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  • Boletim Informativo Diário (BID) 134/2018

    DESTAQUES:

    Publicado Aviso sobre impugnações dos registros de chapa e de candidatos, das relação das chapas registradas concorrentes à eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNC mandato 2018/2022

    Designados representantes do INSS no Conselho Fiscal do Sesc

    SRT remete para o procedimento de Mediação o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Serras Verdes – MG e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte – MG

    Deferido o registro sindical ao Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha – MG – SEHAV

    DESTAQUES:

    Publicado Aviso sobre impugnações dos registros de chapa e de candidatos, das relação das chapas registradas concorrentes à eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNC mandato 2018/2022

    Designados representantes do INSS no Conselho Fiscal do Sesc

    SRT remete para o procedimento de Mediação o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Serras Verdes – MG e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte – MG

    Deferido o registro sindical ao Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha – MG – SEHAV

    Instituído Grupo de Trabalho com a finalidade de análise preliminar de denúncias relacionadas a processos de pedidos de Registro Sindical e Alteração Estatutária

    Publicada a Proposta Orçamentária para o ano de 2019 do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos do Estado do Rio de Janeiro

    Republicado Decreto do Município do Rio de Janeiro que instituiu a Comissão Municipal do Trabalho do Rio de Janeiro, composta, entre outros, por 1 (um) representante da Fecomércio-RJ e seu Suplente; e 1 (um) representante do Sindicato de Bares e Restaurantes do Município do Rio de Janeiro – SINDRIO, e seu Suplente

  • Sumário Econômico 1536

    Comércio perde R$ 7,4 bi em maio – Greve dos caminhoneiros derruba as vendas do varejo ampliado pela primeira vez no ano. Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +5,0% para +4,8% expectativa para 2018. Os 11 dias de paralisações provocadas pela greve dos caminhoneiros levaram as vendas dos dez segmentos que compõem o varejo ampliado a recuar 4,9% em maio, na comparação com o mês imediatamente anterior.

    Comércio perde R$ 7,4 bi em maio – Greve dos caminhoneiros derruba as vendas do varejo ampliado pela primeira vez no ano. Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +5,0% para +4,8% expectativa para 2018. Os 11 dias de paralisações provocadas pela greve dos caminhoneiros levaram as vendas dos dez segmentos que compõem o varejo ampliado a recuar 4,9% em maio, na comparação com o mês imediatamente anterior. Essa foi a primeira queda do ano e o pior resultado para meses de maio em mais de 15 anos de levantamentos da série com ajustes sazonais. Em termos monetários, essa queda correspondeu a uma perda de faturamento de R$ 7,4 bilhões, segundo cálculos da CNC.

    Mercado espera crescimento de 1,5% para o País – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (13/07), a mediana das expectativas para o IPCA teve ligeira queda pela primeira vez após aumentar durante oito semanas consecutivas, alcançando 4,15%. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,33% para julho, 0,10% para agosto e 0,21% para setembro. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,39%, 0,0% e 0,20%, respectivamente, valores próximos dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2019 manteve-se em 4,10% e, para 2020, a mediada é de 4,0%. Na última reunião do Copom, a meta da taxa de juros Selic manteve-se em 6,50%. A próxima reunião será nos dias 31 de julho e 1º de agosto, quando se espera que, novamente, o Banco Central não altere a taxa.

    Portal único do comércio exterior já vigora para exportações – No dia 2 de julho, os Registros de Exportação (RE) no Siscomex foram desabilitados para novas operações. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), e a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) estão substituindo o RE pela Declaração Única de Exportação (DU-E)*, no âmbito do Programa Único de Comércio Exterior, espécie de janela única que centraliza em um ambiente digital os diversos documentos de distintos órgãos anuentes das operações de exportação, importação e trânsito aduaneiro. O modelo das ventanillas únicas é largamente utilizado na esfera internacional, pois torna os procedimentos mais eficientes, harmonizados e integrados.

