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  • Boletim Informativo Diário (BID) 230/2013

    DESTAQUES:

    Confaz divulga os preços médios dos combustíveis a partir de 16 de dezembro de 2013

    Aprovada a reformulação do orçamento do Sesc para o exercício de 2013

    Criada Comissão Técnica “Água Mineral Envasada” composta, entre outros, pela Fecomércio-SP

    Inmetro aprova o aperfeiçoamento do Regulamento Técnico da Qualidade para Registrador Eletrônico de Ponto

    Deferido o pedido de registro sindical da Federação Nacional das Empresas Locadoras de Veículos Automotores – FENALOC

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro dispondo sobre a criação do Livro de Reclamações em todos os estabelecimentos de fornecimento de bens ou prestação de serviços

  • Sumário Econômico 1344

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    A grandeza das micros e pequenas empresas As micros e pequenas empresas (MPEs) adquiriram uma extraordinária importância na economia brasileira, respondendo por 99% do total de empresas e contribuindo com 25% para o PIB nacional. No comércio exterior, participam com apenas 1% do valor exportado pelo Brasil, mas na geração de emprego exercem papel estratégico para o desenvolvimento. Aproximadamente 56% da mão de obra com carteira assinada estão nas MPEs, cabendo destacar as atividades do comércio e serviços como as que mais geram vagas de trabalho. A partir da promulgação da Constituição Federal, em 05 de outubro de 1988, as políticas públicas para as MPEs se fortaleceram, tendo como base os artigos 146, 170 e 179, que estabeleceram tratamento diferenciado, simplificado e favorecido para as empresas de menor porte. O Simples Federal Lei nº 9.317, de 05 de dezembro de 1996, constituiu-se num marco para o segmento, a partir de sua conceituação com base no volume do faturamento, para atribuir tratamento favorecido e unificar o pagamento de impostos e contribuições (IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins, IPI e CSS). Se houve problemas e restrições quanto à opção por esse regime, as alíquotas crescentes por faixa de faturamento de certa forma cumpriram o desejado objetivo de fazer justiça tributária. O Estatuto da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Lei nº 9.841, de 05 de outubro de 1999, acrescentou novas vantagens para o segmento, consolidou o faturamento como base de cálculo e instituiu o Fórum Permanente das MPEs, regulamentado pelo Decreto nº 3.474, de 19 de maio de 2000, estabelecendo critérios para a formulação e disseminação de políticas públicas entre o Governo Federal e o setor privado representativo.

    Outras matérias:

    Vendas do varejo crescem pelo 7º mês consecutivo O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em setembro, na comparação com o mês anterior, segundo a pesquisa mensal de comércio (PMC) divulgada hoje (13/11) pelo IBGE. O resultado confirmou a previsão realizada pela CNC e levou o varejo a registrar a sétima alta consecutiva das vendas. O crescimento mensal de setembro foi particularmente influenciado pelos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+2,4%) e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+1,3%). No varejo ampliado, que conta com as variações reais das vendas do comércio automotivo (-5,1%) e de materiais de construção (+0,8%), houve oscilação de -0,7% ante agosto. Em relação a setembro de 2012, houve expansão de 4,1% (a previsão da CNC havia sido de +4,4%), destacando-se as taxas verificadas nos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+16,5%) e artigos de uso pessoal e doméstico (+14,8%). Desde janeiro, combustíveis e lubrificantes (+6,0%) e artigos de uso pessoal e doméstico (+10,3%) têm sido os ramos com maior contribuição para o crescimento das vendas. O desempenho das vendas de livros, jornais, revistas e papelaria (+3,0%), por outro lado, vem impedindo um resultado ainda mais positivo do varejo.

