Blog

  • O veto presidencial ao fim da multa de 10% do FGTS (Jornal do Commercio de 05 de agosto de 2013)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Atendendo, indubitavelmente, a proposta da área financeira do Governo, a Presidenta da República apôs o veto ao Projeto de Lei Complementar nº 200, de 2012 (nº 198/07 no Senado Federal), que, acrescentando um parágrafo ao art. 1º da Lei Complementar nº 110, de 29/6/01, estabeleceria a extinção da chamada “multa de 10% do FGTS”, calculada sobre o saldo da conta vinculada do trabalhador, devida pelo empregador, no caso de despedida sem justa causa.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Atendendo, indubitavelmente, a proposta da área financeira do Governo, a Presidenta da República apôs o veto ao Projeto de Lei Complementar nº 200, de 2012 (nº 198/07 no Senado Federal), que, acrescentando um parágrafo ao art. 1º da Lei Complementar nº 110, de 29/6/01, estabeleceria a extinção da chamada “multa de 10% do FGTS”, calculada sobre o saldo da conta vinculada do trabalhador, devida pelo empregador, no caso de despedida sem justa causa.

    Essa multa foi criada pela citada Lei Complementar nº 110/01, em função de uma negociação entre o Governo federal, os empresários e os trabalhadores, com a finalidade exclusiva de custear um passivo – estimado à época em R$42 bilhões – gerado por decisões do Judiciário, segundo as quais os saldos das contas vinculados dos trabalhadores foram corrigidos a menor em virtude do Plano Verão, de 1989, e do Plano Collor, de 1990. Em outras palavras, os empregadores assumiram o encargo de cobrir um passivo do FGTS decorrente de planos econômicos do próprio Governo federal.

    Por uma inexplicável falha legislativa, a mencionada LC nº 110/01 não prescreveu, como de elementar justiça, a revogação da multa de 10% quando estivesse liquidado o passivo decorrente dos planos econômicos do Governo.

    Considerando que tal passivo foi extinto em 2007 e procurando sanar a inexplicável lacuna legislativa, o projeto de lei complementar aprovado pelas duas Casas do Congresso Nacional, depois de seis anos de discussão, revogaria a multa em foco, se não houvesse o veto presidencial.

    Essa superior decisão causou imensa decepção aos empregadores em geral, não só o empresariado, como os próprios empregadores domésticos, agora também sujeitos ao recolhimento da Contribuição ao FGTS relativa a seus empregados (cozinheiras, copeiras, jardineiros, cuidadores, babás etc.) e sujeitos às contribuições de 40% e de 10%, no caso de despedida sem justa causa.

    Surpreendentemente e revelando a origem da proposta – área financeira – que orientou a decisão presidencial, as Razões do Veto são meramente financeiras, importando na confissão de que os recursos provenientes da multa de 10%, há muito tempo, vem sendo utilizados em despesas que nada têm a ver com o passivo do FGTS.

    Conforme as Razões do Veto, “a extinção da cobrança da contribuição social geraria um impacto superior a R$ 3.000.000.000,00 (três bilhões reais) por ano nas contas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço …” e, adiante, “a sanção do texto levaria à redução de investimentos em importantes programas sociais e em ações estratégicas de infraestrutura …”, destacando, ainda, que “particularmente, a medida impactaria fortemente o desenvolvimento do Programa Minha Casa, Minha Vida”.

    Como se vê, as Razões do Veto revelam que os recursos provenientes da chamada “multa de 10%” (instituída sob a denominação de “contribuição”) não estão sendo, nem serão doravante utilizados, na eliminação do passivo do FGTS decorrente dos planos econômicos governamentais. Tal passivo já foi extinto.

    É oportuno salientar que, segundo as Demonstrações Contábeis do FGTS, relativas ao Exercício de 2012, organizadas e recentemente publicadas pela Caixa Econômica Federal, nesse exercício “a arrecadação bruta de contribuições foi de R$ 83 bilhões, por meio de cerca de R$56,4 milhões de guias de recolhimento” e a arrecadação da contribuição de 10% (“multa”) foi de R$3,1 bilhões, valor expressivo para ser desviado das finalidades básicas do Fundo. O ativo do Fundo monta a R$325,8 bilhões, o patrimônio líquido a R$55,3 bilhões e o lucro líquido do exercício a R$5,1 bilhões.

    De 2010 a 2012, R$ 57 bilhões do FGTS foram aplicados no Programa Minha Casa, Minha Vida. Portanto, é evidente o descompasso entre a ratio legis da Lei Complementar nº 110/01 e sua execução pelo Governo federal, matéria passível de controle pelo Judiciário.

