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  • CNC lança programa em Natal

    O PDA foi lançado em Natal-RN, no último dia 15, no Hotel Escola Senac Barreira Roxa. Durante a apresentação do programa, a assessora de planejamento da CNC, Lílian Barbosa, explicou que o PDA visa ampliar a representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos, a fim de valorizar a imagem dos mesmos perante à CNC.

    O PDA foi lançado em Natal-RN, no último dia 15, no Hotel Escola Senac Barreira Roxa. Durante a apresentação do programa, a assessora de planejamento da CNC, Lílian Barbosa, explicou que o PDA visa ampliar a representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos, a fim de valorizar a imagem dos mesmos perante à CNC. Aliás, representatividade e sustentabilidade foram as palavras de ordem da palestra de Lílian: “Para que o sindicato seja auto-sustentável é necessário estimular os empresários a se associar, mas para isso, o sindicato deve atender as necessidades dos associados, oferecendo produtos e serviços; uma vez com a sustentabilidade garantida, o sindicato torna-se mais representativo”.

    Lilian ainda reforçou que com as linhas de ação do PDA, os sindicatos ganham força para conseguir mais associados e, os empresários, quando articulados, impulsionam as atividades das entidades, promovendo a representatividade e a sustentabilidade do mesmo.

    Para dar foco a essa temática, Toni Lourenço comandou a palestra motivacional durante a reunião, para que os empresários e líderes sindicais entendessem a importância que essas mudanças terão no dia-a-dia deles.

  • Empresas se beneficiam com ampliação de limites no Supersimples

    O Projeto de Lei Complementar 8/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), prevê aumentos sucessivos do limite máximo de receita bruta anual para enquadramento no Simples Nacional (Supersimples), a fim de permitir que mais empresas ingressem nesse regime de tributação diferenciado. Pelo texto, em 2012 o teto para pequenas empresas será de R$ 3,6 milhões; em 2013 passará para R$ 4,8 milhões; e em 2015 atingirá R$ 7 milhões.

    O Projeto de Lei Complementar 8/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), prevê aumentos sucessivos do limite máximo de receita bruta anual para enquadramento no Simples Nacional (Supersimples), a fim de permitir que mais empresas ingressem nesse regime de tributação diferenciado. Pelo texto, em 2012 o teto para pequenas empresas será de R$ 3,6 milhões; em 2013 passará para R$ 4,8 milhões; e em 2015 atingirá R$ 7 milhões.

    Atualmente, pela Lei Complementar 123/06, que institui o regime unificado de arrecadação para micro e pequenas empresas, esse limite encontra-se em R$ 2,4 milhões. Segundo o Sebrae, neste ano, 3,1 milhões de micro e pequenos negócios devem declarar seus rendimentos pelo sistema, o que pode significar economia de até 70% em tributos.

    Tramitação

    O projeto foi apensado ao PLP 379/08, também de Mendes Thame. Essa proposta, que havia sido aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, também estabelece aumentos sucessivos do limite, mas com valores diferentes – R$ 3 milhões em 2011; R$ 5 milhões em 2013; e R$ 7 milhões em 2015. Os dois projetos tramitam em regime de prioridade e serão analisados pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguirem para o Plenário.

  • Deputados querem reduzir desigualdades regionais

    Maiores ou menores investimentos em qualificação profissional, infraestrutura e mapeamento das vocações econômicas de cada estado brasileiro, segundo os parlamentares, podem influenciar as diferenças nas taxas de emprego.

    Maiores ou menores investimentos em qualificação profissional, infraestrutura e mapeamento das vocações econômicas de cada estado brasileiro, segundo os parlamentares, podem influenciar as diferenças nas taxas de emprego.

    Apesar de o índice de desemprego no País ter caído nos últimos anos (pesquisa mostra taxa recorde de abertura de vagas em fevereiro – 280.799), as diferenças na oferta de emprego entre regiões e microrregiões permanecem. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, realizada apenas em regiões metropolitanas, já mostra uma desigualdade entre os números do Sul e Sudeste com os do Nordeste, por exemplo. Enquanto a taxa de desocupação em Porto Alegre é de 4,4%, Salvador registra um índice de 10,3%, conforme dados de fevereiro deste ano.

