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  • Sumário Econômico 1262

    A economia brasileira em 2011 e seus condicionantes – A economia brasileira, após registrar um expressivo aquecimento da atividade em 2010, não conseguiu sustentar o forte ritmo de crescimento. A acomodação da atividade resultará em um incremento do PIB em torno de 3,0% em 2011, contra 7,5% do ano passado.

    A economia brasileira em 2011 e seus condicionantes – A economia brasileira, após registrar um expressivo aquecimento da atividade em 2010, não conseguiu sustentar o forte ritmo de crescimento. A acomodação da atividade resultará em um incremento do PIB em torno de 3,0% em 2011, contra 7,5% do ano passado. A deterioração do cenário internacional, com a crise das dívidas soberanas dos países da zona do euro e a contração da atividade mundial, além da aceleração inflacionária no Brasil e das medidas restritivas adotadas pelo Banco Central, refletiu-se na desaceleração da demanda doméstica e da produção interna ao longo do ano corrente.

    Comércio eletrônico cresce 26% em 2011 – De acordo com dados do e-bit, organização que é referência em informações sobre o e-commerce no Brasil, o comércio eletrônico deve movimentar cerca de R$ 18,7 bilhões em nível nacional em 2011, um crescimento estimado de 26% sobre 2010, com quase 28 milhões de consumidores participando de forma ativa.

    Comércio fica estável em outubro – Dados divulgados pelo IBGE sobre o volume do Comércio Varejista do mês de outubro mostram estabilidade ante o mês anterior – dados com ajuste sazonal. As atividades de Tecidos e Vestuário (-1,0%) e Artigos Farmacêuticos (-1,8%) mostraram a maior retração, sendo Equipamentos para Escritório (+3,6%) a maior oscilação positiva. O Comércio Varejista Ampliado, quando incluímos os Veículos e Motos, Partes e Peças (-2,8%) e Materiais de Construção (-0,1%), obteve variação negativa de 0,4%.

    Onde buscar crédito A Secretaria Técnica do Fórum Permanente das MPEs disparou e-mail para que as entidades pudessem conhecer, navegar no site e depois divulgar a informação aos seus representados. Trata-se do mapeamento das principais linhas de crédito para MPEs dos bancos públicos federais.

  • Guia de Avaliação Simplificada promove bons resultados para os sindicatos

    Uma das novidades do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) em 2011 foi a implantação do Guia de Avaliação Simplificada (GAS), uma ferramenta que permitiu que os sindicatos pudessem iniciar sua participação no programa, se adequando aos requisitos necessários para ingressar no Nível 1.

    Uma das novidades do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) em 2011 foi a implantação do Guia de Avaliação Simplificada (GAS), uma ferramenta que permitiu que os sindicatos pudessem iniciar sua participação no programa, se adequando aos requisitos necessários para ingressar no Nível 1.

    Em alguns casos, o GAS se mostrou mais eficiente para os sindicatos que já estavam inseridos no programa, como é o caso de dois sindicatos filiados à Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Privada (Fenacor), como conta a multiplicadora do SEGS na entidade, Gianni Moreira. “Os sindicatos dos corretores de seguros de Tocantins (SINCOR-TO) e do Amapá (SINCOR-AP) têm um porte muito pequeno e não conseguiam acompanhar os critérios do Nível 1, porque algumas situações não correspondiam à realidade das entidades”.

    Gianni afirma que os sindicatos participavam do SEGS desde o início do programa, em 2008, mas a falta de integração acabou tendo outro resultado. “Como eles não se adequavam aos métodos, que eram complexos para a situação deles, eles ficavam muito abaixo da pontuação mínima, o que acabava desmotivando os sindicatos a continuar com o projeto”, explica.

    Para a multiplicadora, o GAS ficou sob medida para que os sindicatos de menor porte pudessem desfrutar dos benefícios do SEGS. “Eles puderam seguir corretamente as orientações e implantar os oito critérios do SEGS em uma escala menor, podendo implantar as melhorias e continuar na busca pela excelência na gestão sindical, sem que perdessem conteúdos importantes”, afirmou Gianni, que finalizou ressaltando a importância do GAS no resgate da motivação dos sindicatos.

    Os sindicatos que optaram por realizar o GAS recebem uma declaração de participação no ciclo 2011 e se tornam aptos a participar do Nível 1 no próximo ciclo, desde que tenham realizado o Treinamento de Avaliadores.

     

  • Turismo quebra recordes no Brasil

    Os turistas estrangeiros gastaram no Brasil US$ 6,1 bilhões, entre janeiro a novembro deste ano, valor que supera os US$ 5,9 bilhões apurados em todo o ano passado.  Os dados, divulgados pelo Ministério do Turismo, confirmam a expectativa da pasta de fechar 2011 com a receita cambial turística na casa dos US$ 6,7 bilhões, o melhor resultado de todos os tempos.
     

