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  • TV CNC: 2014 mais difícil

    Os desafios e incertezas do cenário econômico brasileiro para este ano deram o tom da última reunião do Conselho Técnico da CNC em 2013. Os conselheiros manifestaram preocupação quanto aos rumos da economia brasileira e a realização dos investimentos em infraestrutura.

    Composto por personalidades da vida cultural, política e intelectual brasileira, o órgão assessora a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Entre as atribuições do Conselho está a realização de estudos sobre temas econômicos, sociais e políticos relevantes para o País.

    Os desafios e incertezas do cenário econômico brasileiro para este ano deram o tom da última reunião do Conselho Técnico da CNC em 2013. Os conselheiros manifestaram preocupação quanto aos rumos da economia brasileira e a realização dos investimentos em infraestrutura.

    Composto por personalidades da vida cultural, política e intelectual brasileira, o órgão assessora a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Entre as atribuições do Conselho está a realização de estudos sobre temas econômicos, sociais e políticos relevantes para o País.

    O programa traz entrevistas com o consultor Econômico da CNC, Ernane Galvêas; o vice-presidente da Fundação Getulio Vargas, Sérgio Quintella; e o economista Roberto Fendt, vice-presidente do Instituto Liberal. 

  • CNC Notícias

    A edição de janeiro da revista CNC Notícias traz como reportagem de capa a preparação que a CNC está realizando para ampliar a representatividade das entidades do Sistema, com base nas informações levantadas ao longo do ano passado com os Congressos Regionais do Sicomércio. Além de ter levado informações atualizadas sobre temas de interesse das federações e dos sindicatos, o Sicomércio colheu, também, contribuições valiosas dos líderes sindicais, que vão nortear as ações estratégicas da CNC.

    A edição de janeiro da revista CNC Notícias traz como reportagem de capa a preparação que a CNC está realizando para ampliar a representatividade das entidades do Sistema, com base nas informações levantadas ao longo do ano passado com os Congressos Regionais do Sicomércio. Além de ter levado informações atualizadas sobre temas de interesse das federações e dos sindicatos, o Sicomércio colheu, também, contribuições valiosas dos líderes sindicais, que vão nortear as ações estratégicas da CNC.

    Outra reportagem de destaque mostra como a Confederação está incentivando as Federações do Comércio a criar as Câmaras Empresariais de Turismo (CETs) nos Estados. Em um momento- chave do setor, com o potencial de geração de crescimento econômico ampliado pela visibilidade que a Copa do Mundo trará, já são 16 câmaras no País. E outras estão a caminho.

    Leia, também, entre os demais assuntos de interesse, sobre os preparativos para a 43ª edição do Torneio Internacional de Educação Profissional – o WorldSkills –, a ser realizada ano que vem, em São Paulo, e onde os alunos do Senac, mais uma vez, estarão presentes. Na seção Em foco, a proposta de mudança no Simples Nacional, que poderá promover grandes benefícios para as micros e pequenas empresas.

    Um conjunto de informações relevantes para você se manter atualizado sobre a atuação do nosso sistema.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 017/2014

    DESTAQUES:

    Instituída Câmara Consultiva Temática de Atualização do Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia, composta, entre outros, por representante do SENAC

    Reconduzidos representantes das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do Conselho de Recursos da Previdência Social

    DESTAQUES:

    Instituída Câmara Consultiva Temática de Atualização do Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia, composta, entre outros, por representante do SENAC

    Reconduzidos representantes das Empresas (CNC) nas Câmaras de Julgamento do Conselho de Recursos da Previdência Social

  • O envelhecimento da população brasileira

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, em artigo publicado pelo Jornal do Commercio-RJ, intitulado “O envelhecimento da população brasileira”, aborda a formação de uma consciência sobre o fato de a dinâmica do envelhecimento da população ter chegado ao Brasil. “No espaço de tempo que separa os censos demográficos de 1950 e 2010, a configuração da pirâmide das idades mudou radicalmente”, destaca Oliveira Santos.

