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  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – julho 2014

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • CNC divulga amanhã resultados de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 17 de julho, os resultados de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 17 de julho, os resultados de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

    Sobre a CNC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é a entidade sindical que representa 2,2 milhões de empresas do comércio de bens, serviços e turismo, categorias que, juntas, respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram aproximadamente 16 milhões de empregos diretos e formais. A CNC trabalha de forma integrada com 34 federações patronais (27 estaduais e sete nacionais), as quais agrupam mais de 950 sindicatos. A Confederação administra, também, um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo – o Serviço Social do Comércio (Sesc), com atuação nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), principal agente da educação profissional voltada para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

  • 16 de julho – Dia do Comerciante

    Hoje, 16 de julho, é o Dia do Comerciante. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) agradece aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo, que participam todos os dias da transformação e do desenvolvimento do Brasil. São 16 milhões de empregos diretos e formais gerados pelos três setores, que, juntos, representam ¼ do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    Hoje, 16 de julho, é o Dia do Comerciante. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) agradece aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo, que participam todos os dias da transformação e do desenvolvimento do Brasil. São 16 milhões de empregos diretos e formais gerados pelos três setores, que, juntos, representam ¼ do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    São 2,2 milhões de micros, pequenas e grandes empresas, que têm seus legítimos interesses defendidos pela CNC, além de contar com a mão de obra que se forma e se atualiza nos cursos do Senac e utiliza a rede de lazer e assistência social do Sesc. Tudo para que essa importante atividade econômica continue a ajudar o País a crescer.

    Todos juntos pelo Brasil.

  • Sesc e Senac na Flip 2014

    O Serviço Social do Comércio (Sesc) participa mais uma vez da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que este ano será realizada entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, na cidade fluminense.  A 11ª edição da Flip homenageará o autor Millôr Fernandes.

    O Serviço Social do Comércio (Sesc) participa mais uma vez da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que este ano será realizada entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, na cidade fluminense.  A 11ª edição da Flip homenageará o autor Millôr Fernandes.

    O Centro Cultural Sesc Paraty será o palco principal da extensa programação preparada para os visitantes da Festa, como o lançamento dos livros vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2013/2014. Os autores Débora Ferraz (ganhadora na categoria Romance por “Enquanto Deus não está olhando”) e Alexandre M. Rodrigues (vencedor na categoria Contos por “Parafilias”) estarão presentes para um debate com a plateia.

    Além disso, o Sesc vai promover oficinas literárias, saraus, exposições, espetáculos de música, dança, peças de teatro e intervenções urbanas.

    Para conferir a programação completa do Centro Cultural Sesc Paraty, acesse http://bit.ly/SescNaFlip

    Senac presente

    Pela primeira vez, a Flip contará com a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em parceira com a Câmara Brasileira do Livro (CBL). No espaço batizado de Casa Literária e Gastronômica Senac/CBL será realizado o Cozinhando com Palavras. Com a curadoria do chef André Boccato, a atividade unirá comida, literatura e cultura. Trata-se de uma verdadeira gourmet experience, inspirada na realizada na Feira do Livro de Frankfurt e nas duas últimas edições da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, sempre com muito sucesso.

    A participação do Senac durante a Flip reforça também o compromisso de inclusão educacional, missão da Instituição. Oficinas temáticas de aproveitamento de alimentos serão oferecidas a profissionais da comunidade local que trabalham com serviços de alimentação. Além disso, está prevista a doação de obras infanto-juvenis de poesia e de gastronomia para a Casa Azul ONG responsável pela organização do evento que irão compor o acervo de bibliotecas da cidade.

  • AEB: balança comercial deve ter resultado inferior ao de 2013

    A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) divulgou os números revisados da Balança Comercial para 2014. O saldo deve fechar em US$ 635 milhões, com queda ante os US$ 2,59 bilhões apurados em 2013. A previsão anterior era de um saldo de US$ 7,22 bilhões. A piora na balança deve-se à intensificação  da crise argentina e ao arrefecimento da atividade econômica no Brasil.

