Blog

  • Sumário Econômico 1348

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Burocracia sufocante – Análises realizadas por instituições de pesquisa e entidades de classe comprovam que a burocracia governamental, especialmente a fiscal, sufoca a atividade empresarial e desanima os investidores. O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) divulgou, recentemente, um excelente estudo denominado Quantidade de normas editadas no Brasil: 25 anos da Constituição Federal de 1988, o qual evidencia que os empresários e os contribuintes em geral não podem sobreviver ao número absurdo de normas, especialmente as tributárias, editadas nestes 25 anos. Segundo essa pesquisa, “foram editadas nesse período mais de 4,7 milhões de normas, sendo 309.147 em matéria tributária. São mais de 1,91 normas tributárias por hora (dia útil)”. Assim, todas as empresas, inclusive as pequenas e microempresas, são forçadas a recorrer a especialistas para que possam até mesmo pagar os tributos devidos, nos valores corretos e prazos certos, aumentando os custos. A pesquisa revela números aterrorizadores: em 25 anos, “foram editadas 4.785.194 normas que regem a vida dos cidadãos brasileiros”. Dessa maneira, para dar qualquer passo o cidadão tem que consultar um especialista.

     

    Outras matérias:

    Confiança dos empresários do comércio recuou 2,7% em 2013 – O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio encerrou 2013 com queda de 2,7% em relação a dezembro de 2012. O quinto recuou consecutivo nessa base comparativa foi, mais uma vez, provocado pelas percepções predominantemente negativas das condições correntes (-7,4%), em especial no que se refere às avaliações da economia em geral (-10,5%). Entretanto, o ano marcado pela forte desaceleração das vendas do setor provocou estragos também na percepção das condições correntes do setor (-4,4%). Os subíndices que medem as expectativas e a propensão a investir também recuaram (-1,1% e -0,7%, respectivamente). Na comparação com o mês anterior houve alta de 0,6%. O subíndice que mede a percepção das condições correntes (Icaec) foi o maior responsável pela queda no Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) em 2013. Particularmente afetado pela decepção com o ritmo de crescimento econômico ao longo do ano, o grau de satisfação com a economia recuou 10,5%. Para 56,0% dos empresários pesquisados, o ambiente econômico piorou em relação a 2012. A deterioração ocorreu nas cinco regiões pesquisadas, sendo a maior retração verificada na região Sudeste (-11,9%).

    IPCA registra alta de 5,9% em 2013 – Os últimos números de dezembro confirmaram o cenário inflacionário menos benigno em 2013. O IPCA – índice utilizado pelo Banco Central no regime de metas de inflação – apresentou alta de 0,92% em dezembro, acima da expectativa do mercado (0,83%). No acumulado em 12 meses, registrou-se elevação de 5,9%, resultado superior ao centro da meta central, que foi de 4,5%. Na comparação mensal, tanto fatores pontuais como sazonais explicaram a aceleração do índice. O grupo Transportes, com alta de 1,8%, obteve a maior contribuição sobre o indicador geral. O reajuste dos combustíveis e a aceleração dos preços das passagens aéreas impactaram de forma mais intensa em dezembro. Além disso, devido à sazonalidade de fim de ano, refeição fora do domicílio (1,1%) levou o grupo Alimentação e bebidas a registrar alta de 0,9%, contra 0,6% no mês anterior. Analisando o comportamento da inflação ao longo de todo o ano, a leve desaceleração no segundo semestre não foi suficiente para levar o nível de preços a um patamar inferior ao de 2012. Mais uma vez, alimentos e serviços foram os maiores responsáveis pela aceleração dos índices no ano passado. O incremento em torno de 8% desses componentes mostra a persistência inflacionária nos últimos anos.

    Indústria cresce 1,1% nos últimos 12 meses – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, após três meses consecutivos com oscilações positivas (agosto com crescimento de 0,2%, setembro com +0,6% e outubro com +0,6%), a produção industrial recuou 0,2% em novembro, na comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. A indústria extrativa foi a maior influência, com queda de 3,1%, enquanto a de transformação avançou 0,1%. Entre as categorias de uso, a maioria mostrou taxas positivas, sendo Bens intermediários (+1,2%) a mais expressiva. A única exceção foi Bens de capital (-2,6%). Na comparação com novembro de 2012, houve um aumento de 0,4%, taxa menos intensa após avanço de 1,0% e 2,0% em outubro e setembro, respectivamente. A maior influência foi a aceleração de 0,4% na indústria de transformação. A indústria extrativa também cresceu, entretanto em menor patamar, 0,1%. Para esta indústria este é o terceiro e menos intenso resultado positivo de 2013; as outras taxas foram: 1,9% em janeiro e 1,2% em outubro. Assim como na análise anterior, a maioria das categorias obtiveram variações positivas, com Bens de capital (+9,5%) sendo o maior destaque. A única exceção foi Bens de consumo (-2,2%), sendo influenciados tanto pelos Bens de consumo duráveis (-4,1%), quanto pelos Bens de consumo semi e não duráveis (-1,6%).

  • Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade pode se ampliar para todo Brasil

    Diretor-executivo da Fecomércio-SP, Antônio Carlos Borges fala em entrevista sobre a intenção de transformar o Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade em uma iniciativa de todas as federações de comércio do País, com o apoio da CNC. A quarta edição do prêmio, cujas inscrições foram prorrogadas para fevereiro, passa a ser anual e divididos em categorias. 

    Como surgiu o prêmio Fecomercio de Sustentabilidade?

    Diretor-executivo da Fecomércio-SP, Antônio Carlos Borges fala em entrevista sobre a intenção de transformar o Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade em uma iniciativa de todas as federações de comércio do País, com o apoio da CNC. A quarta edição do prêmio, cujas inscrições foram prorrogadas para fevereiro, passa a ser anual e divididos em categorias. 

    Como surgiu o prêmio Fecomercio de Sustentabilidade?

    O Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade surgiu imediatamente após a criação do Conselho de Sustentabilidade da Fecomércio-SP, há seis anos, que desde o seu início vem sendo presidido pelo renomado físico e professor José Goldemberg. 

    E como se desenvolve o trabalho do Conselho?

    A orientação que o professor Goldemberg vem dando aos trabalhos do Conselho é essencialmente sobre a prática voltada para a formação de grupos, cujo objetivo tem sido o de reunir empresas de cada setor, para a construção de acordos de trabalho visando, principalmente, a logística reversa. Foi com esse espírito que surgiu o Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade, concebido para estimular a criatividade e disseminar as iniciativas de empresas, pequenas médias e grandes, de qualquer setor da economia, para a adoção de práticas mais consistentes com a nova realidade da economia sustentável. 

    Já havia a intenção de ampliar o alcance do projeto?

    Desde o primeiro momento, o nome do prêmio foi pensado para a sua natural expansão para todo o País, como de fato vem acontecendo. Os casos que estão sendo inscritos originam-se também de diversos outros Estados. 

    Como se dará essa parceria?

    Nossa intenção é oferecer às nossas coirmãs a possibilidade da parceria, sem custo para nenhuma delas, para que, formalmente, o caráter da representação seja nacional. É nossa intenção inclusive que o comitê de organização seja ampliado com participação de representantes das demais Federações, o que seria o ideal, avalizado pela própria CNC, chancelando a união de todas as Fecomércios. 

    Já houve adesão de alguma federação?

    A primeira manifestação de interesse nessa parceria é da Fecomércio da Bahia. Como nosso ofício convite foi enviado a todas as Federações no final do ano passado, acredito que daqui para frente teremos as manifestações dos interessados. Pretendemos iniciar um contato pessoal com os executivos de nossas coirmãs para avaliar o nível de utilidade que a iniciativa tem para eles. Consideramos ainda que o apoio da CNC seria de grande valia para este trabalho, dado o caráter de sua representação superior. 

    Quais têm sido os resultados obtidos com as premiações anteriores e quais as expectativas para esta quarta edição? 

    Podemos afirmar que o prestígio da premiação mede-se pela procura crescente dos interessados. Na terceira edição a novidade foi a integração da categoria Indústria e teve como foco a inovação. O prêmio recebeu mais de mil projetos, onde desses, 247 foram selecionados pela curadoria antes da decisão dos finalistas. Para esta quarta edição, almejamos a consolidação da questão da inovação como pilar para a sustentabilidade, linha de trabalho tomada na terceira edição do prêmio. Este ano a premiação passou a ser anual e terá uma nova categoria: Reportagem Jornalística. 

    Fale mais sobre as novidades…

    Agora, o 4° Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade terá as seguintes categorias: Empresa (Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa, Indústria e Entidade Empresarial); Órgão Público; Academia (Professor e Estudante); e Reportagem Jornalística (Rádio/TV, Jornalismo Impresso e Jornalismo On-line). Cada vencedor receberá um título de capitalização e previdência no valor de R$ 15 mil. Os projetos inscritos serão avaliados por especialistas, seguindo os critérios: inovação, relevância para o negócio, amplitude, e nível de atendimento de um ou mais itens que compõem os 16 Princípios do Varejo Responsável, estabelecidos pela Fundação Dom Cabral. 

    Alguma mensagem final?

