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  • Sumário Econômico 1304

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    O setor produtivo em 2012 – A economia brasileira cresceu 0,7% no acumulado de janeiro a setembro de 2012. Esse resultado advém de variações de -1,0% na agropecuária e -1,1% na indústria – setores que respondem por 15% e 23% do PIB, respectivamente. O único crescimento sob a ótica da produção deu-se no setor de serviços (+1,4%), responsável por 68% do PIB (impostos líquidos respondem por 5%). Pela ótica da demanda, os dois maiores componentes registram avanços em 2012: consumo das famílias (+2,6%) e consumo da administração pública (+2,7%). Nos últimos 20 trimestres o consumo das famílias cresceu mais que o PIB em 14 oportunidades. A formação bruta de capital fixo recuou -2,4%, e o setor externo contribuiu negativamente, variando -0,8% em função da desaceleração nas exportações (0,9%) ante as importações (+1,7%).

     

    Outras matérias:

    Desmatamento – Na abertura da 108ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), realizada em 27 de novembro de 2012, em Brasília, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que, entre agosto de 2011 e junho de 2012, foram desmatados 4.656 quilômetros quadrados de floresta. É a menor taxa de desmatamento na história do País, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Houve queda de 27% na devastação do bioma. O levantamento é feito desde 1988 pelo Inpe e registra como desmatamento as áreas onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal. A margem de erro é de 10%, e os números consolidados serão divulgados em meados de 2013.

    Mercado espera PIB de 1,0% – Com a última reunião do Copom deste ano já tendo sido realizada, a meta para a taxa de juros Selic para o fim do ano está definida em 7,25% – seu menor nível histórico. Segundo o último relatório Focus disponibilizado pelo Banco Central, a mediana das projeções para o próximo ano mostra uma taxa de 7,25%. Como a média do ano também está em 7,25%, isso significa que não se esperam novos cortes ou incrementos ao longo de 2013. Esta é a quarta semana consecutiva que as expectativas para 2013 permanecem nesse patamar e é a menor desde janeiro, quando se esperava uma Selic de aproximadamente 10,0%.

    Compras governamentais – resultado da pesquisa – Recentemente, o Fórum Permanente das MPEs divulgou resultado da pesquisa on-line com micros e pequenas empresas, empreendedores individuais e outros participantes, feita com o objetivo de obter informações estratégicas para a elaboração de políticas públicas específicas nessa área, visando eliminar barreiras e entraves a uma maior participação empresarial nas compras dos três níveis de administração pública. Salienta-se que a pesquisa é oriunda de trabalho do Comitê Compras Governamentais, do qual, junto com o Ministério do Planejamento, a CNC é coordenadora pelo setor privado. Ao todo, foram 2.153 participações, sendo 82 pela ferramenta Google Docs e 2.107 pelo site do governo www.comprasnet.gov.br – portal de compras do governo federal.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 230/2012

    DESTAQUES:

    Designados representastes da CNC para compor o Conselho Nacional de Saúde, triênio 2012/2015

    Aprovado o modelo de concessão do trem-bala

    Regulamentadas as atividades de segurança privada desenvolvidas por empresas especializadas

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Dezembro de 2012

    Assessoria de Gestão das Representações | Dezembro de 2012

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Dezembro de 2012

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Conselho discute migrações na CNC

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo promoveu, em Brasília, em 11 de dezembro, um jantar de fim de ano do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reuniu membros do conselho e representantes de outras entidades voltadas para a questão das migrações. O vice-presidente Financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo, deu as boas vindas aos convidados, ao lado da representante da CNC no órgão, Marjolaine Canto.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo promoveu, em Brasília, em 11 de dezembro, um jantar de fim de ano do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reuniu membros do conselho e representantes de outras entidades voltadas para a questão das migrações. O vice-presidente Financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo, deu as boas vindas aos convidados, ao lado da representante da CNC no órgão, Marjolaine Canto.

    “O evento celebra o Dia Internacional dos Migrantes, em 18 de dezembro, uma referência para que possamos fazer um balanço das atividades do Conselho e também uma reflexão sobre os caminhos que trilhamos”, afirmou o presidente do Conselho, Paulo Sérgio de Almeida.

    Segundo ele, não fossem as normas do CNIg, pela lei atual, de 1980, somente os estrangeiros que casassem com brasileiro ou brasileira, ou que tivessem filho no Brasil, poderiam permanecer no País: “Foi o CNIg que construiu toda a normatização hoje vigente para a vinda de estrangeiros para o nosso País”.

    Nessas normas, o CNIg busca o equilíbrio entre as necessidades de vinda de profissionais estrangeiros com as de geração de emprego e qualificação profissional dos trabalhadores brasileiros. Por isso, muitas dessas resoluções condicionam a vinda de estrangeiros ao cumprimento de percentuais de contratações de brasileiros ou à existência de programas de treinamento profissional do nosso País. Dessa forma, podemos nos beneficiar da expertise desses pedidos”, explicou Paulo Sérgio.