    Curso EAD do Senac e o Fórum das MPEs – Na última reunião ordinária do comitê do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMEPP), ocorrida na sede da CNC/DF, no dia 5 de julho, o secretário e o secretário executivo da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa (Sempe) juntamente com representantes do Senac-DN e da CNC assinaram oficialmente o termo de compromisso de realização dos cursos a distância pelo Senac com desconto de 20% para as empresas representadas e para as entidades participantes do Fórum Permanente das MPEs. Oficialmente, o convênio firmado intitula-se Acordo de Cooperação Técnica FPMEPP e MDIC, em que através do FPMEPP encontram-se o Senac e a CNC.

    O futuro do petróleo – Artigo publicado pelo jornal Valor, em 25 de junho do corrente ano, página B4, com o título “Grandes petroleiras enfrentam questão de vida ou morte”, faz menção à indústria petrolífera, que vive o dilema de investir em uma energia que estaria perto de ficar saturada, atingindo pico de produção e demanda, em razão dos danos ao meio ambiente e das novas escolhas por energia menos poluente e renovável. O gás natural é visto como uma alternativa mais limpa e complemento para a energia eólica e solar. O crescimento da frota de carros elétricos se encaixa nas perspectivas de substituição da energia suja pela limpa. Contudo, ainda que o número de veículos com essas características esteja crescendo, hoje, sua representação é de fato muito baixa, podendo ser considerada mínima quando comparada à frota de carros movidos a gasolina e derivados.

  • Novos produtos da Caixa e do BNDES para lojistas de material de construção

    Executivos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal (CEF) participaram, em 17 de julho, de reunião de trabalho da Câmara Brasileira de Materiais de Construção (CBMC) para apresentar novos mecanismos de apoio aos negócios do segmento. Os empresários, sob a liderança da Câmara, têm focado grande parte de sua atuação nas instituições estatais que disponibilizam produtos e serviços que dão suporte ao crescimento do setor, explicou o coordenador da CBMC, Claudio Conz.

    Executivos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal (CEF) participaram, em 17 de julho, de reunião de trabalho da Câmara Brasileira de Materiais de Construção (CBMC) para apresentar novos mecanismos de apoio aos negócios do segmento. Os empresários, sob a liderança da Câmara, têm focado grande parte de sua atuação nas instituições estatais que disponibilizam produtos e serviços que dão suporte ao crescimento do setor, explicou o coordenador da CBMC, Claudio Conz.

    O gerente de Clientes e Negócios da área de Estratégia deProdutos de Crédito Pessoa Física, Luis Alberto Bartolomeu, apresentou números do desempenho do Construcard nos seis primeiros meses de 2018, que registrou um crescimento de 135% em relação ao semestre anterior. “Parte desse sucesso é fruto de um trabalho em parceria com as associações de comerciantes de material de construção e da participação muito ativa do coordenador da CBMC, Claudio Conz, junto à Caixa”, justificou.

    Segundo ele, a instituição vem ouvindo as demandas dos lojistas e clientes pessoa física para determinar a necessidade de crédito, o que levou à remodelação do produto. Com esse objetivo, foi elaborada uma estratégia para alavancar a concessão de recursos.

    Em 16 de julho, os gerentes do banco iniciaram uma rodada de negócios em todo o País, que se estenderá até 31 de agosto. Nesse período visitarão todos os 70 mil lojistas conveniados, além de prospectar novos, a quem estão sendo oferecidos produtos específicos para o setor, em condições financeiras diferenciadas.

    Construcard para mão de obra

    O executivo da CEF também anunciou uma novidade prevista para entrar em vigor em setembro próximo: o financiamento da mão de obra pelo Construcard. “A Caixa acredita e projeta um crescimento do comércio de material de construção, e o Construcard continuará sendo um aliado forte, atrativo e muito respeitado pelos seus usuários”, declarou Bartolomeu.

    Segundo ele, a Caixa é reconhecida por seus clientes como um banco que pratica as melhores taxas. Ainda assim, ouviu queixas em relação às que vêm sendo praticadas. O gerente revelou que, desde março, as taxas tiveram uma redução expressiva, partindo de 1,69% até o limite de 3,95%, por conta da queda da Selic – a taxa básica de juros da economia –, que proporcionou um custo menor nos empréstimos bancários. “A nossa expectativa é reduzi-la ainda mais nos próximos meses, em função da continuada redução da Selic.”

