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  • Dia Nacional do Turismo

    O Sistema CNC-SESC-SENAC desde 1955 fortalece o turismo. Defendendo os legítimos interesses do turismo através da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Formando e atualizando mão de obra especializada através do SENAC. E proporcionando lazer, cultura e bem estar para esses profissionais através do SESC. É por isso o que no dia Nacional do Turismo homenageamos os empresários e trabalhadores deste setor que impulsiona o crescimento do Brasil.

     

    O Sistema CNC-SESC-SENAC desde 1955 fortalece o turismo. Defendendo os legítimos interesses do turismo através da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Formando e atualizando mão de obra especializada através do SENAC. E proporcionando lazer, cultura e bem estar para esses profissionais através do SESC. É por isso o que no dia Nacional do Turismo homenageamos os empresários e trabalhadores deste setor que impulsiona o crescimento do Brasil.

     

  • Confiança do empresário permanece estável

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), permaneceu estável no mês de fevereiro, registrando 127,6 pontos, o mesmo patamar alcançado no mês de janeiro, quando o índice apresentou queda de 2,3% em relação a dezembro de 2011.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), permaneceu estável no mês de fevereiro, registrando 127,6 pontos, o mesmo patamar alcançado no mês de janeiro, quando o índice apresentou queda de 2,3% em relação a dezembro de 2011. “Apesar da retração nas condições atuais devido a uma desaceleração marginal nas concessões de crédito, as expectativas dos empresários permaneceram favoráveis, sinalizando que o volume de vendas no comércio deverá ser bastante favorável em 2012”, afirmou o economista da CNC, Bruno Fernandes.

     A estabilidade do ICEC resultou de uma queda de 3,3% no subíndice que mede as condições atuais, equilibrada por uma elevação de 3,3% nas expectativas dos comerciantes. “O resultado mostra que o crescimento do volume de vendas no varejo deverá ser menor no primeiro semestre do que na segunda metade do ano”, completa o economista da CNC.

     A queda de 3,3% do Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) foi influenciada por quedas de na percepção dos comerciantes em relação às condições atuais da economia (-4,9%), do setor varejista (-4,2%) e de sua própria empresa (-1,1%). Segundo o economista, os principais fatores de sustentação do comércio varejista nos últimos anos foram a massa real de rendimentos em alta e a expansão do crédito. “Essa desaceleração marginal nas concessões de crédito pode ter impactado negativamente a percepção do comerciante em relação às condições atuais”, disse Fernandes.

    A expectativa de contratação de funcionários subiu 2%, confirmando as expectativas favoráveis para a segunda metade do ano. O índice de investimento dos empresários do comércio também se encontra em patamar favorável, acima dos 100 pontos (110,5 pontos). Isso mostra que o empresário do comércio varejista ainda enxerga o ambiente de negócios como favorável, e por isso está elevando seu nível de investimento.

    Clique aqui e veja os gráficos do Índice de Confiança do Empresário do Comércio e a análise da Divisão Econômica da CNC.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC): fevereiro de 2012

     

     

     

     

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), permaneceu estável no mês de fevereiro, registrando 127,6 pontos, o mesmo patamar alcançado no mês de janeiro, quando o índice apresentou queda de 2,3% em relação a dezembro de 2011. “Apesar da retração nas condições atuais devido a uma desaceleração marginal nas concessões de crédito, as expectativas dos empresários permaneceram favoráveis, sinalizando que o volume de vendas no comércio deverá ser bastante favorável em 2012”, afirmou o economista da CNC, Bruno Fernandes.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 041/2012

    Concedido o pedido de registro sindical do Sindicato das Agências de Propaganda do estado do Tocantins – TO.

    Concedido o pedido de alteração estatutária do Sindicato das Empresas de Representação Comercial e dos Representantes Comerciais Autônomos da Região Nordeste do Rio Grande do Sul – SIRECOM NORDESTE/RS.

    Promulgados acordos entre Brasil e Alemanha em áreas de interesse recíproco.

    Instituída Mesa Nacional Permanente para o Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho na Indústria da Construção.

    Divulgada a Taxa Selic relativa ao mês fevereiro de 2012.

