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  • Informe Representações 201

    Assessoria de Gestão das Representações | 14/08/2012 – Ano 3, nº 201

     

    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

    I Oficina Nacional sobre o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir)

    Assessoria de Gestão das Representações | 14/08/2012 – Ano 3, nº 201

     

    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

    I Oficina Nacional sobre o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir)

    Cristiane de Souza Soares, consultora ambientalista da CNC, foi indicada para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na I Oficina Nacional sobre o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir), que acontece nos dias 14 e 15 de agosto de 2012, das 9 às 17h30, no Edifício Marie Prendi Cruz, na SEPN 505, Bloco B, sala T-13, em Brasília, DF.

    O Sinir deverá ser implementado até dezembro de 2012 e tem por objetivo: coletar e sistematizar dados sobre a prestação de serviços públicos e privados de gestão e gerenciamento de resíduos; promover a organização, o acesso e a disseminação das informações; disponibilizar estatísticas, indicadores e informações que facilitem a caracterização da demanda e da oferta dos serviços necessários; avaliar os resultados, os impactos e as metas dos planos e ações de gestão; e informar a sociedade sobre a situação dos resíduos sólidos no País e sobre as atividades realizadas para a implantação integral da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    (61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 149/2012

    DESTAQUES:

    Deferido o pedido de credenciamento da AR FECOMERCIO PB

    RFB disciplina incidência de tributos sob regime de apuração cumulativa

    Meio Ambiente estabelece calendário e regras para a eleição das entidades ambientalistas que ocuparão as vagas destinadas ao Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas – CNEA no Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, no biênio 2013/2015

    Alterada a composição da Comissão Tripartite Paritária Permanente

    DESTAQUES:

    Deferido o pedido de credenciamento da AR FECOMERCIO PB

    RFB disciplina incidência de tributos sob regime de apuração cumulativa

    Meio Ambiente estabelece calendário e regras para a eleição das entidades ambientalistas que ocuparão as vagas destinadas ao Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas – CNEA no Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, no biênio 2013/2015

    Alterada a composição da Comissão Tripartite Paritária Permanente

    Edital de Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Fortaleza para AGE a ser realizada no dia 29 de agosto de 2012

  • Sistema CNC-SESC-SENAC nas redes sociais

    O Brasil está entre os dez países que mais utilizam redes sociais. Segundo estimativas do IBOPE, 87% dos internautas brasileiros alegaram que acessam redes sociais. As entidades do Sistema CNC-SESC-SENAC  em todo o Brasil também estão conectadas. Veja na relação abaixo como encontrar as entidades no Facebook e no Twitter:

    Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    O Brasil está entre os dez países que mais utilizam redes sociais. Segundo estimativas do IBOPE, 87% dos internautas brasileiros alegaram que acessam redes sociais. As entidades do Sistema CNC-SESC-SENAC  em todo o Brasil também estão conectadas. Veja na relação abaixo como encontrar as entidades no Facebook e no Twitter:

    Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    Facebook  /  Twitter  / Youtube

    Federações estaduais:

    Fecomércio-AC  – Facebook    /   Twitter

    Fecomércio-AL  –  Facebook /    Twitter

    Fecomércio-AM – Facebook /   Twitter

    Fecomércio-CE – Facebook 

    Fecomércio-DF – Facebook / Twitter

    Fecomércio-ES – Facebook / Twitter

    Fecomércio-GO – Facebook / Twitter

    Fecomércio-MA – Twitter

    Fecomércio-MG – Facebook / Twitter

    Fecomércio-MS – Facebook / Twitter

    Fecomércio-PA – Facebook / Twitter

    Fecomércio-PE – Facebook / Twitter

    Fecomércio-RN – Facebook / Twitter

    Fecomércio-RR – Facebook / Twitter

    Fecomércio-RS – Facebook / Twitter

    Fecomércio-SC – Facebook / Twitter

    Fecomércio-SE – Twitter

    Fecomércio-SP – Facebook / Twitter  

    Fecomércio-TO – Facebook / Twitter

    Federações nacionais:

    Fenacor – Facebook / Twitter

    Fenacon – Facebook

    Feaduaneiros – Twitter

    FNHRBS – Facebook / Twitter

     Febrac –  Facebook

     

    Sesc  – Facebook

     

    Senac Facebook / Twitter  

     

    Outros projetos:

    Escola Sesc de Ensino Médio https://www.facebook.com/escolasesc?ref=pb

    Mesa Brasil https://twitter.com/mesabrasilsesc

    Sesc Pantanal https://www.facebook.com/sescpantanal

    Editora Senac São Paulo https://www.facebook.com/editorasenacsp?ref=pb

    Fecomércio –BA –  Facebook Teatro Casa do Comércio

     Fecomércio-CE –  Facebook Mostra Sesc Cariri

  • Boletim Informativo Diário (BID) 148/2012

    DESTAQUES:

    Conselho Nacional de Política Cultural estabelece normas para o processo eleitoral de renovação dos membros dos Colegiados Setoriais e do Plenário, para o biênio 2012/2014

    Designados representantes para compor o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – CONADE

    DESTAQUES:

    Conselho Nacional de Política Cultural estabelece normas para o processo eleitoral de renovação dos membros dos Colegiados Setoriais e do Plenário, para o biênio 2012/2014

    Designados representantes para compor o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – CONADE

  • Retrocesso do liberalismo econômico

    No artigo Retrocesso do liberalismo econômico, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, aborda os questionamentos feitos ao liberalismo econômico após a crise de 2008, ressaltando a necessidade de uma maior fiscalização e regulação por parte do Estado, principalmente em relação ao sistema financeiro que, em sua visão, “adquir

    No artigo Retrocesso do liberalismo econômico, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, aborda os questionamentos feitos ao liberalismo econômico após a crise de 2008, ressaltando a necessidade de uma maior fiscalização e regulação por parte do Estado, principalmente em relação ao sistema financeiro que, em sua visão, “adquiriu uma acintosa prevalência sobre a economia real”.

    Para Oliveira Santos, a crise de 2008 pouco nos ensinou em termos de teoria econômica, mas deixou uma lição dramática: o liberalismo econômico foi posto em cheque e nem os mais ortodoxos economistas são capazes de defendê-lo sem reservas. Neste cenário, observa o presidente da CNC, o grande risco é “o ressurgimento dos socialistas, mancomunados com fanáticos ambientalistas, que vão ao extremo ideológico de propor o fim da empresa privada e do direito à propriedade, a essência do capitalismo”. Segundo Oliveira Santos, trata-se de uma perniciosa confusão. “O erro não está no capitalismo privado, mas no excessivo liberalismo e na falta de adequada regulação e eficiente fiscalização da parte do Estado. Cabe ao Estado corrigir essas distorções”.

  • Retrocesso do liberalismo econômico (Jornal do Commercio de 13 de agosto de 2012)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    Há muito tempo, mesmo os economistas mais ortodoxos, muitos invocando Keynes, repudiam as propostas do laissez faire – laissez passer, lançadas por Adam Smith, em 1776, segundo as quais o mundo econômico se autorregula e o mercado é ordenado por uma “mão invisível” que dispensa a presença e a intervenção regulatória do Estado.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    Há muito tempo, mesmo os economistas mais ortodoxos, muitos invocando Keynes, repudiam as propostas do laissez faire – laissez passer, lançadas por Adam Smith, em 1776, segundo as quais o mundo econômico se autorregula e o mercado é ordenado por uma “mão invisível” que dispensa a presença e a intervenção regulatória do Estado.

    Durante muitos anos, o liberalismo econômico pautou o relacionamento do Estado com a iniciativa privada, no pressuposto de que a dinâmica econômica, pela via principalmente da lei da oferta e procura, assegura o equilíbrio das forças do mercado. Sucessivas crises econômicas, principalmente a partir da grande depressão dos anos trinta, provaram o contrário. Deixado ao livre arbítrio dos agentes econômicos, o mercado tende ao abuso, à exploração do mais fraco pelo mais forte, ao monopólio, ao enriquecimento ilícito.

    Com o avanço da tecnologia da informática, que imprimiu extrema velocidade às operações no comércio internacional, e, especialmente, ao sistema financeiro, esse espantoso crescimento deu margem às formas mais abusivas de especulação e desvios da boa administração. As operações de hedge e derivativos nas Bolsas de Mercadorias e Futuros transformaram o mercado de capitais em verdadeiro cassino.

    No início, esses avanços da tecnologia produziram uma intensa euforia, tanto dos empresários como dos consumidores, com a inusitada expansão do crédito, praticamente sem limites. No final do Século XX, tivemos vários anos de forte expansão econômica, interrompidos apenas em 2001, pelo atentado terrorista nos Estados Unidos. Logo depois, voltaram o otimismo, o açodamento do consumo e a explosiva expansão do crédito e da securitização. O sistema financeiro adquiriu uma acintosa prevalência sobre a economia real.