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, em artigo publicado pelo Jornal do Commercio-RJ, intitulado “O envelhecimento da população brasileira”, aborda a formação de uma consciência sobre o fato de a dinâmica do envelhecimento da população ter chegado ao Brasil. “No espaço de tempo que separa os censos demográficos de 1950 e 2010, a configuração da pirâmide das idades mudou radicalmente”, destaca Oliveira Santos.

    O presidente da CNC ressalta que o crescimento da população baixou de 3,5% para 1,4% anuais em sessenta anos, pelo fato de o Brasil passar a ser, desde meados da década de 1960, um país cuja população deixou de ser predominantemente rural para inserir- se, de modo crescente, na vida do quadro urbano. “Essa migração, modificando comportamentos, teve como consequência a redução simultânea tanto das taxas de fertilidade como das de mortalidade”, afirma Oliveira Santos. Leia o artigo na íntegra

  • Boletim Informativo Diário (BID) 016/2014

    DESTAQUES:

    Aprovada a reestruturação da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST, composta, entre outros, por representante da CNC

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de fevereiro de 2014

    Prorrogado prazo para renovação de senha e comprovação de vida de aposentados e pensionistas

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring do Centro Sul do Estado de Santa Catarina

    Indeferido o pedido de registro sindical do Sindicato Brasiliense dos Motéis do Distrito Federal – SIBRAM/DF

    DESTAQUES:

    Aprovada a reestruturação da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST, composta, entre outros, por representante da CNC

    Divulgado o preço médio dos combustíveis a partir de 1º de fevereiro de 2014

    Prorrogado prazo para renovação de senha e comprovação de vida de aposentados e pensionistas

    Deferido o registro sindical ao Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring do Centro Sul do Estado de Santa Catarina

    Indeferido o pedido de registro sindical do Sindicato Brasiliense dos Motéis do Distrito Federal – SIBRAM/DF

    Edital do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Pedras Preciosas comunicando que foi registrada chapa concorrente às eleições sindicais

  • Gastos com educação devem crescer mais este ano

    O primeiro bimestre do ano é um período de pressão sazonal de gastos com educação sobre o orçamento das famílias brasileiras. O IPCA de 2013 revelou que, de janeiro a dezembro, as despesas com educação variaram +7,9% – menos que os +8,5% de alimentos e bebidas e os +8,4% das despesas pessoais, porém, bem acima da inflação média geral (+5,9%). Em termos regionais, os preços do grupo educação subiram mais que a média local em dez das onze áreas pesquisadas pelo IBGE. Apenas no Recife, região metropolitana com menor variação (+6,7%), os gastos com educação subiram menos que a média local.

    O primeiro bimestre do ano é um período de pressão sazonal de gastos com educação sobre o orçamento das famílias brasileiras. O IPCA de 2013 revelou que, de janeiro a dezembro, as despesas com educação variaram +7,9% – menos que os +8,5% de alimentos e bebidas e os +8,4% das despesas pessoais, porém, bem acima da inflação média geral (+5,9%). Em termos regionais, os preços do grupo educação subiram mais que a média local em dez das onze áreas pesquisadas pelo IBGE. Apenas no Recife, região metropolitana com menor variação (+6,7%), os gastos com educação subiram menos que a média local. Em Salvador, esses preços subiram, em média, 9,9% no ano passado. Entretanto, a inflação do grupo educação, reagrupada segundo bens (com peso de 18%) e serviços (82% dos gastos), mostraram comportamentos discrepantes entre os preços praticados no comércio (+1,2%) e aqueles cobrados pela prestação de serviços de educação (+8,4%) em 2013. Dos dez itens que registraram as maiores altas no ano passado, nove são serviços. Em contrapartida, quatro dos cinco itens com menor inflação são produtos ofertados pelo varejo.