    Assim como nas edições anteriores, com o 4° Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade, a Federação mantém o compromisso de sensibilizar a comunidade empresarial para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável. Com isso, reforço o convite da Fecomércio-SP à CNC e à todas as Federações para que ingressem neste projeto. As inscrições vão até o dia 10 de fevereiro. Quanto maior o estímulo, maior será a proposição de ideias que formarão um círculo virtuoso em busca por inovação em toda a cadeia de consumo. 

    Mais informações sobre o prêmio e a lista completa dos premiados em cada edição podem ser conferidas no site www.fecomercio.com.br/sustentabilidade.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 012/2014

    DESTAQUES:

    Camex encerra investigação com a aplicação de direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, às importações brasileiras de objetos de louça para mesa, originárias da República Popular da China. A CNC participou da audiência final

    Revogado ato que publicou o pedido de registro do Sindicato Intermunicipal das Empresas de Prestação de Serviços e de Comércio Varejista de Produtos para Animais – SINDPET

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 16 de janeiro de 2014

    DESTAQUES:

    Camex encerra investigação com a aplicação de direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, às importações brasileiras de objetos de louça para mesa, originárias da República Popular da China. A CNC participou da audiência final

    Revogado ato que publicou o pedido de registro do Sindicato Intermunicipal das Empresas de Prestação de Serviços e de Comércio Varejista de Produtos para Animais – SINDPET

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 16 de janeiro de 2014

    Editais de Convocação do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes para as Assembleias Gerais Ordinárias que se realizarão nos dias 03 e 27 de março de 2014, e para a Assembleia Geral Extraordinária que se realizará no dia 27 de março de 2014

  • Vendas do comércio varejista paulista crescem pelo sétimo mês consecutivo, em outubro

    O comércio varejista do Estado de São Paulo registrou, em outubro, faturamento de R$ 45,6 bilhões. O total foi 6,7% maior que o do mês anterior e 8,3% acima do verificado em outubro de 2012. No acumulado do ano, o crescimento do setor atingiu 3,7%. Foi a sétima alta consecutiva no comparativo anual, segundo dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomÉrcio-SP) em parceria com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

    O comércio varejista do Estado de São Paulo registrou, em outubro, faturamento de R$ 45,6 bilhões. O total foi 6,7% maior que o do mês anterior e 8,3% acima do verificado em outubro de 2012. No acumulado do ano, o crescimento do setor atingiu 3,7%. Foi a sétima alta consecutiva no comparativo anual, segundo dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomÉrcio-SP) em parceria com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). Segundo A entidade, o crescimento apurado não entusiasma devido à fraca base de comparação.

    Dentre as dez atividades pesquisadas, somente as lojas de departamentos ficaram com desempenho negativo, com queda de 19,3% ante outubro de 2012. As demais apresentaram maior faturamento, com destaque para lojas de materiais de construção (20,1%) e concessionárias de veículos (14,8%), evidenciando o bom momento vivido pelos dois mercados. As lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, apesar de terem desacelerado o ritmo de crescimento de vendas, registraram aumento de 11,7% em outubro de 2013, comparado ao mesmo mês do ano anterior, e mantiveram a liderança no acumulado do ano (26,9%).

    Com o maior peso relativo no setor, os supermercados somaram, em outubro, receita de R$ 12,5 bilhões, a maior entre todas as atividades. O resultado foi 5,7% maior que idêntico mês do ano anterior. No acumulado de dez meses, registraram incremento de 3,3% nas vendas.

    Mesmo com ampliação das vendas em outubro, avançando 2,9% em relação a igual mês de 2012, as lojas de móveis e decoração foram as que menos cresceram, registrando faturamento de R$ 721 milhões no mês, o menor entre as atividades avaliadas. O segmento acumulou perda de 2,1% nos dez meses iniciais de 2013.

    No mês, apenas três das 17 regiões pesquisadas no Estado registraram recuo de vendas, comparadas ao mesmo mês de 2012: Araraquara (-0,7%), Litoral (-1,5%) e Presidente Prudente (-2,6%). Pelo lado positivo, as regiões que mais elevaram as receitas no varejo foram as de Guarulhos (27,2%), Sorocaba (14,4%) e Osasco (14%). Também ficaram acima da média estadual (8,3%) as regiões de Taubaté (9,9%), da Capital (9,6%), de Bauru (9%) e de Marília (8,5%).

    Na Capital, o comércio varejista superou, em outubro, a média do Estado, com crescimento de 9,6%, alcançando faturamento de R$ 14,5 bilhões. Para o acumulado dos dez meses do ano, entretanto, as vendas ficaram um pouco abaixo da taxa estadual, em 3,6%.

