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  • Carta Mensal 704

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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  • Carta Mensal 703

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Janeiro de 2014

    Assessoria de Gestão das Representações | Janeiro de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Janeiro de 2014


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Dezembro de 2013

    Assessoria de Gestão das Representações | Dezembro de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Dezembro de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Novembro de 2013

    Assessoria de Gestão das Representações | Novembro de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Novembro de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 015/2014

    DESTAQUES:

    RFB informa os serviços aos quais se aplicam os procedimentos na transmissão e entrega de documentos, em formato digital

    Secex disciplina a representação legal das partes interessadas, nacionais ou estrangeiras, pessoas físicas ou jurídicas, em processos de defesa comercial

    DESTAQUES:

    RFB informa os serviços aos quais se aplicam os procedimentos na transmissão e entrega de documentos, em formato digital

    Secex disciplina a representação legal das partes interessadas, nacionais ou estrangeiras, pessoas físicas ou jurídicas, em processos de defesa comercial

  • CNC Notícias 164

    Caminho de mão dupla


    As organizações precisam estar permanentemente atentas às mudanças que ocorrem no cenário em que atuam, sob pena de perderem espaço e valor. É assim também no universo sindical.

    A CNC sempre teve a preocupação de estar em sintonia com o que é realmente relevante para fortalecer a representação e a representatividade das empresas do setor do comércio de bens, serviços e turismo.

    Caminho de mão dupla


    As organizações precisam estar permanentemente atentas às mudanças que ocorrem no cenário em que atuam, sob pena de perderem espaço e valor. É assim também no universo sindical.

    A CNC sempre teve a preocupação de estar em sintonia com o que é realmente relevante para fortalecer a representação e a representatividade das empresas do setor do comércio de bens, serviços e turismo.

    Uma das formas de conseguir isso é ouvir o que as entidades que integram o Sistema Comércio têm a dizer. Ao longo de 2013, os Congressos Regionais do Sicomércio proporcionaram momentos de grande significado para sindicatos, federações e para a própria Confederação.

    Foi um caminho de mão dupla. A CNC, com a parceria das federações, buscou levar aos representantes sindicais do comércio de todo o País informações atualizadas sobre importantes questões do dia a dia das entidades. Ao mesmo tempo, com a realização dos grupos de trabalho em cada congresso regional, foram coletadas valiosas informações, que vão ajudar a orientar a atuação estratégica da CNC e das demais entidades do Sistema.

    O resultado está na reportagem de capa desta edição. Ela comprova que a CNC está mais atenta do que nunca ao que pensam e querem suas bases, preparando-se para ter uma atuação ainda mais forte e focada naquilo que realmente interessa às empresas e aos sindicatos.

    É uma visão de futuro que se manifesta também no turismo. Atenta ao que o setor pode gerar de crescimento econômico para os Estados, ainda mais com a visibilidade que a Copa do Mundo vai promover, a CNC sabe que os empresários do comércio de bens, serviços e turismo têm muito a contribuir nesse processo. Para promover e organizar as demandas dos empresários do setor, a Confederação incentiva as Federações do Comércio a criar as Câmaras Empresariais de Turismo (CET) nos Estados. Como mostra outra reportagem desta edição, já são 16 câmaras no País, e outras estão a caminho.

    Boa leitura!

  • Mercado pode gerar 1,16 milhão de postos de trabalho formais este ano

    O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,12 milhão de postos formais em 2013, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os maiores responsáveis pela expansão do emprego no ano passado foram o comércio (+3,4%) e os serviços (+3,4%), que responderam por 76% das vagas criadas.

    O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,12 milhão de postos formais em 2013, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os maiores responsáveis pela expansão do emprego no ano passado foram o comércio (+3,4%) e os serviços (+3,4%), que responderam por 76% das vagas criadas. Diante desse cenário, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) para 2014 é que seja gerado 1,16 milhão de postos de trabalho formais este ano, considerando-se um crescimento econômico de 2,3%. Desse total, o comércio deverá responder por 25,3% (292,2 mil vagas). Confirmada tal projeção, o mercado de trabalho formal acusaria variação de +3,1% sobre 2013. Já para janeiro, a expectativa é que a variação mensal no número de vagas registradas pelo Caged oscile +0,4%, depurados os efeitos sazonais.