    Os empresários também reivindicaram a ampliação do número de administradores do Construcard, hoje uma exclusividade da Cielo. A demanda é que a máquina da Rede também aceite o cartão. LuisBartolomeu informou que a Caixa está negociando com as duas administradoras, pois há questões contratuais que precisam ser superadas.

    Cartão BNDES

    “As questões envolvendo o cartão Construcard são presença constante em nossas reuniões por ser um produto extraordinário, tanto para o varejo como para o atacado. Milhares de lojas cadastradas o recebem, o que já mostra a sua relevância”, afirmou Claudio Conz, que é presidente do Sindicato do Comércio Atacadista de Material de Construção do Estado de São Paulo. Ele fez o mesmo elogio e falou da importância do cartão BNDES para o meio empresarial, ao justificar o convite ao superintendente da nova Área de Fomento e Originação de Negócios do BNDES, Claudio Figueiredo Coelho Leal.

    O executivo apresentou a nova área que passou a coordenar no banco, criada em recente redirecionamento estratégico da instituição para se aproximar mais de clientes e parceiros. A área tem braços nos escritórios regionais do banco em Recife, São Paulo e Brasília, que devem se expandir ao longo do tempo.

    Leal também mostrou aos empresários uma série de iniciativas visando à simplificação de processos e agilização do trâmite de operações, no que se refere a taxas, prazos de financiamento e condições de acesso, entre outros.

    “Foi uma reunião muito produtiva porque também ouvimos as necessidades dos empresários e levamos lições pra casa”, comentou.

    “Trata-se de um setor historicamente atendido pelo cartão BNDES e, por isso, chamou a atenção o pleito empresarial em relação à grande retração nos desembolsos do cartão. Explicamos ter sido uma decisão estratégica da nova direção, em função de problemas enfrentados pelo principal repassador de recursos, que experimentou uma inadimplência crescente”, disse. O banco vem, por conta disso, credenciando novos repassadores, o que leva um certo tempo até que entrem em ritmo normal de negócios, acrescentou Leal.

    Fora do âmbito do cartão, ele ouviu reivindicações no sentido de financiamentos mais amplos para outros negócios, como aexpansão de lojas.

    Finalmente, o superintendente do BNDES disse ter anotado o pedido para que o banco simplifique o credenciamento de alguns itens que hoje não constam do portfólio de produtos do setor de material de construção. “Levamos dever de casa e pretendemos trazer algumas respostas já na próxima reunião da Câmara, em novembro”, afirmou.

    Reforma tributária

    A questão tributária também concentrou parte dos debates ao longo do encontro, realizado em Brasília. O vice-presidente da Fecomércio-SP e diretor Financeiro da CNC, Marco Aurélio Sprovieri, questionou a burocracia que impacta o pagamento dos tributos no Brasil. Segundo ele, o tempo dispendido pelas empresas brasileiras na apuração de tributos e obrigações acessórias é mais do que o dobro do necessário em países europeus e norte-americanos. “A simplificação é prioritária”, afirmou.

    Também incomoda a questão da substituição tributária – mecanismo que acaba estimulando as fabricantes a vender direto para o consumidor porque, ao adotá-lo, só pagam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) da fábrica, não saldando os demais impostos, que quem acaba pagando é o consumidor. Isso estimula a venda direta, via internet, por exemplo, ponderou o diretor da CNC.

    Para Sprovieri, é preciso reformular esse sistema e que ele seja único em todo o País. Citou como exemplo um fabricante sediado em São Paulo que vende para o Mato Grosso, onde a Margem de Valor Agregado (MVA – porcentagem determinada pelas Secretarias da Fazenda para os produtos no cálculo do ICMS a ser pago por substituição tributária) é diferente da origem. “Essa complexidade pode causar problemas futuros, como sonegação fiscal e multas que certamente virão por essas diferenças tributárias entre cada unidade da federação”, concluiu.