    As concessionárias de veículos, com receita elevada em 36% frente ao registrado em outubro de 2012, lideraram a expansão do varejo na cidade de São Paulo. A seguir, dentre as atividades que mais avançaram no mês, ficaram as lojas de autopeças e acessórios, com alta de 17,3% em relação ao mesmo mês do anterior.

    Lojas de departamentos (-4,6%), de vestuário, tecidos e calçados (-0,7%) e farmácias e perfumarias (-0,3%) foram as atividades que, na capital, registraram taxas negativas de vendas no comparativo entre outubro de 2013 frente a 2012.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 011/2014

    DESTAQUES:

    Camex encerra investigação com aplicação de direito antidumping definitivo às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, originárias da República da Coreia, Reino da Tailândia, Taipé Chinês e Ucrânia. A CNC participou da audiência final

    Arquivado processo de Pedido de Alteração Estatutária de interesse do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Curso de Formação de Vigilantes do Estado do Maranhão – SINDESP/MA

    Notificação da FNHRBS para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal do exercício de 2014

    DESTAQUES:

    Camex encerra investigação com aplicação de direito antidumping definitivo às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, originárias da República da Coreia, Reino da Tailândia, Taipé Chinês e Ucrânia. A CNC participou da audiência final

    Arquivado processo de Pedido de Alteração Estatutária de interesse do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Curso de Formação de Vigilantes do Estado do Maranhão – SINDESP/MA

    Notificação da FNHRBS para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal do exercício de 2014

    Notificação do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal do exercício de 2014

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Eletrônico do Estado do Tocantins para AGE que se realizará no dia 14 de fevereiro de 2014

  • CNC revisa para 6,5% crescimento do comércio em 2014

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,7% em novembro, na comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo IBGE. É a nona alta consecutiva, influenciada pelos ramos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, e pelo de Tecidos, vestuário e calçados, que apresentaram altas de 1,6% e 1,5%, respectivamente. Na comparação anual, houve expansão de 7,0% em relação a novembro de 2012, a maior em 12 meses.

     

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,7% em novembro, na comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo IBGE. É a nona alta consecutiva, influenciada pelos ramos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, e pelo de Tecidos, vestuário e calçados, que apresentaram altas de 1,6% e 1,5%, respectivamente. Na comparação anual, houve expansão de 7,0% em relação a novembro de 2012, a maior em 12 meses.

     

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados de novembro consolidaram a recuperação do varejo brasileiro no segundo semestre de 2013. Após crescer apenas 3,0% na primeira metade do ano passado, de julho a novembro o volume de vendas acusou alta média de 5,8% ante o mesmo período de 2012. Esse desempenho veio ao encontro da previsão da CNC, de alta de 4,5% no fechamento de 2013. “Para 2014, o varejo restrito deverá manter ritmo de crescimento das vendas semelhante ao atual”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação. A CNC revisou a previsão anterior, de 6,0%, para 6,5%, em 2014. Já o varejo ampliado, deverá registrar alta menor (+5,0%) em decorrência do cenário menos favorável para a aquisição de veículos.

     

    Clique aqui para fazer o download da análise

     

  • CNC revisa para 6,5% crescimento do comércio em 2014

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,7% em novembro, na comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo IBGE. É a nona alta consecutiva, influenciada pelos ramos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, e pelo de Tecidos, vestuário e calçados, que apresentaram altas de 1,6% e 1,5%, respectivamente. Na comparação anual, houve expansão de 7,0% em relação a novembro de 2012, a maior em 12 meses.

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,7% em novembro, na comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo IBGE. É a nona alta consecutiva, influenciada pelos ramos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, e pelo de Tecidos, vestuário e calçados, que apresentaram altas de 1,6% e 1,5%, respectivamente. Na comparação anual, houve expansão de 7,0% em relação a novembro de 2012, a maior em 12 meses.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados de novembro consolidaram a recuperação do varejo brasileiro no segundo semestre de 2013. Após crescer apenas 3,0% na primeira metade do ano passado, de julho a novembro o volume de vendas acusou alta média de 5,8% ante o mesmo período de 2012. Esse desempenho veio ao encontro da previsão da CNC, de alta de 4,5% no fechamento de 2013. “Para 2014, o varejo restrito deverá manter ritmo de crescimento das vendas semelhante ao atual”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação. A CNC revisou a previsão anterior, de 6,0%, para 6,5%, em 2014. Já o varejo ampliado, deverá registrar alta menor (+5,0%) em decorrência do cenário menos favorável para a aquisição de veículos. Acesse abaixo a íntegra da análise da CNC. 

