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  • A forma que a liderança terá

    As empresas estão mudando a uma velocidade estonteante. Mas e as pessoas à frente delas? O especialista Skrikumar Rao, da London Bussiness School, tem perguntado a seus alunos o que eles veem como atributos essenciais do líder de amanhã.

    Fonte: A FORMA que a liderança terá. HSM Management, São Paulo, v.12, n. 72, p. 76-82, jan./fev. 2009.

    As empresas estão mudando a uma velocidade estonteante. Mas e as pessoas à frente delas? O especialista Skrikumar Rao, da London Bussiness School, tem perguntado a seus alunos o que eles veem como atributos essenciais do líder de amanhã.

    Fonte: A FORMA que a liderança terá. HSM Management, São Paulo, v.12, n. 72, p. 76-82, jan./fev. 2009.

  • Os legados da Copa e das Olimpíadas para o Brasil

    Com o tema “Os Impactos dos Megaeventos Esportivos na Indústria do Turismo”, a edição 2010 do Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBratur) será realizada no dia 1º de dezembro, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, em Brasília.

    Com o tema “Os Impactos dos Megaeventos Esportivos na Indústria do Turismo”, a edição 2010 do Congresso Brasileiro da Atividade Turística (CBratur) será realizada no dia 1º de dezembro, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, em Brasília. Participarão do evento os ministros do Turismo, Luiz Barretto, e dos Esportes, Orlando Silva, e os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer, além do chefe da Assessoria de Turismo e Hospitalidade da CNC e vice-presidente do Conselho de Turismo da entidade, Eraldo Alves da Cruz, diversos parlamentares, empresários , estudantes e profissionais do setor.


    Os desafios que o nosso país encontrará pela frente para realizar com sucesso os dois principais eventos esportivos de porte internacional dos próximos anos – a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 – e o legado que ambos deixarão para o Brasil, promovendo benefícios a longo prazo e desenvolvimento para a sociedade, serão debatidos em quatro grandes painéis: “Esporte e Turismo, Indústrias Paralelas e Complementares”, ministrado pelo ministro Orlando Silva; “Copa de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016: Perspectiva de Expansão”, comandado por Carlos Alberto Amorim Ferreira, presidente da Abav; “Cruzeiros Marítimos: Infraestrutura e Expansão do Mercado”, sob responsabilidade do presidente da Abremar, Ricardo Amaral; e “Mão de Obra, Treinamento, Reciclagem e Aperfeiçoamento”, apresentado pelo diretor da Contratuh, Jadir Rafael de Souza.


    O Cbratur é promovido anualmente pelas as Comissões de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados e de Desenvolvimento Regional e Turismo, do Senado Federal, presididas pela deputada Raquel Teixeira e pelo senador Neuto de Conto, e conta com o apoio da Frente Parlamentar de Turismo e da Frente Parlamentar do Esporte.

  • CNC participa de audiência sobre o ponto eletrônico

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados realizará, no dia 15 de dezembro, audiência pública sobre a Portaria 1510/2009, que trata das novas regras do registro eletrônico de ponto (REP), previstas para entrarem em vigor no dia 1º de março de 2011.


    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Laércio Oliveira, eleito deputado federal pelo PR-SE, será o representante da entidade na audiência, que contará ainda com a participação da secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalh

    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados realizará, no dia 15 de dezembro, audiência pública sobre a Portaria 1510/2009, que trata das novas regras do registro eletrônico de ponto (REP), previstas para entrarem em vigor no dia 1º de março de 2011.


    O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Laércio Oliveira, eleito deputado federal pelo PR-SE, será o representante da entidade na audiência, que contará ainda com a participação da secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Ruth Beatriz Vilela, do gerente-executivo da Unidade de Relações de Trabalho da CNI, Emerson Casali, do presidente da CNT, Clésio Andrade, e do presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva.

  • Fecomércio Minas apresenta proposta para fortalecer a Contribuição Sindical

    O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas), Lázaro Luiz Gonzaga, e representantes dos sindicatos filiados à entidade entregaram ao deputado federal Almir Carvalho (PDT-MG) uma sugestão de proposição legislativa que visava garantir o equilíbrio das relações sindicais.

    O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas), Lázaro Luiz Gonzaga, e representantes dos sindicatos filiados à entidade entregaram ao deputado federal Almir Carvalho (PDT-MG) uma sugestão de proposição legislativa que visava garantir o equilíbrio das relações sindicais. A proposta foi transformada no Projeto de Lei Complementar 599/2010, que propõe a alteração da Lei Complementar 123, a que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, incluindo a Contribuição Sindical Patronal como uma das contribuições recolhidas por meio do Simples Nacional.


    A proposta da Fecomércio Minas consiste em um Projeto de Lei Complementar que irá reafirmar a obrigatoriedade da Contribuição Sindical Patronal para todas as empresas, independente do porte. O objetivo das mudanças é o atendimento ao dispositivo constitucional que exige tratamento favorecido e diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte, sem prejuízo às receitas dos sindicatos patronais.


