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  • Câmara aprova Plano Nacional de Educação

    O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (3) a votação do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/2010). Foi aprovado o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), para o texto do Senado. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    O PNE estipula novas metas para os próximos dez anos, com o objetivo de melhorar os índices educacionais brasileiros. A principal inovação da proposta em relação ao plano anterior, cuja execução acabou em 2010, é a aplicação de um mínimo de recursos públicos equivalentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação.

    O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (3) a votação do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/2010). Foi aprovado o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), para o texto do Senado. A matéria será enviada à sanção presidencial.

    O PNE estipula novas metas para os próximos dez anos, com o objetivo de melhorar os índices educacionais brasileiros. A principal inovação da proposta em relação ao plano anterior, cuja execução acabou em 2010, é a aplicação de um mínimo de recursos públicos equivalentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação.

    O plano prevê o alcance dessa meta em duas etapas: um mínimo de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) no quinto ano de vigência da futura lei; e 10% do PIB ao fim do período de dez anos. Esses recursos também serão utilizados para financiar a educação infantil em creches conveniadas; a educação especial; e programas como o de acesso nacional ao ensino técnico e emprego (Pronatec), o de bolsas em faculdades privadas (Universidade para Todos – ProUni), o de financiamento estudantil (Fies) e o de bolsas para estudo no exterior (Ciência sem Fronteiras).

    Conheça as 20 metas do PNE

    O texto-base do relator foi aprovado no dia 28 de maio. Nesta terça-feira, os deputados rejeitaram dois destaques apresentados ao texto. Na única votação nominal ocorrida na terça, o Plenário manteve no texto, por 269 votos a 118, a contagem dos recursos desses programas nos 10% do PIB que devem ser aplicados.

    Para o relator, a aplicação de verbas públicas em programas em parceria com o setor privado não afeta a meta de investir um mínimo de 10% do PIB no setor público porque o cálculo foi feito com base no chamado Custo Aluno Qualidade (CAQ). “Esses valores são insignificantes se comparados ao que vamos investir em educação pública em dez anos”, afirmou Angelo Vanhoni.

    O Plenário rejeitou também outro destaque, do PMDB, que pretendia retirar do texto a obrigatoriedade de a União complementar recursos insuficientes de estados e municípios para cumprir o CAQ. O próprio autor do destaque, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), desistiu de defender sua proposta.

    De acordo com o texto, o CAQ e o Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi), a ser usado nos dois primeiros anos, deverão traduzir um conjunto de padrões mínimos de qualidade do ensino estabelecidos na legislação educacional. A ideia é que o financiamento seja calculado com base no atendimento desses padrões.

    Em relação às principais metas relacionadas no projeto, dados da comissão especial que analisou o PNE indicam que, nos dez anos, os investimentos deverão saltar dos atuais R$ 138,7 bilhões para R$ 228,35 bilhões nas principais áreas. Esses recursos deverão ser direcionados para a ampliação de matrículas e melhoria da qualidade do ensino em creches; pré-escolas; ensinos fundamental, médio e superior; educação especial; ensino em tempo integral; ensino de jovens e adultos; e educação profissional.

  • Comissão aprova criação de Área de Livre Comércio em Roraima

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (28), projeto do deputado Raul Lima (PP-RR) que cria a Área de Livre Comércio (ALC) no município de Pacaraima, em Roraima, e concede benefícios e isenções fiscais por 25 anos (PL 5494/2013).

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (28), projeto do deputado Raul Lima (PP-RR) que cria a Área de Livre Comércio (ALC) no município de Pacaraima, em Roraima, e concede benefícios e isenções fiscais por 25 anos (PL 5494/2013).

    A proposta assegura a suspensão dos impostos de Importação (II) e sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que se instalarem na área, que serão convertidos em isenção quando os produtos forem destinados ao consumo e venda interna em Pacaraima; ao beneficiamento, no território do município, de pescado, couro, leite e matéria de origem agrícola ou florestal; à agricultura e piscicultura; à instalação de serviços de qualquer natureza; entre outros.

    O texto estabelece que a suspensão de impostos seja transformada em isenção também nos casos em que osprodutos deixarem a área de livre comércio como bagagem, acompanhadas de viajantes, observados os limites fixados pela Receita Federal, e de remessas postais para o restante do País.

    A proposta determina que a saída de mercadoria estrangeira para o restante do País seja considerada, para efeitos fiscais e administrativos, como importação normal.

