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  • CNC: comércio pode fechar 2012 com alta de 9,1%

    Em novembro, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,3%, em comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, divulgada hoje. A alta no mês foi puxada pelos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+4,2%) e de tecidos, vestuário e calçados (+2,1%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (-5,0%) e materiais de construção (-0,9%), acusou variação de -1,2% na mesma base comparativa.

    Em novembro, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,3%, em comparação com outubro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, divulgada hoje. A alta no mês foi puxada pelos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+4,2%) e de tecidos, vestuário e calçados (+2,1%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (-5,0%) e materiais de construção (-0,9%), acusou variação de -1,2% na mesma base comparativa.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o volume de vendas do varejo brasileiro este ano registre expansão de 9,1%, puxado por móveis e eletrodomésticos (+12,3%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+11,0%). Para dezembro, a projeção é que o varejo feche o mês com recuo de 0,4%. Para 2013 a previsão de crescimento é de 7,5%, segundo a Divisão Econômica da CNC.

    Fabio Bentes, economista da Confederação, explica que, nos últimos meses, o comércio tem sido impactado pela conjuntura favorável do mercado de trabalho, com expansão da massa real de rendimentos (+8,3% sobre outubro de 2011). “O aumento de 8,2% na concessão de crédito ao consumidor, por sua vez, evidencia maior demanda por empréstimos e financiamentos. As taxas de juros encontram-se 9,9 pontos percentuais abaixo do patamar verificado em novembro de 2011, e o prazo médio de quitação dos recursos, atualmente em 626 dias, é 5,2% maior no mesmo período”, diz Fabio.

  • Contratação temporária no Turismo

    A Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) preparou estudo com previsões para a contratação temporária na área de turismo. Para este ano, a Confederação aponta que haverá uma pequena redução na contratação de trabalhadores temporários (33,1 mil), em comparação com o verão 2012 (33,6 mil). A economia em ritmo fraco e a dinâmica recente do mercado de trabalho explicam a queda de 1,3%, segundo economistas da Confederação.

    A Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) preparou estudo com previsões para a contratação temporária na área de turismo. Para este ano, a Confederação aponta que haverá uma pequena redução na contratação de trabalhadores temporários (33,1 mil), em comparação com o verão 2012 (33,6 mil). A economia em ritmo fraco e a dinâmica recente do mercado de trabalho explicam a queda de 1,3%, segundo economistas da Confederação. Acesse o estudo aqui. 

  • Contratação temporária no turismo

    A Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) preparou estudo com previsões para a contratação temporária na área de turismo. Para este ano, a Confederação aponta que haverá uma pequena redução na contratação de trabalhadores temporários (33,1 mil), em comparação com o verão 2012 (33,6 mil). A economia em ritmo fraco e a dinâmica recente do mercado de trabalho, sem dúvida, explicam essa queda de 1,3%.

     

     

     

    A Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) preparou estudo com previsões para a contratação temporária na área de turismo. Para este ano, a Confederação aponta que haverá uma pequena redução na contratação de trabalhadores temporários (33,1 mil), em comparação com o verão 2012 (33,6 mil). A economia em ritmo fraco e a dinâmica recente do mercado de trabalho, sem dúvida, explicam essa queda de 1,3%.

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 009/2013

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que renova concessões e reduz conta de energia

    DPF altera norma que disciplina as atividades de segurança privada

    MTE concede registro sindical ao Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de Goiás

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Autopeças, Autopeças, Máquinas e Ferramentas do Estado de Mato Grosso

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que renova concessões e reduz conta de energia

    DPF altera norma que disciplina as atividades de segurança privada

    MTE concede registro sindical ao Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de Goiás

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Autopeças, Autopeças, Máquinas e Ferramentas do Estado de Mato Grosso

    Promulgada Lei do Município do Rio de Janeiro que proíbe a cobrança antecipada nos bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais similares

  • Boletim Informativo Diário (BID) 008/2013

    DESTAQUES:

    MPS publica nova Portaria do reajuste dos benefícios e contribuições do INSS

    Codefat fixa critérios para o reajuste anual do seguro desemprego

    Arquivado processo de pedido de registro sindical do Sindicato das Academias e demais Empresas de Prática Esportiva do Distrito Federal e Entorno

    Designados representantes do Sesc para compor o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, biênio 2012/2014

    DESTAQUES:

    MPS publica nova Portaria do reajuste dos benefícios e contribuições do INSS

    Codefat fixa critérios para o reajuste anual do seguro desemprego

    Arquivado processo de pedido de registro sindical do Sindicato das Academias e demais Empresas de Prática Esportiva do Distrito Federal e Entorno

    Designados representantes do Sesc para compor o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, biênio 2012/2014

    Promulgada Lei do Município do Rio de Janeiro que cria o Selo Aprendiz Carioca visando estabelecer parceria entra as empresas que cumprem a Lei de Aprendizagem

  • Alexandre Sampaio é reconduzido à coordenação da Câmara Empresarial de Turismo da CNC

    O presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, foi reconduzido pelo presidente da Confederação, Antonio Oliveira Santos, para prosseguir em sua gestão como coordenador da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da CNC, órgão consultivo da Presidência da CNC.