    Em tais condições e sem prejuízo do firme apoio sempre dispensado às ações do atual Governo federal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que congrega 34 Federações, 976 Sindicatos e cinco milhões de empresas, confia em que o Congresso Nacional recusará o veto presidencial, de modo a que o projeto se converta em lei complementar, para extinguir a “multa de 10% do FGTS, como de inteira justiça.

    Ao finalizar, cabe seja reiterada nossa proposta constante de artigo publicado no Jornal do Commercio de 12/12/11 (“Os lucros do FGTS pertencem aos trabalhadores”), no sentido de que seja “creditado às contas vinculadas dos trabalhadores, proporcionalmente, o superávit existente no Fundo obtido com a aplicação do saldo dos depósitos a eles pertencentes na forma da lei. Afinal, o superávit constitui o lucro obtido com a aplicação do dinheiro dos trabalhadores.”

     

    Jornal do Commércio, 05 de agosto de 2013.

  • Câmara Empresarial de Turismo pede avanços na contratação temporária

    A Câmara Empresarial de Turismo (CET) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) quer avanços nas negociações sobre o trabalho temporário e apresenta demandas ao ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, em reunião realizada em 1º de agosto, na sede da CNC, em Brasília. A CET encaminhou pedidos para flexibilizar a legislação trabalhista, com foco no trabalho temporário, intermitente e de curtíssima duração.

    A Câmara Empresarial de Turismo (CET) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) quer avanços nas negociações sobre o trabalho temporário e apresenta demandas ao ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, em reunião realizada em 1º de agosto, na sede da CNC, em Brasília. A CET encaminhou pedidos para flexibilizar a legislação trabalhista, com foco no trabalho temporário, intermitente e de curtíssima duração. Segundo os empresários, as atividades relacionadas ao turismo dependem da sazonalidade, com períodos de maior ou menor ocupação e, com a flexibilização, será possível gerar mais oportunidades, melhorar a remuneração e as condições de trabalho no setor.

    A ideia do turismo é testar um modelo de contratação temporária que funcionaria até 2015, a partir de acordo entre trabalhadores, empregadores e governo. O ministro Manoel Dias afirmou que os pleitos sobre o trabalho intermitente e temporário, encaminhados por integrantes da Câmara, liderados pelo coordenador Alexandre Sampaio, já estão sendo analisados pelo Ministério. “É possível que as propostas sejam encaminhadas por que vão ao encontro das demandas e necessidades que o país hoje está enfrentando, especialmente em decorrência dos grandes eventos que temos pela frente”, afirmou Dias.

    Os empresários lembraram que o setor de serviços é hoje o maior empregador mundial e foram unânimes em afirmar que para o turismo nacional se tornar mais competitivo é preciso pensar em alternativas para as limitações da legislação trabalhista. Alain Baldacci, que representa o segmento de parques temáticos, apresentou exemplos de modelos de contratação que já funcionam em outros países, onde o trabalhador pode estar vinculado a diferentes empresas e é pago por dia trabalhado e também por horas não utilizadas. “Nos Estados unidos eles dispõem de um sistema que comunica aos funcionários se devem ir ao trabalho ou não. Eles recebem quando trabalham, mas possuem uma bolsa, com valor mínimo, que ganham mesmo quando não trabalham. Esse sistema pode ser custeado por diferentes empresas para as quais o trabalhador presta serviços”, explica Baldacci.

    Após ouvir os representantes do setor produtivo do turismo, o ministro afirmou que não existe a possibilidade de realizar qualquer alteração na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) no Congresso e, por isso, o caminho que o ministério vem propondo é o do diálogo. “A terceirização é uma questão fundamental, ela existe, não adianta negar. Agora, é preciso regular. Por isso, a criação da comissão quadripartite, para avançar no sentido de alcançar consensos”. Ele afirmou ainda que algumas questões abordadas já estão sendo estudadas e avançaram nas discussões do corpo técnico do Ministério, e que em breve terão propostas. Segundo o coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio, o ministro convocou o setor para uma reunião no dia 18 de agosto. “Vamos discutir em uma comissão do Ministério questões referentes ao trabalho intermitente, interjornada e contrato de curtíssima duração”, explica.

    A reunião da CET contou ainda com a presença do novo secretário executivo do MTur, Sérgio Braune, e do vice-presidente financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo.

  • Catálogo mostra oportunidades de investimento no Brasil

    A Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SCS/Mdic), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), lançou a segunda edição do Catálogo de Oportunidades para Investimentos no Brasil, uma ferramenta para atração de recursos para os projetos de desenvolvimento do País. 

