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  • Boletim Informativo Diário (BID) 014/2014

    DESTAQUES:

    Deferidos os registros de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista do Alto Uruguai Gaúcho – SINDILOJAS ALTO URUGUAI GAÚCHO/RS e ao Sindicato dos Lojistas do Comércio de Rio Grande/RS – SINDILOJAS

    SRT remete para procedimento de Mediação o Sindicato das Empresas Administradoras de Imóveis, Corretoras de Imóveis, Incorporadoras de Imóveis e Urbanizadoras da Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG – SECOVI-MG e o Sindicato dos Condomínios Comerciais Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana – SINDICON-MG

    DESTAQUES:

    Deferidos os registros de alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista do Alto Uruguai Gaúcho – SINDILOJAS ALTO URUGUAI GAÚCHO/RS e ao Sindicato dos Lojistas do Comércio de Rio Grande/RS – SINDILOJAS

    SRT remete para procedimento de Mediação o Sindicato das Empresas Administradoras de Imóveis, Corretoras de Imóveis, Incorporadoras de Imóveis e Urbanizadoras da Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG – SECOVI-MG e o Sindicato dos Condomínios Comerciais Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e Região Metropolitana – SINDICON-MG

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Criciúma para AGE a realizar-se no dia 27 de fevereiro de 2014

  • Serviços têm receita proporcional à evolução do emprego no setor

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (22) pelo IBGE, mostram que a receita nominal do setor de serviços caiu 0,6% em novembro, na comparação com outubro – primeira retração mensal em seis meses. Na análise relativa de novembro de 2012, a alta de 8,6% representou uma desaceleração em relação à variação anual de outubro (+8,9%).

    Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (22) pelo IBGE, mostram que a receita nominal do setor de serviços caiu 0,6% em novembro, na comparação com outubro – primeira retração mensal em seis meses. Na análise relativa de novembro de 2012, a alta de 8,6% representou uma desaceleração em relação à variação anual de outubro (+8,9%).

    Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirma que o crescimento mais modesto do setor em 2013 se refletiu na evolução do emprego no setor terciário. “Assim como a receita nominal dos serviços apresentou um ritmo de crescimento ligeiramente mais fraco ao longo de 2013, passando de uma alta de 10%, em 2012, para 8,6% no ano passado, a variação do emprego nesses setores registrou crescimento menor no acumulado do ano passado – de +3,4% – do que em 2012 – de 4,4%” –, explica o economista. “Podemos dizer que de cada quatro vagas criadas, três ocorreram no setor de comércio e serviços”, ressalta Fabio Bentes.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi criado 1,1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada em 2013 no Brasil, uma queda de 18,6% na comparação com o total de 1,3 milhão de empregos criados em 2012 – na série ajustada até novembro, incorporando dados apresentados pelas empresas com atraso –, e é o pior resultado em dez anos. O setor de serviços apresentou o maior aumento no número de empregos, com abertura líquida de 546.917 postos. No comércio, foram abertas 301.095 vagas, e, na indústria de transformação, 126.359.

    “O setor de serviços, pesquisado mensalmente pelo IBGE, responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira”, contextualiza Bentes. Segundo o economista, a PMS ainda não conta com um deflator específico, tampouco com ajustamento sazonal. “Utilizando-se a inflação dos serviços do IPCA acumulada nos últimos 12 meses (8,6%) como deflator da receita nominal de serviços, o setor apresentaria estagnação em 2013”, pontua.