    Congresso Nacional

    A pedido do coordenador Claudio Conz, o assessor legislativo Felipe de Miranda Oliveira falou sobre as discussões no Congresso Nacional em relação à questão tributária. Ele informou que a Assessoria Legislativa da CNC acompanha o tema em caráter prioritário por seus reflexos na vida empresarial, inclusive apoiando o tema nas ações da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) em cada estado, visando fortalecer uma reforma que, na essência, preveja a simplificação dos processos.

    Oliveira revelou que, em encontros com a Assessoria Legislativa, o relator da reforma, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), sempre deixou claro que a intenção é aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC). A ideia básica é simplificar o atual sistema, o que, na opinião do parlamentar, permitiria a unificação de tributos sobre o consumo e seria a única forma de tirar o País da crise. Segundo o assessor, caso se consiga desburocratizar, já se terá conseguido um grande avanço.

    Entre as mudanças incluídas na proposta do relator está a extinção de dez tributos, que seriam substituídos por um imposto sobre o valor agregado, de competência estadual, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços, e outro sobre bens e serviços específicos (Imposto Seletivo), de competência federal.

    Nos corredores do Congresso Nacional, esse é um tema recorrente em busca de um consenso. O problema é que, paralelamente, há uma pressão muito forte vinda dos estados contrários a isso. As próprias prefeituras são contra porque têm no atual sistema uma possibilidade de ter ganhos.

    Para o coordenador da CBMC, hoje, a legislação é confusa e complexa e isso em nada ajuda a quem negocia. “Temos que começar a ter uma defesa mais consistente, como o trabalho que vem sendo executado pela Assessoria Legislativa da CNC no Congresso”, afirmou Claudio Conz.

  • CNC lança estudo sobre turismo esportivo e aviação

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), lança, no dia 19 de julho, o estudo Desafios da Aviação Civil e Caminhos para o Turismo Esportivo, uma compilação das discussões realizadas ao longo de 2017 na série Turismo – Cenários em Debate.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), lança, no dia 19 de julho, o estudo Desafios da Aviação Civil e Caminhos para o Turismo Esportivo, uma compilação das discussões realizadas ao longo de 2017 na série Turismo – Cenários em Debate.

     A publicação conta com a colaboração de especialistas, pesquisadores, ex-atletas e apresenta exemplos de sucesso na promoção turística de aeroportos, destinos e na captação de eventos, além de produtos do turismo esportivo e tecnologias utilizadas na promoção e na operação turística.

    “Os seminários promovidos pelo Cetur, com foco no turismo esportivo e na aviação, trazem luz para as dificuldades e os desafios de crescimento desses mercados no País”, diz o presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio.

    No momento em que a aviação comercial brasileira enfrenta um desafio de crescimento, depois de passar por período de grandes avanços, uma abordagem analítica e técnica da conjuntura do setor colabora para ajudar a construir e estabelecer as políticas necessárias para alavancar esse importante segmento.

    “Para promover o acesso universal ao transporte aéreo no País, ficou evidente a necessidade de garantir um ambiente de negócios mais competitivo. Nesse sentido, há propostas que são recomendações inseridas neste documento, como a de criar um teto (12%) para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível de aviação; e a de reduzir barreiras à entrada do capital estrangeiro nas empresas aéreas”, explica Sampaio.

    Por outro lado, os debates promovidos pelo Cetur/CNC sobre eventos esportivos e interação do esporte com o turismo apresentaram cases de sucesso que podem servir de exemplo às capitais para que aproveitem as infraestruturas desportivas criando um calendário de eventos. “Os eventos esportivos se mostram como oportunidades de ampliar o calendário de eventos das cidades, trazendo um turismo mais qualificado, com maior gasto por tempo de permanência”, conclui Sampaio.

     Por meio dos debates que constam nesse documento, o Cetur/CNC ressalta a importância de se pensar o turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social, apresentando também demandas do trade para a construção de um ambiente mais competitivo e produtivo.

