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  • Carta de Princípios do Sicomercio

    (Com a nova redação dada pela Resolução CNC/SICOMERCIO no 016/2002)

     

    I – A liberdade constitucional assegura autonomia às entidades sindicais, garantindo-lhes o direito de dispor sobre os assuntos de interesse do sindicalismo, através do sistema confederativo da representação sindical respectivo que, no caso do comércio, é o SICOMERCIO (Constituição, art. 8o, inciso IV).

    (Com a nova redação dada pela Resolução CNC/SICOMERCIO no 016/2002)

     

    I – A liberdade constitucional assegura autonomia às entidades sindicais, garantindo-lhes o direito de dispor sobre os assuntos de interesse do sindicalismo, através do sistema confederativo da representação sindical respectivo que, no caso do comércio, é o SICOMERCIO (Constituição, art. 8o, inciso IV).

    Parágrafo primeiro – O sistema confederativo constitui a forma de organização natural, tradicional e necessária do sindicalismo, compatível com o Estado Federativo e em condições de atender à descentralização em país continente, caracterizado por diversidades regionais.

    Parágrafo segundo – Na palavra “comércio”, de alcance genérico e tradição milenar, estão compreendidas todas as atividades mercantis relacionadas a bens e serviços de qualquer natureza.

     

    II – Constituído e em funcionamento como se encontra, o SICOMERCIO tem vida própria, independente do apoio assegurado pelo art. 8o, inciso IV, da Constituição, auto-regulando-se e autogerindo-se, instituição que é, à base da Carta de Princípios, do Estatuto e demais normas aprovadas por seus órgãos competentes.

    Parágrafo primeiro – São órgãos do SICOMERCIO:

    a) de natureza normativa, com a finalidade de explicitar, complementando ou suplementando, os princípios da Carta de Princípios do SICOMERCIO, a Confederação Nacional do Comércio (CNC), através do Conselho de Representantes (CR/CNC);

    b) de natureza executiva, a Diretoria da Confederação Nacional do Comércio (Dt/CNC).

    Parágrafo segundo – Nas situações de excepcionalidade, a Diretoria da CNC (Dt/CNC) poderá exercer a competência prevista na alínea a, 

    ad referendum do CR/CNC.

     

    III – O enquadramento sindical, recepcionado pela Constituição, é indispensável à observância da unicidade sindical, que, plenamente compatível com a liberdade sindical, demarca a área de exercício da representação, sem qualquer interferência na criação de novas entidades sindicais corretamente localizadas.

    Parágrafo único – O enquadramento é feito com base no QUADRO DE ATIVIDADES E PROFISSÕES, referido pelo art. 577 da Consolidação das Leis do Trabalho e adotado pelo SICOMERCIO que, por seu órgão competente, procederá à sua atualização sempre que indispensável.

     

    IV – Toda entidade sindical do plano de enquadramento da CNC integra o SICOMERCIO, devendo formalizar essa integração pelo registro.

    Parágrafo único – O registro no SICOMERCIO é indispensável ao funcionamento do regime da unicidade sindical e necessário ao aperfeiçoamento da personalidade jurídica de natureza sindical.

     

    V – O regime da unicidade sindical, definido pelo art. 8o, inciso II, da Constituição Federal, e expressamente adotado pelo SICOMERCIO, está integrado na tradição brasileira e tem por base o agrupamento das forças produtivas por atividades ou categorias, segundo os critérios da identidade ou similitude.

    Parágrafo primeiro – A unicidade sindical constitui experiência vitoriosa no Brasil, cumprindo às entidades sindicais representativas do comércio, especialmente à CNC, defender sua manutenção a partir do texto da Lei Maior.

    Parágrafo segundo – Os princípios internacionais da OIT, particularmente os da Convenção 87, reconhecem que a liberdade sindical é compatível com qualquer dos dois regimes – o da pluralidade e o da unicidade sindicais – limitando-se a vetar a intervenção ou interferência do Estado na organização interna das entidades sindicais.

     

    VI – A representação sindical constitui atributo constitucional das entidades integrantes do sistema confederativo sindical respectivo.

    Parágrafo primeiro – A representação da categoria diretamente pelo Sindicato eclético deve preferir a representação indireta pela Federação.