    Vale destacar que a grande maioria das empresas representadas é constituída de empresas de micro e pequeno porte, principais demandantes da prestação de serviços dos sindicatos patronais e da Fecomércio Minas, que têm como principal fonte de receita a Contribuição Sindical. Com isso, a Fecomércio Minas contribui para a busca pela sobrevivência das entidades e a continuidade dos serviços prestados aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

  • Renda média dos brasileiros sobe e desemprego cai, segundo IBGE


    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 25 de novembro um estudo mostrando que a taxa de desemprego ficou em 6,1% em outubro de 2010, a menor marca registrada desde 2002, quando teve início a série histórica. A renda dos brasileiros também atingiu crescimento recorde.


    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 25 de novembro um estudo mostrando que a taxa de desemprego ficou em 6,1% em outubro de 2010, a menor marca registrada desde 2002, quando teve início a série histórica. A renda dos brasileiros também atingiu crescimento recorde. Em outubro, o crescimento foi de 6,5%, deixando o rendimento médio dos brasileiros em R$ 1515,40, a maior média desde o início das medições, também em 2002.


    O número de empregos com carteira assinada, em comparação ao mês anterior, não apresentou variação, com exceção nas atividades ligadas ao comércio, reparação de veículos automotores, de objetos pessoais e domésticos e no comércio a varejo de combustíveis, com variação positiva de 2,5%.


    Com relação ao rendimento médio dos brasileiros, o reajuste real do salário mínimo foi o principal propulsor da renda e proporcionou o avanço do poder de compra, apesar da recente aceleração da inflação, de acordo com Cimar Azeredo Pereira, gerente do IBGE.


    Segundo o economista da CNC, Fábio Bentes, os resultados confirmam as expectativas de crescimento do comércio para este fim de ano, uma vez que o mercado de trabalho está aquecido, com baixas taxas de desemprego. “O mercado de trabalho passa por um momento particularmente favorável e isso se reflete nas vendas recordes do comércio. Neste cenário também contam as condições mais favoráveis de crédito e as repercussões da valorização cambial sobre os preços de determinados produtos”, afirma Bentes, que reforça que a expectativa de vendas no Natal cresça 12,8%.


    Em novembro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo já havia divulgado, através dos resultados da pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que o consumidor está mais satisfeito com a sua atual situação econômica e pretende elevar o seu nível de consumo. Em 2010, o crescimento esperado pelo comércio é de 10,8%, com relação a 2009.

  • Resultados do IBGE sobre emprego e renda mostram que consumo se manterá

    Para o comércio brasileiro, os resultados divulgados hoje pelo IBGE quanto ao emprego e renda são animadores. De acordo com o Instituto, a população ocupada em todo o Brasil, 22,3 milhões de pessoas, ficou estável em relação a setembro e teve alta de 3,9% em relação a outubro de 2009 – ou seja, mais 841 mil postos de trabalho.


    A massa de rendimento médio real habitual em outubro de 2010 cresceu 0,8% em relação a setembro, e 10,8% em relação a outubro do ano passado.

    Para o comércio brasileiro, os resultados divulgados hoje pelo IBGE quanto ao emprego e renda são animadores. De acordo com o Instituto, a população ocupada em todo o Brasil, 22,3 milhões de pessoas, ficou estável em relação a setembro e teve alta de 3,9% em relação a outubro de 2009 – ou seja, mais 841 mil postos de trabalho.


    A massa de rendimento médio real habitual em outubro de 2010 cresceu 0,8% em relação a setembro, e 10,8% em relação a outubro do ano passado. O resultado, segundo a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que tal ritmo de expansão dos recursos obtidos no mercado proporcionará a continuidade do atual quadro de aquecimento do consumo.


    A taxa de desocupação de outubro (6,1%) foi a menor desde o início da série da pesquisa iniciada pelo IBGE em março de 2002 para o conjunto das seis regiões metropolitanas. “Isso sinaliza o aquecimento do mercado externo pelas vias do emprego, da renda e do crédito”, afirma Fábio Bentes, da Divisão Econômica da CNC. O economista destaca que os trabalhadores formais respondem por 57,5% da população ocupada nas principais regiões metropolitanas do País, um recorde nos últimos oito anos. “Esperamos que 2010 se encerre com a criação recorde de 1,9 milhão de vagas formais. O comércio deverá criar 498 mil vagas”, analisa.


    Contratação temporária


    A previsão atualizada da CNC é de que sejam criadas 122,7 mil vagas temporárias para as vendas de final de ano. Um aumento de 1,8% frente o mesmo período de 2009. “Acreditamos que 12,8% dos contratados serão definitivamente incorporados ao mercado de trabalho. O ramo de vestuário deverá liderar a contratação temporária com 53,4 mil postos”, diz Bentes. Por fim, a Divisão Econômica da CNC projeta ainda que a Neste mesmo cenário a massa de rendimentos deverá encerrar o ano com oscilação de +10,2%.


