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  • CNC e federações do comércio manifestam posição contrária à volta da CPMF


    O possível retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), também conhecida como “imposto do cheque”, provocou reações em diversas entidades do Sistema Comércio.


    No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da entidade ao restabelecimento do imposto.


    O possível retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), também conhecida como “imposto do cheque”, provocou reações em diversas entidades do Sistema Comércio.


    No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da entidade ao restabelecimento do imposto. Para ele, a volta da CPMF, de forma permanente e rebatizada como Contribuição Social para a Saúde (CSS), é uma agressão aos contribuintes brasileiros, que já suportam a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), que já são, ao lado da Previdência e da assistência sociais, destinadas a financiar o Sistema Único de Saúde.


    “Os empresários brasileiros, preparados para dar sua contribuição à presidente eleita, não aceitam a possibilidade de conviver com a acintosa proposta da CSS. Os novos representantes do povo no Congresso Nacional, eleitos nas últimas eleições, cometerão uma heresia política se recepcionarem a fraude de uma tal proposta que, em nome da saúde, visa, sem qualquer pudor, aprovar um aumento de mais de R$ 40 bilhões na insuportável carga tributária”, afirma Oliveira Santos. “Nessas condições e ao tempo em que apoia firmemente a alocação, no Orçamento, de maior parcela da Cofins e da CSLL para as ações da área da saúde do Governo federal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta, publicamente, a sua posição contrária à volta da CPMF”, completa o empresário.


    Em São Paulo, o presidente da Fecomercio, Abram Szajman, afirmou que a proposta é inaceitável. “É extremamente complicado falar sobre o aumento de impostos no Brasil, quando nós temos uma carga tributária extremamente elevada que penaliza todo o sistema comercial e empresarial brasileiro. A retomada desse assunto é inaceitável em um momento de tantas transições políticas e econômicas no mundo todo e de dificuldades para as empresas brasileiras voltadas à exportação”, afirmou o presidente.


    A Fecomércio-SC também se posicionou contra a recriação do imposto, classificando como “surpreendente” o fato de a primeira pauta discutida no período pós-eleitoral ser a criação de um tributo. “É necessário melhorar a gestão, equacionar os gastos públicos, em vez de insistir em aumentar a carga tributária e mais uma vez onerar o contribuinte”, avalia o presidente da entidade, Bruno Breithaupt.


    No centro-oeste, a Fecomércio-MS se uniu , no dia 11 de novembro, a outras entidades representativas do estado do Mato Grosso do Sul para o lançamento de uma campanha pública contra a recriação do imposto. Já no Mato Grosso, o vice-presidente da Fecomércio-MT, Hermes Martins, afirma que a entidade está pronta e que não vai medir forças para barrar a CPMF ou qualquer outro imposto que venha a onerar a sociedade e o consumo. “O cheque é moeda corrente nas operações comerciais e ninguém aguenta mais tanta carga tributária. O que deveria estar em pauta era justamente o contrário, o alívio dos impostos e a eficácia da máquina pública”, conclui.


    O retorno da CPMF tem sido especulado desde a primeira entrevista coletiva oficial da presidente eleita Dilma Rousseff, quando, na época, governadores eleitos de alguns estados teriam pedido a recriação do imposto para mais investimento na saúde. A CPMF foi extinta em 1º de janeiro de 2008, livrando o brasileiro de pagar uma alíquota de 0,38% a cada transferência bancária – emissão de cheques, pagamentos ou uso de cartão de débito, por exemplo.

  • Senac participa da Semana Global de Empreendedorismo

    Acontece entre os dias 15 e 21 de novembro, a 3ª Semana Global do Empreendedorismo, um evento que vai acontecer simultaneamente em 102 países, com presença garantida em todos os estados do Brasil. O objetivo é despertar a atitude empreendedora das pessoas e estimular o pensamento e a visão de mercado de micro e pequenos empresários.