    Parágrafo segundo – A representação de federação estadual deve compreender, no mínimo, um dos grupos do plano sindical da CNC, considerando-se paradigma ideal a que alcançar todos os grupos.

    Parágrafo terceiro – O SICOMERCIO deve compor normas que garantam a representação à entidade mais representativa, de modo a evitar que o princípio da unicidade, aplicado linearmente, se converta em meio capaz de assegurar monopólios vitalícios.

    Parágrafo quarto – O Sindicato que não demonstrar capacidade de atuação e adequado exercício da representação de sua categoria econômica, sobretudo em razão de sua inviabilidade financeira, deverá ceder sua representatividade em favor de um Sindicato que ofereça melhor possibilidade de vida associativa regular e ação sindical eficiente.

    Parágrafo quinto – Os sindicatos ecléticos e específicos, poderão celebrar parcerias para a adoção da multirrepresentatividade de natureza meramente operacional, respeitado o princípio da unicidade sindical, dentro de suas respectivas bases territoriais, com a finalidade de melhor e mútua representação de suas categorias econômicas, observado o disposto no parágrafo anterior.

    Parágrafo sexto – As categorias econômicas inorganizadas em sindicatos e atualmente representadas pelas federações poderão ser representadas por Sindicatos ecléticos, respeitados os princípios da multirrepresentatividade.

     

    VII – A base-territorial-regra é o Município para o Sindicato e o Estado para a Federação.

    Parágrafo primeiro – A entidade sindical de base-territorial-regra tem preferência e prevalência sobre a entidade sindical de base-territorial-exceção, excluído o Município sede desta.

    Parágrafo segundo – Os sindicatos estaduais e intermunicipais serão criados por decisão da Assembléia Geral da respectiva categoria. A representatividade será aferida pela correspondente Federação Estadual.

    Parágrafo terceiro – Será autorizada base territorial intermunicipal para o Sindicato, desde que compreenda municípios limítrofes entre si, a partir do município-sede da base territorial.

     

    VIII – Filiação só pode existir na linha vertical, de Sindicato a federação e de federação a confederação, não se admitindo filiação de Sindicato a Sindicato, nem de federação a federação, independentemente das respectivas bases territoriais.

    Parágrafo único – Por efeito do princípio da unicidade, o Sindicato não pode se filiar a mais de uma federação, prevalecendo, para os fins do SICOMERCIO, a filiação constante do código atribuído pela CEF para a arrecadação da contribuição sindical.

     

    IX – É auto-aplicável o disposto no inciso IV, do art. 8o, da Constituição Federal, cabendo à assembléia geral do Sindicato fixar a contribuição destinada ao custeio do sistema confederativo da representação sindical, observados critérios de ajustamento às disparidades regionais e às peculiaridades das categorias.

    Parágrafo único – Como forma conveniente para incremento de sua arrecadação é necessário que o Sindicato assegure assistência a todos os integrantes da categoria.

     

    X – Os preceitos da Consolidação das Leis do Trabalho sobre a organização sindical (Título V), que não instrumentam ou autorizam intervenção ou interferência do Poder Público em entidades sindicais, limitando-se à disciplina normativa destas, foram recepcionados pela Constituição e são necessários à aplicação dos princípios que estabelece em seu art. 8o.

    Parágrafo único – A CNC dará assistência direta aos sindicatos, remetendo-lhes legislação, doutrina e jurisprudência de seu interesse, em especial sobre contribuição confederativa.

  • Ministro Pedro Novais participa do lançamento do programa Senac na Copa

    Com a presença do ministro do Turismo, Pedro Novais, foi lançado nesta terça-feira (29/3), no Rio de Janeiro, o Programa Nacional de Educação Profissional Senac na Copa. Criado com o objetivo de oferecer mais de um milhão de vagas em cursos profissionalizantes em todo o País, o Senac na Copa é uma das contribuições do Sistema Comércio para que o Brasil possa vencer o desafio de formar mão de obra qualificada para o grande evento esportivo que será realizado em 2014.