    O documento completo está disponível em: http://bit.ly/Aviacao_TurismoEsportivo

     

     

  • CNC lança estudo sobre turismo esportivo e aviação

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), lança, no dia 19 de julho, o estudo Desafios da Aviação Civil e Caminhos para o Turismo Esportivo, uma compilação das discussões realizadas ao longo de 2017 na série Turismo – Cenários em Debate.

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), lança, no dia 19 de julho, o estudo Desafios da Aviação Civil e Caminhos para o Turismo Esportivo, uma compilação das discussões realizadas ao longo de 2017 na série Turismo – Cenários em Debate.

    A publicação conta com a colaboração de especialistas, pesquisadores, ex-atletas e apresenta exemplos de sucesso na promoção turística de aeroportos, destinos e na captação de eventos, além de produtos do turismo esportivo e tecnologias utilizadas na promoção e na operação turística.

    “Os seminários promovidos pelo Cetur, com foco no turismo esportivo e na aviação, trazem luz para as dificuldades e os desafios de crescimento desses mercados no País”, diz o presidente do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio.

    No momento em que a aviação comercial brasileira enfrenta um desafio de crescimento, depois de passar por período de grandes avanços, uma abordagem analítica e técnica da conjuntura do setor colabora para ajudar a construir e estabelecer as políticas necessárias para alavancar esse importante segmento.

    “Para promover o acesso universal ao transporte aéreo no País, ficou evidente a necessidade de garantir um ambiente de negócios mais competitivo. Nesse sentido, há propostas que são recomendações inseridas neste documento, como a de criar um teto (12%) para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível de aviação; e a de reduzir barreiras à entrada do capital estrangeiro nas empresas aéreas”, explica Sampaio.

    Por outro lado, os debates promovidos pelo Cetur/CNC sobre eventos esportivos e interação do esporte com o turismo apresentaram cases de sucesso que podem servir de exemplo às capitais para que aproveitem as infraestruturas desportivas criando um calendário de eventos. “Os eventos esportivos se mostram como oportunidades de ampliar o calendário de eventos das cidades, trazendo um turismo mais qualificado, com maior gasto por tempo de permanência”, conclui Sampaio.

    Por meio dos debates que constam nesse documento, o Cetur/CNC ressalta a importância de se pensar o turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social, apresentando também demandas do trade para a construção de um ambiente mais competitivo e produtivo.

     

  • Sete em cada dez varejistas veem piora na economia em julho

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou para 103,9 pontos no mês de julho. Na comparação com junho, o indicador teve redução de 4,3%, na série com ajuste sazonal. A decepção com as condições correntes da economia (-13,6%) foi decisiva para trazer o nível de confiança atual ao menor patamar desde agosto de 2017 (103,10 pontos). Para 69,4% dos empresários do comércio entrevistados, houve piora no cenário econômico. Na comparação com julho de 2017, houve aumento de 2,3%.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou para 103,9 pontos no mês de julho. Na comparação com junho, o indicador teve redução de 4,3%, na série com ajuste sazonal. A decepção com as condições correntes da economia (-13,6%) foi decisiva para trazer o nível de confiança atual ao menor patamar desde agosto de 2017 (103,10 pontos). Para 69,4% dos empresários do comércio entrevistados, houve piora no cenário econômico. Na comparação com julho de 2017, houve aumento de 2,3%.

    “Tanto a insatisfação com a situação atual quanto as expectativas para o crescimento da economia impactaram significativamente o indicador de confiança de julho”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

    O levantamento da entidade mostra que, embora a maior parte dos varejistas (73,2%) ainda acredite na melhora da economia nos próximos meses, o grau de otimismo reduziu-se ao menor patamar dos últimos dois anos. Apesar de seguir na zona positiva, com 143,4 pontos, o componente que mede as expectativas dos comerciantes registrou recuo de 2,2% na variação mensal e queda de 1% na comparação com julho de 2017 – a primeira queda anual desde o auge da crise em maio de 2016. 