    Alterado Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais.

    Fixado procedimentos para retificação de erros de Guia da Previdência Social.

     

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 040/2012

    Aplicado direito antidumping definitivo, por um prazo de até 5 (cinco) anos, às importações de filmes, chapas, folhas, películas, tiras e lâminas de poli(tereftalo de etileno), de espessura igual ou superior a 5 micrometros, e igual ou inferior a 50 micrometros (Filme PET), originários dos Emirados árabes Unidos, do México e da Turquia. Foi convocada para participar da audiência final, entre outras partes interessadas conhecidas, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC.

    Concedido o pedido de registro de alteração estatutária do Sindicato das Empresas de Representação Comercial e dos Representantes Comerciais Autônomos da região Sul do Rio Grande do Sul – SIRECOMSUL/RS.

     

     

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  • Mercadante apresenta planos do Ministério da Educação para os próximos anos

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) ouviu o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, sobre os planos e diretrizes do ministério para os próximos anos. A reunião foi presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR).

    A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) ouviu o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, sobre os planos e diretrizes do ministério para os próximos anos. A reunião foi presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR).

    Em seu pronunciamento, Mercadante sugeriu a celebração de um “grande pacto nacional” em defesa da educação, com a garantia de aplicação no setor de ao menos 30% dos royalties a serem obtidos com a exploração do petróleo da camada pré-sal durante pelo menos uma década. A partir desse acordo, previu, o País estará se preparando para o momento em que se esgotarem as suas maiores reservas de petróleo.

    “Se aprovarmos o projeto de distribuição dos royalties como está, vamos pulverizar esses recursos. O que vamos ter no futuro, depois que acabar o petróleo? Ou vamos nos acomodar por 20 anos com essas receitas? Temos de pensar o Brasil sem o pré-sal. E o Brasil só se sustentará como país desenvolvido com educação, ciência e tecnologia”, alertou Mercadante.

    Na sua primeira exposição aos integrantes da Comissão de Educação, o ministro informou como pretende colocar em prática, ao longo de sua gestão, as metas do Plano Nacional de Educação para o período de 2011 a 2020, ainda sob análise da Câmara dos Deputados.

    Inicialmente, ele ressaltou o compromisso do governo com a construção, até 2014, de seis mil creches e pré-escolas. Dessa forma, observou o ministro, será possível que um maior número de estudantes chegue ao ensino fundamental “em melhores condições para a alfabetização”. Segundo o ministro, não há problemas financeiros com esse programa. A dificuldade está no tempo de construção das novas unidades. Por isso, como informou, serão oferecidos novos métodos construtivos a estados e municípios.

    O grande problema do ensino fundamental, prosseguiu o ministro, é a defasagem entre a idade do aluno e a série em que ele se encontra. Atualmente, 15,2% das crianças com oito anos de idade ainda não são alfabetizadas, com consequências sobre o aprendizado dos anos seguintes. Para resolver essa questão, ele anunciou a adoção do programa Alfabetização na Idade Certa. Também anunciou a intenção de incluir as Ciências na Prova Brasil, de avaliação da educação básica.

    Inspirado no exemplo do programa Ciência sem Fronteiras, que concederá 100 mil bolsas nas melhores universidades do mundo, o ministro informou que será criado o programa Escola sem Fronteiras, destinado a permitir que professores que se destacam na educação básica conheçam experiências exitosas de educação dentro e fora do País. Anunciou ainda a intenção de ampliar as metas de implantação da educação em tempo integral. Em lugar das 32 mil escolas que estariam no Programa Mais Educação até 2014, informou, serão 60 mil. “A experiência internacional mostra que a educação integral faz uma diferença muito importante quando se olha a qualidade de ensino”, disse Mercadante.

    A respeito do ensino médio, o ministro admitiu que ainda existem altos índices de evasão e grande distorção entre idade e a série, seguindo uma tendência verificada desde as aulas de alfabetização. Em sua opinião, é preciso “repensar o ensino médio”, uma vez que a escola “não está sendo atrativa, interessante e motivadora”.