    A Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SCS/Mdic), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), lançou a segunda edição do Catálogo de Oportunidades para Investimentos no Brasil, uma ferramenta para atração de recursos para os projetos de desenvolvimento do País. 

    Inserido no Plano Brasil Maior, o Catálogo, em inglês, visa apoiar a tomada de decisões por parte dos investidores, oferecendo acesso a informações seguras, organizadas e de qualidade sobre os projetos, além de facilitar a interlocução transparente e consistente entre agentes públicos, nas esferas federais, estaduais e municipais, e privados.

    O Plano Brasil Maior é uma iniciativa do governo federal, cujas ações buscam fortalecer a competitividade, acelerar ganhos de produtividade, promover o adensamento produtivo e tecnológico das cadeias de valor, ampliar mercados, criar empregos de melhor qualidade e garantir um crescimento inclusivo e sustentável.

    A produção do conteúdo teve o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do Ministério da Fazenda (MF), da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), da Rede Nacional de Informações sobre Investimento (Renai) e do Conselho Nacional dos Secretários de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Consedic). 

    Clique aqui para acessar o Catálogo de Oportunidades para Investimentos no Brasil no site do MDIC. Uma atualização deve ser feita já em outubro de 2013, com novas inserções.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 143/2013

    DESTAQUES:

    MEC define procedimentos para adesão ao Programa Mais Médicos

    Sancionada lei que garante atendimento obrigatório e integral a vítimas de violência sexual

    Sancionada, com vetos, lei que responsabiliza pessoas jurídicas por atos contra a administração pública

    Criada a empresa pública Pré-Sal Petróleo S.A.

    DESTAQUES:

    MEC define procedimentos para adesão ao Programa Mais Médicos

    Sancionada lei que garante atendimento obrigatório e integral a vítimas de violência sexual

    Sancionada, com vetos, lei que responsabiliza pessoas jurídicas por atos contra a administração pública

    Criada a empresa pública Pré-Sal Petróleo S.A.

  • Sumário Econômico 1328

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Percentual de famílias endividadas aumenta em julho O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 65,2% em julho de 2013, elevando-se em relação aos 63,0% observados em junho. Na comparação anual, o número de endividados ficou em patamar superior aos 57,6% observados em julho de 2012. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso aumentou, tanto em relação ao mês anterior, como na comparação com o mesmo período de 2012. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 22,4% em julho de 2013, ante 20,3% em junho de 2013 e 21,0% em julho de 2012. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso apresentou trajetória semelhante, alcançando 7,4% em julho de 2013, ante 7,2% em junho de 2013 e 7,3% em julho de 2012. Os indicadores de inadimplência da pesquisa também apresentaram alta em julho. O percentual de famílias que relataram não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso voltou a se elevar, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual. Apesar desta alta e da tendência recente de crescimento do número de famílias endividadas, a percepção das famílias em relação às dívidas e à capacidade de pagamento ainda está em patamares favoráveis. Leve arrefecimento da inflação, o crescimento mais moderado do crédito, o perfil de endividamento mais favorável e o mercado de trabalho ainda aquecido proporcionam condições positivas para os indicadores de inadimplência.

     

    Outras matérias:

    Confiança dos empresários registra a primeira alta em 13 meses – O nível de confiança dos empresários do comércio cresceu 0,6% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, apresentando o primeiro resultado positivo desde junho do ano passado. A reversão das 12 quedas anuais anteriores do índice deu-se em função do aumento na satisfação com as condições correntes no setor e na empresa dos entrevistados. As expectativas também voltaram a reagir positivamente (+1,0%), após três meses de quedas na comparação interanual. A discreta melhora destes dois subíndices, no entanto, não foi suficiente para impulsionar a intenção de investimentos, que acusou queda de 1,0% – movimento que não ocorria desde agosto de 2012. Dois em cada três empresários entrevistados perceberam piora na economia.

     

    Crédito representa 55,2% do PIB – Dados mais recentes deste ano divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 1,8% em junho contra o mês imediatamente anterior. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 2,5 trilhões no último resultado, representando 55,2% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses terminados em junho de 2013 a variação foi de +16,4%, 1,8 ponto percentual abaixo da variação de 18,2% observada no mesmo período do ano anterior. O resultado acumulado no ano foi um crescimento de 6,9%. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.445,6 bilhões, 31,5% do PIB e 57,1% do total. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.445,6 bilhões, 31,5% do PIB e 57,1% do total. Este setor obteve avanço de 0,9% no mês e aceleração de 9,7% em 12 meses. No acumulado do ano houve aumento de 3,3%. Os empréstimos a pessoas físicas avançaram 0,2% em junho de 2013, contra um aumento de 1,7% dos referentes às pessoas jurídicas, e nos últimos 12 meses mostraram avanço abaixo da média geral (7,9% contra 16,4%).

