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  • Confiança do comércio recua 2,4% em janeiro

    Influenciado por percepções menos positivas das condições correntes, notadamente pelas condições econômicas em geral, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de queda na comparação anual, variando -2,4% entre janeiro de 2014 e o mesmo mês de 2013. Juros mais elevados e desvalorização do real provocaram correção na trajetória recente do subíndice que mede as expectativas (-2,3% na comparação anual).

    Influenciado por percepções menos positivas das condições correntes, notadamente pelas condições econômicas em geral, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de queda na comparação anual, variando -2,4% entre janeiro de 2014 e o mesmo mês de 2013. Juros mais elevados e desvalorização do real provocaram correção na trajetória recente do subíndice que mede as expectativas (-2,3% na comparação anual). Por outro lado, a recente recuperação das vendas do comércio levou a uma avaliação ligeiramente mais favorável (+0,6% sobre janeiro de 2013) do índice de investimentos. Já a queda na comparação mensal do Índice na passagem de dezembro para janeiro (-2,3%) pode ser interpretada como uma reação natural à desaceleração típica do comércio no início do ano.

    Clique aqui e confira a análise completa e os gráficos do ICEC. 

  • Confiança dos empresários do comércio recuou 2,4% em janeiro

    Influenciado por percepções menos positivas das condições correntes, notadamente pelas condições econômicas em geral, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de queda na comparação anual, variando -2,4% entre janeiro de 2014 e o mesmo mês de 2013. Juros mais elevados e desvalorização do real provocaram correção na trajetória recente do subíndice que mede as expectativas (-2,3% na comparação anual).

    Influenciado por percepções menos positivas das condições correntes, notadamente pelas condições econômicas em geral, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), acumulou seis meses de queda na comparação anual, variando -2,4% entre janeiro de 2014 e o mesmo mês de 2013. Juros mais elevados e desvalorização do real provocaram correção na trajetória recente do subíndice que mede as expectativas (-2,3% na comparação anual). Por outro lado, a recente recuperação das vendas do comércio levou a uma avaliação ligeiramente mais favorável (+0,6% sobre janeiro de 2013) do índice de investimentos. Já a queda na comparação mensal do Índice na passagem de dezembro para janeiro (-2,3%) pode ser interpretada como uma reação natural à desaceleração típica do comércio no início do ano.

     

    Clique aqui para fazer download da análise e dos gráficos do Icec

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): janeiro de 2014

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • MTE submete norma sobre atividades insalubres a consulta pública

    Em meados de dezembro de 2013, O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) colocou em consulta pública, pelo prazo de 60 dias, dois anexos (3 e 8) da Norma Regulamentadora 15 – Atividades e Operações Insalubres. São eles:

    – Anexo 3 – Limites de Tolerância para Exposição ao Calor (Portaria SIT/MTE n.º 414, de 19 de dezembro de 2013). Data limite para encaminhamento de sugestões – dia 19 de fevereiro de 2014;

    – Anexo 8 – Vibrações (Portaria SIT/MTE n.º 413, de 17 de dezembro de 2013). Data limite para encaminhamento de sugestões – dia 17 de fevereiro de 2014;

    Em meados de dezembro de 2013, O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) colocou em consulta pública, pelo prazo de 60 dias, dois anexos (3 e 8) da Norma Regulamentadora 15 – Atividades e Operações Insalubres. São eles:

    – Anexo 3 – Limites de Tolerância para Exposição ao Calor (Portaria SIT/MTE n.º 414, de 19 de dezembro de 2013). Data limite para encaminhamento de sugestões – dia 19 de fevereiro de 2014;

    – Anexo 8 – Vibrações (Portaria SIT/MTE n.º 413, de 17 de dezembro de 2013). Data limite para encaminhamento de sugestões – dia 17 de fevereiro de 2014;

    As propostas de modificações aos textos em consulta pública deverão ser encaminhadas ao MTE por e-mail ou via correio.

    – Via e-mail: normatizacao.sit@mte.gov.br

    – Via correio:

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

    Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho

    Coordenação-Geral de Normatização e Programas

    Esplanada dos Ministérios – Bloco “F” – Anexo “B” – 1º Andar – Sala 107 – CEP 70059-900 – Brasília – DF.

     

    Acesse abaixo o téxtos básicos dos dois Anexos.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 019/2014

    DESTAQUES:

    Deferido o registro de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de Calçados e Couros do Estado de Mato Grosso

    Deferido o registro ao Sindicato dos Institutos de Beleza, Salões de Cabeleireiros e Profissionais Autônomos da Área de Beleza de Araxá, Minas Gerais – SINDIBELEZA

    DESTAQUES:

    Deferido o registro de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de Calçados e Couros do Estado de Mato Grosso

    Deferido o registro ao Sindicato dos Institutos de Beleza, Salões de Cabeleireiros e Profissionais Autônomos da Área de Beleza de Araxá, Minas Gerais – SINDIBELEZA

  • CNC divulga amanhã resultados de janeiro do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 30 de janeiro de 2014, os resultados de janeiro do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 30 de janeiro de 2014, os resultados de janeiro do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

  • CNC prevê a contratação de 34 mil trabalhadores temporários no verão de 2014

    Para o verão de 2014 a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que sejam criados 34,1 mil postos de trabalho temporários em todo o País, o que representa um aumento de 1,4% em relação a igual período de 2013. Duas em cada três vagas de trabalho temporário, geradas ao longo de 12 meses, devem ser abertas nesse período. Os setores que se destacam são turismo e serviços.