    O ministro defendeu a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que vem enfrentando problemas nos últimos anos em termos de logística, como vazamentos de notas e de informações dos inscritos. Em sua opinião, o Ministério da Educação “não tem culpa de o Brasil ser tão grande e tão diverso”. Houve nos últimos anos um “avanço logístico”, disse, mas sempre haverá riscos na realização do exame. Para ele, o Enem garante a alunos as mesmas chances de acesso a benefícios como o financiamento do Prouni.

    Sobre o ensino superior, o ministro ressaltou a necessidade de se fortalecer a formação nas áreas de ciências básicas – matemática, física, biologia e química. Atualmente, como observou, 41% do total de matrículas no ensino superior encontram-se em apenas cinco áreas: administração, direito, pedagogia, ciências contábeis e enfermagem. Para ilustrar a carência de profissionais em áreas técnicas, ele citou o fato de o Brasil contar com apenas seis engenheiros por 1.000 habitantes, contra 80 na Coreia do Sul.

    Mercadante anunciou ainda a oferta de tablets a 600 mil professores, além de cursos de 360 horas de formação digital. Os tablets, como informou, garantirão acesso a um portal do Ministério da Educação, onde estarão disponíveis 15 mil aulas como auxílio aos professores.

    “A ideia é levar a internet para a sala de aula. Temos 623 mil professores sem graduação e 350 mil se graduando. Precisamos acelerar esse processo, com o estímulo à formação e às novas tecnologias”, disse Mercadante.

  • Lei Geral da Copa é aprovada na Comissão Especial

    Os deputados que integram a Comissão Especial da Lei Geral da Copa (PL 2.330/11) aprovaram na terça-feira (28, o texto-base da Lei Geral da Copa apresentado pelo relator Vicente Candido (PT-SP). A votação de 10 destaques da lei será na próxima semana. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que integra a comissão, conquistou a aprovação da sua proposta para que a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014 deixem legado para os clubes profissionais de futebol.

    Os deputados que integram a Comissão Especial da Lei Geral da Copa (PL 2.330/11) aprovaram na terça-feira (28, o texto-base da Lei Geral da Copa apresentado pelo relator Vicente Candido (PT-SP). A votação de 10 destaques da lei será na próxima semana. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que integra a comissão, conquistou a aprovação da sua proposta para que a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014 deixem legado para os clubes profissionais de futebol.

    Hamm comenta que a Comissão avançou na questão do tema social – “Por um mundo sem armas, sem drogas, sem violência e sem racismo”. Ele observa que o Brasil, por intermédio do mundial, se tornará vitrine e por isso existe a necessidade e o dever de fazer e contribuir para a realização de uma grande Copa.

    A sugestão do deputado foi inserida nos temas sociais da Lei Geral da Copa, no artigo 30. A ideia visa buscar um legado para o futebol com a formação dos futuros atletas por meio dos recursos obtidos com a FIFA com os eventos no Brasil, das arrecadações, venda dos ingressos, do direito de imagem, ou seja, de uma parte do lucro do megaevento esportivo. “Conforme dados publicados na imprensa, há uma estimativa oficial da FIFA de uma lucratividade da ordem de 200 milhões de dólares. Portanto, estamos buscando um percentual para construção dos centros de treinamentos para formar as categorias de base”, explica Hamm que lembra que junto com o deputado José Rocha trabalhou pela reformulação da Lei Pelé que reconhece o clube formador.

    Na opinião do parlamentar, ainda não se tem uma ideia de qual percentual será trabalhado do total do lucro, no entanto, acredita que pode ser trabalhado em torno de 5 a 10% para junto com a organização dos clubes confederados e organizados construírem o Centros de Treinamento (CTs) para formação de novos atletas da categoria de base e assim, promover a inclusão social. “Sabemos da necessidade desses clubes e a importância de promover essas atividades”, detalha Hamm que foi jogador em categorias de base e profissional no Grêmio Esportivo Bagé, da cidade gaúcha de mesmo nome, e no Brasil de Pelotas.

    A proposta de Afonso Hamm teve apoio de todos os parlamentares, inclusive do deputado Romário, que é uma referência como desportista e campeão mundial.