    Confira aqui a análise e os gráficos elaborados pela Divisão Econômica para os números do IBGE.  


     

  • 600 mil empresas começam a emitir Nota Fiscal Eletrônica em 1° de dezembro


    Termina no dia 30 de novembro o prazo das empresas para adesão à Nota Fiscal Eletrônica. O processo de obrigatoriedade da NF-e para empresas está sendo feito gradualmente, conforme o ramo de atividades. Com isso, a partir de 1° de dezembro, cerca de 600 mil empresas ingressam no novo sistema, totalizando 870 mil empresas que migraram seus processos de emissão de notas fiscais para o ambiente eletrônico em 2010.


    Termina no dia 30 de novembro o prazo das empresas para adesão à Nota Fiscal Eletrônica. O processo de obrigatoriedade da NF-e para empresas está sendo feito gradualmente, conforme o ramo de atividades. Com isso, a partir de 1° de dezembro, cerca de 600 mil empresas ingressam no novo sistema, totalizando 870 mil empresas que migraram seus processos de emissão de notas fiscais para o ambiente eletrônico em 2010.


    O protocolo ICMS 42 especifica que deverão utilizar a NF-e “os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações destinadas à administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”. A partir de dezembro, apenas as empresas optantes do Simples devem continuar fora do sistema eletrônico de emissão de notas fiscais.


    Para a emissão das NF-e, é necessário um certificado digital de pessoa jurídica, que pode ser o e-CNPJ ou o Certificado NF-e. O segundo é o mais recomendado, porque pode ser emitido para quem a empresa determinar, não necessariamente o representante legal da empresa na Receita Federal. Para agilizar o processo, é importante que o empresariado não deixe a emissão dos certificados digitais para a última hora.


    Para facilitar a comercialização de certificados digitais para empresários e pessoas físicas, a CNC firmou uma parceria com a Certisign, o que permitiu a implementação de uma estrutura de Autoridade de Registro (AR) dentro de cada federação filiada ao Sicomercio.


    Atualmente, seis federações (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Ceará e Bahia) já estão credenciadas para atuar como Autoridade de Registro. Outras 14 (Alagoas, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe e a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) e seis sindicatos do estado de São Paulo (Sincoelétrico, Sincomavi, Sincomercio ABC, Sindilojas, Sinapel e Sindicomis) funcionam como pontos de atendimento (PA) para a emissão de certificados digitais.



    Para mais informações, entre em contato com a federação do comércio de seu estado ou envie um e-mail para projetos@cnc.com.br.

  • Aprovada exigência de serviço odontológico em empresas

    Nesta quarta-feira (24/11), a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que torna obrigatório o fornecimento de serviço odontológico pelas empresas a seus funcionários.


    O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43), exigindo que as empresas mantenham serviços especializados em odontologia do trabalho, de acordo com normas a serem fixadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Hoje, são obrigatórios apenas os serviços de medicina e segurança do trabalho.

    Nesta quarta-feira (24/11), a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que torna obrigatório o fornecimento de serviço odontológico pelas empresas a seus funcionários.


    O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43), exigindo que as empresas mantenham serviços especializados em odontologia do trabalho, de acordo com normas a serem fixadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Hoje, são obrigatórios apenas os serviços de medicina e segurança do trabalho. Pela proposta, o exame odontológico deverá ser feito periodicamente, por conta do empregador, e também na admissão e na demissão, assim como já ocorre atualmente com o exame médico.


    O relator, deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 422/07, do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC), e ao PL 3707/08, do deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), apensado.


    Resende destaca que os autores das duas propostas identificam a mesma falha na legislação que trata da saúde ocupacional do trabalhador. Para ele, “a saúde bucal é integrante indissociável da área de saúde, mas vem sendo negligenciada há anos”.


    Micro e pequenas empresas

    O texto de Resende determina que a regra é facultativa para

    micro e pequenas empresas, pois implantar o serviço poderia inviabilizá-las economicamente. Esse dispositivo já estava presente no substitutivo aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.


    Ainda em relação ao texto da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Resende optou por descartar mudanças à CLT que, em sua opinião, são inócuos porque “apenas detalham o funcionamento dos serviços de odontologia do trabalho”. Ele também resolveu, em seu substitutivo, restabelecer o prazo de 360 dias para que as empresas se ajustem à nova regra, previsto no projeto original. O texto da Comissão de Desenvolvimento Econômico havia reduzido esse prazo pela metade, o que Resende considera insuficiente.


    O substitutivo aprovado pela Comissão de Seguridade também mantém o prazo de cinco anos, estabelecido pela comissão anterior, para que todos os serviços relacionados à odontologia do trabalho sejam realizados por cirurgiões-dentistas especializados na área. O relator argumenta que é preciso dar esse tempo para as empresas contratarem profissionais especializados porque eles ainda são raros em diversas regiões brasileiras. A especialidade de odontologia do trabalho é reconhecida pelo conselho federal da área desde 2001.


    Tramitação

    O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será ainda analisado pelas Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.