    Com a presença do ministro do Turismo, Pedro Novais, foi lançado nesta terça-feira (29/3), no Rio de Janeiro, o Programa Nacional de Educação Profissional Senac na Copa. Criado com o objetivo de oferecer mais de um milhão de vagas em cursos profissionalizantes em todo o País, o Senac na Copa é uma das contribuições do Sistema Comércio para que o Brasil possa vencer o desafio de formar mão de obra qualificada para o grande evento esportivo que será realizado em 2014.

    “Congratulo-me com o Senac pela sua iniciativa de treinar mais de um milhão de pessoas. Esse trabalho vai ajudar muito o ministério do Turismo e o País, porque esses profissionais ingressarão no mercado de trabalho, dinamizando a economia. E o turismo tem esse papel”, disse o ministro Novais durante a Teleconferência Copa 2014: Oportunidades e Desafios, organizada pelo Senac e que marcou o lançamento do programa.

    Recebido pelo presidente Antonio Oliveira Santos e pelos diretores-gerais do Senac Nacional, Sidney da Silva Cunha, e do SESC Nacional, Maron Emile Abi-Abib, o ministro Pedro Novais fez um balanço das ações que o ministério vem realizando com vistas à preparação para a Copa. Segundo o ministro, são esperados mais de 600 mil turistas estrangeiros para a Copa, com uma movimentação total de três milhões de pessoas, contando com os nacionais. Em todo o ano da Copa, serão oito milhões de turistas. Uma das metas, é que os profissionais da linha de frente, como atendentes de aeroportos, recepcionistas de hotel e camareiras, possam se comunicar com os turistas estrangeiros em pelo menos dois idiomas, inglês e espanhol. “A grande vitória do Brasil em 2014 será mostrar a nossa capacidade de bem receber”, disse o ministro, lembrando que o turismo responde hoje por 3% da economia do País. “Queremos chegar a 8% nos próximos anos”, disse, prevendo um crescimento de 79% do setor até 2014.

    A teleconferência, integrada por 300 pontos de recepção em todo o País, contou também com a participação do gerente de Projetos Estratégicos do Departamento Nacional do Senac , Antonio Henrique Borges Paula, e do presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio.

    O gerente do Senac explicou que a entidade trabalhou com uma amostra de 700 empresas para identificar as necessidades a serem trabalhadas. “Nosso objetivo foi fazer uma análise diagnóstica, identificando os atrativos e os gaps para que o turismo aconteça”, disse Antonio Henrique. Do portfólio Senac, composto por mais de 800 cursos, foram priorizados os que melhor atendem às expectativas dos setores que terão de estar devidamente preparados para o megaevento: turismo, gastronomia, hotelaria, idiomas, saúde, informática, moda, beleza, meio ambiente, entre outros.

    “A orientação do presidente do nosso Sistema sempre foi ter o setor de turismo como uma prioridade”, lembrou Antonio Henrique, mencionando as diversas adequações realizadas como preparação para a execução do novo programa, além da reforma e da construção de novas unidades pelo País. “Nossa estrutura tem condição de atender a essa demanda, somando com o Ministério”, garantiu, destacando a importância do planejamento para os profissionais do Senac que assistiam à teleconferência em todo o País, e que puderam realizar perguntas na segunda parte da transmissão.

    Pelo lado das empresas, Alexandre Sampaio disse que a Federação também se habilitou junto ao ministério no programa Bem Receber Copa, com previsão de formar oito mil profissionais. “Vamos incentivar cada vez mais o programa que hoje está sendo lançado, no sentido de aproximação com os sindicatos. Temos certeza que colheremos bons frutos”, afirmou Alexandre.

    Logo após a teleconferência, o ministro Pedro Novais concedeu uma entrevista coletiva à imprensa e participou de um coquetel no complexo dos departamentos nacionais do SESC e do Senac , no bairro de Jacarepaguá.

  • Entidades criadas após a Constituição Federal de 1988 – sem Carta Sindical

    Entidades criadas após a Constituição Federal de 1988 – sem Carta SindicalEntidades criadas após a Constituição Federal de 1988 – sem Carta Sindical

  • Boletim Informativo Diário (BID) 54

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

    Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.

