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  • Famílias brasileiras estão mais cautelosas com o endividamento

    O número de famílias endividadas aumentou em maio, atingindo 62,7% dos brasileiros, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje. Apesar da alta, este número é inferior aos 64,3% registrados em maio do ano passado. Segundo a economista Marianne Hanson, os brasileiros estão mais cautelosos na hora de contratar ou renovar empréstimos e financiamentos, devido à alta do custo do crédito.

    O número de famílias endividadas aumentou em maio, atingindo 62,7% dos brasileiros, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje. Apesar da alta, este número é inferior aos 64,3% registrados em maio do ano passado. Segundo a economista Marianne Hanson, os brasileiros estão mais cautelosos na hora de contratar ou renovar empréstimos e financiamentos, devido à alta do custo do crédito. “Juros mais altos e ganhos de renda mais modestos levam a condições menos favoráveis para o endividamento”, afirmou Marianne.

    Os níveis de inadimplência também apresentaram queda em maio.  O percentual de famílias com dívidas atrasadas teve uma leve queda tanto na comparação mensal (-0,1%) quanto na anual (-0,7%). Também houve redução no número de famílias que não terão condições de pagar as suas dívidas e que, portanto, permaneceriam inadimplentes. Este índice alcançou 6,8% em maio de 2014, contra 6,9% em abril de 2014 e 7,5% em maio de 2013.

    Sobre a percepção das famílias acerca do seu nível de endividamento, somente a proporção das que se declararam muito endividadas aumentou entre os meses de abril e maio de 2014, passando de 11,8% para 12,2% do total de famílias. Na comparação anual, houve redução nesse indicador. Ainda na comparação entre maio de 2013 e maio de 2014, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 23,4% para 23,5%, e o número dos que se percebem pouco endividados passou de 28,4% para 27% do total dos endividados.

  • CBóptica debate andamento de projetos no Congresso

    Os membros da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBóptica) da CNC se reuniram nesta quarta-feira (28), em Brasília, para tratar e avaliar o andamento, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, de vários projetos de interesse do setor.

    Os membros da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBóptica) da CNC se reuniram nesta quarta-feira (28), em Brasília, para tratar e avaliar o andamento, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, de vários projetos de interesse do setor.

    Eles também ouviram breve palestra do deputado Luiz Carlos Jorge Hauly (PSDB/pr), titular da Comissão de Finanças e Tributação e da Subcomissão Especial da Reforma Tributária. “Nos últimos 30 anos, a agenda tributária avançou de forma nem sempre harmônica, hora com ganhos para a União, ora para os Estados”, declarou. Segundo o parlamentar, uma das grandes vitórias recentes para o setor produtivo, pelos benefícios que trouxe para quem empreende, foram o Simples Nacional e o Estatuto da Micro e Pequena Empresa.

    Hauly se colocou à disposição do segmento para avaliar e dar contribuições a iniciativas em andamento no Congresso. “Foi importante pontuar nossas demandas a um parlamentar influente e conhecedor dos problemas do varejo de óptica”, afirmou o coordenador da Câmara, André Luiz Roncatto.

    Os participantes voltaram a debater o projeto “Óptica Popular”, uma ação da CBóptica que segue o modelo da “Farmácia Popular” do Governo Federal. O objetivo, segundo Juarez Gonçalves da Hora, coordenador substituto, é atender à população de baixa renda com a doação de óculos. A proposta está na etapa de amadurecimento, antes de ser levada ao Congresso Nacional.

  • Senac-PR inaugura escola em Marechal Cândido Rondon

    A Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR) inaugurou no dia 26 de maio uma unidade de Educação Profissional do Senac no Município de Marechal Cândido Rondon, na região Oeste do Paraná. O evento teve a participação de 300 convidados, entre eles, o prefeito da cidade, Moacir Froelich, o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR, Darci Piana, e o diretor regional do Senac, Vitor Monastier, além de autoridades locais e estaduais.

    A Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR) inaugurou no dia 26 de maio uma unidade de Educação Profissional do Senac no Município de Marechal Cândido Rondon, na região Oeste do Paraná. O evento teve a participação de 300 convidados, entre eles, o prefeito da cidade, Moacir Froelich, o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR, Darci Piana, e o diretor regional do Senac, Vitor Monastier, além de autoridades locais e estaduais.

    Para Darci Piana, a unidade dá sequência ao plano de interiorização da instituição, que busca expandir as ações a mais municípios paranaenses. “É uma tarefa que estamos cumprindo graças ao trabalho conjunto entre o poder público e nosso sindicato associado, o Sindicato do Comércio Varejista de Marechal Cândido Rondon (Sindicomar), que evidencia as necessidades do município. Essa inauguração é apenas o começo de uma história que o Senac pretende ajudar a escrever no município e na vida de milhares de pessoas que passarem por suas salas de aula”, afirmou Piana.