    O projeto exclui dos benefícios fiscais concedidos à ALC armas e munições, veículos de passageiros, bebidas alcoólicas, produtos de perfumaria e de toucador, e fumo e derivados.

    Segundo a proposta, o Poder Executivo deverá regulamentar a aplicação dos regimes aduaneiros especiais para as mercadorias estrangeiras destinadas à área de livre comércio, para as mercadorias dela procedentes e também definir o limite global para suas importações. Pelo texto, cabe ainda ao Banco Central a responsabilidade pela normatização dos procedimentos cambiais aplicáveis às operações da área.

    O projeto determina que a responsabilidade pela vigilância e repressão ao contrabando caberá à Receita Federal, sem prejuízo da competência da Polícia Federal.

    Conselho

    A proposição estabelece que a ALC de Pacaraima seja administrada por um conselho de administração, composto por dois representantes do governo federal, um dos quais deverá ser especialista em controle e vigilância aduaneira; um representante do governo estadual e um do município. Pela proposta, o conselho será presidido, pelo prazo máximo de dois anos, por representante do governo federal e, após esse prazo, pelo representante do governo estadual.

    O relator, deputado Henrique Oliveira (SD-AM), defendeu a aprovação do texto. Segundo ele, ALC de Pacaraima vai permitir que a região rompa o ciclo de isolamento e de atraso. “A região de Pacaraima é o local mais próximo do Caribe e da América Central. Assim, um contato maior com essas regiões faria crescer nossa produção, abriria empregos para os nossos jovens e, permitiria brotar as potencialidades locais”, explicou o parlamentar.

    O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta:

     PL-5494/2013

  • Líderes decidem votar hoje Plano Nacional da Educação e PEC dos Cartórios

    O Plenário da Câmara dos Deputados deve concluir hoje (3) a votação do Plano Nacional da Educação (PNE) – Projeto de Lei 8035/2010, do Executivo. A informação é dos líderes da Minoria, Domingos Sávio (MG), do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), e do DEM, Mendonça Filho (PE). O texto-base do PNE foi aprovado na semana passada, mas ainda falta a votação dos destaques.

    O Plenário da Câmara dos Deputados deve concluir hoje (3) a votação do Plano Nacional da Educação (PNE) – Projeto de Lei 8035/2010, do Executivo. A informação é dos líderes da Minoria, Domingos Sávio (MG), do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), e do DEM, Mendonça Filho (PE). O texto-base do PNE foi aprovado na semana passada, mas ainda falta a votação dos destaques.

    A pauta de hoje do Plenário também inclui a PEC dos Cartórios (471/2005), que efetiva os titulares de cartórios que estavam à frente do negócio antes da Constituição de 1988. Contrários à proposta, Domingos Sávio e Mendonça Filho acreditam que o texto será rejeitado.

    Os líderes também informaram que há consenso para votar, nesta semana, os destaques apresentados à PEC do Orçamento Impositivo (358/2013), que obriga a União a executar as emendas parlamentares no montante de até 1,2% da receita corrente líquida. Os destaques pretendem retirar do texto regras sobre os limites mínimos de aplicação de recursos federais em saúde, que fazem parte do acordo fechado pelo governo com o Senado quando a matéria tramitou naquela Casa. A oposição deverá lutar para derrubar esses limites.

    Há acordo também para votar o Projeto de Lei 6727/2013, que prorroga a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 70% para as empresas de informática até 31 de dezembro de 2029. Segundo Mendonça Filho, ainda é preciso estabelecer um consenso entre o texto e as demandas do governo. Ficou acertado que, se houver acordo para votação do PL 6727, será votada também a proposta que prorroga os benefícios da Zona Franca de Manaus até 2073 – PEC 103/2011.

    Também poderá ser votado nesta semana o projeto que regulamenta o direito de resposta (PL 6446/2013), mas ainda não há acordo sobre como será exercido esse direito nas rádios e na televisão: se a pessoa prejudicada ganhará um tempo de fala ou se será divulgada uma nota. “Se não houver acordo sobre esse ponto, vamos obstruir”, disse Mendonça Filho.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 100/2014

    DESTAQUES:

    Sancionada lei que define o crime de discriminação dos portadores do HIV e de Aids

    MTE estabelece Instruções para o Contrato de Trabalho Temporário e o Fornecimento de Dados Relacionados ao Estudo do Mercado de Trabalho

    Decreto do Estado do Rio de Janeiro dispõe sobre o Sistema de Licenciamento Ambiental