  • Mesa Brasil SESC inaugura nova sede em Goiás

    O Serviço Social do Comércio – SESC inaugurou no último dia 18 de março a nova Unidade do Programa Mesa Brasil SESC Goiás e o Almoxarifado Central, em Goiânia (GO).

    Estiveram presentes à solenidade de inauguração o presidente da Federação do Comércio e dos Conselhos Regionais do SESC e SENAC em Goiás, José Evaristo dos Santos, o diretor geral do Departamento Nacional, Maron Emile Abi-Abib, o diretor regional do SESC Goiás, Giuglio Settimi Cysneiros, empresários, instituições sociais, doadores e demais autoridades.

    O Serviço Social do Comércio – SESC inaugurou no último dia 18 de março a nova Unidade do Programa Mesa Brasil SESC Goiás e o Almoxarifado Central, em Goiânia (GO).

    Estiveram presentes à solenidade de inauguração o presidente da Federação do Comércio e dos Conselhos Regionais do SESC e SENAC em Goiás, José Evaristo dos Santos, o diretor geral do Departamento Nacional, Maron Emile Abi-Abib, o diretor regional do SESC Goiás, Giuglio Settimi Cysneiros, empresários, instituições sociais, doadores e demais autoridades.

    Logo após o descerramento da placa de inauguração foi realizada uma homenagem aos doadores do Programa. 

    José Evaristo destacou a participação dos doadores e instituições beneficiadas no sucesso do Programa. Em 2010 foram atendidas 389 entidades sociais, entre doações sistemáticas e eventuais. O diretor geral do Departamento Nacional, Maron Emile Abi-Abib, falou sobre a importância do Mesa Brasil SESC e ressaltou a quantidade de doações distribuídas ao longo de 2010: mais de um milhão de quilos de alimentos variados, que atenderam em média 56 mil pessoas por mês e complementaram cerca de 14 milhões de refeições.

    O Mesa Brasil é um Programa de Segurança Alimentar e Nutricional coordenado pelo Departamento Nacional do SESC que redistribui alimentos excedentes próprios para o consumo, com ou sem valor comercial, desenvolvendo ações educativas permanentes em nutrição e assistência social, por meio de cursos, oficinas, palestras, entre outras. A meta é fortalecer as entidades sociais e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos em situação de vulnerabilidade alimentar e social. Em Goiás, o Programa foi implantado em 2004.

    Os projetos desenvolvidos pelo Programa demandaram a construção de uma nova área para o Mesa Brasil SESC Goiás. Composto por dois andares, a sede abriga as atividades administrativas e o depósito, que ocupa a maior área da nova instalação, responsável por armazenar os alimentos não perecíveis, contando ainda com área para recepção e higienização de hortifrutigranjeiros e um mezanino para estocagem de materiais de higiene e limpeza.

    No térreo ainda funcionam as salas de atendimento às instituições e doadores, bem como o espaço onde serão realizadas as Ações Educativas, ideais para o desenvolvimento de cursos, palestras e treinamentos que estimulem a prática de hábitos saudáveis.

    Mesa Brasil SESC 

    Em outubro de 1994, o SESC São Paulo deu início ao projeto Mesa São Paulo, se tarnsformando numa iniciativa de grande sucesso. Aos poucos, outros Departamentos Regionais do SESC começaram a aderir ao projeto. Foram eles: Rio de Janeiro e Pernambuco, com o “Banco de Alimentos” e Ceará, com o “Amigos do Prato”.

    Com bons resultados alcançados e considerando a experiência dos Departamentos Regionais engajados no projeto, o Departamento Nacional do SESC estruturou ao longo de 2002 e implantou em 2003 o Programa Mesa Brasil SESC, por meio dos modelos de atuação “Banco de Alimentos” e “Colheita Urbana”. Atualmente, o Programa Mesa Brasil SESC possui 74 unidades em funcionamento, estando presente em 351 municípios em todos os estados brasileiros.

    Em Goiás o Programa foi implantando em 24 de agosto de 2004, sendo trabalhado no modelo “Banco de Alimentos” (Centro de recolhimento, seleção e distribuição de alimentos geralmente sem valor comercial). Desde então, o Programa promove com transparência a dignidade de crianças, jovens e idosos das entidades cadastradas.