    Outro exemplo é Recife, com uma taxa de desocupação de 7,8%, enquanto cidades como São Paulo e Belo Horizonte apresentam índices de 6,6% e 6,3%, respectivamente.

    Municípios do interior

    Medidas para reduzir as diferenças entre as taxas de emprego em regiões metropolitanas e cidades do interior serão a prioridade da Comissão de Desenvolvimento, Indústria e Comércio em 2011. O presidente do colegiado, deputado João Maia (PR-RN), explica que o objetivo é viabilizar ações e programas que estimulem a geração de emprego e renda nessas regiões. Ele informou que a comissão vai definir um cronograma de viagens pelo interior do País para identificar os principais problemas e discutir soluções com as populações de municípios pequenos.

    “Nós vamos saber o que está acontecendo e o que pode ser feito para melhorar e não ficar só na formalidade”, diz João Maia. Outro foco da pauta da comissão, segundo o deputado, serão os jovens. “Uma coisa importantíssima para o Brasil é a qualificação do jovem. O desemprego no Brasil é maior entre os jovens.”

    Qualificação profissional

    A Câmara analisa uma série de projetos que tratam da qualificação profissional dos trabalhadores brasileiros. Vários deles vinculam a concessão do seguro-desemprego à participação em cursos de qualificação profissional. O mais antigo – o PL 182/99, do ex-deputado Roberto Argenta – permite a concessão de seguro-desemprego para trabalhadores que participam de cursos de aperfeiçoamento ou readaptação profissional.

    O Projeto de Lei 6858/02, do ex-deputado Eni Voltolini, também obriga o trabalhador beneficiado a frequentar curso de qualificação por pelo menos 30 dias. A mesma medida está prevista em sugestão do Conselho de Defesa Social de Estrela do Sul, de Minas Gerais, transformada no Projeto de Lei 5615/09 pela Comissão de Legislação Participativa.

  • Frente das Microempresas quer mudanças na tributação

    O coordenador da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pepe Vargas (PT-RS), disse hoje (14) que o grupo vai defender a adoção pelos estados do modelo de substituição tributária usado pelo governo federal. O objetivo é reduzir o impacto desse mecanismo na carga tributária das micro e pequenas empresas.

    O coordenador da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pepe Vargas (PT-RS), disse hoje (14) que o grupo vai defender a adoção pelos estados do modelo de substituição tributária usado pelo governo federal. O objetivo é reduzir o impacto desse mecanismo na carga tributária das micro e pequenas empresas.

    Os governos estaduais, segundo ele, estão praticando a substituição tributária de maneira generalizada. Por esse mecanismo, um dos contribuintes da cadeia produtiva de um produto é escolhido para pagar o imposto total pelos demais. No modelo usado pela Receita Federal, apenas setores de alta concentração das atividades econômicas – como automóveis, bebidas e cigarros – são submetidos à substituição tributária.

    “Hoje, o valor pago na substituição tributária já é maior do que o pago ao Simples. Então o esforço todo que se faz para reduzir a carga tributária para a micro e pequena empresa acaba se esvaindo por conta de os estados terem adotado o mecanismo de substituição tributária”, explica Pepe Vargas.

    Ampliação do Supersimples

    Integrantes da frente estiveram reunidos para discutir uma estratégia para articular apoio para a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 591/10 até o fim de maio. A proposta altera o Simples Nacional, conhecido também por Supersimples. Uma das medidas é a correção dos valores de enquadramento: para a microempresa o faturamento-limite passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil por ano; para a empresa de pequeno porte, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões por ano. O Simples Nacional ou Supersimples é um sistema simplificado de pagamento de impostos.