     

    No comércio os destaques de 2013 foram os segmentos de farmácias e perfumarias (+5,8% ou 30.598 vagas) e hipermercados e supermercados (+4,2% ou 88.535 vagas). Nos serviços, sobressaíram-se os segmentos de informação e comunicação (+5,8% ou 76.778 vagas) e alojamento e alimentação (+4,8% ou 70.490 vagas). No turismo, além de alojamento e alimentação, destaque para atividades de cultura e lazer (+4,8% ou 9.986 vagas). Ao longo do ano, o contingente de trabalhadores no turismo (3,34 milhões) cresceu 4,0%.

     

    Confira a nota completa da Divisão Econômica da CNC.

     

  • Mercado pode gerar 1,16 milhão de postos de trabalho formais este ano

    O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,12 milhão de postos formais em 2013, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os maiores responsáveis pela expansão do emprego no ano passado foram o comércio (+3,4%) e os serviços (+3,4%), que responderam por 76% das vagas criadas.

    O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,12 milhão de postos formais em 2013, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os maiores responsáveis pela expansão do emprego no ano passado foram o comércio (+3,4%) e os serviços (+3,4%), que responderam por 76% das vagas criadas. Diante desse cenário, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) para 2014 é que seja gerado 1,16 milhão de postos de trabalho formais este ano, considerando-se um crescimento econômico de 2,3%. Desse total, o comércio deverá responder por 25,3% (292,2 mil vagas). Confirmada tal projeção, o mercado de trabalho formal acusaria variação de +3,1% sobre 2013. Já para janeiro, a expectativa é que a variação mensal no número de vagas registradas pelo Caged oscile +0,4%, depurados os efeitos sazonais.

    No comércio os destaques de 2013 foram os segmentos de farmácias e perfumarias (+5,8% ou 30.598 vagas) e hipermercados e supermercados (+4,2% ou 88.535 vagas). Nos serviços, sobressaíram-se os segmentos de informação e comunicação (+5,8% ou 76.778 vagas) e alojamento e alimentação (+4,8% ou 70.490 vagas). No turismo, além de alojamento e alimentação, destaque para atividades de cultura e lazer (+4,8% ou 9.986 vagas). Ao longo do ano, o contingente de trabalhadores no turismo (3,34 milhões) cresceu 4,0%.

    Acesse abaixo a nota completa da Divisão Econômica da CNC.

  • Serviços têm receita proporcional à evolução do emprego no setor

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (22) pelo IBGE, mostram que a receita nominal do setor de serviços caiu 0,6% em novembro, na comparação com outubro – primeira retração mensal em seis meses. Na análise relativa de novembro de 2012, a alta de 8,6% representou uma desaceleração em relação à variação anual de outubro (+8,9%).

     

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (22) pelo IBGE, mostram que a receita nominal do setor de serviços caiu 0,6% em novembro, na comparação com outubro – primeira retração mensal em seis meses. Na análise relativa de novembro de 2012, a alta de 8,6% representou uma desaceleração em relação à variação anual de outubro (+8,9%).

     

    Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirma que o crescimento mais modesto do setor em 2013 se refletiu na evolução do emprego no setor terciário. “Assim como a receita nominal dos serviços apresentou um ritmo de crescimento ligeiramente mais fraco ao longo de 2013, passando de uma alta de 10%, em 2012, para 8,6% no ano passado, a variação do emprego nesses setores registrou crescimento menor no acumulado do ano passado – de +3,4% – do que em 2012 – de 4,4%” –, explica o economista. “Podemos dizer que de cada quatro vagas criadas, três ocorreram no setor de comércio e serviços”, ressalta Bentes. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi criado 1,1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada em 2013 no Brasil, uma queda de 18,6% na comparação com o total de 1,3 milhão de empregos criados em 2012, na série ajustada até novembro, e é o pior resultado em dez anos. O setor de serviços apresentou o maior aumento no número de empregos, com abertura líquida de 546.917 postos. No comércio, foram abertas 301.095 vagas e, na indústria de transformação, 126.359.

     

    “O setor de serviços, pesquisado mensalmente pelo IBGE, responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira”, contextualiza Bentes. Segundo o economista, a PMS ainda não conta com um deflator específico, tampouco com ajustamento sazonal. “Utilizando-se a inflação dos serviços do IPCA acumulada nos últimos 12 meses (8,6%) como deflator da receita nominal de serviços, o setor apresentaria estagnação em 2013”, pontua.