    Crédito cresce com taxas menos intensas Dados mais recentes divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 0,5% em outubro, contra o mês imediatamente anterior. Esta foi a taxa positiva menos intensa em 2013, sendo a mais alta a de 1,8%, ocorrida em março e junho deste ano. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 2,6 trilhões no último resultado, representando 55,4% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em outubro de 2013, a variação foi de +14,7%, 2,0 pontos percentuais abaixo da variação de 16,7% observada no mesmo período do ano anterior. O resultado acumulado no ano foi um crescimento de 10,2%, 1,7 p.p. menor do que o avanço de 11,9% no mesmo período em 2012. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.466,8 bilhões, 31,1% do PIB e 56,2% do saldo total do crédito. Na comparação mensal houve avanço de 0,2% e em 12 meses a aceleração foi de 8,0%. No acumulado do ano houve aumento de 4,8%. Os empréstimos a pessoas físicas (PF) neste tipo de recurso avançaram 0,6% em outubro de 2013, contra uma queda de 0,3% dos referentes às pessoas jurídicas (PJ), e nos últimos 12 meses os empréstimos PF mostraram avanço bem abaixo da média geral, 8,1%.

    Franquias em crescimento Buscando estatísticas sobre franquias, as informações do site da Associação Brasileira de Franchising (ABF) apresentam a evolução do setor entre 2002-2012. Através de cinco gráficos – quatro de barras verticais e um de linha – é possível observar o crescimento das franquias de forma robusta por meio de números crescentes de um ano para o outro pelas variáveis faturamento nominal; número de redes de franquias; número de unidades franqueadas; número de empregos diretos; e a comparação entre as taxas do comportamento do PIB e da contribuição do setor de franquias sobre esta conta. No gráfico da relação entre as taxas do PIB e a taxa do PIB do franchising brasileiro verificam-se duas curvas com evolução simétrica, apresentando comportamento muito parecido, sinal da relação de causa e efeito entre as variáveis; isto é, o desempenho do PIB das franquias foi muito influenciado pelo comportamento da economia brasileira. As observações mostram a dimensão do segmento das franquias. Por exemplo, através da geração de empregos diretos os números da série são significantes. Tomando como base 2002 (504 mil empregados) são mais 86,7% até 2012 (940.887). Interessante notar que de 2002 até 2007 a taxa de variação do emprego anual não ultrapassa 4,74% (2007). Mas mesmo com a crise impactando a economia, o nível de emprego sobe fortemente – 2008 (9,76%) e 2009 (11,17%). Em 2010, quando a economia ascendeu 7,5% o crescimento do emprego (7,97%) não foi tão superlativo quanto nos dois anos anteriores, mas ainda assim considerado alto, fruto da robustez do mercado interno.

    Evolução do comércio eletrônico Fechou em R$ 12,7 bilhões o faturamento do varejo eletrônico do Brasil no primeiro semestre de 2013, segundo a consultoria E-bit, com crescimento de 24% em relação ao mesmo período de 2012. Ainda de acordo com o estudo, produtos de vestuário, moda e acessórios lideram as vendas, com 13,7% de participação. E isso é uma boa surpresa, pois revela o esforço da indústria e do comércio em apresentar produtos com qualidade e respeito aos padrões de numeração, até então uma dificuldade para a venda desses itens. E demonstra também a evolução dos parâmetros de respeito ao consumidor para a realização de trocas imediatas e sem burocracia, condição indispensável para a solidificação das transações pela internet nesse segmento. Eletrodomésticos representam 12,3%, em segundo lugar, enquanto perfumaria, cosméticos e produtos para a saúde também tem quase a mesma participação: 12,2%. Já os setores que no passado lideravam essas vendas mostram redução em sua participação: Informática aparece com 9%, quase o mesmo que livros e revistas, com 8,9%. Um dado interessante mostra que no primeiro semestre 3,98 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra virtual. Esse número é 14,2% inferior ao verificado em 2012, quando 4,64 milhões de pessoas ingressaram no comércio eletrônico. Isso aponta para um tendência de menores taxas de expansão do mercado físico de compradores. Ou seja, o mercado continuará crescendo, mas sem o ímpeto anterior, até porque a base atual de compradores já é significativa.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 229/2013

    DESTAQUES:

    Nomeado representante das Empresas (CNC) na 7ª Junta do CRPS

    Estabelecidas normas no tocante ao registro empresarial

    Pedido de registro de alteração estatutária requerido pelo Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Campina Grande e Interior da Paraíba – SINDCAMPINA