    É um Programa de ação conjunta que integra o SESC, empresas, instituições sociais e voluntários no esforço de diminuição do desperdício de alimentos. Trata-se de uma rede de solidariedade coordenada pelo Departamento Nacional do SESC, onde a parceria com vários segmentos da sociedade é à base de sustentação de todas as suas ações.

    O Programa também realiza atendimento eventual (grandes doações) às instituições sociais nas cidades de: Aparecida de Goiânia, Trindade, Cidade de Goiás, Itapuranga, Silvânia, Morrinhos, Anápolis, Pirenópolis, Caldas Novas, Senador Canedo, Pontalina, Turvânia, Inhumas, Itapuranga, Ipameri, Itaberaí, Indiara, Goianira, Damolândia, Catalão, Vianópolis, Joviânia e Águas Lindas de Goiás.

  • Fecomércio-SC recebe governador do Estado, Raimundo Colombo

    Fecomércio-SC recebe governador do Estado, Raimundo Colombo

     

    Entidade entrega documento “Brasil em Desenvolvimento”, com os gargalos para o desenvolvimento do setor terciário

     

    Em encontro realizado em Florianópolis, conselho da entidade entrega documento “Brasil em Desenvolvimento”, que aponta as principais dificuldades estruturais para o desenvolvimento do setor terciário.

     

    Fecomércio-SC recebe governador do Estado, Raimundo Colombo

     

    Entidade entrega documento “Brasil em Desenvolvimento”, com os gargalos para o desenvolvimento do setor terciário

     

    Em encontro realizado em Florianópolis, conselho da entidade entrega documento “Brasil em Desenvolvimento”, que aponta as principais dificuldades estruturais para o desenvolvimento do setor terciário.

     

    O presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, entregou ao governador do Estado, Raimundo Colombo, durante a reunião do Conselho de Representantes da entidade, no dia 28 de março, o documento “Brasil em Desenvolvimento”, que aponta os principais gargalos para o crescimento do setor terciário e sugere ações do poder executivo e legislativo em todo o Estado de Santa Catarina. Breithaupt também reforçou a principal reivindicação do setor do comércio; a criação do PRODEC para o comércio, já apresentada ao secretário da Fazenda, Ubiratan Resende.

    Raimundo Colombo anunciou, na reunião, o Programa Juro Zero, com divulgação prevista para o mês de maio. A proposta visa à expansão dos negócios das pequenas empresas. “É uma ação desburocratizada de apoio à pequena empresa, em que o Governo pagará os juros dos pequenos empreendedores”, destacou Colombo.

    Participaram da reunião os dirigentes dos sindicatos patronais filiados e diretores do Sistema Fecomércio.

  • Compras com cartão de crédito no exterior ficam mais caras

    No dia 25 de março, a presidente Dilma Roussef assinou o Decreto nº 7.454, que aumenta de 2,38% para 6,38% a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre as aquisições de bens e serviços com cartão de crédito no exterior, inclusive se efetuadas pela internet, e que produzirá efeitos nas operações de câmbio liquidadas após o dia 28 de abril deste ano.

    No dia 25 de março, a presidente Dilma Roussef assinou o Decreto nº 7.454, que aumenta de 2,38% para 6,38% a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre as aquisições de bens e serviços com cartão de crédito no exterior, inclusive se efetuadas pela internet, e que produzirá efeitos nas operações de câmbio liquidadas após o dia 28 de abril deste ano.

  • Senador sugere reaproveitamento de produtos piratas

    O PLC nº 62/10, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tramita no Senado Federal, visa acrescentar parágrafo único ao art. 202 da Lei nº 9.279/96 (Lei da Propriedade Industrial), para possibilitar, sempre que possível, a inutilização da marca falsificada e a preservação dos produtos piratas, o reaproveitamento dos mesmos e sua destinação a entidades de assistência social, para distribuição a pessoas de baixa renda.

    No entanto, essa doação somente será possível após o desfazimento da marca e desde que os produtos não apresentem riscos à saúde.

    O PLC nº 62/10, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tramita no Senado Federal, visa acrescentar parágrafo único ao art. 202 da Lei nº 9.279/96 (Lei da Propriedade Industrial), para possibilitar, sempre que possível, a inutilização da marca falsificada e a preservação dos produtos piratas, o reaproveitamento dos mesmos e sua destinação a entidades de assistência social, para distribuição a pessoas de baixa renda.