    Em setembro de 2008, deu-se a quebra do Banco Lehman Brothers, pondo a descoberto toda a trama especulativa do sistema financeiro. A partir daí, o mundo se deu conta de que tudo isso aconteceu pelo excesso de liberdade conferido especialmente aos bancos e à ausência de uma prudente fiscalização e regulação de parte do Estado.

    A crise financeira e fiscal, seguida de impressionantes níveis de desemprego, assombrou a economia dos Estados Unidos e da Europa. A crise pouco nos ensinou em termos de teoria econômica, mas deixou uma lição dramática: o liberalismo econômico foi posto em cheque e nem os mais ortodoxos economistas são capazes de defendê-lo sem reservas. O grande risco, agora, é o ressurgimento dos socialistas, mancomunados com fanáticos ambientalistas, que vão ao extremo ideológico de propor o fim da empresa privada e do direito à propriedade, a essência do capitalismo.

    É impressionante a audácia de alguns ambientalistas que propõem um novo modelo de desenvolvimento econômico, baseado no crescimento zero dos países desenvolvidos e emergentes, como resposta à expansão demográfica, a fim de evitar uma dramática crise de alimentos, de água e de energia. Mesmo no Brasil, que não tem esses problemas, há fortes correntes, inclusive no Governo, advogando drásticas providências para “erradicar a pobreza mundial”.

    Fez-se uma perniciosa confusão. O erro não está no capitalismo privado, mas, no excessivo liberalismo e na falta de adequada regulação e eficiente fiscalização da parte do Estado. Cabe ao Estado corrigir essas distorções.

     

    Jornal do Commércio, 13 de agosto de 2012

  • Senac participa da Bienal de São Paulo

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) estará presente, até o dia 19 de agosto, na 22ª edição da Bienal do Livro de São Paulo. Toda a produção editorial das editoras do Senac estará disponível ao público com 30% de desconto durante os dez dias de feira.

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) estará presente, até o dia 19 de agosto, na 22ª edição da Bienal do Livro de São Paulo. Toda a produção editorial das editoras do Senac estará disponível ao público com 30% de desconto durante os dez dias de feira.

    O estande do Senac, voltado para o tema Moda, foi concebido pelo estilista Jum Nakao (autor do livro “A costura do invisível”, publicado pelo Departamento Nacional), que combinou a ambientação das passarelas ao clima das praças de leitura, concebendo literalmente a própria passarela e uma arquibancada de desfiles dentro do estande.

    Só na área de moda, o catálogo do Senac oferece livros de nomes como das jornalistas Lilian Pacce, Márcia Disitzer, Maria Emilia Kubrusly, Dinah Bueno Pezzolo e Gloria Kalil, dos sociólogos Daniel Roche e Diana Krane, da psicanalista Pascale Navarri e do consultor de artesanato têxtil e design Renato Imbroisi. Gastronomia, hotelaria e outras áreas também são alvo das publicações da entidade.

    O evento realiza-se no pavilhão de Exposições do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana, em São Paulo. Você pode saber mais sobre a participação da entidade na Bienal através do Facebook do Senac Brasil.

  • Judoca Sarah Menezes visita o Sesc Piauí

    A judoca Sarah Menezes, medalha de ouro na categoria até 48 kg nos Jogos Olímpicos de Londres, esteve nesta quarta-feira, 8 de agosto, na unidade do Serviço Social do Comércio (Sesc) em Ilhotas, no Piauí, onde começou o seu treinamento no judô e atua como monitora da Escola de Judô que funciona na unidade.

    A judoca Sarah Menezes, medalha de ouro na categoria até 48 kg nos Jogos Olímpicos de Londres, esteve nesta quarta-feira, 8 de agosto, na unidade do Serviço Social do Comércio (Sesc) em Ilhotas, no Piauí, onde começou o seu treinamento no judô e atua como monitora da Escola de Judô que funciona na unidade.