    Acontece entre os dias 15 e 21 de novembro, a 3ª Semana Global do Empreendedorismo, um evento que vai acontecer simultaneamente em 102 países, com presença garantida em todos os estados do Brasil. O objetivo é despertar a atitude empreendedora das pessoas e estimular o pensamento e a visão de mercado de micro e pequenos empresários.

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) estará com diversas atividades voltadas para a Semana Global de Empreendedorismo espalhadas pelas suas unidades em todo o Brasil. Só em São Paulo serão realizadas mais de 180 atividades diferentes, com a expectativa de receber cerca de 15 mil pessoas, entre alunos e demais interessados no tema participem das atividades nas unidades do Senac-SP.

    A abertura nacional do evento irá acontecer no Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral, zona norte do Rio de Janeiro. É a primeira vez que a abertura do evento será realizada numa favela. A iniciativa foi da Endeavor, grupo líder do movimento no Brasil, e da co-realizadora Ernst & Young Terco, com o apoio do AfroReggae.

    Diversas atividades serão oferecidas, como oficinas, workshops, palestras, gincanas, exposições, exibições de filmes e encenações teatrais, entre outras. O evento tem o apoio de personalidades internacionais como a secretária de Estado Norte-Americano, Hillary Clinton, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

  • Não à volta da CPMF (Jornal do Commercio de 15/11/2010)

    Antonio Oliveira santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


    Ainda no contexto das comemorações do Governo do Presidente Lula, pela vitória de sua candidata, a Ministra e, agora, Presidente eleita Dilma Roussef, surge, inopinadamente, a proposta atribuída a Governadores estaduais recém eleitos, no sentido do restabelecimento da CPMF, a famigerada Contribuição Provisória (?) sobre Movimentações Financeiras, que ficou conhecida como o “imposto sobre o cheque”, uma vez que sua principal incidência ocorria no resgate do valor dos che

    Antonio Oliveira santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


    Ainda no contexto das comemorações do Governo do Presidente Lula, pela vitória de sua candidata, a Ministra e, agora, Presidente eleita Dilma Roussef, surge, inopinadamente, a proposta atribuída a Governadores estaduais recém eleitos, no sentido do restabelecimento da CPMF, a famigerada Contribuição Provisória (?) sobre Movimentações Financeiras, que ficou conhecida como o “imposto sobre o cheque”, uma vez que sua principal incidência ocorria no resgate do valor dos cheques emitidos por ricos ou pobres, até mesmo para levantamento do valor de salários.

    Como já tive a oportunidade de ressaltar em artigo “O Retorno da CPMF”, publicado no Jornal do Commercio de 14/09/09, os tributos encontram, em geral, forte resistência social, pelos reflexos nos rendimentos, no patrimônio  e na própria vida dos cidadãos, bem assim nos lucros das empresas, ainda que todos compreendam que a receita pública se destina a financiar os serviços essenciais a uma sociedade organizada. Certos  tributos encontram menor resistência  social, como o IPI e o ICMS, porque o consumidor final não os percebe embutidos nos preços dos produtos, enquanto entre  os mais detestados pelos contribuintes, encontram-se o imposto de renda e o IPTU. Todavia, em termos de rejeição social, foi a  Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF), que superou todos os impostos e contribuições já lançados no Brasil, na medida em que  o cidadão constatava, em cada extrato de conta bancária, um desconto no seu saldo: era a odiosa CPMF.