    Para o verão de 2014 a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que sejam criados 34,1 mil postos de trabalho temporários em todo o País, o que representa um aumento de 1,4% em relação a igual período de 2013. Duas em cada três vagas de trabalho temporário, geradas ao longo de 12 meses, devem ser abertas nesse período. Os setores que se destacam são turismo e serviços. O segmento que mais deve abrir postos de trabalho é o de alimentação fora do lar, que inclui bares e restaurantes, com 52,8% das vagas – mais da metade das oportunidades que devem ser criadas, com cerca de 18 mil vagas. Em seguida, vem o setor de hospedagem, com 32,1% (10,9 mil) do total de empregos criados no turismo. O segmento de transportes de passageiros, apesar da menor concentração de vagas temporárias no verão, deve responder por 21,8%, criando, aproximadamente, 3,1 mil vagas temporárias.

     

    Na avaliação do economista da CNC Fabio Bentes, além do mercado de trabalho interno ainda aquecido, contribui para o aquecimento do turismo interno a desvalorização de 15% do real ocorrida nos últimos 12 meses, desestimulando o aumento das viagens internacionais. Bentes explica que os empregos temporários de verão são os que ocorrem entre novembro e fevereiro. A pesquisa da CNC também indica aumento dos salários dos profissionais de turismo e crescimento da qualificação, itens que estão relacionados. “Nos últimos seis anos, o salário dos profissionais do turismo cresceu acima da média nacional – descontando a inflação, houve um ganho de renda em torno de 17%. Mas o salário no turismo ainda é menor que a média nacional, embora venha crescendo muito, acima da inflação. E a principal razão é a qualificação”, destaca Fabio Bentes.

     

    Confira a nota completa da Divisão Econômica da CNC.

  • Trabalho temporário no turismo

    De cada três vagas temporárias de emprego geradas ao longo do ano, duas surgem exatamente no verão. A informação faz parte de estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segundo o qual devem ser criados, pelo menos, 34 mil postos de trabalho temporários durante a estação do ano, em todo o País. Os setores que se destacam são os de turismo e serviços. O setor que mais deve abrir postos de trabalho é o de alimentação, incluindo bares e restaurantes, com 52,8% das vagas.

    De cada três vagas temporárias de emprego geradas ao longo do ano, duas surgem exatamente no verão. A informação faz parte de estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segundo o qual devem ser criados, pelo menos, 34 mil postos de trabalho temporários durante a estação do ano, em todo o País. Os setores que se destacam são os de turismo e serviços. O setor que mais deve abrir postos de trabalho é o de alimentação, incluindo bares e restaurantes, com 52,8% das vagas. Em seguida, vem o setor de hospedagem, com 32,1%; seguido pelos transportes de passageiros, que, apesar da menor concentração de vagas temporárias no verão (21,8%), deverá criar aproximadamente 3,1 mil vagas temporárias.

     

    Confira abaixo o estudo completo da divisão econômica da CNC

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 018/2014

    DESTAQUES:

    Arquivado processo de interesse do Sindicato do Comércio Varejista do Município de Batatais – SINCOMVAB

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Gastronomia e Alimentação Preparada do Município de Presidente Prudente

    DESTAQUES:

    Arquivado processo de interesse do Sindicato do Comércio Varejista do Município de Batatais – SINCOMVAB

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Gastronomia e Alimentação Preparada do Município de Presidente Prudente

  • Muito trabalho no verão

    De cada três vagas temporárias de emprego geradas ao longo do ano, duas surgem exatamente no verão. A informação faz parte de estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segundo o qual devem ser criados, pelo menos, 34 mil postos de trabalho temporários durante a estação do ano, em todo o País. Os setores que se destacam são os de turismo e serviços.

    De cada três vagas temporárias de emprego geradas ao longo do ano, duas surgem exatamente no verão. A informação faz parte de estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segundo o qual devem ser criados, pelo menos, 34 mil postos de trabalho temporários durante a estação do ano, em todo o País. Os setores que se destacam são os de turismo e serviços. O setor que mais deve abrir postos de trabalho é o de alimentação, incluindo bares e restaurantes, com 52,8% das vagas. Em seguida, vem o setor de hospedagem, com 32,1%. “Normalmente, a efetivação após o verão fica em torno de 20% a 30%. Este ano este percentual vai aumentar em função da Copa do Mundo”, afirma Bentes.

    Na segunda-feira, dia 27, o estudo pautou o quadro Sala de Emprego, do Jornal Hoje (TV Globo) e, na terça-feira, ganhou espaço no Globo on line. O economista Fabio Bentes paricipou do quadro e tirou dúvidas dos telespectadores que acessaram o site do telejornal. Os portais do Jornal Hoje, G1 e Mídia News veiculam também matéria sobre esta entrevista de Bentes.