    A meta da frente é fazer com que os novos limites entrem em vigor ainda este ano. Pepe Vargas explicou que o governo é favorável ao reajuste dos limites de enquadramento e deve apresentar uma contraproposta nas próximas semanas. O deputado lembra que a maior resistência é exatamente dos governos estaduais, que não querem perder arrecadação de ICMS. 

  • “ANP deveria regular cadeia produtiva do etanol”

    Para a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), o biocombustível deveria ser tratado como energético, e não como produto agrícola, cabendo à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fiscalizar e regular toda a cadeia do etanol, medida que ajudaria na redução das práticas irregulares que afetam o mercado.

    Para a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), o biocombustível deveria ser tratado como energético, e não como produto agrícola, cabendo à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fiscalizar e regular toda a cadeia do etanol, medida que ajudaria na redução das práticas irregulares que afetam o mercado.

    A entidade também defende a mudança na forma de tributação do etanol, e ainda alerta: a alta dos combustíveis com certeza vai impactar os índices de inflação. Em entrevista ao site da CNC, o presidente da federação, Paulo Miranda Soares, fala sobre as questões de interesse do setor.

     CNC: qual é a situação atual sobre a classificação do etanol?

    O etanol, por ser derivado da cana-de-açúcar, possui atualmente uma classificação dúbia junto ao governo, ora sendo tratado com produto agrícola, ora como energético. Atualmente, a ANP é responsável por regular apenas a partir da saída do produto das usinas. E estas não são obrigadas a fornecer dados para a Agência, pois estão sob a regulação do Ministério da Agricultura e Pecuária. Com isso, a ANP perde o controle sobre um importante elo da cadeia.

    CNC: como a Fecombustíveis entende que o assunto deva ser tratado?

    Diante do forte aumento no consumo de etanol no País, que já responde por quase 20% de nossa matriz veicular, a Fecombustíveis entende que o biocombustível deveria ser tratado como energético, cabendo à ANP fiscalizar e regular toda a cadeia do etanol, incluindo as usinas, como já acontece com o biodiesel e todos os derivados de petróleo.

    CNC: o que a medida traria de benefícios para o setor?

    Em nossa opinião, ao dar mais poderes à ANP sobre a cadeia do etanol, será possível, se não eliminar, pelo menos reduzir ou tornar mais difíceis as práticas irregulares que hoje afetam o mercado, como a venda direta das usinas para os postos, o que é vedado pela legislação vigente. Pelo novo modelo, as usinas seriam obrigadas a enviar seus dados de produção à ANP, por exemplo, o que tornaria possível para a Agência cruzar os volumes produzidos e declarados pelas usinas com aqueles comprados pelas distribuidoras, além de fiscalizar se os números declarados correspondem à realidade.

     CNC: a entidade tem mobilizado esforços no sentido de apresentar ao governo a necessidade de mudanças dessa classificação?

    A Fecombustíveis e seus sindicatos filiados, com apoio de outros elos da cadeia, vêm há tempos cobrando do governo essa mudança no tratamento do etanol. A expectativa é de que agora, após a recente crise envolvendo o produto, esse cenário finalmente se concretize. Além disso, temos solicitado que seja alterada a forma de tributação do etanol, concentrando a cobrança nas usinas, como acontece com os derivados do petróleo, cujos impostos são recolhidos pela refinaria, por substituição tributária.

    CNC: como a tributação é feita hoje em dia?

    Atualmente, parte dos impostos é recolhida nas usinas e o restante nas distribuidoras. O problema é que existem muitas distribuidoras no mercado operando somente com um escritório, intermediando operações e fornecendo notas – as chamadas “barrigas de aluguel”, registradas em nome de laranjas. Quando o Fisco aparece para cobrar os impostos devidos, não há qualquer patrimônio que possa ser apreendido. Tal situação não ocorreria com as usinas, que possuem patrimônio passível de confisco.

    CNC: de que forma a atual classificação prejudica o empresário do setor que a Fecombustíves representa?

