosso País haverá, certamente, menor número de longas demandas judiciais e o ganho de tempo na resolução dos conflitos terá impacto positivo sobre a produtividade média da economia nacional

     

    Jornal do Commercio, 18 de julho de 2014.

  • Cresce endividamento, mas inadimplência mantém-se estável em julho

    Aumentou em 0,5 ponto percentual o número de famílias endividadas em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje, 17 de julho, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a Peic, 63% das famílias brasileiras têm dívidas em julho, contra 62,5% em junho. Na comparação anual houve redução de 2,2 pontos percentuais no nível de endividamento (65,2% em julho/2013).

     

    Aumentou em 0,5 ponto percentual o número de famílias endividadas em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje, 17 de julho, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a Peic, 63% das famílias brasileiras têm dívidas em julho, contra 62,5% em junho. Na comparação anual houve redução de 2,2 pontos percentuais no nível de endividamento (65,2% em julho/2013).

     

    Apesar do aumento no endividamento, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso recuou na comparação mensal, caindo de 19,8%, em junho, para 18,9% em julho, além de diminuir 3,5 pontos percentuais na comparação com julho de 2013. Para o economista da CNC Bruno Fernandes, a alta nos juros e ganhos de renda mais modestos geram condições menos favoráveis para o endividamento. “O crescimento do custo do crédito vem induzindo as famílias a ter mais cautela ao contratar e renovar empréstimos e financiamentos”, afirma o economista.

     

    O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas atrasadas, ou seja, que permaneceriam inadimplentes, manteve-se no índice de 6,6% em julho, igual ao do mês anterior, e sofreu queda em relação aos 7,4% de julho de 2013. Para Bruno Fernandes, apesar de diminuir o índice de famílias com contas em atraso, a percepção delas sobre sua capacidade de pagamento se manteve estável, o que demonstra precaução. “A postura mais cautelosa das famílias em relação ao endividamento também vem impedindo uma alta da inadimplência”, diz o economista

     

    O cartão de crédito foi apontado como o principal meio de endividamento por 76,6% das famílias, seguido por carnês (16,3%) e por financiamento de carro (13,2%). A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores.

     

    Clique aqui para fazer o download da análise e dos gráficos da Peic

     

    O economista da CNC Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

  • Varejo volta a crescer

    O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em maio na comparação com abril, após três meses de quedas consecutivas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (16) pelo IBGE. Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a recuperação do crescimento no varejo está diretamente relacionada à perda de fôlego da inflação. “Os preços médios do setor variaram +0,5%, significativamente abaixo da taxa de +0,9% registrada nos meses de março e abril”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em maio na comparação com abril, após três meses de quedas consecutivas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (16) pelo IBGE. Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a recuperação do crescimento no varejo está diretamente relacionada à perda de fôlego da inflação. “Os preços médios do setor variaram +0,5%, significativamente abaixo da taxa de +0,9% registrada nos meses de março e abril”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

     Outro destaque foi para a compra de televisores, por conta do Mundial de futebol, que fez o volume de vendas de artigos de uso pessoal e doméstico alcançar, em maio, a maior taxa de crescimento anual (+12,5%) dentre os ramos pesquisados.

     Em maio todos os segmentos do varejo restrito registraram alta – fato inédito desde abril do ano passado –, e o crescimento foi puxado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+2,4%) e de artigos de uso pessoal e doméstico (+2,3%). Já no varejo ampliado, que leva em conta as vendas do comércio automotivo (-1,9%) e de materiais de construção (-0,3%), houve queda de -0,3% em maio ante abril.

     Apesar da reversão das quedas no curto prazo, no comparativo anual o crescimento de maio se deu abaixo da média do primeiro quadrimestre (+5,2%). “Para junho, a expectativa é que o volume de vendas do varejo cresça 0,6% na comparação mensal”, afirma Bentes. Com base nos dados, a CNC revisou a expectativa do volume de vendas do varejo para 2014, que deverá apresentar expansão de aproximadamente 4,4%, com destaque para os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+10,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+8,0%).

    Acesse a nota completa.

     O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.