    O presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, foi reconduzido pelo presidente da Confederação, Antonio Oliveira Santos, para prosseguir em sua gestão como coordenador da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da CNC, órgão consultivo da Presidência da CNC.

    A CET, com a coordenação de Sampaio, tem sido responsável pela abertura de importantes diálogos entre iniciativa privada e governo federal, como o iniciado em 2012 com a Casa Civil, em encontro com a ministra Gleisi Hoffmann, na CNC, em Brasília. “Fiquei muito feliz com o convite para recondução ao cargo e estou disposto a honrá-lo, trazendo sempre uma proposta democrática, inovadora e criativa de diálogo e iniciativas para a nossa Câmara”, disse Sampaio.

  • Parceria renovada e novo tema de estudo

    A CNC renovou pelo sexto ano consecutivo seu apoio ao Fórum Panrotas – Tendências do Turismo. Em sua 11ª edição, o evento será realizado nos dias 19 e 20 de março, em São Paulo, no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo, e reunirá mais de 1,1 mil líderes do setor. “É uma honra assinar esta aliança e ter o reconhecimento à nossa iniciativa por parte da CNC”, declara Guillermo Alcorta, presidente da Panrotas.

    A CNC renovou pelo sexto ano consecutivo seu apoio ao Fórum Panrotas – Tendências do Turismo. Em sua 11ª edição, o evento será realizado nos dias 19 e 20 de março, em São Paulo, no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo, e reunirá mais de 1,1 mil líderes do setor. “É uma honra assinar esta aliança e ter o reconhecimento à nossa iniciativa por parte da CNC”, declara Guillermo Alcorta, presidente da Panrotas.

    Leonardo Fonseca, da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur) da CNC, afirma que este é o sexto ano de aliança institucional para realização do evento. “O fórum é considerado uma referência, onde são apresentadas as tendências e perspectivas para o ano no turismo. E um dos temas centrais desta edição é a relação entre turismo e sustentabilidade, tema que o Sistema CNC-SESC-SENAC já iniciou com o evento sobre inovação verde no turismo, realizado durante a Rio+20”, explica. Leonardo informa ainda que, em 2012, o Conselho de Turismo da CNC decidiu realizar um estudo sobre este tema – Turismo e Sustentabilidade, começando seus debates já em fevereiro, com a realização de painéis sobre o assunto até junho deste ano, para, em seguida, lançar uma publicação com as conclusões do estudo.

  • Aumenta aquisição de crédito no fim de ano

    Após o ajuste das contas familiares nos últimos meses, a propensão ao financiamento voltou a crescer. É o que mostra o resultado de dezembro da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), cujos dados mostram-se fortemente influenciados pelas compras de Natal.

    Após o ajuste das contas familiares nos últimos meses, a propensão ao financiamento voltou a crescer. É o que mostra o resultado de dezembro da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), cujos dados mostram-se fortemente influenciados pelas compras de Natal. O índice da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) aponta, além disso, que todos os indicadores de segurança de crédito caíram entre novembro e dezembro, ou seja, ao mesmo tempo em que se eleva a tendência ao crediário, reduz-se a cobertura que as famílias possuem em forma de poupança.

    Em relação à evolução de cada indicador de crédito e risco acompanhado, a PRIE mostra que em dezembro 31,5% dos endividados possuíam algum tipo de aplicação e 47,9% dos não endividados tinham recursos investidos. Esses dados corroboram a hipótese de que as festas de fim de ano normalmente pressionam os gastos além da renda corrente disponível, reduzindo a poupança. Esse é um dos principais motivos para a alta sazonal de inadimplência nos primeiros meses do ano.

    A pesquisa mostra que, em média, 40% dos entrevistados têm algum tipo de aplicação financeira. Isso significa que o razoável grau de cobertura a eventuais surpresas, passíveis de ameaçar o orçamento doméstico, registrado nos meses anteriores, foi reduzido em dezembro por conta das compras de Natal, conforme era esperado pela Fecomercio-SP.

    Vale destacar que, para os endividados com aplicação, a poupança aparece como primeira opção, com 78% de preferência. Para os não endividados, apesar de a poupança também ser a preferida, esta apresenta taxa de escolha de 74%.

    O impulso moderado na propensão a contrair novos financiamentos provocou a redução na cobertura de dívidas com base em poupança familiar. Em parte, essa tendência é atendida pelo 13º salário. Porém, nem todos os consumidores recebem tal recurso e, para muitos, o volume contabilizado é insuficiente frente ao total de gastos.

