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  • Balanço positivo do I Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul

    “O I Congresso Regional do Sicomércio permitiu à CNC recolher informações importantes de dirigentes sindicais dos três Estados do Sul, para a tomada de decisões que envolvem todo o Sistema”, disse o diretor-secretário da entidade, Pedro Nadaf, no encerramento do encontro, realizado por três dias em Florianópolis, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

    “O I Congresso Regional do Sicomércio permitiu à CNC recolher informações importantes de dirigentes sindicais dos três Estados do Sul, para a tomada de decisões que envolvem todo o Sistema”, disse o diretor-secretário da entidade, Pedro Nadaf, no encerramento do encontro, realizado por três dias em Florianópolis, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

    “Nós tivemos, aqui, aproximação, troca de informações, relacionamento, reflexão e um tempo para análise do trabalho que todos desenvolvem”, acrescentou Nadaf. O presidente da Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina (Fecomércio-SC), Bruno Breithaupt, considerou extremamente proveitoso o resultado do Congresso, que debateu o tema “A liderança como instrumento de melhoria da representatividade e da representação sindical”.

    “O tema da liderança foi bem aceito e discutido pelos palestrantes e pelo público. Isso fez com que os objetivos do Sicomércio fossem alcançados”, disse Breithaupt, acrescentando que as dinâmicas realizadas entre os participantes poderão motivar a revisão do Planejamento Estratégico 2012-2020 da CNC. “Planejamento Estratégico não é algo estático. De tempos em tempos, precisa ser revisto, em função das mudanças que ocorrem muito rápido.”

    Na mesma linha, o diretor Executivo da Fecomércio-SC, Marcos Arzua, disse que o Congresso do Sicomércio foi muito positivo. As apresentações e os debates que se seguiram, a seu ver, estiveram alinhados com os objetivos do evento, o que permitiu que as dinâmicas fossem realizadas com forte conteúdo propositivo.

    Já o presidente da Fecomércio do Paraná, Darci Piana, avaliou o encontro como “ótima oportunidade para que os sindicatos discutissem os seus problemas e encontrassem soluções compartilhadas, principalmente as entidades dos três Estados do Sul, que têm uma economia forte e muito semelhante”.

  • Dinâmicas mobilizam dirigentes sindicais no Sicomércio

    Uma das principais atividades do I Congresso Regional do Sicomércio, as dinâmicas reuniram os cerca de 160 participantes para debater problemas comuns e fazer propostas para aperfeiçoar a ação das entidades ligadas ao Sistema. As dinâmicas captaram insumos para traçar os novos rumos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, afirmou Daniel Lopez, chefe do Departamento de Planejamento, área da CNC que estruturou e desenvolveu o trabalho.

    Uma das principais atividades do I Congresso Regional do Sicomércio, as dinâmicas reuniram os cerca de 160 participantes para debater problemas comuns e fazer propostas para aperfeiçoar a ação das entidades ligadas ao Sistema. As dinâmicas captaram insumos para traçar os novos rumos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, afirmou Daniel Lopez, chefe do Departamento de Planejamento, área da CNC que estruturou e desenvolveu o trabalho.

    “O papel é identificar, via contribuições de todas as regiões do Brasil, as necessidades que as entidades sindicais têm, para que a CNC possa desenvolver projetos e ações que venham a fortalecer ainda mais o Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio). Com isso, será possível implementar novos programas e iniciativas.”

    Entre os temas debatidos em Florianópolis, onde o Congresso foi realizado durante três dias, estiveram a necessidade de desenvolvimento de lideranças e atuação mais firme em relação a temas sensíveis ao empresariado, como legislação trabalhista e carga tributária. Um dos pontos novos surgidos nos debates foi a sugestão de criação de uma rede de comunicação interna entre todas as entidades do Sicomércio, uma proposta que visa agilizar a comunicação para discutir temas importantes.

    “As dinâmicas vão permitir que a CNC estabeleça novas bandeiras de atuação. O compilado nos cinco congressos regionais é que vai permitir que se construa o material final”, afirmou Daniel Lopez.

  • Sucessão é ação estratégica nas empresas

    Preparar a sucessão nas empresas é uma ação estratégica fundamental, que tem implicações muito fortes no futuro da empresa. A afirmação é do executivo Fausto Alvarez, diretor da Kienbaum – Consultoria em Recursos Humanos, que proferiu palestra hoje (05/04) no I Congresso Regional do Sicomércio.

