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25/06/2019 – Correio da Paraíba – PB (GERAL)
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Enquadrou
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25/06/2019 – O Estado de S. Paulo – SP (POLÍTICA)
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NA OMC
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25/06/2019 – O Globo – RJ (ECONOMIA)
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25/06/2019 – Folha de S. Paulo – SP (MERCADO)
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Painel
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25/06/2019 – Folha de S. Paulo – SP (PODER)
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Editoriais
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25/06/2019 – Folha de S. Paulo – SP (OPINIÃO)
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Dívidas
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24/06/2019 – Gazeta do Povo Online – PR
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DESTAQUES:
Sancionada lei dispondo sobre as relações financeiras entre a União e o Banco Central do Brasil
Divulgado o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos pelo INSS para o mês de abril de 2019
Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro que modifica a norma dispondo sobre a proibição de cobrança por uso de banheiro instalado em shopping centers, centros comercias, galerias, supermercados e quaisquer outros estabelecimentos coletivos voltados para o comércio de modo geral
DESTAQUES:
• Sancionada lei que dispensa reavaliação pericial da pessoa com HIV/aids aposentada por invalidez.
• Divulgados os preços de referência do gás natural e dos petróleos produzidos no mês de maio de 2019.
• Definida a meta para a Taxa Selic a partir de 21 de junho de 2019.
Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o comércio varejista poderia ter vendido R$ 40,9 bilhões a mais nos últimos 12 meses até abril deste ano, se o corte na taxa básica de juros tivesse sido repassado integralmente para as taxas de juros na ponta cobradas do consumidor.
Com base na elasticidade entre o custo de crédito ao consumidor e a concessão de recursos, a CNC estimou que, nos últimos 12 meses encerrados em abril, as concessões de crédito teriam crescido nominalmente 18,0% e não 10,3%, conforme revelam os próprios dados da autoridade monetária. A taxa de juros, que em dezembro do ano passado havia atingido o nível mais baixo (29,0% ao ano) desde setembro de 2013 (28,4%), voltou a subir ao longo dos quatro primeiros meses de 2019, alcançando, em abril deste ano, 31,7%, de acordo com levantamento mensal realizado pelo Banco Central.
“Para o consumidor, o não repasse integral da queda dos juros básicos às taxas finais representou um maior peso na parcela mensal dos financiamentos, especialmente diante da relativa estabilidade da massa de rendimentos nos últimos 12 meses, e neste cenário a queda modesta dos juros drenou recursos do setor produtivo para o setor financeiro”, explica Fabio Bentes, economista-chefe da CNC.
Bentes destaca que diversos fatores tais como custos de captação, inadimplência, tributação, despesas administrativas e margem financeira dos bancos ajudam a explicar a evolução dos spreads bancários no Brasil. “Ademais, a baixa concorrência no mercado financeiro do País é um dos principais fatores explicativos da limitada aderência entre os juros básicos e os custos finais de crédito”, complementa.
Setores mais afetados
Os segmentos nos quais o grau de dependência das condições de crédito tende a ser maior foram os mais afetados pela não linearidade no corte da taxa final, tendo o comércio automotivo ocupado o primeiro lugar – a perda estimada, neste segmento, de R$ 23 bilhões correspondeu a 56% da perda total do varejo. Além da relevância desse segmento para o comércio – o segundo maior em faturamento anual –, o crédito cumpre um papel fundamental para a materialização das vendas. Para cada aumento de um ponto percentual na concessão de crédito, o volume de vendas cresce 0,86 ponto percentual. Assim, em vez do avanço atual de 10,3%, o volume de vendas apurado seria maior (14,3%).
Em seguida, destacaram-se os impactos negativos nos ramos de materiais de construção (R$ 5,8 bilhões ou 14% do total), lojas de móveis e eletrodomésticos (R$ 3,4 bilhões ou 8,3% do total) e o segmento de vestuário e calçados (R$ 2,7 bilhões ou 6,6% do total). Acesse abaixo o estudo completo.