    Confira abaixo a nota completa da Divisão Econômica da CNC

  • Aumenta percentual de famílias com dívidas em janeiro

    O percentual de famílias brasileiras que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,4% em janeiro de 2014, uma alta de 1,2 pontos percentuais em relação aos 62,2% observados em dezembro do ano passado e de 3,2 pontos percentuais ante os 60,2% constatados em janeiro de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    O percentual de famílias brasileiras que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,4% em janeiro de 2014, uma alta de 1,2 pontos percentuais em relação aos 62,2% observados em dezembro do ano passado e de 3,2 pontos percentuais ante os 60,2% constatados em janeiro de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso recuou 1,3 ponto percentual na comparação mensal, passando de 20,8% para 19,5% do total. Também houve queda de 1,7 pontos percentuais no número de famílias inadimplentes em relação a janeiro de 2013, quando esse indicador alcançava 21,2% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes apresentou estabilidade nas comparações mensal e anual, alcançando 6,5% em janeiro de 2014 e ligeira queda em relação aos 6,6% observados em janeiro de 2013. Marianne Hanson, economista da CNC, destaca que, apesar da alta do endividamento, os indicadores de inadimplência diminuíram em janeiro. “O efeito sazonal dos ganhos com o décimo terceiro salário continuou influenciando positivamente esse resultado. Houve, também, melhora na percepção das famílias em relação a sua capacidade de pagar seus débitos em atraso. Na comparação anual, a melhora no perfil de endividamento permitiu que os indicadores de inadimplência recuassem, apesar do maior nível de endividamento”, diz.

     

    Clique aqui para fazer o download da análise e dos gráficos da Peic

     

    A economista da CNC Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414.

     

  • Mais famílias endividadas em janeiro

    O percentual de famílias brasileiras que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,4% em janeiro de 2014, uma alta de 1,2 pontos percentuais em relação aos 62,2% observados em dezembro do ano passado e de 3,2 pontos percentuais ante os 60,2% constatados em janeiro de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O percentual de famílias brasileiras que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,4% em janeiro de 2014, uma alta de 1,2 pontos percentuais em relação aos 62,2% observados em dezembro do ano passado e de 3,2 pontos percentuais ante os 60,2% constatados em janeiro de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso recuou 1,3 ponto percentual na comparação mensal, passando de 20,8% para 19,5% do total. Também houve queda de 1,7 pontos percentuais no número de famílias inadimplentes em relação a janeiro de 2013, quando esse indicador alcançava 21,2% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes apresentou estabilidade nas comparações mensal e anual, alcançando 6,5% em janeiro de 2014 e ligeira queda em relação aos 6,6% observados em janeiro de 2013. Marianne Hanson, economista da CNC, destaca que, apesar da alta do endividamento, os indicadores de inadimplência diminuíram em janeiro. “O efeito sazonal dos ganhos com o décimo terceiro salário continuou influenciando positivamente esse resultado. Houve, também, melhora na percepção das famílias em relação a sua capacidade de pagar seus débitos em atraso. Na comparação anual, a melhora no perfil de endividamento permitiu que os indicadores de inadimplência recuassem, apesar do maior nível de endividamento”, diz.

    Confira a análise completa e os gráficos da Peic 

  • Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) – Janeiro 2014

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010.

    A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas, contas e dívidas em atraso, e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 013/2014

    DESTAQUES:

    Sancionada Lei do Orçamento da União para 2014

    SRF extingue o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon)

    SRT dá ciência do pedido de registro de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Rio de Janeiro e Rio Bonito – SIMERJ

    DESTAQUES:

    Sancionada Lei do Orçamento da União para 2014

    SRF extingue o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon)

    SRT dá ciência do pedido de registro de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Rio de Janeiro e Rio Bonito – SIMERJ

  • CNC divulga amanhã resultados de janeiro da Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 22 de janeiro, os resultados de janeiro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson vai atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análise e gráficos serão enviados por e-mail e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 22 de janeiro, os resultados de janeiro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson vai atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análise e gráficos serão enviados por e-mail e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

  • CNC divulga amanhã resultados de janeiro da Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 22 de janeiro, os resultados de janeiro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson vai atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análise e gráficos serão enviados por e-mail e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quarta-feira, 22 de janeiro, os resultados de janeiro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson vai atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análise e gráficos serão enviados por e-mail e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a Peic

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC a partir de janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

     

  • Consumo e endividamento

    O jornal Brasil Econômico publicou, na edição de ontem, segunda-feira (20), artigo do chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Moderação do consumo e endividamento das famílias”. No artigo, o economista mostra que o ano de 2013 foi o de menor crescimento do consumo das famílias brasileiras. As vendas do comércio varejista, que apresentaram um crescimento médio de 7,9% entre os anos de 2004 e 2012, devem crescer 4,5% em 2013 e 5,1% este ano.