    Os turistas estrangeiros gastaram no Brasil US$ 6,1 bilhões, entre janeiro a novembro deste ano, valor que supera os US$ 5,9 bilhões apurados em todo o ano passado.  Os dados, divulgados pelo Ministério do Turismo, confirmam a expectativa da pasta de fechar 2011 com a receita cambial turística na casa dos US$ 6,7 bilhões, o melhor resultado de todos os tempos.
     
    Os números relativos a novembro também são positivos. A entrada de divisas no mês foi de US$ 587 milhões, 4,9% superior ao mesmo período do ano passado. Isso levou o acumulado do ano, de US$ 6,1 bilhões, a um patamar 14,9% superior em relação a 2010. “É um ano de boas notícias, pois estamos estimando recordes também em vários outros indicadores do turismo, como os desembarques domésticos e internacionais”, comemora o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

    Recorde nos desembarques

     Com relação aos voos domésticos, o acumulado de janeiro a novembro é de 72 milhões de desembarques. Nos internacionais, chegam a 8,26 milhões. “As movimentações nacional e internacional confirmam nossa expectativa de que teremos o melhor ano do turismo brasileiro. Tanto no que se refere à circulação de pessoas pelo País, quando pelo incremento de divisas por meio do turismo”, concluiu o ministro.

    Nos voos domésticos, o acumulado nos últimos 11 meses supera em 16,6% os 61,7 milhões de desembarques registrados no mesmo período de 2010. Um recorde desde o início da série histórica, em 2000. Pela projeção do Ministério do Turismo (MTur), 2011 fechará com aproximadamente 79 milhões de desembarques domésticos, contra 68.2 milhões do ano passado.

    Já os voos vindos do exterior registraram, entre janeiro e novembro, 8,26 milhões de desembarques. No mesmo período de 2010, foram 7,2 milhões de chegadas.  Para o MTur, o total acumulado no fim de 2011 baterá os 9 milhões de desembarques internacionais contra os 7,9 milhões do último ano.

    Os dados de desembarques são apurados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 234

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece orientações, critérios e procedimentos para no âmbito do PRONATEC descentralizar créditos orçamentários para as instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica

    CONFAZ concede isenção e suspensão do ICMS nas operações e prestações relacionadas com a Copa das Confederações FIFA 2013 e a Copa do Mundo FIFA 2014

    Projeto aumenta aplicação de recursos em vagas gratuitas no Sistema S

  • Síntese das palestras do CTur -9/11/2011

    A Relação entre o Setor de Eventos e o Turismo Receptivo foi debatida por Anita Pires, presidente da Associação Brasileira de Eventos (ABEOC); Salvador Saladino, presidente da Brasilian Incoming Travel Organization (BITO); e Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV). A primeira palestrante ressaltou que a articulação entre os diferentes segmentos do mercado configura um grande desafio para o trade turístico, ainda disperso, no tocante à busca por mudanças e ao encaminhamento de suas reivindicações.

    A Relação entre o Setor de Eventos e o Turismo Receptivo foi debatida por Anita Pires, presidente da Associação Brasileira de Eventos (ABEOC); Salvador Saladino, presidente da Brasilian Incoming Travel Organization (BITO); e Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV). A primeira palestrante ressaltou que a articulação entre os diferentes segmentos do mercado configura um grande desafio para o trade turístico, ainda disperso, no tocante à busca por mudanças e ao encaminhamento de suas reivindicações. Anita Pires garantiu: “Na relação do setor de eventos com o turismo receptivo, só existe uma forma de alcançarmos sucesso – por meio da integração dos atores que exercem essas atividades. Precisamos refletir sobre como transformar os eventos em oportunidades de aperfeiçoamento dos serviços prestados, estimulando a permanência do visitante nas cidades”.

    Na sequência, o presidente da BITO, Salvador Saladino, endossou a urgência da interação do trade turístico como forma de coordenação de propósitos e objetivos de todas as suas ramificações. “A conexão entre todos os órgãos competentes é, de fato, um processo bastante complexo, em que ainda não conseguimos dispor de condições minimamente favoráveis ao desenvolvimento de nossas atividades. Precisamos congregar esforços, por intermédio de uma frente comum, unificando interesses. O tempo urge no sentido de um plano de ação criterioso, que formate nossas demandas, para posterior encaminhamento às autoridades”, conclamou.

    No painel de encerramento, Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV), apresentou um quadro deste nicho, que, no Brasil, representa 54,94% do faturamento de viagens, o correspondente ao montante de R$ 32 bilhões. “A promoção de um evento corporativo envolve uma complexa logística. Nossa associação foi criada para habilitar a indústria de viagens corporativas. Temos sete comitês de trabalho, com 140 profissionais, todos voluntários, dos mais variados segmentos, dedicados a compreender – e solucionar – as demandas do maior interessado, o consumidor. O cliente dos megaeventos se encaixa no tipo corporativo, não no de lazer. Isto significa que sua expectativa é muito alta”, acentuou.