    A CPMF foi instituída, em 1996, pela Emenda Constitucional nº 12, e se destinava a proporcionar recursos ao Fundo Nacional da Saúde, para financiar exclusivamente ações e programas na área da saúde. Com uma alíquota de 0,20% sobre o valor de cada movimentação ou transmissão de valores e de créditos de natureza financeira deveria vigorar, tão-somente, pois dois anos. Todavia, a Emenda nº 21, de 1999, prorrogou a CPMF por mais três anos e aumentou alíquota para 0,38% por doze meses e 0,30% por mais 24 meses, sendo que o resultado do aumento da arrecadação foi desviado da área da saúde para a previdência social. Depois, a Emenda nº 31, de 2000, restabeleceu a alíquota adicional de 0,08%, mas a receita respectiva foi desviada da área da previdência social para o Fundo de Erradicação da Pobreza. Na sequência, a Emenda nº 37, de 2002, prorrogou, de novo, a CPMF, até 31/12/04 e da alíquota de 0,38% somente a receita decorrente da parcela de 0,20% continuou destinada à área da saúde. Finalmente, a Emenda nº 42, de 2003, prorrogou, mais uma vez, a CPMF até 31/12/07.

    Em 2006, o Ministério do Planejamento chegou a cogitar de transformar a CPMF, de provisória em permanente, mas, em dezembro de 2007, o Congresso Nacional, pressionado pela imprensa, pelas classes empresariais e por toda a sociedade, negou aprovação à Proposta de Emenda que objetivava uma nova prorrogação da CPMF até 2011.

    Continua em curso no Congresso Nacional, entretanto,  o extenso (65 artigos) Projeto de Lei Complementar nº 306-B, de 2008, que regula o § 3º do art. 198 da Constituição e estabelece os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações e serviços de saúde. Nesse Projeto, a Câmara dos Deputados incluiu uma Seção, para restabelecer a CPMF, rebatizada como Contribuição Social para a Saúde (CSS), incidente sobre movimentações e transmissões financeiras pela alíquota de 0,1% (um décimo por cento), cuja receita seria incorporada ao Fundo Nacional de Saúde.

    A volta da CPMF, como CSS permanente, é uma agressão aos contribuintes brasileiros, que já suportam a COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), as quais, como determinam os arts. 195, I, “b” e “e”, e o § 3º do art. 196 da Constituição, são destinadas, justamente, a financiar o sistema único de saúde, ao lado da previdência e da assistência sociais. Essas duas contribuições, pagas pelas pessoas jurídicas, são repassadas, é claro, aos consumidores finais. Inobstante o nobre propósito do citado PLC – gerar recursos para a área da saúde – o Sistema Único de Saúde já dispõe dos recursos específicos provenientes das duas citadas contribuições sociais, sendo de notar-se que a receita da COFINS é superior à do IPI.

    É oportuno destacar que, mesmo após a extinção da CPMF, a receita tributária continuou a crescer, em face do aumento da atividade econômica. Por todas essas razões, o  que não se pode tolerar e não faz o menor sentido é o aumento da carga tributária, com a volta da CPMF.

    A simples idéia de restauração da CPMF já representa uma falta de respeito de seus idealizadores à vontade popular, uma violência contra a sociedade nacional.

    Os empresários brasileiros, preparados para dar sua contribuição á Presidente eleita, não aceitam a possibilidade de conviver com a acintosa proposta da CSS.

    Os novos representantes do povo no Congresso Nacional, eleitos  nas últimas eleições, cometerão uma heresia política se recepcionarem a fraude de uma tal proposta que, em nome da saúde, visa,  sem qualquer pudor,    aprovar um aumento de mais de R$ 40 bilhões na insuportável carga tributária.

    Nessas condições e ao tempo em que apoia firmemente a alocação no Orçamento de maior parcela da COFINS e da CSLL, para as ações da área da saúde do Governo federal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)  manifesta, publicamente, a sua posição contrária à volta da CPMF.


    Publicado no Jornal do Commercio de 15/11/2010

  • CNC manifesta posição contrária à volta da CPMF

    No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da CNC ao restabelecimento da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF).

    No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da CNC ao restabelecimento da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF). Para ele, a volta da CPMF, de forma permanente e rebatizada como Contribuição Social para a Saúde (CSS), é uma agressão aos contribuintes brasileiros, que já suportam a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), as quais são destinadas, justamente, a financiar o Sistema Único de Saúde, ao lado da previdência e da assistência sociais.