    O etanol é atualmente o produto que concentra os mais graves problemas na comercialização de combustíveis. Nossas estimativas apontam que cerca de R$ 1 bilhão por ano em impostos deixam de ser arrecadados na venda de etanol, em decorrência de sonegação total ou parcial de impostos. O empresário que compra etanol sem tributação já sai com uma vantagem de pelo menos R$ 0,30 por litro, o que lhe permite vender mais barato não somente o etanol, mas também a gasolina e o diesel.

    CNC: existem muitos casos desse tipo de conduta?

    Chega-se ao absurdo de, em algumas cidades, haver posto vendendo etanol na bomba pelo mesmo preço que as distribuidoras oferecem o combustível a seus postos. O agravante desse fato é que, muitas vezes, o preço praticado pelo sonegador ou adulterador é apontado como referência pela mídia e autoridades públicas, que cobram do empresário honesto aquele mesmo valor na bomba de seu posto.

    CNC: como o senhor entende a atual alta de preços dos combustíveis dentro do cenário macroeconômico brasileiro? Os combustíveis são “vilões” da inflação?

    A alta dos combustíveis, com certeza, vai ter impacto nos índices de inflação. Mas é importante destacar que a elevação tem sido concentrada no etanol e na gasolina, não no diesel, principal insumo do setor de transportes e cujos preços têm reflexos diretos nos fretes e, portanto, sobre toda a cadeia de consumo.

    É importante ressaltar ainda que essa elevação no etanol e na gasolina deve-se aos maiores preços praticados nas usinas (a gasolina C comercializada nas bombas possui 25% de etanol anidro). Essa alta nas usinas teve início em junho do ano passado e ganhou fôlego com a entressafra. De lá até o início de abril, o litro do anidro na usina, sem frete ou impostos, subiu 144%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o que gerou um impacto de 16% sobre o custo final da gasolina, na média Brasil. No mesmo período, a gasolina aumentou 11% na distribuição e 9,3% nos postos, também na média Brasil, segundo o levantamento de preços da ANP. Somente de janeiro a abril de 2011, os preços do anidro na usina registraram acréscimo de 66,5%, elevando em 10% o custo da gasolina. Na distribuição e revenda, no entanto, os preços subiram cerca de 6,5%. Como se pode observar, os postos nem repassaram todo o aumento de custo para as bombas. A expectativa é de que, com o início da safra, os preços comecem a dar sinais de desaceleração nas próximas semanas.

  • Pesquisa da Fecomércio-RJ mostra crescimento no hábito cultural do brasileiro

    O brasileiro está cada vez mais incrementando os seus hábitos culturais. É o que revela uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), em parceria com o Instituto Ipsos. Em 2010, 53% dos brasileiros declararam ter participado, pelo menos uma vez, de alguma atividade de lazer cultural, 13% a mais do que o número revelado em 2009. 47% não realizaram nenhuma das seis opções culturais listadas pela pesquisa: leitura, cinema, teatro, show musical, exposição ou espetáculo de dança.

    O brasileiro está cada vez mais incrementando os seus hábitos culturais. É o que revela uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), em parceria com o Instituto Ipsos. Em 2010, 53% dos brasileiros declararam ter participado, pelo menos uma vez, de alguma atividade de lazer cultural, 13% a mais do que o número revelado em 2009. 47% não realizaram nenhuma das seis opções culturais listadas pela pesquisa: leitura, cinema, teatro, show musical, exposição ou espetáculo de dança.

    O levantamento mostrou também que a leitura, o cinema e os shows de música registraram os maiores índices de adesão desde o início da pesquisa, em 2007. No ano passado, 34% dos entrevistados afirmaram ter lido, no mínimo, um livro, contra 23% em 2009. No entanto, dois a cada três brasileiros continua sem o hábito de ler.

    O número de pessoas que frequentou cinema em 2010 subiu 10% em relação ao ano anterior. Segundo a Fecomércio-RJ, este crescimento está no aumento de recursos investidos no cinema para atrair o espectador, como as salas de projeção 3D, promoções e descontos.