    Investimentos: menos contratações nos próximos meses

    Diante do cenário corrente menos favorável ao consumo e das expectativas menos positivas para o setor, o subíndice relativo aos investimentos acusou a mesma tendência dos demais indicadores do Icec, recuando 1,8% em relação a junho.

    A redução na intenção de contratação nos próximos meses (-2,8%) puxou o subíndice para baixo. Embora esse indicador ainda revele tendência de expansão de emprego no setor em curto prazo, a criação de vagas deve se dar de forma menos intensa.

    “A maior parte dos empresários (56,9%) pretende contratar trabalhadores nos próximos meses. Esse percentual, no entanto, já difere significativamente da proporção de varejistas dispostos a contratar em janeiro deste ano (61,1%)”, afirma Bentes.

     Do ponto de vista dos estoques, prejudicados pela greve dos caminhoneiros em maio e ainda com reflexos em junho, o abastecimento se encontra normalizado, na medida em que a parcela de empresários com estoques abaixo do adequado no início de junho (15,2%) recuou para 14,7% – percentual praticamente igual ao verificado antes da crise de abastecimento.

    Clique aqui para acessar a análise, os gráficos e a série histórica do Icec.

    O economista Fabio Bentes está disponível para atender os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 133/2018

    DESTAQUES:

    Estabelecidos critérios para composição, criação e funcionamento das Câmaras Temáticas da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Designada Comissão Eleitoral para coordenar o processo de eleição das entidades da sociedade civil que comporão o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, para o biênio 2018-2020

    Sancionada Lei do Município do Rio de Janeiro estabelecendo condições especiais para o licenciamento e a legalização de construções e acréscimos nas edificações

    DESTAQUES:

    Estabelecidos critérios para composição, criação e funcionamento das Câmaras Temáticas da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Designada Comissão Eleitoral para coordenar o processo de eleição das entidades da sociedade civil que comporão o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, para o biênio 2018-2020

    Sancionada Lei do Município do Rio de Janeiro estabelecendo condições especiais para o licenciamento e a legalização de construções e acréscimos nas edificações

  • Turismo: Cenários em Debate – Desafios da Aviação Civil e Caminhos para o Turismo Esportivo

    Turismo como ferramenta de desenvolvimento

    Turismo como ferramenta de desenvolvimento

    O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) atua de forma sinérgica, congregando instituições de caráter associativo que reúnem os principais segmentos da cadeia produtiva do turismo, como agências de viagens, organização de eventos, locação de carros, cruzeiros e parques temáticos, entre tantos outros. Com o abrigo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as entidades têm apoio para conduzir demandas e debater questões que impactam o setor produtivo.

    Os seminários promovidos pelo Cetur, com foco no turismo esportivo e na aviação, trazem luz para as dificuldades e os desafios de crescimento desses mercados no País. Esta publicação tem a função de compartilhar os debates realizados, ao longo de 2017, sobre esses temas, além de disponibilizar às autoridades propostas de políticas públicas vindas do trade, que apresentamos como recomendações ao fim desse estudo.

    A aviação é um meio de transporte essencial para o turismo, seja de negócios ou a lazer, em um país de dimensões continentais como o Brasil. Para promover o acesso universal ao transporte aéreo no País, ficou evidente a necessidade de garantir um ambiente de negócios mais competitivo. Nesse sentido, há propostas que são recomendações inseridas neste documento, como a de criar um teto (12%) para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível de aviação; e a de reduzir barreiras à entrada do capital estrangeiro nas empresas aéreas.

    Na outra ponta, os eventos esportivos se mostram como oportunidades de ampliar o calendário de eventos das cidades, trazendo um turismo mais qualificado, com maior gasto por tempo de permanência. Depois de o Brasil sediar os maiores eventos esportivos do planeta, descortina-se para o País a possibilidade de utilizar o legado de infraestrutura olímpica e da Copa do Mundo de Futebol para continuar recebendo eventos. Temos no Rio de Janeiro, por exemplo, além do centro de análise de desempenho, todo o equipamento esportivo necessário para trazer etapas de competições sul-americanas das mais variadas modalidades esportivas. Equipamentos que correm o risco de ser sucateados se não forem utilizados.