    A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) divulgou os números revisados da Balança Comercial para 2014. O saldo deve fechar em US$ 635 milhões, com queda ante os US$ 2,59 bilhões apurados em 2013. A previsão anterior era de um saldo de US$ 7,22 bilhões. A piora na balança deve-se à intensificação  da crise argentina e ao arrefecimento da atividade econômica no Brasil.

    De acordo com a AEB, o saldo da balança decorre de quedas na exportação e na importação, e não de aumento das exportações. As vendas externas devem cair dos US$ 242,18 bilhões de 2013 para USS 228,24 bilhões ao fim de 2014, com queda de 5,8% – o quarto resultado seguido de queda no valor das exportações. Os produtos manufaturados serão os mais afetados, com destaque para plataformas de petróleo e as vendas de automóveis para a Argentina.

    As importações deverão ficar em torno de US 227 bilhões – resultado 5% menor que os US$ 239,62 bilhões de 2013.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 127/2014

    DESTAQUES:

    CNC publica Aviso com registro de chapas para concorrer à eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da Entidade

    Congresso prorroga vigência da Medida Provisória que dispõe sobre as medidas de esclarecimento ao consumidor quanto à carga tributária incidente sobre mercadorias e serviços na Nota Fiscal

    SRTE em Minas Gerais institui a obrigatoriedade de adoção do Sistema HomologNet em unidades de atendimento

  • Varejo volta a crescer

    O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em maio na comparação com abril, após três meses de quedas consecutivas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (16) pelo IBGE. Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a recuperação do crescimento no varejo está diretamente relacionada à perda de fôlego da inflação. “Os preços médios do setor variaram +0,5%, significativamente abaixo da taxa de +0,9% registrada nos meses de março e abril”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em maio na comparação com abril, após três meses de quedas consecutivas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (16) pelo IBGE. Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a recuperação do crescimento no varejo está diretamente relacionada à perda de fôlego da inflação. “Os preços médios do setor variaram +0,5%, significativamente abaixo da taxa de +0,9% registrada nos meses de março e abril”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    Outro destaque foi para a compra de televisores, por conta do Mundial de futebol, que fez o volume de vendas de artigos de uso pessoal e doméstico alcançar, em maio, a maior taxa de crescimento anual (+12,5%) dentre os ramos pesquisados.

    Em maio todos os segmentos do varejo restrito registraram alta – fato inédito desde abril do ano passado –, e o crescimento foi puxado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+2,4%) e de artigos de uso pessoal e doméstico (+2,3%). Já no varejo ampliado, que leva em conta as vendas do comércio automotivo (-1,9%) e de materiais de construção (-0,3%), houve queda de -0,3% em maio ante abril.

    Apesar da reversão das quedas no curto prazo, no comparativo anual o crescimento de maio se deu abaixo da média do primeiro quadrimestre (+5,2%). “Para junho, a expectativa é que o volume de vendas do varejo cresça 0,6% na comparação mensal”, afirma Bentes. Com base nos dados, a CNC revisou a expectativa do volume de vendas do varejo para 2014, que deverá apresentar expansão de aproximadamente 4,4%, com destaque para os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+10,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+8,0%)

  • Paim defende projeto que acaba com aplicação da substituição tributária para as micros e pequenas empresas

    O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a aprovação do Projeto que acaba com a aplicação da substituição tributária ao setor de micro e pequenas empresas (PLC 60/2014).

    Por meio da substituição tributária, um contribuinte – nesse caso, uma empresa – recolhe de forma antecipada o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre toda a cadeia de comercialização de um produto, com base em um valor presumido pela venda. Na prática, todos os envolvidos pagam o imposto devido, mas o recolhimento é feito por apenas um dos contribuintes.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu a aprovação do Projeto que acaba com a aplicação da substituição tributária ao setor de micro e pequenas empresas (PLC 60/2014).