    Apesar dos números em ascensão, dos que não participaram de nenhuma dessas ações em 2010, 66% dos entrevistados responderam que a falta de hábito foi a principal razão. Outros 23% afirmaram a falta de gosto por atividades culturais. Esses números indicam que a pouca frequência do brasileiro em atividades culturais pouco tem a ver com o preço dos ingressos ou com a falta de opções disponíveis.

    A pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos entrevista anualmente mil pessoas, em 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas e tem como objetivo mensurar as atividades relacionadas à cultura.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 67

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

  • Empreendedorismo Digital apresentará os benefícios da tecnologia

    Certificação digital, Nota Fiscal Eletrônica (NFe), e-commerce. As inovações digitais estão transformando o mundo dos negócios e gerando impactos diretos nas transações comerciais. Para auxiliar as empresas do setor terciário a entender e se beneficiar deste novo contexto, a CNC está disponibilizando para as federações do comércio, em todo o País, o projeto Empreendedorismo Digital.

    Certificação digital, Nota Fiscal Eletrônica (NFe), e-commerce. As inovações digitais estão transformando o mundo dos negócios e gerando impactos diretos nas transações comerciais. Para auxiliar as empresas do setor terciário a entender e se beneficiar deste novo contexto, a CNC está disponibilizando para as federações do comércio, em todo o País, o projeto Empreendedorismo Digital.

    Composto por palestras, workshops e rodada de negócios, o projeto tem como objetivo sensibilizar os empresários para as transformações sociais e tecnológicas, mostrando a importância do conhecimento técnico e da visão empreendedora no universo digital. O Ciclo 2011 orientará os empresários sobre a certificação digital e os benefícios de sua utilização, a importância da visão empreendedora, e os riscos e prejuízos do consumo de produtos piratas, tanto para os negócios quanto para os consumidores.

    O evento é composto de três palestras: “Empreendedorismo – Cenário Brasileiro”, proferida pelo diretor da CNC Pedro Nadaf; “A Pirataria na Era Digital”, com o representante da CNC no Conselho Nacional de Combate à Pirataria do Ministério da Justiça, Natan Schiper; e “SPED: Uma Visão Empresarial”, com o empresário e especialista no Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) Roberto Dias Duarte. Criado pelo governo federal, o SPED objetiva informatizar a relação entre o Fisco e os contribuintes, e é composto por três subprojetos: escrituração contábil digital, escrituração fiscal digital e nota fiscal eletrônica.

    Além disso, os empresários poderão participar de workshops sobre Empreendedorismo Digital, nos quais aprenderão sobre a utilização da NFe; certificação digital; construção de blogs e utilização de mídias sociais como ferramentas para alavancar os negócios; e utilização de ferramentas de gestão financeira. Nos intervalos serão realizadas rodadas de negócios, nas quais os empresários poderão adquirir ferramentas tecnológicas para implementar em seus negócios.

  • Governo envia projeto da LDO 2012 ao Congresso

    O Executivo quer reduzir a margem dos parlamentares de criar despesas que não podem ser limitadas ao longo do ano. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, enviado nesta sexta-feira (15) ao Congresso, exclui todo o anexo que os deputados e senadores construíram ao longo dos últimos oito anos abrangendo gastos discricionários que não podem sofrer contingenciamento – ou seja, têm execução obrigatória.

    O Executivo quer reduzir a margem dos parlamentares de criar despesas que não podem ser limitadas ao longo do ano. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, enviado nesta sexta-feira (15) ao Congresso, exclui todo o anexo que os deputados e senadores construíram ao longo dos últimos oito anos abrangendo gastos discricionários que não podem sofrer contingenciamento – ou seja, têm execução obrigatória.

    Na LDO em vigor (Lei 12.309/10), essas “despesas ressalvadas de contingenciamento” constam na chamada seção II do Anexo IV. São gastos com 15 ações diferentes, como os destinados aos programas de Segurança de Voo e Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, e de Prevenção e Combate à Violência contra a Mulher, e a órgãos como a Embrapa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Também inclui gastos com Ciência e Tecnologia.

    Segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a decisão do governo de cortar todo o anexo na proposta tem como objetivo reduzir a rigidez orçamentária. “Essas despesas têm crescido e significam um engessamento da execução orçamentária”, disse. Ela ressaltou que na LDO de 2003 (Lei 10.707/03), quando o anexo foi criado, as despesas ressalvadas totalizavam R$ 2,4 bilhões. Neste ano, somam R$ 10,3 bilhões – um crescimento nominal de 329%.

    Para a ministra, mais liberdade para o Executivo significa também mais possibilidade de redirecionar recursos, durante o ano fiscal, para novas áreas prioritárias. Esse argumento foi usado recentemente pelo governo para vetar R$ 1,6 bilhão de emendas parlamentares que beneficiavam ações protegidas de contingenciamento.

    Repercussão

    A decisão do Executivo deverá repercutir na Comissão Mista de Orçamento, onde o projeto da LDO será analisado agora. As despesas ressalvadas do anexo IV foram construídas nos últimos anos por dois motivos: primeiro, para atender as emendas parlamentares. Ao criar uma categoria de despesas discricionárias que não podem ser bloqueadas, os deputados e senadores abriram a possibilidade de ter emendas com execução garantida. Basta que essas emendas tratem de ações abrangidas pelo anexo. Mesmo que elas não sejam executadas no ano, caem nos restos a pagar e acabam liberadas em anos financeiros subsequentes.

    Em segundo lugar, o anexo foi usado para privilegiar despesas que os parlamentares entenderam que não deviam sofrer limitação por sua importância para o País. Em 2008, por exemplo, o programa de Segurança de Voo e Controle do Espaço Aéreo Brasileiro foi incluído entre os ressalvados após a crise do apagão aéreo. No ano passado, na esteira do debate sobre o aquecimento global, um novo item foi acrescentado: as despesas relativas ao Fundo Nacional de Mudanças Climáticas.

    Caberá ao relator do projeto da LDO, deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG), negociar com o governo e os parlamentares a manutenção ou não do anexo.

  • Sucesso no lançamento do PDA no Maranhão

    A Fecomércio Maranhão recebeu, no dia 13 de abril, presidentes e representantes de entidades sindicais ligadas ao setor terciário de todo o estado para o lançamento regional do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), uma ação realizada em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A Fecomércio Maranhão recebeu, no dia 13 de abril, presidentes e representantes de entidades sindicais ligadas ao setor terciário de todo o estado para o lançamento regional do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), uma ação realizada em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Para o presidente da Fecomércio Maranhão, José Arteiro da Silva, o programa chega com o objetivo de adequar o movimento sindical patronal às mudanças ocorridas no cenário da representatividade no estado e até mesmo no país. “O que se pretende com este programa é demonstrar para a sociedade, e em especial à classe empresarial, a importância da união para a defesa dos interesses do próprio empresariado”, afirma.

     

    O evento, realizado no auditório da Fecomércio Maranhão na capital do estado, contou com a palestra do consultor de marketing Toni Lourenço, que demonstrou de forma lúdica que somente com cooperação mútua – a base conceitual do PDA – os empresários poderão ter força para crescer.

    Para Isnarde Leal, vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Açailândia, o evento também é uma oportunidade para trocar experiências. “Somos um sindicato novo, filiado há pouco tempo à Federação, e considero importante eventos como este principalmente pela interação com outros sindicatos. E o programa também tem esse objetivo, porque chega para integrar, renovar e modernizar os sindicatos”, considera.

    Os líderes sindicais se entusiasmaram com o novo programa, oferecido pela parceria CNC e Fecomércio-MA, e já vislumbram um futuro ainda mais próspero para as suas entidades após a implantação do PDA.

    “É um programa muito interessante, pois o sindicalismo precisa estar focado no lado empresarial. Cada presidente deve ficar atento às necessidades dos empresários, para, dessa forma, incentivar o associativismo e fortalecer o seu sindicato”, avalia o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios de São Luís, Antonio de Sousa Freitas.