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa do Sul de Santa Catarina – SESCON SUL DE SANTA CATARINA

    Aviso do Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes notificando para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal, aplicável a partir de 1º de janeiro de 2014

    Edital de Convocação do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão para a AGE que se realizará no dia 17 de dezembro de 2013

  • Conselho de Turismo recebe Concessionária do Aeroporto Internacional Guarulhos

    Após a segunda rodada de privatização dos aeroportos brasileiros, o Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu como as concessões podem promover melhorias dos serviços ofertados à população. O Conselho recebeu, em 4 de dezembro, no Rio de janeiro, o gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Concessionária do Aeroporto Internacional Guarulhos, a GRU Airport, Carlos Eduardo da Silveira.

    Após a segunda rodada de privatização dos aeroportos brasileiros, o Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu como as concessões podem promover melhorias dos serviços ofertados à população. O Conselho recebeu, em 4 de dezembro, no Rio de janeiro, o gerente de Comunicação e Relações Institucionais da Concessionária do Aeroporto Internacional Guarulhos, a GRU Airport, Carlos Eduardo da Silveira.

    Em 2013, a concessionária já bateu quatro recordes no número de passageiros transportados. No último, em novembro, alcançou 119 mil passageiros em um único dia. Entre os meses de janeiro e outubro de 2013, comparado a 2012, o crescimento no número de passageiros foi de 8,5 %.

    Mas a maior entrega da concessionária será o Terminal 3, com data de inauguração prevista para maio de 2014. O novo terminal será maior que os três terminais já existentes juntos, serão 192 mil metros quadrados de área construída, capaz de atender 12 milhões de passageiros por ano. “É a joia da coroa de todos os investimentos”, afirma Carlos Silveira. Junto com o Terminal 3, o gerente da GRU Airport anunciou a entrega de um hotel “de alto padrão” com 50 quartos, que funcionará na área internacional e um segundo hotel, com 350 quartos, esse na área externa, que já foi negociado.

    Carlos Silveira apresentou um balanço das melhorias em serviços e investimentos em infraestrutura já realizados e em andamento. “As primeiras mudanças foram no estacionamento antigo, gerando mil novas vagas, e com a construção do edifício garagem criamos mais 2.644 vagas, totalizando cerca de oito mil”, explicou. Entre as mudanças, 900 novas placas de sinalização, novo site institucional, um site para a área de cargas com rastreamento de mercadorias, e para melhorar a segurança foram instaladas 2 mil câmeras, novos equipamentos de Raios-X e contratados 700 profissionais. Para Carlos Silveira, o maior desafio na inauguração do Terminal 3 está no escalonamento dos parceiros que ocuparão o espaço; como bombeiros, comércio e empresas aéreas que terão que treinar seus profissionais neste espaço. “Para a Copa do Mundo não há riscos”, conclui.

  • CBCSI reúne-se na CNC

    No dia 5 de dezembro, a Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI) reuniu-se na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Seriços e Turismo, em Brasília, onde discutiu questões afins a condomínios, categoria representada pelos sindicatos que compõe a câmara, na presença do vice-presidente da CNC, deputado Laércio Oliveira.

    O grupo analisou índices de ocupação/ desocupação; demanda/ oferta; alta e queda de preços de imóveis residenciais e corporativos, conforme indicadores imobiliários.

    No dia 5 de dezembro, a Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI) reuniu-se na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Seriços e Turismo, em Brasília, onde discutiu questões afins a condomínios, categoria representada pelos sindicatos que compõe a câmara, na presença do vice-presidente da CNC, deputado Laércio Oliveira.

    O grupo analisou índices de ocupação/ desocupação; demanda/ oferta; alta e queda de preços de imóveis residenciais e corporativos, conforme indicadores imobiliários.

    Representantes dos Secovis regionais apresentaram relatórios finais dos Encontros dos Executivos, realizados durante o ano. Em nível regional, essas reuniões trataram de temas como: coordenação; educação; tecnologia da informação; indicadores; apadrinhamento; e jurídico.

    Entre outros assuntos abordados, os empresários comentaram os projetos de lei em andamento; e o marco regulatório da comercialização imobiliária no Brasil.