     

    JMJ no Leme – Entre os dias 25 e 28 de julho passado, a cidade do Rio de Janeiro pôde receber o Papa e milhões de fieis do País e do resto do mundo para celebrações religiosas. O mar de pessoas que se espalhou por 3,2 Km (dos 4 Km) da praia de Copacabana produziu efeitos comerciais e teve forte reflexos na Zona Sul. A metáfora é a de que se realizaram na orla quatro réveillons seguidos, culminando no dia 28 com 3,5 milhões de pessoas. Se a vida dos moradores de Copacabana ficou transformada pelo fluxo de pessoas para ver o Papa; no Leme, onde o palco foi levantado na areia, a calmaria cedeu lugar a uma movimentação sem fim de grupos de jovens e de pessoas uniformizadas. Enquanto os primeiros vieram para transbordar emoções, os últimos dividiam-se para disciplinar o trânsito e garantir a segurança. Em face do perfil da demanda, as vendas explodiram em uma pastelaria e em duas padarias do bairro. No dia 28, foram intensas durante o dia, com formação de filas. A maior surpresa deveu-se ao extraordinário resultado realizado por um bom restaurante, também do bairro, voltado para a classe média, que serve a quilo, a la carte, rodízio de pizza e sushi, também. Graças à variedade de opções, o movimento de vendas extrapolou expectativas. Segundo a caixa, em apenas um dia a receita diária quadruplicou, sendo que, no último dia, quintuplicou. Se no Leme o número de visitantes foi menor e estes foram alguns dos impactos, imagine o que pode ter acontecido em Copacabana, que recebeu massa de peregrinos muito maior.

     

    O novo vocabulário virtual – O advento da internet e suas aplicações, dentre elas o comércio eletrônico, ensejou a criação de centenas de expressões – grande parte em inglês – para designar as inovações e atividades do setor. Interessante é que muitas destas novas expressões vêm fazendo parte de artigos da área econômica e de negócios, tornando importante o entendimento de seus significados. Vejamos alguns exemplos:

    Cookie – Pequeno arquivo que fica armazenado no computador do usuário e guarda todas as informações importantes sobre sua navegação. O cookie permite que um site tenha um histórico da navegação do usuário e, assim, personalize o conteúdo do site de acordo com o perfil de cada internauta.

    Pop Up – Janelas flutuantes que se abrem sobrepondo a tela do browser. Muito utilizada para notícias importantes ou promoções, é considerado por muitos uma propaganda invasiva.

    Spam – Envio não autorizado de e-mails, geralmente em grandes quantidades. A prática é eticamente desaconselhável e pode gerar prejuízos à imagem da empresa/pessoa que enviou.

  • Lideranças do turismo buscam agenda comum

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebeu, em 31 de julho, em Brasília, lideranças empresariais do turismo, que se reuniram para construir uma agenda comum com as demandas prioritárias do setor. O objetivo é enumerar os temas que agregam valor a todos os segmentos do turismo nacional e apresentar um documento com as principais reivindicações deste grupo para o Ministério do Turismo e para o governo federal.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebeu, em 31 de julho, em Brasília, lideranças empresariais do turismo, que se reuniram para construir uma agenda comum com as demandas prioritárias do setor. O objetivo é enumerar os temas que agregam valor a todos os segmentos do turismo nacional e apresentar um documento com as principais reivindicações deste grupo para o Ministério do Turismo e para o governo federal.

    Entre os temas debatidos como prioritários estão: infraestrutura, política tributária, promoção doméstica e internacional do turismo, regulamentação/legislação e relação com o consumidor. Os representantes de entidades presentes ao encontro também decidiram reunir dados produzidos de forma fragmentada por cada segmento, e indicaram a CNC para compilar essas informações que vão embasar os pleitos do grupo. A ideia também é que esses dados sejam apresentados à sociedade, demonstrando a importância econômica das atividades do turismo na geração de emprego e renda. O grupo marcou outra reunião, que deve ser realizada em São Paulo dentro de 15 dias.

    O presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), que também preside o Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio, convidou as lideranças presentes para participar da reunião da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da CNC, com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, na quinta-feira (1/8). Para Sampaio “foi muito oportuna a criação do grupo, que pode somar ao trabalho já realizado pela CET com propostas mais especificas”, afirmou.