    Preparar a sucessão nas empresas é uma ação estratégica fundamental, que tem implicações muito fortes no futuro da empresa. A afirmação é do executivo Fausto Alvarez, diretor da Kienbaum – Consultoria em Recursos Humanos, que proferiu palestra hoje (05/04) no I Congresso Regional do Sicomércio.

    O encontro, que será encerrado à noite, é promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e reúne dirigentes de sindicatos e federações do comércio dos três Estados da região Sul para debater o tema “A liderança como instrumento de melhoria da representatividade e da representação sindical”.

     Segundo o especialista, muitas empresas ainda não perceberam a importância de preparar seus sucessores, o que faz com que a substituição dos líderes aconteça de forma emergencial, desestabilizando a gestão e tornando as empresas menos competitivas. “Sucessão é um assunto que tem que estar na mesa dos líderes todos os dias.”

    Alvarez disse, ainda, que o processo sucessório precisa levar em conta diversas variáveis para avaliar os potenciais candidatos e ser bem-sucedido. Entre eles, citou desempenho, adequação ao cargo, grau de interesse em ocupá-lo, disponibilidade para ser transferido para outro local e seus resultados.

    O especialista sugere que as empresas avaliem constantemente o potencial de seus colaboradores para incluí-los no plano de sucessão, um instrumento para identificar e formalizar sucessores. “Isso vale tanto para a empresa que tem dez como para a que tem dois mil funcionários”, complementou.

  • Empresários devem ser mais participativos, defende José Pastore

    O consultor José Pastore alertou hoje (05/04), em palestra aos participantes do I Congresso Regional do Sicomércio, em Florianópolis, sobre a importância da articulação e da participação crescente dos empresários no processo democrático. “Parece não ser tão óbvio, especialmente para o setor empresarial, que, num estado de democracia como o que vivemos, é preciso agir dia e noite pra poder levar seus interesses a serem aprovados e implementados em favor do País, dos trabalhadores e da sociedade em geral”, disse.

    O consultor José Pastore alertou hoje (05/04), em palestra aos participantes do I Congresso Regional do Sicomércio, em Florianópolis, sobre a importância da articulação e da participação crescente dos empresários no processo democrático. “Parece não ser tão óbvio, especialmente para o setor empresarial, que, num estado de democracia como o que vivemos, é preciso agir dia e noite pra poder levar seus interesses a serem aprovados e implementados em favor do País, dos trabalhadores e da sociedade em geral”, disse.

    Pastore afirmou que essa iniciativa deve começar dentro da empresa, desenvolvendo uma conduta de muita aproximação com os empregados, conversando sobre a economia brasileira, a importância de ser produtivo e competitivo, o que vem sendo feito pela concorrência e o que pode acontecer com o emprego. Especialista no tema Relações do Trabalho, área em que é professor na Universidade de Campinas (Unicamp), Pastore falou a cerca de 160 dirigentes sindicais dos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

    Ele aconselhou, ainda, o empresário a manter contato permanente com a entidade à qual está ligado. Se for presidente de sindicato, é preciso conversar intensamente com a federação e com a confederação do setor, com entidades congêneres. “E não só conversar, mas agir, ter planos conjuntos, participar de eventos importantes, falar com os poderes públicos e, finalmente, ter uma estratégia de mídia, de presença na sociedade brasileira, para mostrar que os empresários têm interesse comum em relação ao País, e não o contrário: a empresa só prospera se a nação prosperar.”

    Em relação ao tema do encontro – A liderança como instrumento de melhoria da representatividade e da representação sindical –, José Pastore afirmou que a posição de líder é estratégica. “Costuma-se dizer que a liderança é uma qualidade das pessoas, isto é, uma virtude nata, mas não é bem assim: as lideranças podem ser treinadas e desenvolvidas”, argumentou. De que maneira? Para ele, provendo a pessoa de informações adequadas, objetivas, transferindo técnicas pedagógicas, de exposições de ideias, tornando-a boa comunicadora. “E isso é muito urgente no setor empresarial, porque a área laboral vai muito bem nesse campo.”