    A reunião foi presidida pelo coordenador geral da câmara, Pedro Wähmann.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 228/2013

    DESTAQUES:

    Alterado o 2º suplente, representante da CNC, no Conselho Nacional de Saúde

    CNPC cria a Comissão Temática de Finanças e Termos de Parceria, composta, entre outros, por representante do Sistema S

    Arquivados os processos de pedido de registro sindical do Sindicato das Empresas de Tecnologia da Informação, Hardware e Comunicação do Oeste do Paraná – SINDTIC e do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e Redes de TV por assinatura, Cabo, MMDS, DTH e Telecomunicações do Estado do Mato Grosso do Sul – SINSTAL/MS

    Sancionada lei do Município do Rio de Janeiro dispondo sobre o parcelamento de multas de trânsito

  • Confiança dos empresários do comércio tem quarto recuo consecutivo

    A confiança dos empresários do comércio recuou 3,1% em novembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano passado. Esta foi a quarta queda seguida na comparação anual, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    A confiança dos empresários do comércio recuou 3,1% em novembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano passado. Esta foi a quarta queda seguida na comparação anual, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    Segundo a pesquisa, a queda foi provocada, principalmente, pelo recuo acentuado no subíndice que mede a percepção das condições atuais em relação ao estado geral da economia (-10,4%). As expectativas e as intenções de investimento registraram variações menos expressivas de -0,6% e -0,1%, respectivamente. “Após um período de forte crescimento no nível de atividade do setor até 2012, a desaceleração significativa verificada em 2013 tem corroborado para uma percepção menos favorável das condições econômicas por parte dos empresários”, afirmou o economista Fabio Bentes.

     

    Em relação a outubro de 2013, o recuo foi de 0,6%, a primeira queda em quatro meses. O resultado contraria as expectativas para novembro, um mês que tipicamente apresenta aumento na confiança do setor.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

     

    Clique aqui para acessar a análise e os gráficos do Icec

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Confiança dos empresários tem quarto recuo consecutivo

    A confiança dos empresários do comércio recuou 3,1% em novembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano passado. Esta foi a quarta queda seguida na comparação anual, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A confiança dos empresários do comércio recuou 3,1% em novembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano passado. Esta foi a quarta queda seguida na comparação anual, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Segundo a pesquisa, a queda foi provocada, principalmente, pelo recuo acentuado no subíndice que mede a percepção das condições atuais em relação ao estado geral da economia (-10,4%).  As expectativas e as intenções de investimento registraram variações menos expressivas de -0,6% e -0,1%, respectivamente. “Após um período de forte crescimento no nível de atividade do setor até 2012, a desaceleração significativa verificada em 2013 tem corroborado para uma percepção menos favorável das condições econômicas por parte dos empresários”, afirmou o economista Fabio Bentes.

    Em relação a outubro de 2013, o recuo foi de 0,6%, a primeira queda em quatro meses. O resultado contraria as expectativas para novembro, um mês que tipicamente apresenta aumento na confiança do setor.

    Clique aqui para acessar a análise e os gráficos do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec).

  • TV CNC – Multiplicadores na busca da excelência sindical

    O 12º Encontro de Multiplicadores do  Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) reuniu, no Rio de Janeiro, representantes das entidades do Sistema Comércio de todo o País.

    Na pauta, a apresentação do Programa de Formação de Multiplicadores do Segs, que será aplicado a partir do próximo ano. Outra novidade foi a apresentação do esboço do projeto de revisão dos instrumentos de avaliação do Segs. O trabalho foi desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), com o auxílio da CNC.

    Assista ao vídeo:

    O 12º Encontro de Multiplicadores do  Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) reuniu, no Rio de Janeiro, representantes das entidades do Sistema Comércio de todo o País.

    Na pauta, a apresentação do Programa de Formação de Multiplicadores do Segs, que será aplicado a partir do próximo ano. Outra novidade foi a apresentação do esboço do projeto de revisão dos instrumentos de avaliação do Segs. O trabalho foi desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), com o auxílio da CNC.

    Assista ao vídeo:

     

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): novembro de 2013

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.