    O chefe de Gabinete do ministro Brizola Neto, Fernando Britto, que o representou no encontro, apontou que, nos últimos seis a sete anos, o Brasil passou de cerca de 20 a 25 mil entradas de estrangeiros por ano, para algo que hoje deve superar a casa dos 70 a 75 mil. Em paralelo, ele comentou o crescimento das atividades economicas no País: “O Brasil recebeu um volume e diversificação de demanda que dificilmente alguma empresa conseguiria enfrentar sem uma crise. Um crescimento de mais de 200% de suas atividades”.

    Para Britto, a imigração tem grande importância para o País: “Hoje não podemos ter a ilusão de que o País vai conseguir prosseguir, como está, nesse salto desenvolvimentista, sem atrair, de um lado capitais e de outro lado pessoas de todo o mundo. Isso é essencial para nós”, afirmou.

    Para ele, a questão é que, diferentemente de outras épocas, queremos atrair capitais e pessoas, em condições vantajosas para o nosso país e para o nosso povo. “Não é a essência do que devemos fazer que muda, mas a forma como nós devemos fazer é que vai nos exigir sempre compreensão de que a chave do nosso desenvolvimento, entre outros dentes em sua serrilha, tem a da imigração, a da chegada de pessoas de todo o mundo, e que, afinal, não tem nada de diferente desse imenso cadinho de mesclas que constituem o povo brasileiro”, afirmou.

    Também participaram o ministro diretor do Departamento de Imigração do Ministério de Relações Exteriores, Rodrigo do Amaral Souza; o coordenador do CNIg, Aldo Cândido; a subchefe de gabinete da CNC, Cristinalice Oliveira; o consultor da Presidência da CNC, Roberto Nogueira; o chefe da Assessoria junto do Poder Legislativo da CNC, Roberto Velloso; o representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), Andrés Ramirez; a diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), irmã Rosita Milesi; e a diretora do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, Izaura Miranda.

  • CNC Notícias 152

    Superação

     

    As notícias sobre a recuperação da economia brasileira não foram as esperadas, neste final de ano, mas o balanço geral do comércio mostra um setor que fez da capacidade de superação uma plataforma para conseguir manter o crescimento.

    Superação

     

    As notícias sobre a recuperação da economia brasileira não foram as esperadas, neste final de ano, mas o balanço geral do comércio mostra um setor que fez da capacidade de superação uma plataforma para conseguir manter o crescimento.

    Como mostra a matéria de capa desta edição da CNC Notícias, ao longo de 2012 esperou-se pelo momento em que o Brasil iria retomar o caminho do crescimento. Várias medidas de estímulo foram adotadas pelo governo, como a redução da taxa básica de juros (Selic), atualmente no nível histórico de 7,25%, e a desoneração fiscal de produtos, como os da linha branca. O crescimento, finalmente, chegou. Mas não no nível desejado. O patamar de investimento, por exemplo, ainda é muito baixo, embarreirado pela conhecida teia de deficiências que impede voos mais altos e consistentes da nossa economia.

    O cenário internacional, que tanto influenciou, também, o desempenho este ano, continuará tendo seu peso em 2013. A crise na Europa, a recessão provocada pelas medidas de austeridade nos países da região, a insustentabilidade do endividamento desses países e o abismo fiscal dos Estados Unidos são algumas das sombras que continuarão a se projetar sobre o futuro da economia global e do Brasil, em particular.

    Mas se o País quer, realmente, garantir um bom nível de crescimento, não apenas em 2013, mas de forma sustentável, o melhor caminho é promover e estimular um ambiente favorável aos investimentos privados. O governo parece empenhado nessa tarefa, mas, como mostram os resultados, é preciso fazer mais.

    A capacidade de superação dos empresários brasileiros é grande, como ficou demonstrado, mais uma vez, ao longo de 2012. Mas é hora de direcionar essa energia para voos mais altos, e não para contornar os obstáculos impostos por um ambiente de negócios que ainda tem muito a melhorar para atrair os investimentos nos níveis necessários.

    Boa leitura!

  • Conselho de Turismo debate Aviação Comercial Brasileira

    A última reunião de 2012 do Conselho de Turismo da CNC, realizada no dia 5 de dezembro, debateu a aviação comercial brasileira, mudanças e desafios do setor, que hoje já ultrapassa o transporte rodoviário nos destinos interestaduais (nas viagens entre estados). A reunião contou com a participação do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, que apresentou o cenário de crescimento do mercado aéreo e os problemas enfrentados nos últimos três anos, como a saturação da infraestrutura, a alta carga tributária e o aumento do preço dos combustíveis.