  • Boletim Informativo Diário (BID) 063/2013

    DESTAQUES:

    MTE reconduz representante da CNC no CCFGTS

    Anulado o ato de publicação do pedido de alteração estatutária da FEBRAC

    Sobrestado o pedido de registro do Sindicato do Comércio Varejista de Fernandópolis – SP

    Arquivado o processo do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes do Município de Guarulhos – SP

    Suspenso o processo do Sindicato dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro

    Sancionada lei que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2013

    DESTAQUES:

    MTE reconduz representante da CNC no CCFGTS

    Anulado o ato de publicação do pedido de alteração estatutária da FEBRAC

    Sobrestado o pedido de registro do Sindicato do Comércio Varejista de Fernandópolis – SP

    Arquivado o processo do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes do Município de Guarulhos – SP

    Suspenso o processo do Sindicato dos Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro

    Sancionada lei que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2013

  • Sumário Econômico 1315

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Aumentar a Selic não é a solução – Ante o avanço do nível de preços no Brasil, muitos economistas têm defendido o aumento da taxa Selic como forma de combatê-la. Ocorre que esse remédio pode se mostrar, ao mesmo tempo, ineficaz e custoso. O governo gasta e oferece incentivos tributários que fazem com que a inflação fique elevada. Com isso, a taxa de juros nominal oferecida tem que ser maior, para que os detentores da dívida pública não percam dinheiro. O governo, então, deveria abrir espaço para o setor privado, e não ocupar o espaço deste.

     

    Outras matérias:

    Intenção de Consumo das Famílias recua em março – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou recuo de 2,5% (132,2 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 2,5% em relação a março de 2012. A manutenção de um nível ainda elevado de endividamento e inadimplência, maiores pressões inflacionárias e o fim das desonerações fiscais impediram um aumento da confiança das famílias no período. O menor otimismo quanto ao mercado de trabalho novamente influenciou negativamente o resultado da ICF em março. Apesar do resultado, os índices mantêm-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

    Resultado do setor externo no primeiro bimestre – O Balanço de Pagamentos (BP) do País encerrou o mês de fevereiro com superávit de US$ 1,9 bilhão – crescimento de 32% em relação a fevereiro de 2012. No primeiro bimestre do ano, o saldo positivo foi de US$ 3,2 bilhões – +82% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado é fruto do saldo negativo de US$ 18 bilhões nas transações correntes, compensado pelo superávit de US$ 20,9 bilhões na conta capital e financeira. O estoque de reservas internacionais totalizou US$ 373,7 bilhões. A receita de juros que remuneram os ativos de reservas somou US$ 607 milhões. O Banco Central estima que as reservas acumularão US$ 380,1 bilhões este ano, com remuneração de aproximadamente US$ 5 bilhões. O resultado do BP em 2013 deverá ser superavitário em US$ 10,5 bilhões.

    Indústria recua 1,9% em 12 meses – Segundo últimos dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Produção Industrial recuou 2,5% em fevereiro em relação ao mês anterior – dados com ajuste sazonal. Essa queda quase anula o crescimento de 2,6% visto em janeiro nessa mesma base de comparação. Tanto a Indústria Extrativa (-1,9%) quanto a de Transformação (-2,7%) influenciaram negativamente o índice geral. A categoria de uso de Bens de Capital foi a única positiva, com elevação de 1,6%, e Bens de Consumo Duráveis (-6,8%) foi a mais expressiva dentre as outras com valores negativos.

    O Estado da União – “Há 51 anos, John F. Kennedy declarou a esta casa que ‘a Constituição não nos torna rivais pelo poder, mas parceiros pelo progresso. É meu dever informar sobre o Estado da União. Melhorá-lo é dever de todos nós’.” Com essas palavras, o presidente Barack Obama iniciou o discurso do Estado da União de 2013. Realizado todos os anos para o congresso americano, na ocasião o presidente presta contas de suas atividades e apresenta seu programa de governo para os próximos anos, especialmente os pontos mais delicados, em que precisará do apoio da oposição para aprovar os seus projetos. E quem conhece os EUA, sua capacidade de superação e inovação sabe muito bem que esse discurso vai muito além do apelo político.

  • Negociação coletiva é prioridade nas relações trabalhistas

    “Toda economia moderna se baseia mais na negociação do que na lei”. A afirmação é de José Pastore, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista nas relações de trabalho, e foi dita durante o Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul. Segundo ele, nenhuma lei consegue se ajustar à enorme heterogeneidade da realidade das empresas. “O fortalecimento do acordo coletivo e da convenção coletiva de trabalho devem prevalecer nas relações trabalhistas”.

    “Toda economia moderna se baseia mais na negociação do que na lei”. A afirmação é de José Pastore, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista nas relações de trabalho, e foi dita durante o Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul. Segundo ele, nenhuma lei consegue se ajustar à enorme heterogeneidade da realidade das empresas. “O fortalecimento do acordo coletivo e da convenção coletiva de trabalho devem prevalecer nas relações trabalhistas”.