  • Gastos com presentes de Natal serão maiores em 2011

    Neste Natal, os brasileiros devem gastar mais com presentes do que nos últimos três anos, segundo informa uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e o Instituto Ipsos. O levantamento constatou que, em 2011, 57% dos entrevistados pretendem presentear alguém, contra 54% em 2010 e 46% em 2009.

    Neste Natal, os brasileiros devem gastar mais com presentes do que nos últimos três anos, segundo informa uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e o Instituto Ipsos. O levantamento constatou que, em 2011, 57% dos entrevistados pretendem presentear alguém, contra 54% em 2010 e 46% em 2009.

    De acordo com os dados, o gasto médio com os presentes cresceu 25% em relação ao ano passado. A pesquisa mostra também que os consumidores estão optando por presentes de maior valor, como itens de vestuário e perfumaria. Em 2010, o tíquete médio de compras ficou em torno de R$ 205, subindo para R$ 257 neste ano.

    A pesquisa também mostrou a representatividade da Classe C na economia brasileira. Este ano, 55% dos entrevistados pertencentes a essa classe afirmaram que irão dar presentes no Natal. Na classe DE, a proporção é de 37%, enquanto na AB, de 75%.

    Segundo a Fecomércio-RJ, a disposição dos brasileiros em gastar mais neste natal pode ser explicada pelo crescimento consistente do crédito e o fortalecimento do mercado de trabalho formal. A carteira assinada tem sido a grande protagonista no cenário do varejo nacional. Não só pela questão do poder aquisitivo, como no caso da entrada do 13º salário na economia, mas porque ela abre portas no crédito pessoal.

    A pesquisa Natal 2011 foi realizada em mil domicílios de 70 cidades do país, incluindo nove regiões metropolitanas.

  • Fecomércio Minas assina termo de cooperação para o Turismo de Negócios e Eventos

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) assinou um termo de cooperação com o Programa de Turismo de Negócios e Eventos de Belo Horizonte. O diretor e vice-presidente da Fecomércio Minas, Lúcio Emílio de Faria Júnior assinou um Protocolo de Intenções, durante um evento realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em 13 de dezembro.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) assinou um termo de cooperação com o Programa de Turismo de Negócios e Eventos de Belo Horizonte. O diretor e vice-presidente da Fecomércio Minas, Lúcio Emílio de Faria Júnior assinou um Protocolo de Intenções, durante um evento realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em 13 de dezembro.

    A partir da assinatura deste termo, a Fecomércio Minas confirma seu apoio e participação no Programa, que tem como objetivo estruturar o segmento de turismo de negócios e eventos a fim de preparar Belo Horizonte para receber grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014.

    Na ocasião, os convidados participaram de uma série de palestras sobre “trabalho em rede”, conhecendo as vantagens de sistematizar e integrar os processos dos diversos segmentos e empresas envolvidas na organização de eventos, com oportunidades de negócios para todo o trade turístico.

    O Programa de Turismo de Negócios e Eventos de Belho Horizonte é fruto da parceria entre o Governo do Estado de Minas Gerais e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID-Fumim), o Programa de Aumento da Competitividade Territorial de Belo Horizonte e Região, executado pelo Sistema Fiemg. Além da Fecomércio Minas, são parceiros do projeto o Sebrae-MG e a Prefeitura de Belo Horizonte. 

  • Anotações sobre a Unicidade Sindical e a compulsoriedade da Contribuição Sindical (dezembro/2011)

    Anotações sobre a Unicidade Sindical e a compulsoriedade da Contribuição Sindical – Divisão Sindical (dezembro/2011)

    Anotações sobre a Unicidade Sindical e a compulsoriedade da Contribuição Sindical – Divisão Sindical (dezembro/2011)

  • As Empresas de Vigilância e a não obrigatoriedade da contratação de menores aprendizes(dezembro/2011)

    As empresas de Vigilância e a não obrigatoriedade da contratação de menores aprendizes – Divisão Sindical (dezembro/2011)

    As empresas de Vigilância e a não obrigatoriedade da contratação de menores aprendizes – Divisão Sindical (dezembro/2011)

  • O Projeto de Lei do Senado nº 620 e a ampliação das ausências legais do trabalhador(dezembro/2011)

    O Projeto de Lei do Senado nº 620 e a ampliação das ausências legais do trabalhador – Divisão Sindical (dezembro/2011)

    O Projeto de Lei do Senado nº 620 e a ampliação das ausências legais do trabalhador – Divisão Sindical (dezembro/2011)