    O jornal Brasil Econômico publicou, na edição de ontem, segunda-feira (20), artigo do chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Moderação do consumo e endividamento das famílias”. No artigo, o economista mostra que o ano de 2013 foi o de menor crescimento do consumo das famílias brasileiras. As vendas do comércio varejista, que apresentaram um crescimento médio de 7,9% entre os anos de 2004 e 2012, devem crescer 4,5% em 2013 e 5,1% este ano. “Apesar de ser um resultado ainda satisfatório, representa uma forte desaceleração em relação à tendência observada até o ano passado. O forte crescimento do comércio varejista a partir de 2004 veio de uma conjunção de fatores favoráveis, entre os quais se destaca o fortalecimento do mercado de trabalho e do crédito”, escreveu. 

    O economista mostra que, desde 2012, o cenário mudou, o ritmo de geração de novos postos de trabalho reduziu-se, a renda real do trabalho cresceu menos e o mercado de crédito avançou em ritmo mais moderado. Carlos Thadeu cita a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da CNC, que revela que a média do número de famílias com dívidas aumentou 7,5% entre 2012 e 2013 e alcança 62,5% do total. Mas ele ressalta que este endividamento tem um perfil melhor e a inadimplência se manteve em trajetória de queda. “Um endividamento elevado, juntamente ao encarecimento do crédito e de ganhos menores de renda, também formam um cenário menos positivo para inadimplência, mesmo com o crescimento mais moderado das concessões de crédito. Não só as famílias demandarão menos crédito, mas também encontrarão condições mais difíceis para novos financiamentos e renegociação de dívidas antigas”, apontou. Acesse abaixo a íntegra do artigo.

  • Fenacon debate eSocial com ministro

    O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Mario Elmir Berti, e o presidente do Sescon São Paulo, Sérgio Approbato Machado Júnior, estiveram reunidos com o ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, na semana passada. No encontro, as duas entidades discutiram a importância e as dificuldades na aplicação do eSocial no universo das micro e pequenas empresas.

    O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Mario Elmir Berti, e o presidente do Sescon São Paulo, Sérgio Approbato Machado Júnior, estiveram reunidos com o ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, na semana passada. No encontro, as duas entidades discutiram a importância e as dificuldades na aplicação do eSocial no universo das micro e pequenas empresas.

    Na ocasião, foram apontadas várias situações de complexidade que as empresas enfrentarão na adequação dos sistemas, dentro daquilo que está previsto no manual editado. Aproveitaram também para apresentar sugestões, como a unificação de arquivos para transmissão de dados e a possibilidade de as informações serem transmitidas no sistema “off-line”.

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, acompanha o assunto e manifesta sua opinião na imprensa. No mais recente artigo publicado, “Os riscos do eSocial”, Oliveria Santos abordou a implementação do eSocial, uma questão preocupante para os empresários. “O eSocial preocupa, não pela prestação das informações em si, mas pela forma como está sendo implementado”, escreveu.

    O ministro Afif Domingos informou que pretende levar as observações a uma reunião que ocorrerá essa semana no Gabinete da Presidência da República. Além disso, irá propor a criação de um grupo de trabalho – com a participação efetiva da Fenacon e do Sescon-SP, entre outras entidades – para apresentar propostas de aperfeiçoamento para aplicação do eSocial às micro e pequenas empresas, e que por extensão também levarão seus reflexos para as demais empresas.

    Também estiveram presentes à reunião o diretor de Assuntos Legislativos e do Trabalho, Antonino Ferreira Neves, o vice-presidente do Sescon-SP, Márcio Massao Shimomoto, o diretor de Racionalização das Exigências Estatais da secretaria, Marcelo Varella e o Diretor Político Parlamentar da Fenacon, Valdir Pietrobon.

    Fonte: Fenacon