    No entanto, essa doação somente será possível após o desfazimento da marca e desde que os produtos não apresentem riscos à saúde.

    Tal projeto merece o acompanhamento da CNC, em decorrência do interesse dos empresários que têm seus produtos falsificados, bem como em virtude de sua representação no Conselho Nacional de Combate à Pirataria.

  • PEC que muda rito das MPs na pauta da CCJ

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Eunício de Oliveira (PMDB-CE), garantiu, em entrevista à Agência Senado, de 25 de março, que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera o rito das medidas provisórias deve entrar com prioridade na pauta da próxima reunião do colegiado, marcada para as 10 horas desta quarta-feira (30).

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Eunício de Oliveira (PMDB-CE), garantiu, em entrevista à Agência Senado, de 25 de março, que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera o rito das medidas provisórias deve entrar com prioridade na pauta da próxima reunião do colegiado, marcada para as 10 horas desta quarta-feira (30).

    A PEC 11/2011, apresentada pelo senador José Sarney (PMDB-AP), altera o art. 62 da Constituição, estabelecendo prazos idênticos para cada Casa do Congresso avaliar uma medida provisória. Pela proposta, a Câmara dos Deputados e o Senado terão 55 dias, cada, para analisar as MPs. Hoje o prazo máximo de tramitação das MPs é de 120 dias corridos, a maioria deles consumidos pela Câmara. Encerrado esse prazo, a MP será remetida, no estado em que se encontra, ao Senado, que também terá 55 dias para votá-la. Havendo emendas no Senado, a MP retornará à Câmara.

    Sarney apresentou a proposta motivado pela queixa crescente entre os senadores de que as medidas provisórias, depois de votadas pela Câmara dos Deputados, chegam ao Senado com um tempo escasso para serem estudadas e votadas.

     

  • Copa do Mundo 2014 será debatida em teleconferência do Senac

    Nesta terça-feira, 29 de março, às 15 horas, será realizada a Teleconferência “Copa 2014: Oportunidades e Desafios”, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Estarão presentes nesta edição do programa o ministro do Turismo, Pedro Novais, o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, e o gerente de Projetos Estratégicos do Departamento Nacional do Senac, Antônio Henrique de Paula.

    Nesta terça-feira, 29 de março, às 15 horas, será realizada a Teleconferência “Copa 2014: Oportunidades e Desafios”, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Estarão presentes nesta edição do programa o ministro do Turismo, Pedro Novais, o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, e o gerente de Projetos Estratégicos do Departamento Nacional do Senac, Antônio Henrique de Paula.

    No programa, serão discutidas as oportunidades de trabalho que serão geradas a partir da Copa do Mundo de 2014, as demandas já existentes e as estratégias dos diversos envolvidos com o evento, em especial a cadeia produtiva do turismo. Também serão debatidas as questões sobre qualificação profissional e as ações do Senac para contribuir com a capacitação de pessoas para a atuação no Mundial.

    Aproveitando a ocasião, será lançado o Programa Nacional de Educação Senac na Copa, que irá oferecer mais de um milhão de vagas em cursos profissionalizantes em todo o País. Foram priorizados os cursos que melhor atendem às expectativas dos setores que estarão mais envolvidos com a realização do evento, como turismo, hotelaria, gastronomia, comércio, saúde, segurança, entre outros. Ainda serão oferecidas cerca de 130 mil vagas somente para idiomas, como inglês, espanhol, alemão e até LIBRAS, a Linguagem Brasileira de Sinais para portadores de deficiência fono-auditiva.

    A Teleconferência será transmitida ao vivo pelo Centro de Produção de Radio e Televisão do Senac (CPRTV), no Rio de Janeiro, para mais de 300 salas e auditórios no Brasil, com participação interativa via internet. Para assistir nos auditórios Senac, consulte www.teleconf.senac.br. Durante o programa, perguntas poderão ser enviadas por e-mail teleconfsesc@senac.br, por telefone (0800 283-0270) ou fax (0800 023-0220).