    “A Sarah começou a fazer judô numa escola do (bairro) Bela Vista. Passaram-se uns três meses, e ela veio pra cá. Começamos a escola aqui no Sesc, com 15 tatames ruins, duros”, lembra o professor Expedito Falcão, treinador de Sarah. A atleta treinou no Sesc Ilhotas até montar seu próprio Centro de Treinamento, no bairro Piçarra. “Agora, nós treinamos neste tatame melhor, que conseguimos treinando aqui no Sesc”, disse Falcão.

    Sarah foi recebida pela diretora Regional do Sesc-PI, Irlanda Castro, que entregou à medalhista um buquê de flores e agradeceu a coragem, a determinação e o exemplo de Sarah Menezes, que ficará na história do judô brasileiro.

    A campeã também cumprimentou os colegas que frequentam o Sesc e tirou fotos com comerciários, funcionários e alunos de judô e da Academia do Sesc.

  • Sumário Econômico 1290

    Destaques:

    Destaques:

    Confiança do empresário cai 2,3% no trimestre – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) apresentou queda de 2,3% no trimestre finalizado em julho, em relação ao mesmo período do ano passado. Os resultados mensais e interanuais apresentaram forte queda. O Icec caiu 7,9% na comparação com o mês anterior e 9,1% em relação ao mês de julho de 2011. O resultado negativo foi influenciado principalmente por uma deterioração nas condições atuais do empresário do setor, que recuaram 11,1% no trimestre e 14,9% na comparação com o mês anterior, além de terem despencado 23,3% em relação ao mês de julho de 2011.

    Phishing – Ao lado dos benefícios e facilidades propiciados pela internet, surgem, diariamente, novas práticas maliciosas e golpes, que podem causar grandes prejuízos aos usuários. Uma das mais recentes – e que está presente no cotidiano de todos nós – é o chamado phishing, uma corruptela da palavra fishing (pescaria). O phishing ocorre através do envio de e-mails maliciosos, onde o golpista procura “pescar” informações pessoais e financeiras dos usuários, utilizando recursos técnicos combinados com a “engenharia social”. Muitas vezes, os programas de segurança instalados nos computadores conseguem pré-identificar essas mensagens como perigosas ou spam, desqualificando-as a priori. Mas outras vezes as mensagens surgem nas caixas de mensagens dos usuários sem despertar maiores suspeitas, de tão bem feitas que são.

    Mercado de trabalho cada vez mais especializado – Um relatório recente do McKinsey Global Institute discute sobre o mercado de trabalho mundial e sua evolução no mundo no qual vivemos. A queda da demanda e a desaceleração das economias ocasionadas pela crise iniciada em 2008 têm grande impacto nesta situação. Entretanto, o estudo pretende mostrar que o nível de desemprego não é ocasionado apenas por isso. Vários assuntos são abordados para explicar as taxas de desocupação observadas atualmente.

    Guia de sobrevivência das MPEs (II) – No número passado deste SE informamos existir a publicação Guia de Sobrevivência das MPEs no site do MDIC, endereço web http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1323352890.pdf, material interessante contendo orientações de gestão para os empresários, principalmente por fazer menção ao instituto da recuperação judicial. Segundo o guia, a recuperação judicial poderá auxiliar o empresário a evitar a falência, dando-lhe chances melhores do que na antiga lei de poder apresentar alternativas para quitação de débitos junto aos seus credores em juízo.

     

  • Comissão do novo Código Comercial ouve professor da FGV no Rio

    A comissão especial que analisa o novo Código Comercial (Projeto de Lei 1572/11) discute a proposta nesta tarde no Rio de Janeiro com o presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Ivan Simonsen Leal.

    O debate será realizado às 14 horas na sede da FGV no Rio de Janeiro.

    De autoria do deputado Vicente Candido (PT-SP), a proposta tem o objetivo de sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações empresariais entre pessoas jurídicas.

    A comissão especial que analisa o novo Código Comercial (Projeto de Lei 1572/11) discute a proposta nesta tarde no Rio de Janeiro com o presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Ivan Simonsen Leal.

    O debate será realizado às 14 horas na sede da FGV no Rio de Janeiro.

    De autoria do deputado Vicente Candido (PT-SP), a proposta tem o objetivo de sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações empresariais entre pessoas jurídicas.

    A proposta do novo código trata, entre outros assuntos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

    O texto conta com 670 artigos, divididos em cinco livros. O primeiro é uma parte geral sobre a empresa; o segundo trata das sociedades empresariais; o terceiro regula as obrigações dos empresários; o quarto aborda a crise da empresa; e o quinto trata das disposições transitórias.