    Ingressos

    Afonso Hamm também ressalta importante garantia na Lei que estabelece a venda da meia-entrada para os idosos e 300 mil ingressos populares para estudantes e beneficiários de programas de transferência de renda. “São avanços significativos e importantes”, argumenta.

    De acordo com Hamm, outra proposta destacável que foi inserida recentemente na Lei é a pauta sobre o turismo, que tem efetividade para campanhas promocionais, promovendo do ponto de vista de investimentos, e garantindo recursos inclusive oriundos da arrecadação da Copa para potencializarão do turismo brasileiro. “Muitos avanços foram efetivados na Lei e por isso, estamos aprovando o texto. Parabenizo o relator e o presidente da Comissão Renan Filho pela condução dos trabalhos”, conclui.

  • Relatório final sobre PNE será votado até 20 de março

    O relatório final do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8.035/10, do Executivo), com as metas do setor para os próximos dez anos, será apresentado até 20 de março. A expectativa é votar o texto até o final do mês para enviá-lo, em seguida, ao Senado. As datas foram anunciadas na terça-feira (28), na primeira reunião do ano da comissão especial que analisa o projeto.

    O relatório final do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8.035/10, do Executivo), com as metas do setor para os próximos dez anos, será apresentado até 20 de março. A expectativa é votar o texto até o final do mês para enviá-lo, em seguida, ao Senado. As datas foram anunciadas na terça-feira (28), na primeira reunião do ano da comissão especial que analisa o projeto.

    O relator da proposta, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que concluirá seu parecer só após o exame de 450 emendas apresentadas pelos parlamentares, mas adiantou que a meta de investimento em educação, prevista no texto, será mantida em 8% de investimento total (que inclui bolsas de estudo e financiamento estudantil) – o que, de acordo com Vanhoni, equivale a cerca de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB). “Para que não haja dúvidas e qualquer mal entendido a respeito dessa meta, vou mudar um pouco a redação. A proposta conterá as duas formas: no mínimo, 7,5% de investimento direto [em relação ao PIB] e 8% de investimento total na educação”, explicou.

    O parlamentar disse estar convencido de que esses percentuais garantirão um “salto de qualidade” no ensino brasileiro. “Esses recursos serão suficientes para uma grande inclusão de crianças de zero a três anos, passando de 1,8 milhão para 6 milhões o número de meninos e meninas atendidos nos próximos dez anos. Além disso, poderemos incluir, em uma década, no ensino superior público, gratuito e presencial, 2,6 milhões de novos universitários”, destacou.

    O presidente da comissão especial, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), salientou que o texto tem sido bastante discutido, a fim de evitar recursos que possam atrasar sua tramitação. Caso haja recursos, o projeto, que tramita em caráter conclusivo, terá de ser analisado pelo Plenário da Câmara, antes de seguir para a análise dos senadores.

    Ministro da Fazenda

    Na avaliação dos integrantes do colegiado, o grande entrave para o avanço das discussões está na destinação de recursos para o setor. Os parlamentares cobraram a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ou do secretário-adjunto da pasta, Nelson Barbosa, para falar sobre as hipóteses de financiamento. Coimbra sugeriu receber Mantega ou seu representante nos dias 6, 7 ou 13 de março.

    Os deputados também agendaram para 14 de março a presença do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em reunião conjunta com a Comissão de Educação e Cultura.

    Metas

    O PNE foi enviado ao Congresso pelo Executivo em dezembro de 2010 e está sendo debatido há mais de um ano pela comissão especial. A maior polêmica da proposta é a meta de financiamento público do setor. Hoje, União, estados e municípios aplicam, juntos, 5% do PIB na área. O governo havia sugerido o aumento desse índice para 7% até 2020, mas entidades da sociedade civil pedem pelo menos 10%.

  • CNC realiza a 13ª Renalegis

    Deputado Laércio Oliveira participa da 13ª Renalegis, reunião promovida pela Assessoria Junto ao Poder Legislativo da CNC (Apel), em 28 de fevereiro. O evento foi o primeiro de quatro programados para 2012, e reuniu assessores legislativos de todo o Sistema CNC-SESC-SENAC, com o objetivo de alinhar ações em prol da defesa e desenvolvimento do comércio de bens, serviços e turismo. A reunião contou ainda com a presença da Secretária da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, Anamélia Fernandes.