    Por meio da substituição tributária, um contribuinte – nesse caso, uma empresa – recolhe de forma antecipada o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre toda a cadeia de comercialização de um produto, com base em um valor presumido pela venda. Na prática, todos os envolvidos pagam o imposto devido, mas o recolhimento é feito por apenas um dos contribuintes.

    No entendimento de Paulo Paim, esse sistema prejudica as micros e pequenas empresas, porque, na prática, elimina os benefícios que elas têm por serem optantes do Simples Nacional, o sistema simplificado de impostos.

    “É um setor da economia que clama por justiça, e, por isso, entendemos que a aprovação do Projeto será um avanço na nossa legislação, garantindo novo momento para micros e pequenas empresas, com mais produção, investimentos, empregos, renda e desenvolvimento”, afirmou o senador.

    Paulo Paim também comemorou a aprovação de dois empréstimos externos, num total de US$ 330 milhões, para o Rio Grande do Sul, ocorrida nesta terça-feira na Comissão de Assuntos Econômicos e seguindo para votação em plenário.

    Os empréstimos, de acordo com Paim, vão financiar o programa de consolidação do equilíbrio fiscal para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e o programa de oportunidade e direitos, que já garantiu 2 mil vagas em cursos de pré-vestibular gratuitos para jovens de baixa renda que estudam ou estudaram em escola pública.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 126/2014

    DESTAQUES:

    Reconduzido representante das Confederações representativas das categorias econômicas de nível nacional no Comitê de Seleção de Conselheiros do Carf

    Dispensado representante dos Contribuintes junto ao Carf

    Criado Grupo de Trabalho para construção da Política de Qualificação do Trabalhador Portuário

  • CNC Notícias 168

    Inadiável e urgente

     

    Ela é uma espécie de unanimidade nos diagnósticos das principais questões a serem enfrentadas pelo País para que a economia funcione de forma mais equilibrada. Ao mesmo tempo, o tema não consegue estabelecer consensos entre as diversas partes interessadas. Resultado: uma postergação que custa ao Brasil a possibilidade de alcançar níveis de desenvolvimento compatíveis com o desejo de sua sociedade.

    Inadiável e urgente

     

    Ela é uma espécie de unanimidade nos diagnósticos das principais questões a serem enfrentadas pelo País para que a economia funcione de forma mais equilibrada. Ao mesmo tempo, o tema não consegue estabelecer consensos entre as diversas partes interessadas. Resultado: uma postergação que custa ao Brasil a possibilidade de alcançar níveis de desenvolvimento compatíveis com o desejo de sua sociedade.

    Estamos falando, claro, da reforma tributária. Para as empresas do comércio de bens, serviços e turismo, que a CNC tem a responsabilidade de representar, é um tema de grande importância, que se reveste de um caráter de urgência na definição de soluções adequadas, principalmente no atual cenário de quase estagnação econômica que o País vem enfrentando.

    Unânime quanto à sua necessidade, é preciso dar impulso às ações que almejam reorganizar e reestruturar essa importante parte da economia. O Brasil é, reconhecidamente, um dos Países com um dos mais complicados e perversos sistemas tributários do mundo. E vai enfrentando percalços, com a miudeza cotidiana de apanágios e remendos econômicos que não atacam a essência, quando, com o empenho em alguns grandes blocos de soluções no atacado, poderia colher muito melhores resultados. Como no caso da reforma tributária.

    Na reportagem de capa desta edição, a CNC oferece uma contribuição para o encaminhamento da questão, mostrando as principais linhas do que entende ser uma reforma tributária factível. Em sua essência, o modelo defendido pela Confederação pressupõe respeito aos princípios da boa tributação: transparência, justiça, equidade, simplicidade e universalidade, além de aderência à capacidade contributiva dos cidadãos e das empresas.

    Em outras palavras, um sistema orientado pelo bom senso e por um sentido de racionalidade que reverbere por toda a economia, contribuindo para direcionar e manter o País na rota de um desenvolvimento mais robusto e sustentável.

     

    Boa leitura!