     

    Geralmente, os reajustes dos serviços de educação ocorrem antes do início do período letivo e levam em conta a inflação passada. Assim, com base nessas informações e dados do IPCA 15 de janeiro de 2014, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta que os gastos das famílias brasileiras deverão variar 8,0% nos 12 meses encerrados em fevereiro deste ano. Os serviços devem continuar puxando a alta dos preços, com destaque para os reajustes esperados em atividades físicas (+11,1%), pós-graduação (+9,6%) e cursos de informática (+9,3%). Por outro lado, as menores pressões devem ocorrer na comercialização de mercadorias como livros (+1,8%) e revistas (+4,4%). Em termos regionais, Salvador e Belo Horizonte (ambas com +9,0%) devem registrar as maiores variações de preços nos gastos com educação. Acesse a verão completa do estudo.

     

  • Gastos com educação devem crescer mais este ano

    O primeiro bimestre do ano é um período de pressão sazonal de gastos com educação sobre o orçamento das famílias brasileiras. O IPCA de 2013 revelou que, de janeiro a dezembro, as despesas com educação variaram +7,9% – menos que os +8,5% de alimentos e bebidas e os +8,4% das despesas pessoais, porém, bem acima da inflação média geral (+5,9%).

    O primeiro bimestre do ano é um período de pressão sazonal de gastos com educação sobre o orçamento das famílias brasileiras. O IPCA de 2013 revelou que, de janeiro a dezembro, as despesas com educação variaram +7,9% – menos que os +8,5% de alimentos e bebidas e os +8,4% das despesas pessoais, porém, bem acima da inflação média geral (+5,9%).

    Em termos regionais, os preços do grupo educação subiram mais que a média local em dez das onze áreas pesquisadas pelo IBGE. Apenas no Recife, região metropolitana com menor variação (+6,7%), os gastos com educação subiram menos que a média local. Em Salvador, esses preços subiram, em média, 9,9% no ano passado. Entretanto, a inflação do grupo educação, reagrupada segundo bens (com peso de 18%) e serviços (82% dos gastos), mostraram comportamentos discrepantes entre os preços praticados no comércio (+1,2%) e aqueles cobrados pela prestação de serviços de educação (+8,4%) em 2013. Dos dez itens que registraram as maiores altas no ano passado, nove são serviços. Em contrapartida, quatro dos cinco itens com menor inflação são produtos ofertados pelo varejo.

    Geralmente, os reajustes dos serviços de educação ocorrem antes do início do período letivo e levam em conta a inflação passada. Assim, com base nessas informações e dados do IPCA 15 de janeiro de 2014, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta que os gastos das famílias brasileiras deverão variar 8,0% nos 12 meses encerrados em fevereiro deste ano.

    Os serviços devem continuar puxando a alta dos preços, com destaque para os reajustes esperados em atividades físicas (+11,1%), pós-graduação (+9,6%) e cursos de informática (+9,3%). Por outro lado, as menores pressões devem ocorrer na comercialização de mercadorias como livros (+1,8%) e revistas (+4,4%). Em termos regionais, Salvador e Belo Horizonte (ambas com +9,0%) devem registrar as maiores variações de preços nos gastos com educação.

    Acesse abaixo a versão completa do estudo.

  • O envelhecimento da população brasileira (Jornal do Commercio de 24 de janeiro de 2014)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Há cerca de vinte anos, a prestigiosa revista The Economist publicou matéria de capa com o título “Rugas na Face da Europa”, metáfora sobre o processo de envelhecimento da população do Velho Continente. Nos dias de hoje, forma-se uma tomada de consciência sobre o fato de a dinâmica do envelhecimento da população ter chegado ao Brasil.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Há cerca de vinte anos, a prestigiosa revista The Economist publicou matéria de capa com o título “Rugas na Face da Europa”, metáfora sobre o processo de envelhecimento da população do Velho Continente. Nos dias de hoje, forma-se uma tomada de consciência sobre o fato de a dinâmica do envelhecimento da população ter chegado ao Brasil.