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Junho de 2014

    Assessoria de Gestão das Representações | Junho de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Junho de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Maio de 2014

    Assessoria de Gestão das Representações | Maio de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Maio de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Abril de 2014

    Assessoria de Gestão das Representações | Abril de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Abril de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Informe Representações 279

    Assessoria de Gestão das Representações |03/06/2014 – Ano 4, nº 279

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Comissão Especial

    Assessoria de Gestão das Representações |03/06/2014 – Ano 4, nº 279

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Comissão Especial

    Janilton Fernandes Lima, advogado da Divisão Jurídica da CNC, foi indicado para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na Audiência Pública destinada a debater o Projeto de Lei nº 7.108, de 2014, do Senado Federal – que “altera a Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976” (Arbitragem). A audiência será realizada no próximo dia 5 de junho, quinta-feira, às 9hs, no plenário 13 do anexo II, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF.

    Além da CNC, foram convidados o ministro do STJ e presidente da Comissão de Juristas do Senado para reforma da Lei de Arbitragem, Luís Felipe Salomão; o presidente da Comissão Especial do Código de Processo Civil, Deputado Fábio Trad; a advogada e membro do Conselho da Câmara de Arbitragem da Federações das Indústrias de São Paulo (Fiesp) Eleonora Coelho; a professora de Arbitragem na FGV e vice-presidente do International Council for Commercial Arbitration (ICCA), Adriana Bragetta; e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), e da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

  • Icec: confiança do comércio atinge menor nível histórico

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, o nível mais baixo da série histórica, iniciada em 2011. De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira, 3 de junho, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Icec teve queda de 1,4% em relação a abril, registrando 113,4 pontos. Já em relação a

    maio de 2013, houve queda de 9,0%, a maior desde julho de 2012.

     

    O recuo mensal foi puxado pela queda no nível de satisfação com as condições econômicas correntes (-1,5%), especialmente a retração no quesito que avalia as condições atuais do comércio (-2,1%). Os subitens que medem as expectativas dos empresários (-1,3%) e as intenções de investimentos (-1,4%) também registraram recuos nessa base comparativa.

     

    “A percepção do ritmo mais fraco de crescimento das vendas do varejo, o nível baixo da atividade econômica em geral, a inflação ainda elevada e juros em alta têm influenciado negativamente a satisfação com as condições atuais e promovido um ajuste das expectativas para os próximos meses”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

     

    Clique aqui para acessar a análise completa do Icec

     

    A partir das 10 horas, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

    Nesta terça-feira, dia 3 de junho, comemora-se o Dia Mundial e o Dia Nacional contra o Trabalho Infantil. A data foi estipulada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) com o objetivo de promover a conscientização da população mundial e ações para a erradicação do trabalho infantil. A celebração, que normalmente acontece em 12 de junho, foi antecipada em função do início da Copa do Mundo no Brasil.

    Nesta terça-feira, dia 3 de junho, comemora-se o Dia Mundial e o Dia Nacional contra o Trabalho Infantil. A data foi estipulada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) com o objetivo de promover a conscientização da população mundial e ações para a erradicação do trabalho infantil. A celebração, que normalmente acontece em 12 de junho, foi antecipada em função do início da Copa do Mundo no Brasil.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apoia a iniciativa e participa dos debates nacionais sobre o tema realizados no Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e na Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    Trabalho infantil atinge 11% da população infanto-juvenil

    De acordo com dados de 2013 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 168 milhões de crianças em todo o mundo trabalham em condições exploratórias.  Esse número representa 11% de toda a população mundial infantojuvenil.

    Na última década, houve uma redução de 78 milhões de crianças trabalhadoras em relação ao ano de 2000 – uma diminuição de cerca de um terço do número total. Entre 2000 e 2012, o número de meninas trabalhando caiu 40%, e o de meninos reduziu para 25%. A quantidade dos que trabalham em situação perigosa, na faixa etária de 5 a 17 anos, foi reduzida à metade no mesmo período, passando de 171 milhões para 85 milhões.

    O Brasil é pioneiro e referência na comunidade internacional no que se refere aos esforços para a prevenção e eliminação do trabalho infantil. Desde meados da década de 1990, o governo brasileiro, juntamente com trabalhadores, empregadores e sociedade civil, vem implementando as disposições das Convenções 138 e 182 da OIT por meio dos instrumentos legais nacionais, além de desenvolver políticas públicas específicas para a prevenção e eliminação do trabalho infantil.

    Vamos todos juntos dar um cartão vermelho ao trabalho infantil!