O presidente da Fecomércio-CE, Mauricio Filizola, recebeu, no dia 13 de junho de 2019, a visita do Cônsul Geral da Argentina no Nordeste, Alejandro Funes Lastra. Em pauta, os preparativos para a realização da 1ª Missão Comercial Argentina-Ceará, confirmada para julho próximo, em Fortaleza.
Durante o encontro, Filizola destacou a importância da missão para estreitar os laços comerciais entre os dois países. “É um momento oportuno para fortalecer o diálogo e ouvir as necessidades, para que possamos traçar metas que contribuam no desafio de alavancar a economia”, disse. O presidente da federação cearense ainda frisou que a missão consolida não apenas as relações de negócios com a Argentina, mas também os laços entre os povos. “É uma oportunidade de divulgar o que o Ceará produz e fazer um intercâmbio comercial. Assim, estamos construindo uma relação saudável e duradoura”, afirmou.
Para o Cônsul Geral da Argentina no Nordeste, Alejandro Funes Lastra, o Brasil sempre foi um grande parceiro comercial. “É possível ampliar e equilibrar ainda mais essa relação. Essa primeira missão tem a expectativa de gerar uma oportunidade de negócios. Ainda a partir do Ceará, os dois países podem avançar em negócios como alimentos, turismo e também energias renováveis, entre outros”, avalia.
A Fecomércio Alagoas e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) assinarão, no dia 26 de junho de 2019, no auditório da Casa da Indústria, em Maceió, um convênio para ampliar a oferta de linhas de crédito a empresas do setor no Nordeste e nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
O convênio prevê a facilitação na concessão de crédito às empresas do setor do comércio de bens, serviços e turismo, nas regiões em que o BNB atua, e também uma parceria entre as duas organizações para potencializar os resultados dessas aplicações. Dentro dessa perspectiva, estão previstas ações como encontros e capacitações, com o objetivo de desburocratizar o crédito e o incentivo aos institutos de pesquisa ligados às Federações do Comércio para executar estudos relacionados com o assunto. Em Alagoas, assinarão o documento o presidente Fecomércio-AL, Wilton Malta, e o superintendente do BNB em Alagoas, Pedro Ermídio Freitas.
O acordo no Maranhão deriva da parceria formalizada no dia 16 de maio, durante o 35° Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais (35º CNSE), pelo presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, e o presidente do BNB, Romildo Rolim, além do vice-presidente Administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt. Nos Estados, a iniciativa será oficializa entre as Federações do Comércio e as superintendências regionais.
Durante o CNSE, o presidente do BNB, Romildo Rolim, enfatizou a importância do microcrédito para as micro, pequenas e médias empresas. Sobre a parceria, Luiz Gastão Bittencourt lembrou a orientação do presidente da Confederação sobre a necessidade de fortalecer não apenas as organizações representativas, mas também as próprias empresas. Ele frisou o potencial transformador da iniciativa: “Mais do que acesso ao crédito, o convênio prevê uma governança em que, através da CNC e do BNB, haverá um acompanhamento das ações, analisando que pontos podem ser melhorados na concessão de crédito”, disse.
A Fecomércio-PR recebeu, no dia 17 de junho de 2019, uma delegação de Bangladesh. O encontro faz parte de uma série de reuniões que a comitiva faz no Paraná para conhecer mais o estado, estreitar laços e aumentar as relações bilaterais.
Durante o encontro, o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PR e vice-governador do Paraná, Darci Piana, explicou sobre o funcionamento do Sesc e do Senac, sobre o atendimento à população e ao empresariado e, principalmente, sobre as possibilidades de comércio que o Paraná oferece. “Estamos abertos para ajudar em tudo o que for preciso para aumentar as importações e exportações”, afirmou Piana, que também é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Já o embaixador da República Popular de Bangladesh no Brasil, Zulfiqur Rahman, agradeceu ao presidente pelos esclarecimentos e disse que seu país ainda é pouco conhecido no Brasil, mas que há a intenção de mudar esse cenário. “É uma oportunidade ímpar poder ser recebido por alguém que pode falar tanto pelo governo, quanto pelo comércio. Viemos ao local certo”, declarou.