    No espaço de tempo que separa os censos demográficos de 1950 e 2010, a configuração da pirâmide das idades mudou radicalmente. No transcurso desses sessenta anos, a taxa intercensitária de crescimento da população baixou de 3,5% para 1,4% anuais. A queda drástica observada no ritmo do crescimento populacional tem sua raiz no fato do Brasil passar a ser, desde meados da década de 1960, um país cuja população deixa de ser predominantemente habitante das áreas rurais para inserir-se, de modo crescente, na vida do quadro urbano. Essa migração, modificando comportamentos, teve como consequência a redução simultânea tanto das taxas de fertilidade como as de mortalidade.

    A queda dessas duas taxas leva ao fenômeno que os demógrafos chamam de “transição demográfica”, fruto da passagem de um nível de alto crescimento populacional para um nível de baixo crescimento ou mesmo estabilidade no volume da população. De um crescimento de tipo exponencial chega-se, com o passar do tempo, a um patamar logístico que reflete uma dinâmica populacional de equilíbrio.

    Na evolução da curva logística, há um segmento da população economicamente ativa que continua, durante certo tempo, décadas talvez, numericamente preponderante no conjunto da população. É assim que surge o conceito de “bônus demográfico” do qual se deve tirar o máximo proveito antes que o futuro venha a validar o título deste artigo.

    No olhar sobre o futuro, há de se levar em conta que a expectativa de vida alargou-se extraordinariamente, o que pressupõe um período laboral mais longo. Segundo as tábuas do IBGE, nos dias atuais, em boas condições de higidez, a mulher, ao completar 60 anos, tem uma expectativa de sobrevida de 23,3 anos. Analogamente, para o homem, ao cruzar os 65, essa expectativa alcança 16,3 anos. Esses números frios sugerem que, cedo ou tarde, no Sistema Geral da Seguridade Social, o tempo limite para a aposentadoria terá de ser estendido, retardando o momento da aquisição do direito.

    Em termos mais gerais, a modificação das faixas etárias na pirâmide das idades aponta para um novo Mapa Global de Consumo da Nação Brasileira. Alcançado o patamar logístico, a menor demanda por ensino em grau fundamental permitirá, pela folga que surgirá nas necessidades de investimento, deslocá-lo para melhorar a qualidade do que é ministrado e garantir abrangência total para os alunos. E dar mais atenção ao ensino de tecnologias de processo que permitam a uma força de trabalho menos numerosa a garantia da expansão da produção pelo aumento de produtividade, ou seja, da relação trabalho/produto.

    Em suma, as formas de demanda por consumo mudam com o envelhecimento da população, induzindo o surgimento de novas atividades e profissões e até mesmo modificando o perfil dos investimentos em capital social. Assim, o “bônus demográfico” contém, em si, um sinal de alerta para um despertar consciente nos governantes e no empresariado, sobre a dinâmica da nossa demografia. Como o problema do envelhecimento de nossa população já está posto, a demandar nova configuração das políticas públicas, a Nação não pode, nem deve ser, mais uma vez, vítima da imprevisão. O longo prazo já está na virada da esquina.

     

    Jornal do Commercio, 24 de janeiro de 2014.

  • Conselho Técnico da CNC prevê que 2014 seja um ano difícil para a economia brasileira

    Reunião de encerramento das atividades do Conselho Técnico da CNC em 2013 teve um tom de preocupação com o cenário brasileiro este ano

    Reunião de encerramento das atividades do Conselho Técnico da CNC em 2013 teve um tom de preocupação com o cenário brasileiro este ano

  • Sumário Econômico 1349

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Balança comercial em 2013 – A balança comercial encerrou o ano de 2013 com superávit de US$ 2,5 bilhões – 86% menor que em 2012, quando o volume de transações comerciais com o exterior registrou quase US$ 20 bilhões. O fraco desempenho da balança comercial no ano que passou foi fruto da estagnação das exportações, associada ao crescimento mais acelerado das importações, mesmo com a depreciação cambial acumulada no ano superior a 15%. Conforme divulgou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as vendas ao exterior mantiveram-se praticamente no mesmo nível de 2012, somando US$ 242,2 bilhões – queda de 1%. Já as importações cresceram 6,5%, saltando para US$ 239,6 bilhões em 2013.