    “Os serviços educacionais que o Senac vai prestar à região fortalecerão o comércio local e regional. Cabe ao poder público incentivar e apoiar essas iniciativas e por isso doamos o terreno para esta construção, e preparamos o entorno para receber essa unidade que irá beneficiar a nossa gente”, reiterou o prefeito Moacir Froelich.

    Vitor Monastier, diretor regional do Senac, destacou que a unidade atenderá a 11 municípios, levando educação profissional de qualidade a mais de 150 mil pessoas. “A previsão é investir, ainda em 2014, em cursos gratuitos na região, por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG) e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Espera-se, assim, contribuir com o desenvolvimento socioeconômico desses municípios, por meio da oferta de qualificação profissional de excelente qualidade à parcela mais carente da população”, concluiu Monastier.

    O local contará com 1,5 mil m2, sendo distribuído em auditório para 100 pessoas, área administrativa, biblioteca, laboratório de informática, cinco salas de aula convencionais, cozinha didática, além de ambiente pedagógico de beleza. O objetivo é atender 670 alunos em três turnos com cursos técnicos de capacitações e aperfeiçoamentos, além de cursos nas áreas beleza, gestão, informática e gastronomia.

  • Comércio quer redução de tributos para compensar gasto com ‘logística reversa’

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou nesta quarta-feira (28) da audiência pública no Senado Federal para discutir incentivos fiscais para ampliar ações de logística reversa, que visam à reutilização ou reciclagem de materiais e bens descartados pelos consumidores, promovida pela Subcomissão Permanente de Resíduos Sólidos, ligada á Comissão de Meio Ambiente (CMA).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou nesta quarta-feira (28) da audiência pública no Senado Federal para discutir incentivos fiscais para ampliar ações de logística reversa, que visam à reutilização ou reciclagem de materiais e bens descartados pelos consumidores, promovida pela Subcomissão Permanente de Resíduos Sólidos, ligada á Comissão de Meio Ambiente (CMA).

    Conforme a Lei 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, fabricantes, importadores e comerciantes têm a responsabilidade compartilhada de coletar, reaproveitar ou dar uma destinação adequada para o descarte de pilhas, pneus, agrotóxicos, óleos lubrificantes, lâmpadas, eletroeletrônicos, embalagens em geral e medicamentos.

    Estabelecimentos comerciais querem redução de tributos para compensar a manutenção de locais para coleta de materiais e bens descartados pelos consumidores, que deverão ser enviados à reciclagem pela logística reversa. Representando a CNC, a assessora Cristiane de Soares, especialista em Meio Ambiente, pleiteou a desoneração pela Subcomissão Permanente de Resíduos Sólidos.

    Segundo ela, os lojistas defendem a redução de IPI sobre produtos que utilizam matéria-prima. Sem incentivo tributário, o comércio teme que os custos da logística reversa sejam repassados na forma de aumento do preço dos produtos que vão para suas prateleiras. “Indiretamente, tudo que for acrescido ao valor do produto irá impactar no poder de compra do consumidor e, por conseguinte, nas vendas do comércio, por essa razão, apoiamos os pleitos da indústria no tocante aos impostos que incidem diretamente nos produtos importados e produzidos no País”, defendeu Cristiane.

    “Além disso, o comércio irá absorver alguns custos que não serão cobertos pelo Ecovalor e por esta razão estamos reivindicando benefício fiscal no IRPJ para as empresas aderentes aos sistemas de logística reversa, que seria um benefício direto para o empresário”. Para ela, os demais benefícios relativos ao IPTU e ICMS precisarão ser negociados com os municípios e estados.

    Redução de IPI

    Marcos Vinicius Tapajós, chefe da Divisão de Impostos sobre Produtos Industrializados da Receita Federal, reconheceu o papel indutor da política tributária, mas apontou dificuldades para operacionalizar benefícios como redução de IPI para produto reciclado. “É uma proposta socialmente boa, mas o problema é como fazer. O que é produto reciclado? Que tipo de componente tem nesse produto? Vai ter um percentual de matéria prima reciclada? Como eu calculo e controlo isso? Tudo isso a Receita Federal tem que apontar, porque, dessa maneira [sem poder especificar], não tem como aplicar.”

    Em resposta a questionamento do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), ele disse considerar que reduções sobre o imposto de renda, como as demandadas pela representante da CNC, são mais simples de serem executadas do que em tributos indiretos, como os que incidem sobre produção e circulação de mercadorias.

    Na avaliação de Ney Maranhão, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, o sucesso de uma política de logística reversa exige uma nova lógica quanto à redução da quantidade de lixo gerado e requer novos conhecimentos para a reutilização desse material.

    “Ainda não sabemos fazer direito e completamente, em todas as cadeias, quando se trata de pegar um produto que ia ser descartado e recicla-lo, quer dizer, gerar novos insumos, reaproveitá-los e tirar a pressão sobre recursos naturais”, observou.