    “Os empresários brasileiros, preparados para dar sua contribuição à presidente eleita, não aceitam a possibilidade de conviver com a acintosa proposta da CSS. Os novos representantes do povo no Congresso Nacional, eleitos nas últimas eleições, cometerão uma heresia política se recepcionarem a fraude de uma tal proposta que, em nome da saúde, visa, sem qualquer pudor, aprovar um aumento de mais de R$ 40 bilhões na insuportável carga tributária”, afirma Oliveira Santos. “Nessas condições e ao tempo em que apoia firmemente a alocação no Orçamento de maior parcela da Cofins e da CSLL, para as ações da área da saúde do Governo federal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta, publicamente, a sua posição contrária à volta da CPMF”, completa o empresário.

  • Comércio deve registrar recorde de vendas em 2010

    O volume de vendas do varejo deve registrar uma expansão de 10,8% em 2010, configurando o melhor ano do varejo da década, superando inclusive o recorde de 9,7% em 2007. A previsão é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base no resultado da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, que revela um crescimento de 0,4% nas vendas de setembro, ante agosto.

    O volume de vendas do varejo deve registrar uma expansão de 10,8% em 2010, configurando o melhor ano do varejo da década, superando inclusive o recorde de 9,7% em 2007. A previsão é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base no resultado da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, que revela um crescimento de 0,4% nas vendas de setembro, ante agosto. O resultado ficou muito próximo da projeção de 0,5% feita pela CNC antes da divulgação dos dados.


    “Nos últimos meses, o comércio tem sido favoravelmente impactado pela conjuntura do mercado de trabalho, que teve uma expansão na massa real de rendimentos de 10,1% em setembro, na comparação com igual período de 2009, pelo aumento de 20,7% na concessão de crédito co consumidor e pela queda nas taxas de juros, que se encontram 4,2 pontos percentuais abaixo do patamar verificado em setembro do ano passado”, afirma o economista Fábio Bentes.


    Veja a íntegra da nota aqui.

  • Fórum propõe debate sobre o potencial turístico da Baixada Fluminense


    O turismo na Baixada Fluminense, região que concentra cidades importantes do estado do Rio de Janeiro como Nova Iguaçu, Duque de Caxias e São João de Meriti, tem um potencial que está sendo cada vez mais explorado por turistas e empresários do setor.


    O turismo na Baixada Fluminense, região que concentra cidades importantes do estado do Rio de Janeiro como Nova Iguaçu, Duque de Caxias e São João de Meriti, tem um potencial que está sendo cada vez mais explorado por turistas e empresários do setor. Para discutir a importância do assunto, neste dia 10 de outubro está sendo realizado, em Duque de Caxias, o 5° Fórum Empreendedores, Líderes e Formadores de Opinião (Elfo), evento que é apoiado pela Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS).


    “A economia brasileira está em expansão, o que tem refletido bastante para o turismo no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro. A Baixada faz parte deste movimento, com investimentos em polos industriais e na construção de complexos comerciais, com lojas e hotéis, nas rodovias que cortam seus municípios. Temos que discutir como melhor aproveitar este bom momento para favorecer o desenvolvimento da infraestrutura turística”, afirma Alexandre Sampaio, presidente da FNHRBS. A federação apresentou no evento seus projetos de fortalecimento sindical e planos de negócio para atuação conjunta com os sindicatos da base.


    O 5° Elfo, que é promovido também pela Prefeitura de Duque de Caxias, contou com a presença de mais de 150 empresários de diferentes setores para debater as oportunidades em hotelaria e gastronomia na Baixada. O encontro também contou com uma exposição do BNDES sobre opções de financiamento para o setor de turismo e como pequenos e médios empresários podem captar recursos para os seus negócios.