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 010/2014

    DESTAQUES:

    Arquivado processo de Pedido de Alteração Estatutária do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais/MG – MINASPETRO

    Alterada composição dos membros do Conselho Nacional de Saúde

  • Intenção de Consumo das Famílias tem alta de 1,1% em janeiro

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,1% (131,0 pontos) em janeiro, na comparação com o mês imediatamente anterior e um recuo de 3,0% em relação a janeiro de 2013. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a manutenção da baixa taxa de desemprego e dos ganhos reais elevou a confiança das famílias no período.

     

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,1% (131,0 pontos) em janeiro, na comparação com o mês imediatamente anterior e um recuo de 3,0% em relação a janeiro de 2013. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a manutenção da baixa taxa de desemprego e dos ganhos reais elevou a confiança das famílias no período.

     

    Na comparação mensal, com exceção do consumo de bens duráveis, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações positivas. Os dados relacionados ao mercado de trabalho puxaram a variação mensal do ICF. O componente Emprego atual registrou alta em relação a dezembro (1,1%) e queda de 1,1% na comparação com janeiro de 2013. O componente da ICF relacionado à renda apresentou elevação de 2,6% na comparação mensal e de 0,4% em relação a janeiro de 2013, voltando a registrar variação positiva, após dez meses de queda.

     

    Em 2013, a desaceleração das contratações, o menor crescimento real da massa salarial e uma recuperação mais lenta da atividade comprometeram a confiança em relação ao emprego e à renda. Este ano, a perspectiva de evolução das condições econômicas tendem a aumentar o otimismo em relação ao mercado de trabalho. “Em 2013, registramos uma queda da confiança das famílias em relação ao emprego e à renda. Com melhores condições econômicas, este processo deve ser revertido em 2014”, afirma o economista da CNC, Bruno Fernandes.

     

    Na comparação anual, o ICF apresentou variação negativa, puxada por quase todos os componentes da pesquisa, com exceção de Renda atual e Perspectiva de consumo. “O Nível elevado de endividamento, crédito mais caro e a persistência inflacionária mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, explica o economista da CNC. Segundo a ICF, o consumo de bens duráveis foi o item mais impactado negativamente, apresentando recuo de 6,5% na comparação mensal e queda de 14,1% na comparação anual. Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é de que o volume de vendas do varejo obtenha um crescimento ao redor de 6,0% em 2014.

     

    Clique aqui para fazer o download da ICF

     

    O economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

     

  • Intenção de Consumo das Famílias tem alta de 1,1% em janeiro

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,1% (131,0 pontos) em janeiro, na comparação com o mês imediatamente anterior e um recuo de 3,0% em relação a janeiro de 2013. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a manutenção da baixa taxa de desemprego e dos ganhos reais elevou a confiança das famílias no período.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,1% (131,0 pontos) em janeiro, na comparação com o mês imediatamente anterior e um recuo de 3,0% em relação a janeiro de 2013. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a manutenção da baixa taxa de desemprego e dos ganhos reais elevou a confiança das famílias no período.

    Na comparação mensal, com exceção do consumo de bens duráveis, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações positivas. Os dados relacionados ao mercado de trabalho puxaram a variação mensal do ICF. O componente Emprego atual registrou alta em relação a dezembro (1,1%) e queda de 1,1% na comparação com janeiro de 2013. O componente da ICF relacionado à renda apresentou elevação de 2,6% na comparação mensal e de 0,4% em relação a janeiro de 2013, voltando a registrar variação positiva, após dez meses de queda.

    Em 2013, a desaceleração das contratações, o menor crescimento real da massa salarial e uma recuperação mais lenta da atividade comprometeram a confiança em relação ao emprego e à renda. Este ano, a perspectiva de evolução das condições econômicas tendem a aumentar o otimismo em relação ao mercado de trabalho. “Em 2013, registramos uma queda da confiança das famílias em relação ao emprego e à renda. Com melhores condições econômicas, este processo deve ser revertido em 2014”, afirma o economista da CNC, Bruno Fernandes.

    Na comparação anual, o ICF apresentou variação negativa, puxada por quase todos os componentes da pesquisa, com exceção de Renda atual e Perspectiva de consumo. “O Nível elevado de endividamento, crédito mais caro e a persistência inflacionária mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, explica o economista da CNC. Segundo a ICF, o consumo de bens duráveis foi o item mais impactado negativamente, apresentando recuo de 6,5% na comparação mensal e queda de 14,1% na comparação anual.

    Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é de que o volume de vendas do varejo obtenha um crescimento ao redor de 6,0% em 2014.

    Confira a análise completa e os gráficos da ICF