    Como medidas para incentivar esse processo, ele sugeriu a desconcentração de recicladoras, hoje localizadas principalmente no Sudeste, para que em todo o país o material entregue nos postos de coleta tenha tratamento adequado. Como exemplo ele citou o caso das lâmpadas fluorescentes, que devem passar por um processo de reciclagem para retirar o mercúrio e reaproveitar o vidro.

    Ney Maranhão acredita que os custos dos processos de logística reversa tenderão a diminuir, fruto do desenvolvimento de novos produtos industriais que gerem menos resíduos, do ganho de escala e da instalação de mais recicladores, com a consequente redução de distâncias para transporte dos materiais descartados.

    Os efeitos benéficos do processo serão incorporados pelo processo produtivo, na avaliação do secretário, como ocorreu com o cinto de segurança e freio ABS na fabricação de carros, inicialmente percebidos como custo adicional e hoje considerados itens regulares nos automóveis.

    Para o presidente da Subcomissão Permanente de Resíduos Sólidos, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), os incentivos fiscais são essenciais para que o setor privado e os municípios consigam cumprir a nova legislação. A audiência pública desta quarta-feira integra ciclo de debate promovido pelo colegiado, para acompanhar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – Maio 2014

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • CNC divulga amanhã resultados de maio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 29 de maio, os resultados de maio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

    Sobre a CNC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é a entidade sindical que representa 2,2 milhões de empresas do comércio de bens, serviços e turismo, categorias que, juntas, respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram aproximadamente 16 milhões de empregos diretos e formais. A CNC trabalha de forma integrada com 34 federações patronais (27 estaduais e sete nacionais), as quais agrupam mais de 950 sindicatos. A Confederação administra, também, um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo – o Serviço Social do Comércio (Sesc), com atuação nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), principal agente da educação profissional voltada para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 096/2014

    DESTAQUES:

    Federações de agricultura, indústria e comércio compõem Grupo de Trabalho criado para examinar a norma que autoriza a criação da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno e institui o Programa Especial de Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal

    Alterada Portaria que estabelece as normas técnicas de ensaios e os requisitos obrigatórios aplicáveis aos Equipamentos de Proteção Individual – EPI enquadrados no Anexo I da NR-6

    Disponibilizada para consulta pública o texto técnico básico para a Nova Norma Regulamentadora n.º 01 (Prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho)

  • AEB promove ENAserv 2014

    A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove, amanhã, dia 29 de maio, em São Paulo, o Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços (ENAServ 2014). Com o tema “Agenda Propositiva para as Exportações de Serviços”, o evento é uma realização da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

    A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove, amanhã, dia 29 de maio, em São Paulo, o Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços (ENAServ 2014). Com o tema “Agenda Propositiva para as Exportações de Serviços”, o evento é uma realização da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O ENAserv contará com as presenças do ministro Mauro Borges (MDIC), Humberto Luiz Ribeiro, secretário de Comércio e Serviços (MDIC); Maurício Borges, presidente da Apex-Brasil; Luiz Eduardo Melin Carvalho e Silva, diretor do BNDES; Carlos Alberto Barreto, secretário da Receita Federal, e José Augusto de Castro, presidente da AEB, entre outros.

  • Rede de Assessorias Legislativas se reúne em Brasília

    A Rede Nacional de Assessorias Legislativas do Sistema CNC-Sesc-Senac (Renalegis) se reuniu nesta terça-feira (27), em Brasília, para debater a pauta prioritária do comércio de bens, serviços e turismo no Congresso Nacional. Participaram representantes de todo o País.

    O encontro foi aberto pelo chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel) da CNC, Roberto Velloso. Ele falou sobre algumas iniciativas bem-sucedidas da Rede, destacando a reunião extraordinária, realizada em Itaparica, na Bahia, em março, na qual dirigentes sindicais fizeram sugestões de ação parlamentar.

    A Rede Nacional de Assessorias Legislativas do Sistema CNC-Sesc-Senac (Renalegis) se reuniu nesta terça-feira (27), em Brasília, para debater a pauta prioritária do comércio de bens, serviços e turismo no Congresso Nacional. Participaram representantes de todo o País.

    O encontro foi aberto pelo chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel) da CNC, Roberto Velloso. Ele falou sobre algumas iniciativas bem-sucedidas da Rede, destacando a reunião extraordinária, realizada em Itaparica, na Bahia, em março, na qual dirigentes sindicais fizeram sugestões de ação parlamentar.

    Na reunião desta terça, foi debatido o andamento atual de 26 proposições que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Entre elas, o PLP 221/2012, que altera a Lei Complementar 123/2006, que instituiu o novo Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; o PL 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020; e o PL 4653/1994, que dispõe sobre a jornada de trabalho de 40 horas semanais.

  • Síntese da Conjuntura 15/05/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.