  • Despachantes Aduaneiros assinam convênio de colaboração com a Organização Mundial de Alfândegas


    Um convênio assinado pela Organização Mundial de Alfândegas (OMA) e pela Associação de Agentes Profissionais de Alfândegas das Américas (ASAPRA), representando os despachantes aduaneiros, deve melhorar o sistema alfandegário do Brasil e facilitar a relação com as outras nações. O acordo foi feito na cidade de Lima, no Peru.


    Um convênio assinado pela Organização Mundial de Alfândegas (OMA) e pela Associação de Agentes Profissionais de Alfândegas das Américas (ASAPRA), representando os despachantes aduaneiros, deve melhorar o sistema alfandegário do Brasil e facilitar a relação com as outras nações. O acordo foi feito na cidade de Lima, no Peru. A Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros) defende os interesses dessa classe desde 1953 e celebra esse convênio como um grande avanço na relação entre os Despachantes Aduaneiros e a OMA na busca de um comércio competitivo e seguro.


    Estiveram presentes à assinatura do convênio o secretário-geral da OMA, Kunio Mikuriya, e o presidente da ASAPRA, Alejandro Ramos Gil. Como testemunhas, representantes das Diretorias de Alfândegas do Peru, Argentina e Uruguai.


    O convênio deve estabelecer um contato oficial entre a OMA e a ASAPRA para favorecer o desenvolvimento de melhores práticas alfandegárias, promover o intercâmbio de informações e disseminar as normas e procedimentos da OMA, entre outros aspectos. “Este convênio constitui mais um passo na construção de um comércio exterior global que seja uma ferramenta de desenvolvimento e prosperidade para nossos povos”, afirmou o presidente da ASAPRA, Alejandro Ramos Gil.

  • Pendências para ingresso no Simples Nacional já podem ser consultadas na internet


    Micro e pequenas empresas do Rio de Janeiro que possuem dívidas com o estado, e desejam ingressar no Simples Nacional em janeiro de 2011, tem até o dia 30 de dezembro para regularizar a sua situação.


    Micro e pequenas empresas do Rio de Janeiro que possuem dívidas com o estado, e desejam ingressar no Simples Nacional em janeiro de 2011, tem até o dia 30 de dezembro para regularizar a sua situação. Para isso, a Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (Sefaz-RJ) disponibilizou para consulta na internet os débitos das empresas, para o agendamento pelo regime tributário.


    A consulta está disponível no site da Sefaz-RJ (www.fazenda.rj.gov.br), e o interessado deve clicar no ícone “Contribuinte” e depois em “Consulta Pendências para Ingresso”, na guia do Simples Nacional. Ao fazer a consulta no site, as empresas receberão orientações sobre como regularizar as pendências.

  • Comércio no Rio Grande do Sul terá crescimento de 6% neste Natal


    A Federação do Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) calcula que o comércio gaúcho deve apresentar um crescimento de 6% neste Natal, com relação à mesma data em 2010. A entidade prevê um desempenho positivo nas vendas, devido a fatores que têm movimentado a economia ao longo do ano, como o mercado de trabalho aquecido e a confiança do consumidor gaúcho na hora da compra.


    “O rendimento da população está crescendo e a massa salarial na Região Metropolitana de Porto Alegre está quase 10% maior que no ano passado.


    A Federação do Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) calcula que o comércio gaúcho deve apresentar um crescimento de 6% neste Natal, com relação à mesma data em 2010. A entidade prevê um desempenho positivo nas vendas, devido a fatores que têm movimentado a economia ao longo do ano, como o mercado de trabalho aquecido e a confiança do consumidor gaúcho na hora da compra.


    “O rendimento da população está crescendo e a massa salarial na Região Metropolitana de Porto Alegre está quase 10% maior que no ano passado. Além disso, a geração de empregos também é recorde no Estado, já foram criadas quase 130 mil vagas, sendo que o melhor ano até então havia sido em 2004, com 114 mil vagas, por exemplo”, explica o presidente da Fecomércio-RS, ZIldo De Marchi. Segundo ele, o aumento do poder de consumo das famílias tem impacto direto nas compras de Natal.