    Segundo Pastore, além da desoneração da folha de pagamento, existe um caminho longo a seguir no aprimoramento das relações de trabalho brasileiras. “Negociação coletiva deve ter força de lei, e no Brasil não é assim”, destacou. Para ele, a Justiça do Trabalho deve interferir menos no julgamento do que e acordado entre patrão e empregado.

    Empregado doméstico

    A nova lei que regulamenta a profissão do empregado doméstico preocupa José Pastore. Para ele, a nova lei pode prejudicar a relação de trabalho. “O ambiente amigável e cooperativo pode se tornar contencioso. A ampliação de direitos depende de uma série de detalhes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que podem se tonar difíceis de aplicar no ambiente doméstico”, disse.

    O professor da USP elogiou a realização, pela CNC, do Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul, e falou que “essa é uma iniciativa que mostra a intenção real do empresariado quanto aos assuntos do interesse do setor e do País. Percebi que os debates não ficam no campo da conceituação, da teoria. Aqui estão sendo discutidas ações para um futuro bem próximo”.

    Pastore falou ainda que a presença e o apoio do empresariado junto a seus representantes no Congresso Nacional são de suma importância, sobretudo porque os trabalhadores já o fazem. “O que vale é o testemunho do empresário. Na cabeça do parlamentar, trabalhador é um eleitor”, concluiu.

  • Como deve ser o líder nas organizações

    “Popularidade não é liderança; resultado, sim!” Usando essa frase do consultor austríaco Peter Drucker, considerado o pai da gestão moderna, o presidente do Conselho de Administração da Marisol, Vicente Donini, indicou como deve ser o papel do líder nas organizações, em palestra no Congresso Regional do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) – Região Sul, no Sesc Cacupé, em Florianópolis.

    “Popularidade não é liderança; resultado, sim!” Usando essa frase do consultor austríaco Peter Drucker, considerado o pai da gestão moderna, o presidente do Conselho de Administração da Marisol, Vicente Donini, indicou como deve ser o papel do líder nas organizações, em palestra no Congresso Regional do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) – Região Sul, no Sesc Cacupé, em Florianópolis.

    Qual é o papel do líder?, perguntou Donini. Segundo ele, o líder não se coloca como tal, porque, sem seguidores, não lidera nada. “E para ter seguidores, ele precisa ser aceito como tal e tem que ser um articulador por excelência e ser fortemente contributivo com o grupo. A partir do momento em que uma pessoa passa a se comportar como dono do pedaço, perde o que conquistou naturalmente”, observou.

    O líder, salientou Donini, tem que ser, por excelência, alguém que deixa exemplos, e não apenas ter esse discurso, porque, em sua opinião, o discurso é efêmero; os exemplos tocam fundo. “Não adianta falarmos com suposta convicção sobre uma coisa e nos comportar diferentemente do que pregamos. Assim, viramos meramente um incoerente, que não tem credibilidade. A maior das instituições é o crédito; e o crédito não se impõe, se conquista, tal como o líder.”

    Ao afirmar que liderar é conectar os seus liderados ao seu negócio, Vicente Donini sustentou que as entidades de classe são fundamentais para a organização de pessoas que têm interesse comum. “E instituições como a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e as federações estaduais de comércio são bons exemplos de organizações que trabalham por um interesse comum. Essas entidades são muito propícias para o desenvolvimento de lideranças”, declarou.

  • Sustentabilidade na gastronomia em debate

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebeu, em 3 de abril, a chef Teresa Corção, presidente do Instituto Maniva, diretora de Sustentabilidade do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), chef e proprietária do restaurante O Navegador, que trabalha com saladas 100% orgânicas.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebeu, em 3 de abril, a chef Teresa Corção, presidente do Instituto Maniva, diretora de Sustentabilidade do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), chef e proprietária do restaurante O Navegador, que trabalha com saladas 100% orgânicas. Teresa abordou exemplos e caminhos para levar a sustentabilidade para os restaurantes, discutindo questões como soberania alimentar, biodiversidade agrícola e um ponto-chave para o segmento, que é a necessidade de encurtar a cadeia produtiva do alimento, aproximando quem produz de quem consome.