    Além de Sampaio, que participou da reunião representando a FNHRBS, estiveram presentes no encontro os presidentes da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz; da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), Anita Pires; da Associação Brasileira das Empresas Marítimas (Abremar), Ricardo Amaral; da Associação Brasileira de Empresas de Viagens (Abav Nacional), Antonio Azevedo; da Associação Brasileira de Resorts (Resorts Brasil), Dilson Fonseca; da Associação Brasileira de Agências Corporativas (Abracorp), Edmar Bull; da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), Enrico Fermi; da Associação Brasileira de Operadoras de Turismo (Braztoa), Marco Ferraz; do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Roberto Rotter; além dos empresários Juarez Cintra, da Ancoradouro; Guilherme Paulus, que preside a GJP Hotéis e Resorts; Guilhermo Alcorta, do Panrotas, e o diretor da SPCVB, Toni Sando.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 142/2013

    DESTAQUES:

    MEC institui o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica

    MTUR disciplina o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

    DESTAQUES:

    MEC institui o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica

    MTUR disciplina o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

  • Vendas para o Dia dos Pais deverão registrar crescimento menor em 2013

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Todos os segmentos normalmente afetados por essa data comemorativa deverão registrar taxas de variação menores neste ano. Os ramos de hiper e supermercados (+2,0%) e de vestuário e calçados (+3,2%) deverão responder por mais da metade (59%) das vendas voltadas para o Dia dos Pais. Com a desvalorização do real e o encarecimento do crédito, o segmento de informática e comunicação deverá registrar queda estimada de 5,9%. Outros ramos que costumam se destacar nesta época do ano são os de móveis e eletrodomésticos, com previsão de crescimento de 7,5%, além de livrarias e papelarias (+0,8%).

    Embora a inflação no comércio varejista venha perdendo fôlego nos últimos meses, a ausência dos incentivos fiscais que ainda vigoravam nesse mesmo período do ano passado e os sinais de acomodação do mercado de trabalho no ano corrente podem ser apontados como fatores adicionais para explicar a desaceleração das vendas. Clique aqui para acessar a íntegra da projeção da CNC.

  • Vendas para o Dia dos Pais deverão registrar crescimento menor em 2013

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Todos os segmentos normalmente afetados por essa data comemorativa deverão registrar taxas de variação menores neste ano. Os ramos de hiper e supermercados (+2,0%) e de vestuário e calçados (+3,2%) deverão responder por mais da metade (59%) das vendas voltadas para o Dia dos Pais. Com a desvalorização do real e o encarecimento do crédito, o segmento de informática e comunicação deverá registrar queda estimada de 5,9%. Outros ramos que costumam se destacar nesta época do ano são os de móveis e eletrodomésticos, com previsão de crescimento de 7,5%, além de livrarias e papelarias (+0,8%).

    Embora a inflação no comércio varejista venha perdendo fôlego nos últimos meses, a ausência dos incentivos fiscais que ainda vigoravam nesse mesmo período do ano passado e os sinais de acomodação do mercado de trabalho no ano corrente podem ser apontados como fatores adicionais para explicar a desaceleração das vendas.

    Gráfico_Dia dos Pais 2013

     

    Clique aqui para acessar a análise da Divisão Econômica da CNC para o Dia dos Pais  

  • Dia dos Pais 2013 – Análise de vendas do comércio varejista

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Assim como nas demais datas comemorativas do varejo já ocorridas em 2013, o próximo Dia dos Pais deverá registrar um crescimento menor das vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que o setor apure alta de 4,9% no faturamento real em relação ao mesmo período do ano passado – a menor taxa de crescimento desde 2009 (+4,7%). O Dia dos Pais, que em 2013 deverá movimentar R$ 3,2 bilhões em vendas, disputa com o Dia das Crianças o posto de terceira data comemorativa mais importante do varejo brasileiro.

    Todos os segmentos normalmente afetados por essa data comemorativa deverão registrar taxas de variação menores neste ano. Os ramos de hiper e supermercados (+2,0%) e de vestuário e calçados (+3,2%) deverão responder por mais da metade (59%) das vendas voltadas para o Dia dos Pais. Com a desvalorização do real e o encarecimento do crédito, o segmento de informática e comunicação deverá registrar queda estimada de 5,9%. Outros ramos que costumam se destacar nesta época do ano são os de móveis e eletrodomésticos, com previsão de crescimento de 7,5%, além de livrarias e papelarias (+0,8%).

    Embora a inflação no comércio varejista venha perdendo fôlego nos últimos meses, a ausência dos incentivos fiscais que ainda vigoravam nesse mesmo período do ano passado e os sinais de acomodação do mercado de trabalho no ano corrente podem ser apontados como fatores adicionais para explicar a desaceleração das vendas. Acesse abaixo a íntegra da projeção da CNC.