    A publicação também apresenta exemplos de sucesso na promoção turística de aeroportos, destinos e na captação de eventos, além de produtos do turismo esportivo e tecnologias utilizadas na promoção e na operação turística.

    O Cetur entrega mais um estudo que colabora para pensar o turismo como uma ferramenta de desenvolvimento econômico e social, apresentando também demandas do trade para a construção de um ambiente mais competitivo e produtivo.

     

    Alexandre Sampaio de Abreu

    Presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur)

  • Sete em cada dez varejistas veem piora na economia em julho

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou para 103,9 pontos no mês de julho. Na comparação com junho, o indicador teve redução de 4,3%, na série com ajuste sazonal. A decepção com as condições correntes da economia (-13,6%) foi decisiva para trazer o nível de confiança atual ao menor patamar desde agosto de 2017 (103,10 pontos). Para 69,4% dos empresários do comércio entrevistados, houve piora no cenário econômico. Na comparação com julho de 2017, houve aumento de 2,3%.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou para 103,9 pontos no mês de julho. Na comparação com junho, o indicador teve redução de 4,3%, na série com ajuste sazonal. A decepção com as condições correntes da economia (-13,6%) foi decisiva para trazer o nível de confiança atual ao menor patamar desde agosto de 2017 (103,10 pontos). Para 69,4% dos empresários do comércio entrevistados, houve piora no cenário econômico. Na comparação com julho de 2017, houve aumento de 2,3%.

    “Tanto a insatisfação com a situação atual quanto as expectativas para o crescimento da economia impactaram significativamente o indicador de confiança de julho”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

    O levantamento da entidade mostra que, embora a maior parte dos varejistas (73,2%) ainda acredite na melhora da economia nos próximos meses, o grau de otimismo reduziu-se ao menor patamar dos últimos dois anos. Apesar de seguir na zona positiva, com 143,4 pontos, o componente que mede as expectativas dos comerciantes registrou recuo de 2,2% na variação mensal e queda de 1% na comparação com julho de 2017 – a primeira queda anual desde o auge da crise em maio de 2016.

    Investimentos: menos contratações nos próximos meses

    Diante do cenário corrente menos favorável ao consumo e das expectativas menos positivas para o setor, o subíndice relativo aos investimentos acusou a mesma tendência dos demais indicadores do Icec, recuando 1,8% em relação a junho.

    A redução na intenção de contratação nos próximos meses (-2,8%) puxou o subíndice para baixo. Embora esse indicador ainda revele tendência de expansão de emprego no setor em curto prazo, a criação de vagas deve se dar de forma menos intensa.

    “A maior parte dos empresários (56,9%) pretende contratar trabalhadores nos próximos meses. Esse percentual, no entanto, já difere significativamente da proporção de varejistas dispostos a contratar em janeiro deste ano (61,1%)”, afirma Bentes.

    Do ponto de vista dos estoques, prejudicados pela greve dos caminhoneiros em maio e ainda com reflexos em junho, o abastecimento se encontra normalizado, na medida em que a parcela de empresários com estoques abaixo do adequado no início de junho (15,2%) recuou para 14,7% – percentual praticamente igual ao verificado antes da crise de abastecimento.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 132/2018

    DESTAQUES:

    Designado o Presidente do CODEFAT

    Designado o Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa – CNDI, gestão biênio 2016/2018

    Regulamentada a lei do Município do Rio de Janeiro que obriga restaurantes, bares, lanchonetes, barracas de praia, ambulantes e similares a usarem e fornecerem canudos de papel

    DESTAQUES:

    Designado o Presidente do CODEFAT

    Designado o Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa – CNDI, gestão biênio 2016/2018

    Regulamentada a lei do Município do Rio de Janeiro que obriga restaurantes, bares, lanchonetes, barracas de praia, ambulantes e similares a usarem e fornecerem canudos de papel