    Nesse sentido, a tendência para os primeiros meses de 2013 aponta para um maior grau de risco de inadimplência, além de uma queda na taxa de poupança em geral.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 007/2013

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que concede incentivos fiscais para organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016

    ANS altera norma que dispõe sobre a Nota Técnica de Registro de Produtos para Planos Coletivos Empresariais

    Inmetro aprova Requisitos de Avaliação da Conformidade para Equipamentos de Certificação Digital Padrão ICP-Brasil

    Detran-RJ divulga calendário de vistoria anual para o ano de 2013

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, lei que concede incentivos fiscais para organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016

    ANS altera norma que dispõe sobre a Nota Técnica de Registro de Produtos para Planos Coletivos Empresariais

    Inmetro aprova Requisitos de Avaliação da Conformidade para Equipamentos de Certificação Digital Padrão ICP-Brasil

    Detran-RJ divulga calendário de vistoria anual para o ano de 2013

  • Sumário Econômico 1305

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Setor externo em 2012 e perspectivas para 2013 – Em 2012 as transações correntes favoreceram menos o Balanço de Pagamentos, especialmente em função da redução do saldo da balança comercial. Até novembro, a conta corrente acumulou déficit de US$ 45,8 bilhões, -1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, e deverá encerrar 2012 com saldo negativo de US$ 52,5 bilhões, -2,3% do PIB. Para 2013, o Banco Central estima o acirramento do saldo negativo, que deverá chegar a -US$ 65 bilhões, -2,7% do PIB, e que a balança comercial seja de US$ 17 bilhões, com US$ 268 bilhões de vendas externas e US$ 251 bilhões de importações.

     

    Outras matérias:

    Indústria volta a cair em novembro – Os últimos dados disponibilizados pelo IBGE mostraram que a produção industrial voltou a recuar no mês de novembro de 2012, tanto na comparação com o mês anterior quanto em relação ao mesmo período de 2011. Durante o ano houve seis resultados negativos e cinco positivos, a média de variação foi de -0,18% ao longo do ano. A queda em novembro foi de 0,6% contra outubro, dados com ajuste sazonal, enquanto no mês anterior houve avanço de 0,1%%. Em relação a novembro de 2011, a indústria caiu 1,0%, influenciada pela indústria extrativa (-3,7%) e a de transformação (-0,9%). Em outubro o resultado foi de 2,5% e interrompeu uma sequência de treze meses de queda. Dentre as categorias de uso, os bens de consumo foram os únicos que demonstraram crescimento, 1,6%, com destaque para os bens de consumo duráveis (+6,0%).

     

    MPE: programação e eventos – Para congregar entidades representativas e sociedade junto ao tema de interesse nacional que são as MPEs, recentemente o Fórum Permanente divulgou calendário de ações para o presente exercício. As ações foram divididas em dois grandes blocos de eventos. Elas mostram tanto a continuidade dos encontros bimestrais dos comitês temáticos para discussão de propostas e projetos em favor das empresas quanto a articulação do Fórum Nacional com outros fóruns (estaduais e municipais) através da elaboração de uma agenda nacional, como também de oficinas e outros tipos de eventos.

     

    Comércio eletrônico: cuidados para não perder a venda – As transações feitas através do comércio eletrônico comportam dezenas de variáveis, que podem conduzir ao sucesso ou ao fracasso de uma iniciativa. Mesmo que um negócio na web conte com ótimo planejamento, campanha mercadológica e produtos adequados, o empreendimento poderá sofrer reveses em função de problemas na entrega/prazo ou em decorrência de falhas na política de devoluções e trocas. Hoje as redes sociais são um instrumento poderoso de divulgação de informações – um boca a boca muitas vezes multiplicado, para o bem ou para o mal – e clientes insatisfeitos podem se tornar um grande transtorno para as empresas, uma vez que eventuais experiências frustradas no varejo eletrônico serão partilhadas com milhares de pessoas.

     

    A implantação da logística reversa da Política Nacional de Resíduos Sólidos – Através do novo modelo de gestão, que define o estabelecimento de normas e a especificação dos prazos no formato de acordos setoriais para a coleta de materiais descartados, foi criado, por meio do Decreto nº 7.404/2010, o Comitê Orientador para Implantação dos Sistemas de Logísticas Reversa (CORI). Entre as competências do CORI estão a aprovação dos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) de sistema de logística reversa, instituídos nos termos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o estabelecimento da orientação estratégica para a implantação de tais sistemas e a definição das diretrizes metodológicas para avaliação dos impactos sociais e econômicos. O objetivo estratégico mais evidente na implantação da logística reversa nas empresas é o de agregação de valor econômico, porém observa-se que mais recentemente, dois novos fatores incentivam decisões empresariais em sua adoção: o fator competitividade, com intuito da fidelização do consumidor, e o fator da conscientização ecológica.