    Deputado Laércio Oliveira participa da 13ª Renalegis, reunião promovida pela Assessoria Junto ao Poder Legislativo da CNC (Apel), em 28 de fevereiro. O evento foi o primeiro de quatro programados para 2012, e reuniu assessores legislativos de todo o Sistema CNC-SESC-SENAC, com o objetivo de alinhar ações em prol da defesa e desenvolvimento do comércio de bens, serviços e turismo. A reunião contou ainda com a presença da Secretária da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, Anamélia Fernandes.

    O deputado Laércio Oliveira, vice-presidente da CNC, membro da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) e titular do Conselho Nacional de Previdência Social pela CNC, compareceu ao encontro lembrando o trabalho realizado em 2011, em prol do setor. “Entrei no governo impulsionado pela vontade de fazer algo pelo meu setor, de serviços terceirizáveis. Hoje represento a CNC em todos os eventos da Organização Internacional do Trabalho”. Ele também lançou a Frente Parlamentar do Setor de Serviços, em 26 de maio na Câmara dos Deputados.

    Desde que entrou na Câmara como deputado federal no dia 2 de fevereiro de 2011, o deputado apresentou proposições com temas de impacto relacionados a: fundo de garantia; isenção do imposto de renda; código de defesa do contribuinte; cartão de crédito; extinção de dívida tributária e contratação de portadores de deficiências físicas. “É importante valorizar essa lei já que estamos falando da socialização das pessoas com necessidades especiais”, disse ele a respeito da proposta parlamentar que visa o cumprimento do artigo 93 da Lei 8213/91.

    Outro destaque da reunião foi a palestra da Secretária da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, Anamélia Fernandes, que discursou sobre a composição das comissões permanentes da Câmara dos Deputados para o ano de 2012. Ela explicou, por exemplo, como é realizada a distribuição das vagas nas comissões, e como é definida a ordem de escolha do presidente da mesa. “A indicação do presidente da mesa é decisão do líder partidário, e é desfeita após uma seção legislativa, que dura um ano”.

    Proposições com temas ligados ao setor de comércio, serviços e turismo também foram discutidas na reunião. Entre eles o PÇ 4330/2004, sobre terceirização , o PL 8035/2010, sobre o Programa Nacional de Educação (PNE) e a PEC 369/05, sobre Organização Sindical, e que acaba com a unicidade sindical e o custeio compulsório das organizações sindicais. Uma proposta que não é apoiada nem pelo empregador e nem pelo trabalhador.

     

  • Comissão Especial se reúne para votar destaques da Lei Geral da Copa

    A comissão especial que analisa a Lei Geral da Copa (PL 2330/11) se reúne esta tarde para votar 10 destaques ao relatório sobre o projeto, aprovado ontem.

    A comissão especial que analisa a Lei Geral da Copa (PL 2330/11) se reúne esta tarde para votar 10 destaques ao relatório sobre o projeto, aprovado ontem. Três destaques querem retirar do texto a permissão para venda de bebida alcoólica nos estádios durante a Copa do Mundo de 2014. Os destaques foram apresentados pelo PPS, pelo PSC e pelo PCdoB.

    A versão do texto-base da Lei Geral da Copa aprovada pela comissão é o relatório do deputado Vicente Candido (PT-SP). Além da autorização para a venda de bebidas durante a Copa, o relatório possui outros pontos considerados polêmicos. Entre eles, a previsão de meia-entrada para idosos e a reserva de 300 mil ingressos populares para estudantes e beneficiários de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família. Os ingressos populares poderão ser vendidos a 25 dólares, cerca de R$ 43.

    O PSDB apresentou outros quatro destaques ao texto. Em um deles, o partido quer estender o visto eletrônico para estrangeiros a outros eventos desportivos – o relatório autoriza um processo simplificado de visto, pela internet, caso o estrangeiro venha ao País para assistir aos jogos da Copa.