    A chef apresentou o trabalho feito à frente do Instituto Maniva, ONG fundada em 2007, que promove projetos nas áreas de educação, cultura e agricultura, para divulgar a gastronomia e a ecogastronomia brasileiras. Para Teresa, a gastronomia tem um papel fundamental na sociedade como parte da herança cultural. Por isso, incentiva a valorização dos produtos da agricultura e da culinária locais e o reconhecimento dos produtores e sua aproximação com chefs, restaurantes e hotéis da região. “Sustentabilidade, na gastronomia, é, também, promover uma relação entre quem produz e quem consome”, explicou Teresa.

    Além da aproximação entre os agricultores e produtores locais de orgânicos – alimentos cultivados sem agrotóxicos – e os consumidores, Teresa lembrou a importância de pensar aspectos como a soberania alimentar que envolve a independência de um país na produção dos alimentos que consome, o que também gera independência econômica. Ela citou como exemplo de dependência alimentar o alto consumo do “pão francês” no Brasil, que tem apenas 20% de sua principal matéria-prima, o trigo, produzida no País, sendo os outros 80% importados de EUA, Canadá e Argentina. “É um caso de colonização alimentar e dependência de outras culturas”, afirmou a Chef.

    Para ela, os empresários, donos de restaurantes e hotéis, já estão atentos à necessidade de se adequar aos padrões de sustentabilidade, por consciência ou por perceberem que essa é uma cobrança cada vez maior do mercado consumidor. Por isso, o instituto Maniva e o grupo EcoChefs se unem ao SindRio para transformar as ações já realizadas em um tecnologia social capaz de ser multiplicada entre os empreendimentos, ajudando-os a se adequar a padrões de sustentabilidade, ao mesmo tempo em que oferecem soluções para problemas sociais. O projeto Parceiro do Agricultor, que surge dessa união, vai aproximar agricultores que produzem orgânicos dos restaurantes próximos. Assim, os empresários ajudam na sustentabilidade financeira desses produtores e oferecem alimentos de qualidade ao consumidor final.

    O tema “Turismo e Sustentabilidade” é pauta de estudo estratégico do Conselho de Turismo da Confederação em 2013. Serão mais de dez palestras que vão gerar uma publicação com as conclusões do estudo.

  • A tarefa de incluir por meio da representatividade

    A história do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio, o Sicomércio, e as ações e resultados decorrentes do Plano Estratégico da CNC para o período 2007-2020 foram o tema da palestra de Renato Rodrigues, consultor Sindical da entidade, durante o segundo dia de atividades do Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul, que abrange os Estados da região Sul e que acontece até amanhã (5), em Florianópolis, no Sesc Cacupé. 

    A história do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio, o Sicomércio, e as ações e resultados decorrentes do Plano Estratégico da CNC para o período 2007-2020 foram o tema da palestra de Renato Rodrigues, consultor Sindical da entidade, durante o segundo dia de atividades do Congresso Regional do Sicomércio – Região Sul, que abrange os Estados da região Sul e que acontece até amanhã (5), em Florianópolis, no Sesc Cacupé. 

    “O tema do Congresso não é uma fantasia. A liderança já está consolidada em nosso Sistema – o próprio Sicomércio. O que queremos, agora, é focar na liderança para a representatividade e para a representação em relação às empresas”, disse Renato. O consultor destacou que, hoje em dia, muitas empresas, em detrimento dos sindicatos para os quais contribuem, valem-se de outras entidades e associações para ter seus interesses defendidos. “Mudar isso é o nosso desafio”, afirmou Renato Rodrigues.

    “Buscamos uma entidade mais forte e atenta às necessidades do Sistema”, disse Daniel Lopez, chefe do Departamento de Planejamento (Deplan) da Confederação. Ele destacou, há pouco, para os participantes do encontro que os Congressos do Sicomércio têm como objetivo garantir a integração contínua das entidades representativas do empresariado do comércio de bens, serviços e turismo. Para tanto, serão realizadas palestras e dinâmicas objetivando a identificação de necessidades e projeções de futuro, que culminarão na revisão do Plano Estratégico da CNC. “Podemos, nos Congressos, estabelecer bandeiras para que, seja onde for, a defesa de nossos interesses soe uníssona e, ainda assim, considere as necessidades de cada grupo, região”, explicou Daniel Lopez.

    Em seguida, Marcelo Vital, da Assessoria de Comunicação da CNC, falou aos participantes sobre a mudança da marca da entidade, ocorrida em novembro do ano passado. “O objetivo foi demonstrar a integração das identidades visuais do Sistema”, disse Vital.