     

    Outras matérias:

    Varejo consolida recuperação no 2º semestre de 2013 – As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,7% em novembro, a nona consecutiva, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada no dia 16/01 pelo IBGE. Esse resultado, livre de fatores sazonais, foi particularmente influenciado pelos ramos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; e por tecidos, vestuário e calçados, que auferiram altas de 1,6% e 1,5%, respectivamente. As vendas de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, por sua vez, decepcionaram, variando -2,1% no mês. Considerando-se os resultados das vendas do comércio automotivo (+2,5%) e de materiais de construção (+0,5%), o varejo ampliado oscilou +1,3%. O comércio automotivo deverá apresentar resultados favoráveis também quando da divulgação dos dados de dezembro, em virtude da antecipação das compras de veículos antes do aumento do IPI ocorrido em 1º de janeiro. Regionalmente, o acréscimo real das vendas adveio do maior dinamismo na região Centro-Oeste (+1,8%). No plano estadual, destacaram-se as variações de +6,9% no Tocantins e no Maranhão.

    Intenção de Consumo das Famílias registra alta de 1,1% em janeiro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,1% (131,0 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e recuo de 3,0% em relação a janeiro de 2013. A manutenção da baixa taxa de desemprego e dos ganhos reais elevou a confiança das famílias no período. Entretanto, o elevado nível de endividamento, o aumento dos juros nas concessões de crédito e a persistência inflacionária mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado. O índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável. Na comparação mensal, com exceção de Momento para duráveis, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações positivas. A sustentação de uma baixa de desemprego e do crescimento da renda permitiu uma elevação da confiança das famílias no período.

    Arrecadação do Simples Nacional em 2013 – Subproduto da Lei Geral (LC nº 123/2006) desde a sua vigência, a partir de agosto de 2007, o Simples Nacional tem se constituído em uma peça favorável para fazer girar os negócios das MPEs, tornando-as competitivas e mais lucrativas. Corolário do Artigo 179 da Constituição Federal, é a reforma tributária do segmento, sistema que facilita e desonera as empresas, desburocratizando, em um único pagamento, IRPJ, PIS, CSLL, Cofins, IPI e previdência patronal, com ICMS e ISS. Incidente sobre o faturamento anual, as alíquotas são menores para o comércio (de 4% a 1,61%) e a indústria (de 4,5% a 12,11%) e maiores para as atividades dos serviços (de 6% a 17,42%). O resumo da arrecadação do Simples Nacional (SN) no período de agosto de 2007 até novembro de 2013 revela a escolha acertada com a criação desse regime de pagamentos de impostos e contribuições para as MPEs. Evidentemente, na medida em que mais empresas podem usufruir desse regime, maior deverá ser a arrecadação, assim como os valores arrecadados vão se correlacionar com o incentivo à formalização das empresas, à abertura de novas, à ampliação das categorias optantes, ao crescimento econômico e ao consumo doméstico, entre outros.

    Grupo de Trabalho sobre empreendimento de geração de energia a partir de fonte eólica – Na sexta reunião da Câmara Técnica de Controle Ambiental (CTCA) do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), realizada no dia 16 de outubro de 2013, decidiu-se pela retomada do Grupo de Trabalho (GT) sobre licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre. A reunião do GT será realizada nos dia 28 e 29 de janeiro de 2014, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A retomada do Grupo de Trabalho foi decidida pelo CTCA em razão da necessidade de readequação da proposta de resolução. A proposta de Resolução apresentada pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Roessler (Fepam), do Estado do Rio Grande do Sul, está fundamentada no reconhecimento da importância dos empreendimentos de geração de energia por meio de usinas eólicas, que se evidencia com a crescente participação do setor na matriz energética brasileira e com o consequente aumento de demanda pelo licenciamento.