    Para De Marchi, outro fator que poderá estimular o maior faturamento de lojistas é a taxa de juros a pessoa física, que está em quase 30% ao ano, sendo que, em 2008, neste mesmo período do ano, a taxa era 59%. “O crédito cada vez mais facilitado e acessível à população é mais um quesito que deve alavancar as vendas de final de ano, assim como já vem ocorrendo nos últimos meses”, diz.

  • Copa do Mundo 2014 é tema de debate no Conselho de Turismo e na Fecomercio-SP

    Pensando nos investimentos que serão feitos para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e também no legado que eles irão deixar para o país, Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por meio de seu Conselho de Turismo, vem promovendo debates sobre o assunto.

    Pensando nos investimentos que serão feitos para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e também no legado que eles irão deixar para o país, Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), por meio de seu Conselho de Turismo, vem promovendo debates sobre o assunto.


    O mais recente aconteceu em 10 de novembro, quando o Conselho recebeu André Monegaglia, vice-presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e Diogo Canteras, diretor da consultoria HVS Brasil – Global Hospitality Services. O encontro, cujo tema foi Oferta Hoteleira no Brasil para os Megaeventos, faz parte dos estudos relativos ao macrotema Infraestrutura Turística e Megaeventos.


    André Monegaglia apresentou no encontro a pesquisa Placar da Hotelaria, realizado pelo FOHB e pela HSV, com apoio do Ministério do Turismo e do Senac-SP. “Tivemos a ideia de monitorar a perspectiva de ocupação das 12 cidades-sede da Copa até 2015, já que não faz sentido construir empreendimentos hoteleiros que não serão utilizados após o mundial”, disse.  


    De acordo com o estudo, o Rio de Janeiro, por exemplo, a persperctiva de taxa de ocupação na cidade é de 85% até 2015. “É um teto sazonal. Na prática a cidade está lotada”, explicou Monegaglia. A oferta atual são de 19.403 unidades hoteleiras, e ainda existem mais 2.430 unidades em construção ou reforma. No total, a estimativa é de que, ao fim da Copa, existam 21.843 unidades. A demanda atual é de 13.916 apartamentos, e o adicional que pode ser gerado é de 4.696 unidades, chegando a 18.612 unidades. Números muitos próximos, na opinião do presidente do FOHB, que devem ser observados de perto.             


    Debate também em São Paulo


    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomercio-SP) reuniu especialistas no dia 8 de novembro para participarem do II Seminário São Paulo de Braços Abertos Para a Copa 2014, onde foram discutidos os principais temas a serem desenvolvidos para a realização dos jogos, pensando principalmente no legado à cidade. “É preciso abandonar aquela visão tradicional que liga a Copa somente ao futebol e à construção de estádios”, avalia o presidente do Conselho de Desenvolvimento das Cidades da Fecomercio-SP, Josef Barat.


    Os aeroportos se mostraram como a principal preocupação dos realizadores da Copa, enquanto que a segurança apresenta sinais positivos. Tanto a Polícia Civil quanto a Militar estão modernizando seus equipamentos de vigilância e serviços de atendimento para poder resolver qualquer situação que possa surgir durante os jogos do mundial


    Com relação à capacitação de trabalhadores, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) já vem trabalhando nesse aspecto e isso não deve ser um problema para a realização do campeonato. De acordo com pesquisa realizada pelo instituição nas 12 cidades sedes dos jogos e nas outras 19 que servirão para alojar as comissões, imprensa e turistas, não existe a necessidade de treinar pessoas para profissões que antes não eram praticadas. “O que existe é a necessidade de os trabalhadores adquirirem novas habilidades e conhecimentos e o Senac está completamente preparado para suprir estas necessidades”, esclarece o diretor de Planejamento e Comunicação do Senac, Jacinto Barbosa Correa. Ele ainda afirma que nos próximos três anos a instituição deverá capacitar cerca de 1 milhão de trabalhadores somente para a Copa.