    A última reunião de 2012 do Conselho de Turismo da CNC, realizada no dia 5 de dezembro, debateu a aviação comercial brasileira, mudanças e desafios do setor, que hoje já ultrapassa o transporte rodoviário nos destinos interestaduais (nas viagens entre estados). A reunião contou com a participação do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, que apresentou o cenário de crescimento do mercado aéreo e os problemas enfrentados nos últimos três anos, como a saturação da infraestrutura, a alta carga tributária e o aumento do preço dos combustíveis.

    Apesar dos avanços do setor, que transportou 86 milhões de passageiros em 2011, o momento atual é desfavorável – o preço do combustível aumentou 60%, de 2009 a 2012, igual porcentagem em que aumentaram as tarifas aeroportuárias. Segundo Eduardo Sanovicz, o custo operacional das empresas brasileiras é 26% superior ao das empresas europeias. “Na última década, a aviação brasileira passou por um período de desenvolvimento, com um aumento da renda do brasileiro, a redução dos preços de passagens e a presença de empresas mais robustas. Mas no final de 2010 surgiu um novo cenário, quando houve um aumento do preço do querosene e as passagens subiram cerca de 50%”, explicou Sanovicz.

    A recém-criada Abear é formada pelas cinco principais companhias aéreas brasileiras – Avianca, Azul, Gol, Tam e Trip – e representa 99% do mercado doméstico. As associadas operam quase 3 mil voos diários e empregam 57 mil funcionários. A entidade atua na promoção da competitividade no setor, incentivando a revisão de custos, investindo na formação de profissionais e na sustentabilidade, com foco na pesquisa de biocombustível. Segundo estudo do BNDES, apresentado por Sanovicz, a economia gerada com investimentos em eficiência energética é repassada ao consumidor, com a redução das tarifas, o que gera um aumento da demanda, ou seja, esse é um investimento que interessa ao setor. “As metas da Abear incluem a ampliação do número de destinos, a conquista de mais passageiros e a mudança da matriz de combustível. Queremos, com pesquisas e desenvolvimento da tecnologia, tornar o biocombustível viável para a aviação brasileira”, afirmou Sanovicz.

    Na ocasião, o Conselho homenageou o secretário estadual de Turismo do Rio de Janeiro, Ronald Ázaro, pelos serviços prestados ao turismo. Ázaro acaba de ser empossado como presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur). Durante a reunião, ele fez um balanço das ações da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) em 2012, abordando os convênios para promoção internacional dos destinos no Estado, os investimentos e a parceria pela qualificação profissional do setor e, ainda, as obras, os projetos e os estudos turísticos concluídos e em realização.

    Após as palestras no Rio de Janeiro, o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio, recepcionou os presentes em um coquetel que marcou o encerramento das atividades de 2012 do Conselho, o qual voltará a ser reunir em fevereiro.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 229/2012

    DESTAQUES:

    Receita Federal e PGFN definem parcelamento de dívidas dos Estados e Municípios com a Previdência Social

    MPS estabelece os fatores de atualização dos benefícios para o mês de dezembro de 2012

    Sindicato dos Proprietários de Salões de Beleza, Cabeleireiros e Clínicas de Estética do Estado do Piauí convoca os associados para Assembleia Geral a realizar-se no dia 24 de dezembro de 2012

  • TV CNC: as estimativas para o comércio e a economia em 2013

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2012, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Apesar do crescimento abaixo do esperado, o consumo das famílias continua forte. Veja neste programa da TV CNC quais são os prognósticos da Divisão Econômica da Confederação para o comércio e a economia do País.

    Assista ao vídeo:

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2012, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Apesar do crescimento abaixo do esperado, o consumo das famílias continua forte. Veja neste programa da TV CNC quais são os prognósticos da Divisão Econômica da Confederação para o comércio e a economia do País.

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  • As estimativas para o comércio e a economia em 2013

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2012, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Apesar do crescimento abaixo do esperado, o consumo das famílias continua forte. Veja neste programa da TV CNC quais são os prognósticos da Divisão Econômica da Confederação para o comércio e a economia do País.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2012, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Apesar do crescimento abaixo do esperado, o consumo das famílias continua forte. Veja neste programa da TV CNC quais são os prognósticos da Divisão Econômica da Confederação para o comércio e a economia do País.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 228/2012

    DESTAQUES:

    CNC divulga o valor-base para cálculo da contribuição sindical, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2013

    Sindicato Nacional do Comércio Transportador-Revendedor-Retalhista de Combustíveis notifica para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal, a partir de 1º de janeiro de 2013

    Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo convoca para AGE a ser realizada no dia 19 de dezembro de 2012

    MTE torna sem efeito anotação que excluiu categoria da representação do Sindicato Nacional do Comércio de Produtos Odontológicos Varejos e Atacado