Estiveram presentes na reunião o diretor da Câmara de Relações Internacionais da Fecomércio-PR, Rui Lemes; o cônsul honorário de Bangladesh em Curitiba, Marcelo Grendel Guimarães, a embaixatriz Shameem Akhter; a consulesa Claudiana Chiarello; a conselheira política e chefe de chancelaria de Bangladesh, Samia Israt Ronee; a assistente do embaixador, Livia Campos; e o assessor de Relações Internacionais da Fecomércio-PR, Rodrigo Schmidt.
O Índice de Estoques do comércio paulistano, medido pela Fecomércio-SP, sofreu queda de 1,7% em junho – 119,1 pontos, ante os 121,1 pontos de maio. Já em relação ao mesmo período do ano passado, houve alta de 11,2%. A proporção dos que consideraram seus estoques adequados caiu apenas 1% – de 60% em maio para os atuais 59,4%. Contudo, na comparação com o mesmo mês de 2018, obteve alta de 6,1 pontos porcentuais, quando a porcentagem era de 53,3%.
De acordo com a Federação, a queda do índice se deu pela elevação mensal da proporção de comerciantes com estoques baixos. O que significa que apesar da lentidão nas vendas, devido às instabilidades política e econômica pelas quais o País passa, os empresários têm apresentado comportamento conservador e se adaptado aos momentos de adversidade. Esse resultado é melhor do que se apontasse estoques altos, pois mercadorias paradas são mais custosas.
Assim, houve queda no levantamento de empresários que declararam ter excesso de estoques – de 27,5 em maio para 26,5 em junho, diferença de – 0,9 ponto porcentual. E para os que consideram ter estoques baixos: alta de 2,2 pontos porcentuais em relação ao mês anterior, de 11,6% em maio para os atuais 13,7%. Os números estão bem próximos dos registrados na pré-crise, antes de 2014, quando 60% dos comerciantes tinham estoques adequados, 25% afirmavam ter estoques acima e 15% abaixo do adequado.
Os dados são levantados pela Fecomércio-SP e captam a percepção dos varejistas sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, variando de 0 (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos 100 pontos é o limite entre inadequação e adequação.
Segundo a entidade, agora os empresários precisam estar mais atentos à logística para que não falte mercadorias, o que pode ocasionar perdas de vendas e até de clientes. Para a Fecomércio-SP, com os projetos políticos encaminhados, pode ser que ocorra, no segundo semestre, início de um ciclo de recuperação econômica, com o aumento do índice de confiança de consumidores e empreendedores; contudo, resultados concretos devem ser vistos apenas em 2020.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, José Roberto Tadros, recebeu, no dia 22 de junho de 2019, no Cairo, capital do Egito, durante o Fórum Econômico Brasil-Egito um dos principais prêmios do universo do empreendedorismo, o World Company Award 2019 (WOCA), concedido pela Global Council of Sales Marketing.
O WOCA homenageia empresas e entidades, mas sempre através da figura do seu principal gestor.
Tadros, que é também do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, recebeu homenagem especial e destacou a oportunidade de estar com pessoas do meio empresarial brasileiro e do exterior. “O ambiente aqui no Cairo é extremamente importante, porque nos leva a refletir sobre a realidade brasileira, que é muito parecida com a do Egito, e a importância da Educação para que uma nação se mantenha sempre em evolução”, disse para, em seguida, comentar a atual situação do Brasil. “O ambiente de negócios está ruim, mas temos grande esperança de que o atual governo vá modificar esse estado de coisas, que é o anseio de todos nós. Enquanto isso, vamos continuar trabalhando pela CNC e pelo Sebrae, para que esse panorama seja modificado, e, no que depender da nossa contribuição, estaremos sempre prontos”, afirmou.
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